S.O.S.: Mulheres ao Mar: O que esse filme tem a nos ensinar sobre relacionamento?

Meus amores, esses dias eu estava pensando em escrever algo sobre relacionamento, mas não fazia ideia como começar a escrever isso pra vocês, porque ultimamente, eu estou namorando e tudo está indo bem, pelo menos por enquanto.

Enfim, a Jujuba me mandou o texto dela sobre: Quando realmente superamos o fim de um relacionamento?

(Pra quem ainda não leu é só clicar no titulo que abre direto pro post).

Eu amei tudo o que ela descreveu, afinal quem nunca passou por isso, não é mesmo?

Então, enquanto lia o texto dela, pensei: “Caramba! Existe filmes que falam sobre isso e nunca percebemos, por ficarmos impressionados com o filme ou com a história romântica, acabamos não percebendo, que alguns filmes nos dão conselhos de como lidar com algumas fase da vida!”
Portanto, comecei a olhar todo o meu rascunho de crítica de filmes, (sim meus amores, todo filme que eu vejo eu faço uma crítica ou um rascunho).
No meio dessa lista enorme, eu acabei achando: “SOS Mulheres ao Mar”, eu amo esse filme e lembrei toda a história e acabei colocando o filme pra assistir, e tinha tudo haver com superar um término.
Então, se prepare para ler a minha crítica junto com resumo do filme.

Se preferir ver o filme primeiro ou ler o post, fica a critério de vocês, mas não deixe de assistir e nem de ler o post, vai valer apena!

SOS Mulheres ao Mar: O que esse filme tem a nos ensinar?

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Nesse novo filme de Cris’ D Amato, mostra a história de Adriana, (Giovanna Antonelli), a protagonista, é uma mulher quer ser escritora, mas na verdade, ela traduz vídeos pornográficos.
Adriana é abandonada por Eduardo (Marcello Airoldi), seu esposo, ela não acredita na separação e embarca no mesmo cruzeiro que seu ex marido e com a nova namorada Beatriz, (Emanuelle Araújo), uma estrela de televisão.
Adriana vai para o Cruzeiro com sua irmã Luiza, (Fabiula Nascimento) e sua empregada Dialinda (Thalita Carauta), as três estão decididas a arruinar a vida de Eduardo e da sua namorada, a protagonista mostra que está disposta a reconquistar o amor de Eduardo. No decorrer da história, elas acabam se descobrindo novos caminhos para suas vidas.
No meio do Cruzeiro ela conhece André (Reynaldo Gianecchini), que está hospedado na cabine do lado e observa toda a trama, que acaba se apaixonando por ela e vendo todas as maluquices que ela faz para arruinar a vida de Eduardo.
O romance dos dois acaba sendo vazio, mostra que uma mulher só vai superar um antigo relacionamento se conhecer outra pessoa é isso é um pensamento mesquinho.
Outra coisa desnecessária é o fato da Adriana pegar uma vídeos eróticos antigos de Beatriz e fazer um certo Bullying com ela e mostrar para Cruzeiro inteiro, isso acaba com Beatriz, quantas vezes já não vimos casos no jornal de pessoas que tentou se suicidar por imagens ou vídeos que foram divulgadas na internet, foi uma piada desnecessária.
Apesar dessas controvérsias, a parte da Giovanna Antonelli está bem no papel de Adriana, mas a essência do filme está nas cenas de Fabiula Nascimento e Thalita Carauta, as duas protagonizou cenas super engraçadas e com ótima atuação, mesmo assim não impede o filme de não ser um dos melhores da Cris’ D Amato.

Mas existe os pontos positivos, acho que dois lados positivos.
O primeiro é que mostra toda a fase dela tentando superar o relacionamento.
A primeira fase é a Adriana chorando, escutando a músicas tristes, ela começa a pegar as roupas de Eduardo e tenta sentir o cheiro do perfume dele. Ela fica descabelada, desarrumada e começa a pensar que tudo que Eduardo começa a fazer com Beatriz a sua nova namorada, deveria ser com ela e que tudo que ela viveu com ele foi perda de tempo, que ela deixou de fazer as coisas dela, porque dedicava toda a vida dela a esse relacionamento.
Isso acaba dando gancho pra Segunda Fase: Que é fazer comparações com a Beatriz, começa a se perguntar: “O que ela tem, que eu não tenho?”
Depois ela entra na segunda fase, em querer reconquistar o seu marido, salvar seu relacionamento com ele e vai atrás dele no Cruzeiro.
A quarta fase, é quando ela percebe que não vale a pena estar com ele, que ja foi o tempo de dedicar a vida dela ao os dois e sim começar a dedicar a sua propria vida, somente a ela! Pra mim é a melhor parte, ela começa a se cuidar de novo, ela se arruma, ela começa a olhar pra ela, encontra suas amigas toda arrumada e vai se divertir, por ela mesma, se dedicar a ela mesma.

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Quantas vezes já não deve ter passado isso na cabeça de milhares de mulheres ao redor do mundo? Quantas vezes isso já aconteceu comigo ou com vocês?
Eu já fui uma delas e vocês? Eu acredito, que ainda existe muitas mulheres que desistem dos seus sonhos, carreiras por causa de relacionamentos e ainda tentam reconquistar ou salvar esse tipo relação.

O segundo lado, mostra algumas lições ou morais, por más que o filme não tenha grandes diálogos inteligentes ou grandes frase de impacto.
Ele da umas lições de vida com algumas pequenas frases:

“Você esta parecendo, um redemoinho de tristeza nesse mar de felicidade.”
“Como se a vida fosse feliz?”
” A vida não é um musical de Hollywood, onde todo mundo dança onde quer, a hora que quer, pô! Não é!”
“Aproveite a vida. Larga essa tristeza!”
“Não existe manual da Felicidade.”

Quantas mulheres não passa por essas quatro fazes? Acredite essas fases são essenciais para se recuperar de um relacionamento e depois de todo esse processo, ficamos mais forte, fazemos mudanças e nos jogamos de novo dentro do “Mar de Felicidade!
Então meus amores, se você ainda não viu esse filme, veja de novo e repare nessas dicas de como se recuperar de um termino, mas se você já assistiu, veja de novo e veja com outro olhar, afinal não custa nada não é?

Eu espero que tenha gostado, dessa comparação de vida real junto com outro filme, eu super amei e não vejo a hora de outra postagem dessa!

Um beijo, um abraço e um cheiro bem gostoso da sua Mila!