Um Conto Nada Amoroso – Conto da Jujuba.

Oi minhas jujubas, no meu último post, eu percebi que vocês gostaram muito de saber mais sobre mim, então hoje eu vou compartilhar com vocês, uma outra história da minha vida. Vou começar pelo último romance que eu tive. Vamos ter que concordar, que se pudéssemos olhar um pouquinho para o nosso futuro e perceber o quanto que a gente vai sofrer, especialmente quando entramos em um relacionamento, com certeza não entraríamos.

Quem me conhece sabe muito bem, que eu nunca fui de ficar sofrendo pelos cantos, quando eu começava a perceber que o garoto ia me fazer sofrer, eu já terminava, pra depois não ficar de coração partido, mas senta, pega seu café, chá, pipoca, pega o que eu você mais gostar de comer e vem acompanhar essa história, então, senta que lá vem história. Quando isso aconteceu estava morando aqui em São Paulo, eu tinha me afastado de todas as minhas amigas e de todos os meus @, eu andava bem carente. Nesse prédio que eu morava, eu tinha uma amiga, que por sinal é bem maluquinha.

Um certo dia, o meu primo resolveu começar a promover festas, ele até me chamou mas eu não quis ir participar, ele acabou combinado com a minha prima, pra ela trabalhar na portaria, mas ela deu o cano, então como eu morava na mesma casa que ele, acabou que ele ficou insistindo e eu aceitei. Já que é para trabalhar numa festa, um dinheiro extra é sempre bom. Na época, era uma festa de pessoas mais novas, eu estava com 20 anos mais ou menos, então a faixa etária do público dele é 16 a 17 anos.

Então, eu não estava com muita esperança de ficar com ninguém, mas eu resolvi me arrumar, coloquei uma blusa cor de rosa, com um decote nem na frente, coloquei um shortinho bem curto e um tênis, mas é claro que eu pensei: “Partiu, deixar os amigos do meu primo de boca aberta.”

20171225_180511-01-964382000.jpeg
Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados. Artista: Byanka G. Nunes.

Depois de pensar isso, foi quando meu primo apareceu na porta, ele ficou me olhando com uma cara de que não gostou, ele virou pra mim e perguntou:

_“Juliana, na onde você pensa que vai desse jeito, vai ficar na portaria com essa blusa?”
Eu nem me importei com o que ele disse e respondi:

_“É claro que eu vou assim, ué, não foi você quem pediu pra eu trabalhar na festa?

_“Mas desse jeito não, né Juliana. Eu não quero arrumar briga na portaria.”

_“Isso é simples, é você não arrumar briga com ninguém.”

_“Pega essa blusa, pode vestir, anda logo que você já está atrasada.”

_“Eu vou só vou usar essa blusa na portaria, quando eu estiver dentro do salão de festas, eu vou tirar.”

Eu vesti a blusa, além de ser preta, era toda fechada, mas tudo bem.
Enquanto eu ficava na portaria… Cantada vem, cantada vai, apesar que isso foi bom pra minha autoestima.

Enquanto eu ficava trabalhando e recebendo cantada dos convidados. Eu estava esperando a minha amiga, mas ela já estava atrasada… Depois de um tempo, ela chegou, ela ainda estava sem o dinheiro o ingresso, ela disse que me dava depois, mas eu tinha que falar com meu primo ainda, pra minha sorte e pra sorte dela. Um homem alto, negro e forte… disse que pagava a entrada dela, eles acabaram entrando juntos na festa assim que ela entrou na festa, trocou uma ideia com ele, quando eu vi, já estavam se pegando.
Depois disso, eles ficaram conversando e ela acabou saindo com ele, disse que ia dar uma volta, eu fiquei na portaria.

Depois de um tempo, eu sai um pouco da portaria e fui pegar um energético pra eu tomar. Do nada, eu vejo a minha amiga, lá em baixo ficando com outro menino, se pegando em cima do colo dele. Eu tive que dar uma bronca nela, porque ela estava passando dos limites, mas ela não me escutou, ficou mais bêbada, saiu pegando quem ela se interessasse. Essa minha amiga ficou maluca, pegou uns quatro meninos.

Em seguida, na realidade depois de um tempo, eu vi uma menina jogada no chão, passando mal de tanto beber, pra ajudar, essa menina era menor de idade e muito novinha, tinha 14 anos. Ela estava muito bêbada, toda vomitada, não tinha nenhuma amiga por perto. Eu fiquei preocupada, ela estava sozinha, toda largada, eu peguei a menina, ela estava muito pesada, então mandei chamar meu primo, ele me ajudou a colocar ela pra fora do salão de festa, conversei com ele, que as coisas poderiam se complicar pra ele, já que ela estava bêbada e era menor de idade, então resolvemos procurar as amigas dessa menina.

Enquanto eu estava na calçada com essa menina, eu dei água pra ela, comprei um doce, perguntei a onde estava as amigas dela, só que nem ela sabia onde as amigas dela estava, um tempinho depois, apareceu uma menina, que conhecia ela, mas não era amiga dela, mas também conhecia as amigas dela, que estavam por aí transando com alguém. Ainda bem que essa tal conhecida, estava com o celular dela, eu perguntei se ela sabia a senha, ela me disse que não.

_”Ok, me passa o celular dela.”

_”Tem certeza que você não sabe a senha?”

_”Tenho, eu nem falo com essa menina.”

_” Então vamos fazer o seguinte, ela não tem cara de muito inteligente, fica errando a senha dela até bloquear, até aparecer PIN, depois disso, você coloca 1,2,3 e 4.

_”Nossa, funcionou, como você sabia disso?”

_”Quase todo mundo sabe disso. Agora, vai na agenda dela e liga pra mãe dela, quando ela atender você me passa o telefone.”

Ela me passou o telefone e comecei a conversar com a mãe da menina, não dei nem espaço pra mulher falar.

_”Alô, tudo bem? Eu não conheço a senhora, mas a sua filha veio em uma festa, ela está muito bêbada, passando muito mal, encontrei ela jogada no chão, sem condições dela ficar aqui.”

_”Como assim? Cadê a Natali, ela saiu de casa com a Natali, prometeu que não ia beber.”

_”Olha minha senhora, não tem nenhuma amiga dela aqui, será a senhora não pode vir buscar a sua filha?”

_”Eu vou buscar, mas eu vou falar com a polícia também, vocês são um bando de irresponsáveis, como pode dar bebida pra uma menor de idade.”

_”Isso mesmo, pode chamar, eu concordo coma senhora, mas aproveita também e chama o Conselho Tutelar, deixa bem explicado pra eles o motivo da sua filha estar bêbada em uma festa, na madrugada de uma hora da manhã, além de estar sozinha, toda vomitada ao ponto de poder ser estuprada, vamos lembrar que ela também só tem 14 anos, me explicar, eu também quero saber o que ela está fazendo aqui a essa hora!”

A moça não disse mais nenhuma palavra, pediu o endereço, disse que ia busca – lá e ainda junto com o pai, pra dá uma surra nela. Eu deixei bem claro, só pra ela vir buscar a filha dela, afinal eu não tenho nada a ver com o que vai acontecer depois na casa dela.

Eu desliguei o telefone, a menina começou a chora e falar que a mãe dela ia bater nela.

Eu olhei pra menina e disse: _”Olha, sair com suas amigas pra curtir, até ai tudo bem, mas ficar bêbada e não aguentar ficar em pé, posso fazer nada.”

Depois que eu disse isso, ela virou pro lado e vomitou bem no meu pé. Ela começa vomitar sem parar, eu me agacho, segurei o cabelo dela pra não sujar de vomito. Em questão de segundos olhando para o outro lado da rua, foi quando eu vi ele pela primeira vez….
Continua…


Eu tenho certeza, que todas vocês devem estar curiosas pra ler o reto da história, mas eu sempre vou fazer esse suspense com vocês, pra alegria de vocês vai sair continuação amanhã, por volta do mesmo horário.

Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados. Artista: Byanka G. Nunes.

Edição do texto, foi feito por Mila.

Mande a sua fanfic, história, poema, critica, desabafo, e etc para o nosso e-mail: adolescênciadelua@gmail.com.

Não deixa de seguir o nosso instagram: @blogadolescênciadelua.
Em breve, vamos começar postar conteúdos por lá, inclusive videos pelo IGTV!

Beijão da Jujuba, até amanhã!

O texto que toda avó, gostaria de ler ❤

As vezes achamos que as pequenas coisas não vão importar apenas por serem mínimas, doce ilusão. Agora as pequenas coisas são as das quais mais me recordo.

Lembro-me bem do seu brinco pequeno e brilhante na sua pequena orelha, do seu perfume suave e gostoso, do seu corpo violão, da pele morena com marcas das historias ja vividas por ti, do seu cigarro no cinzeiro enquanto contava sobre sua infância, lembro-me das unhas bem feitas, do seus pés pequenos nas sapatilhas, da blusa vermelha que tanto usava, mas que agora habita meu guarda roupa como uma bela recordação do seu tempo aqui. Você era de uma espécie única, extremamente rara, era de uma pura vaidade, baixinha e marrenta, mas quem a conhecia sabia do seu enorme coração.
Sabe aquelas histórias que só avós podem proporcionar na vida, pois bem a senhora proporcionou um monte delas, doces e lindas lembranças.

A minha lembrança preferida é, a das vezes que chegava na sua casa, e você estava lá com um lindo sorriso no rosto indo me abraçar, para em seguida dizer “Oi tesouro da vovó”. Se eu soubesse que um dia fosse sentir tanta falta dessas palavras, do som da sua voz, do modo como me abraçava, eu com certeza teria pedido pra Deus pausar aquele momento para sempre.

Lembra das vezes que a senhora cantava com a voz rouca ( era lindo), ou quando você falava ao telefone como se estivesse entediada (nossa, aham, mds, hmm…), eu e minha mãe víamos graça, ou então quando a senhora ficava brava e colocava a mão na cintura pedindo paciência ao céus mentalmente, pra não me esganar, pois é que falta tudo isso faz.

Sabe as vezes que tudo parece ta perdido e você precisa de colo? Pois é a senhora estava lá, a senhora sempre esteve lá, do joelho ralado ao primeiro coração partido, da evolução da bagunça de brinquedos até a bagunça de roupas na hora de sair, era para a senhora que eu pedia tudo, porque se você deixasse, minha mãe também deixaria, foi pra senhora que contei os maiores medos e os maiores segredos. Como fui tola, em não ter dado mais valor a tudo isso, hoje o arrependimento soca minha alma.

Queria ter aproveitado tudo muito mais, ter contado sobre o primeiro emprego, sobre como é estranho terminar o ensino médio e não saber qual rumo seguir, te contar que algumas amizades sobrevivem e outras se vão, contar que encontrei alguém que agora me faz feliz e que me mostrou como é bom ser amada, te contar que agora a mamãe, o tio e eu somos um família novamente, que em meio as brigas o amor prevaleceu, e o seus ensinamentos ainda são lembrados, dizer que vai ficar tudo bem, e que mesmo que tudo fique difícil vai passar, sempre passa.

Queria dizer-lhe tanta coisa, mas se a visse provavelmente pararia ali e ficaria quietinha só ouvindo o som da sua voz novamente e sentindo sua mão em meu rosto, fazendo o carinho que eu tanto gostava.

A senhora foi e ainda é o meu pilar, minha inspiração, mesmo depois de ter partido.
Espero que daí de cima a senhora veja que sua netinha ta crescendo, amadurecendo e se tornando alguém melhor, espero que sinta orgulho, e que se lembre que mesmo crescendo serei pra sempre sua menininha.

Espero que saiba que mesmo que já tenha se passado quatro anos, ainda vou te amar, pra sempre e sempre, daqui ao infinito. E espero que me perdoe por não ter estado lá quando você mais precisava.
Você foi e sempre será a melhor Avó do Universo.
Obrigado por tudo dona Beni ♥

– Com amor, da sua neta.

Assinado: Uma garota qualquer.

thay
Autora do texto e sua avó. Hoje só resta saudades.

Texto de uma garota anonima ou como ela costuma se chamar: Uma garota qualquer.

Mande a sua fanfic, história, poema, critica, desabafo, e etc para o nosso e-mail: adolescênciadelua@gmail.com.

Quero agradecer a todo mundo que está enviando seus poemas, seus textos, suas histórias, etc… Estou amandando, continue mandando, a sua história pode ser a próxima!

Beijos da Mila!Gratidão!

Amar-te, a Júpiter.

Não se esqueça
Que amor
Não é
Só de boy magia
Lembra daquela
Mensagem de bom dia?
Da tia, brega, boba e chata
Também da vovó
E das balas achatadas
Da marcação
Que faz pensar
“Oi, lembrei de você”
E do amigo
Bobão
Que não cansa
De te ver
Amor
É algo que se planta
Não se deixe
Esquecer
Amar-te
É importante
Para os outros
Alcançar
Mais claramente:
Plante
Pra poder ser capaz
De cultivar.

Até a próxima escrita!

-TRACA.

FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark (Part.8)

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Eu sei que estamos demoramos muito pra voltar com as Fanfics, o blog está passando por muitas alterações, então só agora que tudo está voltando pro seu devido lugar.

A Giovanna, está passando por uns problemas pessoais, vamos desejar força pra ela melhora e voltar pro blog.
Enquanto ela fica ausente, vamos continuar postando a continuação da Fanfic, no caso a Giovanna vai continuar escrevendo e eu vou postando pra vocês!

Talvez, eu demore pra postar a continuação, pois dependemos da @giovannateodorico, pra que tenha continuação. Então, eu quero pedir pra vocês deixar sua curtida, que vocês deixem comentários, compartilhe em suas redes sócias, vamos motivar a @giovannateodorico.

Obrigada por todo o carinho, e pelos comentários.

Pra quem ainda não conhece a Fanfic é só acessar os links abaixo!

Part. 1: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 2: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark .
Part. 3: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 4: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 5: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 6: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 7: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.

Eu espero que gostem da continuação de hoje.

Boa leitura!


IMG-20180531-WA0120.jpg

 

FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark (Part.8)

Engulo um comprimido de paracetamol, e me sento na cadeira em frente a pequena mesa em meu quarto. A minha cabeça lateja, e a sinto pesada.

O deus da trapaça me deixou assim, e eu já o odeio por ter perambulado pela minha mente, por ter brincado comigo. Mas por um outro lado, uma pequenina parte de mim, — uma parte insignificante — insiste em não sentir ódio por ele. Que me faz querer entendê-lo, entender o porquê ele entrou na minha cabeça.

E esta parte me levou a ter um impulso idiota.

Me levanto quase derrubando a cadeira, saio do meu pequeno quarto, trancando a porta e levando a chave comigo. Preciso fazer logo, senão não vou ter coragem para continuar.

Ando rapidamente fingindo ter um destino a ir, mas a realidade é que eu estou totalmente perdida. Na verdade, não sei o que eu realmente estou fazendo. E quando penso em desistir e voltar para o meu quarto e para o meu tédio, mas vejo Natasha não muito longe de mim, andando de forma apressada, e de alguma forma sei que ela está indo ver Loki. Posso estar indo no lugar oposto que eu quero? Sim, mas não vale tentar.

A sigo dando um espaço razoável entre nós duas, e o fato de ter agentes a nossa volta facilita que eu me esconda. De repente ela vira um corredor, e quando faço o mesmo percebo que ele é meio deserto. Espero um pouco para não ficar tão perto da Viúva Negra, e por fim ando um pouco, mas me deparo com uma escada de ferro no final do corredor.

Devo continuar seguindo esse impulso idiota, ou voltar e não me meter em possível encrencas?

Escolho a primeira opção mas me xingando mentalmente. Eu já tinha chegado até ali, e ninguém havia me descoberto. Ainda.

Desço os degraus tentando ao máximo não fazer barulho, mas paro no penúltimo degrau quando encontro Natasha também parada em frente de uma porta de ferro. Fico na ponta dos pés e consigo ver que ela digita uma série de números em um painel ao lado da porta. De repente a porta desliza para o lado deixando a Viúva entrar.

Romanoff entra no lugar mas a porta permanece aberta. Devo ir ou voltar? Mas e se eu for e quem eu estou procurando não estiver ali? E se eu for e estiver tendo uma reunião ultra-secreta? Cá estou eu pensando sinceramente o que eu estou fazendo e qual será o meu próximo passo.

Quando a porta começa a dar sinais de que iria se fechar, corro passando pela porta, e se eu tivesse demorado mais um pouco teria prendido alguma parte do meu corpo.

A porta se fecha fazendo um barulho suave atrás de mim. Olho em volta me perguntando mentalmente o que diabos estou fazendo aqui. Canos expostos de vários tamanhos estão nas paredes, e alguns vão para o chão ou teto dando um ar industrial ao local. É bem mal iluminado, apenas algumas lâmpadas azuis tentam iluminar o ambiente mas não dão conta. Iria continuar a minha inspeção pelo local mas escuto um barulho alto e decido me esconder.

Me escondo entre um cano grosso de ferro e a parede escura, prendendo a respiração como se isso fosse me fazer invisível.

— Eu sei muitas coisas sobre você, Natalia. — percebo que é a voz de Loki.

Céus, eu estou no local certo. Mas, quem é Natalia? A não ser que ele esteja se referindo a Natasha Romanoff. Mas é incompreensível!

Tento escutar mais mas tudo que consigo escutar são zumbidos e palavras soltas. Fico imediatamente frustrada.

— Eu sou um deus, não uma arma. — Loki diz alto o suficiente para eu escutar, o que me intriga mais. Sobre o que eles estavam falando?

Instantes depois da frase ser dita, escuto passos contra o chão de ferro. Me aperto mais no meu esconderijo improvisado, desejando ser invisível.

Natasha passa perto de mim, o que deixa todo o meu corpo tenso, mas ela não percebeu que eu estava ali fazendo algo que prometi não fazer a Tony. Só relaxo quando a agente sai do ambiente e a porta se fecha novamente.

Depois de instantes de completa quietude e hesitação por minha parte, tomo coragem para o que deveria fazer. Saio de onde estou e tento andar como Tony, arrogância e confiança, e encontro Loki em uma lugar que nunca imaginaria vê-lo.

Loki, com toda a sua “pompa” preso em uma redoma de vidro grosso. Não estava mais vestindo as roupas estranhas, mas sim um terno preto, com a camisa social também preta e sapatos brilhantes. Tudo nele era preto, e combinava de alguma forma com ele.

Desço mais um lance de escadas de ferro, dessa vez fazendo barulho para ele perceber que eu estava ali. O homem levanta a cabeça, sua expressão antes frustrada muda rapidamente para deliciada. Mesmo que ele pareça um animal preso em uma jaula, eu continuo sendo a presa e ele, o caçador. E algo me dizia que a temporada de caça estava aberta.

Paro em frente a redoma mas ao invés de encarar Loki, olho em volta em uma forma de fingir desprezo. Perto da redoma há um painel de controle comprido com inúmeros botões e outras parafernálias tecnológicas, mas de alguma forma eu sabia que estava conectado à jaula de Loki.

Volto a olhar o deus, que por sua vez estava me observando. O encaro nos olhos e tudo o que eu vejo é uma completa escuridão. Ele emana o frio, e eu o calor, e se fosse possível aconteceria choques térmicos apenas com o olhar.

— Confortável? — falo, ainda sustentando o máximo o olhar.

— Mais confortável impossível. — há um certo deboche no tom de Loki. — Seu querido pai é um ótimo anfitrião.

Solto uma risada baixa olhando para o lado. Não esperava menos de Anthony depois do reencontro.

Me sento no penúltimo degrau da escada, cruzo as pernas em frente ao corpo e apoio os cotovelos no degrau de cima, tentando parecer estar à vontade mesmo que o perigo esteja a minha frente.

— Certo. — o respondo tentando parecer neutra. — Loki, você sabe o por que está aqui?

Antes de responder, Loki me olha por longos instantes. Seus olhos sobre mim me incomoda, mas tento parecer calma.

— Salvar Midgard e vocês, Midgardianos. — a forma como ele fala mostra o seu nojo e desprezo por nós.

Permaneço no meu lugar, mas algo borbulha dentro de mim. E parece que Loki percebeu.

— Típico de vocês Midgardianos achar que os deuses precisam fazer tudo por vocês. — ele coloca os braços para trás em uma postura militar, e seu olhar é avaliador. — Mas temos mais coisas para fazer, além de ajudar vocês nessas briguinhas patéticas.

Olho para Loki. Um silêncio tenso paira sobre o lugar.

— Como destruir o mundo? — seus olhos verdes brilham. — Ninguém pediu a sua ajuda, apenas de Thor, que teve a solidariedade de te colocar no meio, por pena.

Na verdade eu nem sabia se estava certa ou não, ninguém havia me contado, mas pelos berros de Anthony deu para deduzir um pouco.

Me levanto e fico em frente a ele. Seus olhos verdes estão tempestuosos.

— Não precisamos de mais um vilão para ser mais uma pedra no caminho. — sussurro por fim.

O deus se lança em minha direção, e soca apenas uma vez o vidro. Levo um susto mas fico ainda mais assustada quando a prisão de vidro escorrega um pouco para baixo, mas em um certo momento para. Por causa desse surto por parte de Loki ficamos da mesma altura.

— Você, criança, não sabe com quem está se envolvendo. — e ele estava certo.

Realmente não sei com quem eu estou me envolvendo, e eu deveria parar.

Me lembro do motivo que estava ali, que me arrisquei. Respiro fundo e dou um passo para trás.

— Quero que você saia de dentro da minha cabeça.

Sei que ele ainda esta perambulando pela minha mente. Eu sinto isso.

— Ah querida Emma, isso vai ser impossível.

Olho para Loki irritada. Ele arruma o termo com calma como se ele estivesse sozinho.

— E por que não?

— Porque eu sou o vilão da história. — Sinto que as minhas palavras se voltaram contra mim. — Emma, Emma, você é inteligente, tenho que admitir isso, mas não tão inteligente quanto eu.

— Você é um imbecil, isso sim. — perco a pouca paciência que eu tenho. — Se fosse inteligente não estaria na minha cabeça sabendo o que Tony poderia fazer com você.

Loki levanta uma sobrancelha, mas um sorriso maquiavélico brota em seu rosto.

— Isso foi uma ameaça?

— Entenda como quiser, Loki. — transfiro o peso do meu corpo para o outro pé com uma incrível vontade de chutar a redoma de vidro e vê-lo cair mais um pouco.

— Eu sou o deus da trapaça, não pode me ameaçar.

Alguém gargalha atrás de mim me fazendo virar o corpo. Logo percebo que estou encrencada.

— E o “deus da trapaça” está preso. De novo! — Anthony gargalha novamente, curvando o corpo para frente. Um homem grande sai das sombras, caminha lentamente, e para ao meu lado. É Bruce.

Os Vingadores aparecem aos poucos cercando a redoma de vidro. Tanto eu quanto Loki estamos surpresos por essa aparição repentina.

Continua…


Eu espero que a sua leitura tenha sido ótima, aproveita e faz uma maratona da Fanfic. Semana quem vem têm mais!

Beijão da Mila. Até o próximo post, gratidão!

Migalhas de Amor

Migalhas de amor, não quero e nem dou!

Um dia alguém me propôs me amar um pouquinho;

Assim devagarzinho, sem querer correr? Como quem não quer sofrer e prefere ficar do zero.
Mas amor assim eu não espero;
Porque viver de metades é um horror!
Migalhas de amor, eu não quero e nem dou!
Mesmo assim ele insistiu, vivia me rodeando, chegava de vez em quando sem nem me dar satisfação.
Vinha um dia sim, no outro não;
E esse tipo de coisa eu não tolero!!
Na briga até modero, mas dá ausência ele sentiu sabor…
Migalhas de amor, não dou e nem quero.
Um dia fui me embora, sumi, não dei noticias, e né que ele chamou até policia pra saber meu paradeiro?
Se atolou num mar de desespero e disse:
“Oh destino severo, levou a mulher que venero”
E ficou só ele e a dor!
Migalhas de amor, não dou e nem quero.
Mas ele me procurou até me encontrar, viu?!
E disse de cara lavada:
“Porque deixaste a morada sem nem me dar explicação?”
E eu disse:
“Não entrego meu coração só para dançar um bolero, se quiser os motivos, renumero, mas não me comprarás com uma flor!”
Porque migalhas de amor, eu não quero e nem dou!
E assim a história acabou.
E não foi eu que saí perdendo, hoje é ele quem está sofrendo, por querer brincar de amar.
E eu cansei de avisar;
Que malandro não considero.
Eu o ofereci amor sincero!!
Foi ele quem não soube dar valor;

Porque migalhas de amor, eu não quero e nem dou!!!

Poema De: Brenda Suerda

Recitado Por Bynd, caso tenha curiosidade de me conhecer melhor tenho Instagram, Canal no You Tube e Página no Facebook:

Instagram: @byanka.g.nunes

Facebook: Byanka.G.Nunes

YouTube: Byanka.G.Nunes

Email: byanka.g.nunes@gmail.com

Sou Rosa.

Te trago flores
Mas não vão durar
Te trago flores
Não sei se é assim que vou ficar
Te trago flores
Eu não tô legal
Te trago flores
São do jardim do meu quintal
Te trago flores
Pra não amolecer
E te fazer entender
Te trago flores
Cheias de espinhos
Pra te mostrar
Que nem tudo meu é brilho
Te trago flores
Uma tipo réplica da minha vida
Meio despedaçada, também tá na guerrilha
Te trago flores
Entenda por favor
O vermelho, dela a cor
Representa meu amor
Te trago flores
Não me faça desenhar
O tanto que meus espinhos cortam, é o tanto que eu quero amar

Até a próxima escrita!
-TRACA.

Astor, o incrível Mastif!

Eaeee manaaaaas, hoje é dia de falar mais sobre a minha galáxia, vou contar como o Astor entrou na minha vida; eu era criança e amava o cachorro de uns amigos da família, eles tem uma casa de ração na frente de casa até hoje, todos os dias eu ia lá pra ver o Fred, eu achava ele incrível, então um belo dia o Fred virou papai e eles me deram um filhote, eu não fazia ideia que ia ganhar, mas eu lembro até hoje quando ele chegou em casa, ele não era um filhotinho pequeno, ele parecia já ter quase 1 ano com apenas 2 meses, era gordo e suas dobras a coisa mais gostosa, foi amor a primeira vista.

O Astor não gostava nem um pouco de brincar com brinquedos, não destruía as coisas, a não ser as roupas que eu colocava nele no frio, ele gostava de brincar de pega pega, de me morder, eu o treinei, ele foi ficando maior a cada dia, ele sempre foi folgado, tinha ciúmes de mim, tudo era eu hahaha, quando a Mel chegou eles ficaram inseparáveis, era difícil dar atenção pros dois ao mesmo tempo, Astor sempre foi cavaleiro, deixava a Mel e a Loren comer a comida dele, elas faziam o que queriam com ele, ele deixava, desde que o sofá ficasse pra ele deitar.

Ele não era um cachorro normal, ele sempre odiou banho com todas as forças, levava uns 15 minutos pra convencer ele que aonde ele fosse se esconder a mangueira ia junto, apesar de todo seu tamanho, ele sempre foi puro amor, desajeitado e muito carinhoso, eu lembro quando morávamos em um condomínio e ele abria o portão, não deixava ninguém passar pela rua, um vez era 22h da noite e tivemos que correr pro veterinário, porque ele fez o favor de se meter com um ouriço, o focinho dele ficou parecendo um pompom de tanto espinhos, onde a gente olhava tinha espinhos do bicho, eu não sabia se ria ou ficava brava, ele nunca foi de querer avançar em gatos, a não ser um que batia nele pelo portão, uma vez esse gato entrou em casa, a gente tirava o gato da boca dele e jogava pra fora, o gato voltava pra querer brigar, acho que fizemos isso umas 4 vezes, eu lembro que pensei: “Droga, deve ter morrido o gato”… se passou 2 dias e eu vi ele entrando no vizinho, foi um alívio.

Astor era o meu grude, ele foi literalmente o meu maior e melhor presente, era engraçado ver a reação das pessoas quando via ele a primeira vez e falavam: “O seu cachorro é muito grande”. Ele transmitia amor e paz em todo lugar depois que eu falava que ele não ia morder ninguém, me protegia, me dava conforto, muitos lambeijos e muitas patadas quando eu parava de mexer, ele era muito sem vergonha, só obedecia a mim e eu só descobri isso depois de um dia que meu pai brigou com ele e de pirraça ele simplesmente fez xixi na perna do meu pai. Foi difícil escolher algumas lembranças pra compartilhar, são tantas…

30/05/2018 eu sabia que esse dia ia chegar, ainda mais depois que perdemos a Mel, mas eu não achei que séria tão rápido, Astor cansou de lutar e partiu, deixando meu coração destruído, depois que perdemos a Mel o Astor foi desanimando, mesmo eu mimando ele ainda mais, saindo passear todo dia, ele não estava mal nos seus últimos dias, mas foi parando de querer comer, então em uma madrugada de quarta ele começou a chorar, ficou inchado, Astor teve uma torção gástrica e não tinha nada que alguém pudesse fazer, ele parecia estar dormindo no quintal de casa, eu não tive pressa de me despedir dele, eu o abracei, beijei, fiz carinho, chorei muito, eu estava falando adeus pro meu filho, parte de mim também morreu aquele dia.

Sou muito grata por ter tido ele na minha vida, por ter crescido ao meu lado, por ser meu melhor amigo, meu protetor, meu grandão, eu sinto falta dele todos os dias, sinto falta do seu olhar sempre demonstrando o que estava sentindo, sinto falta de apertar suas dobras, dele deitar a cabeça no meu colo, até dos pelos na roupa. Cachorros são muito amorosos, eles sentem tudo, sabe quando estamos passando por situações difíceis, se tem uma coisa que eu aprendi foi que não tem amor mais puro e incondicional para se receber, eles se doam por inteiro pra nós, somos tudo para eles e não importa a situação, eles estarão sempre do nosso lado feliz por nos ver.

Querem um conselho? Se dediquem mais aos seus bichinhos, sendo cachorro ou não, converse com eles, mesmo que exista gente que acha que eles não entendem, eles entendem, eles merecem muito amor, faz tudo ficar melhor e eu garanto que a vida é mil vezes mais fácil com um amigo de 4 patas do lado, adote um amigo, não importa se é de raça ou não, o amor será sempre o mesmo e o mais importante, são leais e verdadeiros, já abraçou seu bebê hoje? Eu só pude fazer isso na minha velhinha Loren, então não percam tempo.

Espero que tenham gostado, sigam o blog e compartilhem, com amor: Abibi e sua galáxia!

Pesadelo do meu Interior.

20161229_163156-01-21771245.jpeg
Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados. Artista: Byanka G. Nunes.

Vamos falar sobre saúde mental? Acredito, que muitas pessoas devem ter ansiedade, enfrentar a depressão, tomar algum medicamento, fazer algum tratamento cotidiano. Só quem passa por isso, sabe como é difícil lidar com esse tipo de rotina, como é difícil criar força dentro do seu interior, podemos ate ter algum apoio, mas só funciona se a gente se esforçar, eu sei o quanto é difícil, o quanto isso depende mais de você do que dos outros.

Por isso eu resolvi compartilhar uns sentimentos meus, mostrando como eu tento lidar com a minha saúde mental.. Eu espero que gostem desse texto é super pessoal, com muito sentimento, que eu sempre guardo a 7 chaves.


Pesadelo do meu Interior!

Porque é tão difícil expressar em palavras como eu me sinto.

Uso desculpas como o gato faleceu, acordei agora, não vi as suas mensagem, entre diversas outras situações.

Eu não sei o que estou sentindo.

Eu só choro, eu sinto minhas lágrimas até adormecer….

Pra mim parece normal, esses sentimentos aparecem e desaparecem com frequência.
Faço mil planos na minha cabeça e não consigo nem os colocar em prática. Me sinto inútil mas não adianta, querer falar com alguma amiga, amigo, namorando, ou até mesmo a psicologa, porque isso não passa, não se pacifica. É um sentimento meu, as vezes eu acho, que só eu posso entender.

Sempre está a minha sombra, só acabo “deixando pra lá” como se não existisse dentro de mim. Todos esperam algo de mim, que eu seja forte, que eu vá ao psiquiatra, a psicologa, que eu tome os meus medicamentos, que eu tenha uma alimentação saudável, que eu não volte a me mutilar… Que não tente nada contra a própria vida.

Antes, eu não tinha nada a perder, quando comecei, eu fiz por mim e agora? Faço por mim? Ou pela as pessoas que eu tenho em volta? Ou pelas coisas que eu já conquistei? Como continuar seguindo em frente?

Eu juro, que procuro várias alternativas, mas dentre as opções não consigo enxergar a saída.
Sempre tive esses sentimentos e depois de anos sem me machucar, nem a coragem para isso habita em mim, porque não é mais o suficiente para minha dor.
Qual é a dor? Não sei decifrar.
Eu estou cansada de minha mesmice, das pessoas a minha volta, as vezes da vontade de brigar, lutar, gritar, seja lá qual for o motivo.
A um mundo tóxico ao meu redor, não quero fazer parte dele.

Não me sinto parte dele. Me sinto fraca, indisposta, com vontade de não existir…
Mas e os seus projetos?
O que tem eles? Não sei, são planos que nem sei como começar a colocar em prática, já é tao difícil pensar em não querer morrer que meus sonhos ficam tão menores…
Minha cabeça, explode de vozes, elas são fáceis de conviver, se tornaram rotina e percebi que não vão sair dali. Uma hora, você se acostuma.
Estou com 20 anos e eu realmente estou exausta de novo. Não é jogar fora ou menosprezar o que conquistei, porém é como se nada que eu fizesse, fosse tirar esse pesadelo do meu interior.


Uma experiência da Mila!

Contada com a colaboração da Bynd!

Eu espero que levem o texto pro coração e perceba que não é a única pessoa que se sente assim e que não está sozinha ou sozinho.

Isso é uma experiência 100% minha, é apenas um texto que descreve o que estou sentindo no momento, na verdade, durante uns meses. Eu não sei como funciona a sua saúde mental… Eu não sou médica, não deixei de procurar um médico, pra cuidar da sua saúde metal. Com saúde mental, não se brinca.

Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados. Artista: Byanka G. Nunes.

Mande a sua fanfic, história, poema, critica, desabafo, e etc para o nosso e-mail: adolescênciadelua@gmail.com.

Quero agradecer a todo mundo que está enviando seus poemas, seus textos, suas histórias, etc… Estou amandando, continue mandando, a sua história pode ser a próxima!


“Todos nós enfrentamos alguns pesadelos.” – Milena Alves

Beijos da Mila ❤️

Meus Filmes do Coração.

Galera, hoje eu trouxe uma das minhas listas de filmes favoritos, pra quem não sabem eu tenho diversas lista de filmes, de todos o gêneros, cada listinha representa uma época da minha vida, dessas listas eu separei alguns filmes, que eu acho super importante na minha vida. Eu espero que gostem dessa listinha, pois são os meus filmes do coração, são aqueles filmes que eu já assisti varias vezes, mas não canso de assistir de novo.

Chega de enrolação e vamos pra lista de filmes!

A Pequena Sereia

Esse é meu desenho favorito, desde criança eu assistia varias vezes, eu cantava todas músicas com um pente de cabelo na mão, achando que era uma Pequena Sereia.

Eu também assistia muito com uma amiga, eu amo esse desenho até hoje.
Quem não se encantada com a história de uma sereia que é filha do Rei Tritão, que comanda o sete mares, mas infelizmente a nossa pequena Sereia Ariel, está insatisfeita com a vida no amar e deseja um dia conhecer o mundo dos humanos, mas ela sempre foi proibida de caminhar pela terra, mas seu sonho pode se tornar real, ao conhecer um Príncipe, o resto da história vocês já sabem…
Se não lembra, é bom fazer uma maratona dos filmes da Pequena Sereia.

painel-de-festa-a-pequena-sereia-2-ariel
A Pequena Sereia 1989 ‧ Fantasia/Melodrama ‧ 1h 25m
Grease - Nos Tempos da Brilhantina

Eu amo esse filme, assistia com meus pais, especialmente com meu pai, costumávamos assistir toda hora. As vezes, assistíamos só as cenas favoritas ou assistia os bastidores do filme, era a minha parte favorita. Eu não sei se muitos de vocês vão conhecer esse filme, já que foi lançado dia 03 de outubro de 1978.

O filme se passa na Califórnia, na década de 50, Sandy, interpretada por Olivia Newton-John e Danny, interpretado pelo John Travolta. Eles são um casal de estudantes, que se apaixonam em um verão inesquecível na praia, mas acabam se separando, porque Sandy, vai voltar para Austrália. Danny, é líder de uma gangue, chamada T – Birds, um grupo que gosta de jaquetas pretas de couro e muito gel no cabelo. Sandy, acaba tendo mudanças de planos e vai estudar na mesma escola da sua prima e por coincidência é a mesma escola de Danny. Sandy passa o tempo com as Pink Ladies, que são lideras pela sarcástica Rizzo. Quando os dois se reúnem, Sandy percebe que Danny não é o mesmo por quem se apaixonou, e ambos precisam mudar caso queiram ficar juntos.

pink
Grease – Nos Tempos da Brilhantina 1978 ‧ Filme para adolescentes/Romance ‧ 1h 51m
Dirty Dancing: Ritmo Quente

Esse filme é sensacional, também é antigo, foi lançado em 25 de setembro de 1987.
Eu amo muito, sei as falas de cabeça, decorei ás músicas também, sem contar que é o filme favorito dos meus pais, eu sempre assistia os bastidores desse filme, é uma das razões pra eu querer estudar cinema.

Frances Houseman, interpretada por Jennifer Grey. Durante o filme, ela costuma ser chamada de  “Baby”, ela é uma garota de 17 anos que foi obrigada a viajar com seus pais, Marjorie, interpretada por Kelly Bishop e Jake Houseman, pelo Jerry Orbach, e sua irmã Lisa, pela Jane Brucker. A familia inteira vai para um resort em Catskills.

640x0_1409669442
Dirty Dancing: Ritmo Quente 1987 ‧ Drama/Romance ‧ 1h 40m

Ao contrário de sua irmã Lisa, que só pensa em roupas, Frances é idealista e quer estar no próximo verão no Corpo da Paz, seu desejo é estudar a economia dos países do Terceiro Mundo. Assim, ela espera que este seja o último verão como uma adolescente despreocupada. Baby não se dá muito bem com sua irmã mais velha e está entediada em tentar distrair os hospedes mais velhos. Mas sua sorte muda quando ela conhece o instrutor de dança do resort, Johnny, um rapaz com um passado bem diferente do dela. Quando ele a coloca como sua nova parceira, os dois acabam se apaixonando. Apesar do pai proibi-la de ver Johnny, ela não dá a mínima.

dirty_dancing
Dirty Dancing: Ritmo Quente.
De repente 30

Esse filme marcou a minha adolescência, assistia muito na sessão da tarde, minha mãe sempre assistia comigo. Eu também fiz meu namorado assistir, até que ele gostou.

Jenna Rink, interpretada por Christa B. Allen. Jenna, é uma garota que está infeliz com sua idade, já que seus colegas mais populares da escola não lhe dão atenção, seus pais ficam sempre no seu pé e o garoto por quem está apaixonada nem sabe que ela existe.
A única amizade que Jenna possui é Matt Flamhaff, interpretado Sean Marquette, seu vizinho. Para tentar reverter a situação Jenna decide fazer uma grande festa para o seu 13º aniversário, convidando todos os adolescentes que conhece.

christa-b-allen-de-repente-30-0218-1400x800
De repente 30 2004 ‧ Fantasia/Romance ‧ 1h 38m

Jenna, é uma menina que está cansada dos limites sociais do ginásio se transforma em uma mulher adulta durante a noite. Neste conto de fadas, a adolescente Jenna quer um namorado e, quando é incapaz de encontrar um, fantasia ser adulta. De repente, seu desejo secreto se torna uma realidade e ela se transforma em uma mulher de 30 anos. Porém a idade adulta, que também tem seus desafios entre o relacionamento de homens e mulheres, não é tão fácil quanto parece.

19
De repente 30
Filmes-2004-4
De repente 30
O Lado Bom da Vida

Eu já indiquei esse filme, umas três vezes, ele sempre acaba ficando na lista, é automático. Além de já ter mencionado esse filme, eu também indiquei o livro.

Eu tenho uma relação muito forte por esse filme, ele praticamente me ajudou e continua me ajudando a enfrentar a depressão e conseguir enxergar o lado bom das coisas. Eu recomendo muito, esse filme tem uma mensagem muito importante.

o-lado-bom-da-vida-9
Pat Solitano Jr – O LADO BOM DA VIDA

Por conta de algumas atitudes erradas que deixaram as pessoas de seu trabalho assustadas, Pat Solitano Jr. interpretado pelo Bradley Cooper. Pat, perdeu quase tudo na vida: sua casa, o emprego e o casamento. Depois de passar um tempo internado em um sanatório, ele acaba saindo de lá para voltar a morar com os pais.

JENNIFER LAWRENCE and BRADLEY COOPER star in SILVER LININGS PLAYBOOK
O Lado Bom da Vida -2012

Depois de uma fase difícil de sua vida, Pat Solitano Jr. está disposto a seguir em frente e reconquistar sua ex-mulher. Através de amigos, ele conhece Tiffany, interpretada pela Jennifer Lawrence. Decidido a reconstruir sua vida, ele acredita ser possível passar por cima de todos os problemas do passado recente e até reconquistar a ex-esposa. Tiffany, promete ajuda – lo na tarefa da reconquista a sua ex mulher. Uma inesperada ligação começa a uni-los.

10jan2013---cena-do-filme-o-lado-bom-da-vida-estrelado-por-bradley-cooper-e-jennifer-lawrence-1357758188798_956x500
O Lado Bom da Vida 2012 ‧ Drama/Comédia dramática ‧ 2h 2m
Orgulho e Preconceito

Eu nunca vou esquecer o dia que me indicaram esse filme, eu me apaixonei pelo roteiro, pelos personagens que são muito bem feito, os atores são sensacionais, a produção é incrível.

O filme se passa no ano de 1797 na Inglaterra em uma casa no campo.
O filme conta a história das cincos irmãs Bennet – Elizabeth, interpretada pela Keira Knightley, Jane, interpretada pela Rosamund Pike, Lydia, interpretada por Jena Malone, Mary, interpretada pela Talulah Riley e Kitty interpretada pela Carey Mulligan. Ás cinco foram criadas por uma mãe, interpretada pela Brenda Blethyn. Ela tem uma fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém, Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai, interpretado pelo Donald Sutherland.

Orgulho e Preconceito
Orgulho e Preconceito 2005 ‧ Drama/Romance ‧ 2h 15m

Quando o Sr. Bingley, interpretado pelo Simon Woods, um solteiro rico, que passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe Sr. Darcy, interpretado pelo Matthew Macfadyen.
Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.

filme02
Orgulho e Preconceito 2005
valkirias-orgulho-e-preconceito1
Orgulho e Preconceito 2005
 O Clube dos Cinco

Eu já indiquei esse filme, umas duas vezes aqui no blog. Eu sou apaixonada.
A primeira vez que eu assisti, foi vasculhando os filmes da Netflix, depois eu fiz meus pais assistir, meu pai adorou, já a minha mãe não foi muito fã, e por último fiz meu namorado assistir, pelo incrível que pareça, ele gostou do filme.

Cinco adolescentes do ensino médio cometem pequenos delitos na escola e, como punição, têm que passar o sábado no colégio e escrever uma redação contando o que pensam de si mesmos. O grupo reúne jovens com perfis completamente diferentes: o popular, a patricinha, a esquisita, o nerd e o rebelde. No decorrer do dia, eles passam a se conhecer melhor e a aceitar suas diferenças, compartilhando seus maiores segredos.

 

clube-dos-cinco
Clube dos Cinco – 1985 ‧ Drama/Comédia dramática ‧ 1h 37m

Eu espero que gostem da minha listinha, eu tive que escolher entre os meus filmes favoritos, foi muito difícil, eu nunca sei qual filme eu gosto mais.
Semana que vem, eu volto com outra listinha de filmes do coração!

Beijos da Mila! Gratidão!

Sou Susana e morri dentro de um Pesadelo Real.

IMG_20180805_170100_676.jpg
Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados. Artista: Byanka G. Nunes.

E essa é a minha historia.

Desde de pequena não podia reclamar da minha vida, afinal, eu e minha familia tínhamos uma casa razoavelmente boa para época, um carro simples, mas de fato um ótimo carro, tínhamos um gato, e certamente parecíamos uma linda família feliz.
O que ninguém sábia era que, a familia feliz só existia para as pessoas que nos viam na rua.
Dentro de casa o medo reinava, sentia-me prisioneira do próprio caos que ali existia, não precisava de muito para que quando alguém coloca-se os pés naquela casa, sentisse um arrepio e fosse embora com alguma desculpa, isso aconteceu muito durante minha infância, com o passar dos anos, as visitas cessaram.

Lembro-me bem da noite em que tudo começou, eu tinha uns quatro anos, ouvi os passos dele subindo as escadas, eram pesados, com o passar do segundos os passos foram se aproximando da porta do meu quarto, e de repente em um só ranger a porta se abriu, meus olhos se arregalaram, ele nunca ia ao meu quarto aquela hora. O medo tomou conta de mim como nunca fizera antes, ele se aproximou de mim, com o corpo ainda sujo de sangue, o cheiro da carne dos animais que ele havia abatido mais cedo ainda estava em seu corpo, seu hálito cheirava a cachaça. Foi então que ele levantou meu cobertor, com uma mão acariciava minhas pernas com a outra abria a braguilha da calça, ele foi abaixando o shorts do meu pijama, não pude gritar, estava em choque, não sabia o que estava acontecendo, apenas sábia que era errado, muito errado, naquela noite chorei muito, não podia me mexer, doía muito, o sangue escorria pelas minhas pernas, no dia seguinte mancava, mas não disse nada do que houve á minha Mãe, disse apenas que havia caído da cama na noite que se passará, e que tinha acabado torcendo o pé. A manhã se seguiu normal, mas o desespero já fazia parte de mim, com a chegada da noite o terror tomou conta de mim, ouvi seus passos se aproximando novamente, quando ele estava prestes a abrir a porta de meu quarto, ouvi minha Mãe dizendo à ele:

_”Ela é sua filha, não faça isso novamente.”

Ouvi ele empurrando-a, ela voltou ao seu quarto, e lá permaneceu quieta e submissa, não tentou detê-lo de nenhuma outra forma. Senti ódio, como pode uma mãe deixar isso acontecer a sua filha, me perguntei isso durante anos. Naquela noite e nos anos que se passaram continuei a ser estuprada, nunca tive reação, não tinha dinheiro, nem parentes, nem lugar para ir, na escola não tinha amigos, apenas rezava para que aquilo acabasse, sabia que eu era vigiada pelos amigos daquele monstro, temia por minha vida.
Com 15 anos arrumei um emprego na vendinha da esquina, mas como eu disse, era vigiada e sei que se contasse a alguém, algo pior aconteceria comigo. Bom com o emprego fui guardando dinheiro, para por o plano de ir embora daquele lugar em prática.

Faltava um dia para eu completar 16 anos, fugiria no dia seguinte logo após aquele monstro sair para trabalhar, juntei todo o dinheiro que eu havia conseguido, peguei algumas roupas, apenas o necessário. Às 5h00 ouvi a porta da frente bater, ele havia saído, aquela era minha chance, pulei a janela e fui andando até os fundos da casa de maneira silenciosa, o coração quase me saía pela boca, no fim do terreno havia uma cerca de arame farpado, passei pela cerca, olhei para trás para ter certeza de que não estava sendo seguida, foi quando fui atingida na cabeça por um pedaço de madeira, fiquei zonza e acabei desmaiando.

Acordei amarrada em uma cadeira, ainda estava meio desnorteada, tinha um corte em minha testa, olhei para frente e lá estava ele, me olhando, com aquele sorrisinho de vitória estampado no canto de sua boca, olhei novamente ao redor e percebi que estava no velho abatedouro em que ele trabalhava, era uma parte que havia sido desativada a muito, muito tempo, lembro-me de já ter estado ali quando era pequena antes das coisas começarem a acontecer, havia sido desativada pois abriram um novo galpão na frente com equipamentos de última geração para época. Soube que ninguém me acharia ali, poderia gritar, berrar, chorar, ninguém me escutaria, e ele também sabia disso.
Ele me olhou com desdém, e disse:

_”Você acha que quando começou a trabalhar, eu não desconfiaria que iria tentar fugir? Você demorou a tentar, mas eu sábia que iria.”

Foi então que descobri que ele saía mais cedo e me vigiava para ver se estava partindo.
Sabia que iria morrer ali, era o fim, o fim dos sonhos, mas também dos medos.
Ele me torturou naquela manhã, a tarde eu já estava praticamente desfigurada, rezava para morrer logo, já não aguentava mais, foi então que em um último suspiro, uma arma de ar daquelas que usam para matar porcos e outros animais, perfurou minha cabeça e eu morri ali, sozinha, sem a piedade de ninguém.

Meu corpo nunca foi achado, talvez tenha sido misturado com o resto de outros animais.
O meu crime nunca teve solução, o monstro ficou a solta, minha mãe nunca se importou, no fundo ela tinha mais medo dele do que eu, ela sempre soube e se calou. Para os vizinhos deve ter sido dito que fui estudar fora, afinal eu vinha de uma boa família.
O monstro foi maior, arrancou-me cada esperança que um dia eu tive, me fez conhecer o pior dos infernos, não sobrevivi, mas essa minha história, essa sou eu, e isso faz parte de mim. Sou Susan.


Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados.

Artista: Byanka G. Nunes.

Texto de uma autora anonima.

Mande a sua fanfic, história, poema, critica, desabafo, e etc para o nosso e-mail: adolescênciadelua@gmail.com.

Quero agradecer a todo mundo que está enviando seus poemas, seus textos, suas histórias, etc… Estou amandando, continue mandando, a sua história pode ser a próxima!

Nunca se esqueça: violência sexual, é crime…. Seu corpo, suas regras!
Denunciei.


 

Beijos da Mila. Gratidão!