FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark (Part.8)

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Eu sei que estamos demoramos muito pra voltar com as Fanfics, o blog está passando por muitas alterações, então só agora que tudo está voltando pro seu devido lugar.

A Giovanna, está passando por uns problemas pessoais, vamos desejar força pra ela melhora e voltar pro blog.
Enquanto ela fica ausente, vamos continuar postando a continuação da Fanfic, no caso a Giovanna vai continuar escrevendo e eu vou postando pra vocês!

Talvez, eu demore pra postar a continuação, pois dependemos da @giovannateodorico, pra que tenha continuação. Então, eu quero pedir pra vocês deixar sua curtida, que vocês deixem comentários, compartilhe em suas redes sócias, vamos motivar a @giovannateodorico.

Obrigada por todo o carinho, e pelos comentários.

Pra quem ainda não conhece a Fanfic é só acessar os links abaixo!

Part. 1: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 2: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark .
Part. 3: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 4: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 5: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 6: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 7: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.

Eu espero que gostem da continuação de hoje.

Boa leitura!


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FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark (Part.8)

Engulo um comprimido de paracetamol, e me sento na cadeira em frente a pequena mesa em meu quarto. A minha cabeça lateja, e a sinto pesada.

O deus da trapaça me deixou assim, e eu já o odeio por ter perambulado pela minha mente, por ter brincado comigo. Mas por um outro lado, uma pequenina parte de mim, — uma parte insignificante — insiste em não sentir ódio por ele. Que me faz querer entendê-lo, entender o porquê ele entrou na minha cabeça.

E esta parte me levou a ter um impulso idiota.

Me levanto quase derrubando a cadeira, saio do meu pequeno quarto, trancando a porta e levando a chave comigo. Preciso fazer logo, senão não vou ter coragem para continuar.

Ando rapidamente fingindo ter um destino a ir, mas a realidade é que eu estou totalmente perdida. Na verdade, não sei o que eu realmente estou fazendo. E quando penso em desistir e voltar para o meu quarto e para o meu tédio, mas vejo Natasha não muito longe de mim, andando de forma apressada, e de alguma forma sei que ela está indo ver Loki. Posso estar indo no lugar oposto que eu quero? Sim, mas não vale tentar.

A sigo dando um espaço razoável entre nós duas, e o fato de ter agentes a nossa volta facilita que eu me esconda. De repente ela vira um corredor, e quando faço o mesmo percebo que ele é meio deserto. Espero um pouco para não ficar tão perto da Viúva Negra, e por fim ando um pouco, mas me deparo com uma escada de ferro no final do corredor.

Devo continuar seguindo esse impulso idiota, ou voltar e não me meter em possível encrencas?

Escolho a primeira opção mas me xingando mentalmente. Eu já tinha chegado até ali, e ninguém havia me descoberto. Ainda.

Desço os degraus tentando ao máximo não fazer barulho, mas paro no penúltimo degrau quando encontro Natasha também parada em frente de uma porta de ferro. Fico na ponta dos pés e consigo ver que ela digita uma série de números em um painel ao lado da porta. De repente a porta desliza para o lado deixando a Viúva entrar.

Romanoff entra no lugar mas a porta permanece aberta. Devo ir ou voltar? Mas e se eu for e quem eu estou procurando não estiver ali? E se eu for e estiver tendo uma reunião ultra-secreta? Cá estou eu pensando sinceramente o que eu estou fazendo e qual será o meu próximo passo.

Quando a porta começa a dar sinais de que iria se fechar, corro passando pela porta, e se eu tivesse demorado mais um pouco teria prendido alguma parte do meu corpo.

A porta se fecha fazendo um barulho suave atrás de mim. Olho em volta me perguntando mentalmente o que diabos estou fazendo aqui. Canos expostos de vários tamanhos estão nas paredes, e alguns vão para o chão ou teto dando um ar industrial ao local. É bem mal iluminado, apenas algumas lâmpadas azuis tentam iluminar o ambiente mas não dão conta. Iria continuar a minha inspeção pelo local mas escuto um barulho alto e decido me esconder.

Me escondo entre um cano grosso de ferro e a parede escura, prendendo a respiração como se isso fosse me fazer invisível.

— Eu sei muitas coisas sobre você, Natalia. — percebo que é a voz de Loki.

Céus, eu estou no local certo. Mas, quem é Natalia? A não ser que ele esteja se referindo a Natasha Romanoff. Mas é incompreensível!

Tento escutar mais mas tudo que consigo escutar são zumbidos e palavras soltas. Fico imediatamente frustrada.

— Eu sou um deus, não uma arma. — Loki diz alto o suficiente para eu escutar, o que me intriga mais. Sobre o que eles estavam falando?

Instantes depois da frase ser dita, escuto passos contra o chão de ferro. Me aperto mais no meu esconderijo improvisado, desejando ser invisível.

Natasha passa perto de mim, o que deixa todo o meu corpo tenso, mas ela não percebeu que eu estava ali fazendo algo que prometi não fazer a Tony. Só relaxo quando a agente sai do ambiente e a porta se fecha novamente.

Depois de instantes de completa quietude e hesitação por minha parte, tomo coragem para o que deveria fazer. Saio de onde estou e tento andar como Tony, arrogância e confiança, e encontro Loki em uma lugar que nunca imaginaria vê-lo.

Loki, com toda a sua “pompa” preso em uma redoma de vidro grosso. Não estava mais vestindo as roupas estranhas, mas sim um terno preto, com a camisa social também preta e sapatos brilhantes. Tudo nele era preto, e combinava de alguma forma com ele.

Desço mais um lance de escadas de ferro, dessa vez fazendo barulho para ele perceber que eu estava ali. O homem levanta a cabeça, sua expressão antes frustrada muda rapidamente para deliciada. Mesmo que ele pareça um animal preso em uma jaula, eu continuo sendo a presa e ele, o caçador. E algo me dizia que a temporada de caça estava aberta.

Paro em frente a redoma mas ao invés de encarar Loki, olho em volta em uma forma de fingir desprezo. Perto da redoma há um painel de controle comprido com inúmeros botões e outras parafernálias tecnológicas, mas de alguma forma eu sabia que estava conectado à jaula de Loki.

Volto a olhar o deus, que por sua vez estava me observando. O encaro nos olhos e tudo o que eu vejo é uma completa escuridão. Ele emana o frio, e eu o calor, e se fosse possível aconteceria choques térmicos apenas com o olhar.

— Confortável? — falo, ainda sustentando o máximo o olhar.

— Mais confortável impossível. — há um certo deboche no tom de Loki. — Seu querido pai é um ótimo anfitrião.

Solto uma risada baixa olhando para o lado. Não esperava menos de Anthony depois do reencontro.

Me sento no penúltimo degrau da escada, cruzo as pernas em frente ao corpo e apoio os cotovelos no degrau de cima, tentando parecer estar à vontade mesmo que o perigo esteja a minha frente.

— Certo. — o respondo tentando parecer neutra. — Loki, você sabe o por que está aqui?

Antes de responder, Loki me olha por longos instantes. Seus olhos sobre mim me incomoda, mas tento parecer calma.

— Salvar Midgard e vocês, Midgardianos. — a forma como ele fala mostra o seu nojo e desprezo por nós.

Permaneço no meu lugar, mas algo borbulha dentro de mim. E parece que Loki percebeu.

— Típico de vocês Midgardianos achar que os deuses precisam fazer tudo por vocês. — ele coloca os braços para trás em uma postura militar, e seu olhar é avaliador. — Mas temos mais coisas para fazer, além de ajudar vocês nessas briguinhas patéticas.

Olho para Loki. Um silêncio tenso paira sobre o lugar.

— Como destruir o mundo? — seus olhos verdes brilham. — Ninguém pediu a sua ajuda, apenas de Thor, que teve a solidariedade de te colocar no meio, por pena.

Na verdade eu nem sabia se estava certa ou não, ninguém havia me contado, mas pelos berros de Anthony deu para deduzir um pouco.

Me levanto e fico em frente a ele. Seus olhos verdes estão tempestuosos.

— Não precisamos de mais um vilão para ser mais uma pedra no caminho. — sussurro por fim.

O deus se lança em minha direção, e soca apenas uma vez o vidro. Levo um susto mas fico ainda mais assustada quando a prisão de vidro escorrega um pouco para baixo, mas em um certo momento para. Por causa desse surto por parte de Loki ficamos da mesma altura.

— Você, criança, não sabe com quem está se envolvendo. — e ele estava certo.

Realmente não sei com quem eu estou me envolvendo, e eu deveria parar.

Me lembro do motivo que estava ali, que me arrisquei. Respiro fundo e dou um passo para trás.

— Quero que você saia de dentro da minha cabeça.

Sei que ele ainda esta perambulando pela minha mente. Eu sinto isso.

— Ah querida Emma, isso vai ser impossível.

Olho para Loki irritada. Ele arruma o termo com calma como se ele estivesse sozinho.

— E por que não?

— Porque eu sou o vilão da história. — Sinto que as minhas palavras se voltaram contra mim. — Emma, Emma, você é inteligente, tenho que admitir isso, mas não tão inteligente quanto eu.

— Você é um imbecil, isso sim. — perco a pouca paciência que eu tenho. — Se fosse inteligente não estaria na minha cabeça sabendo o que Tony poderia fazer com você.

Loki levanta uma sobrancelha, mas um sorriso maquiavélico brota em seu rosto.

— Isso foi uma ameaça?

— Entenda como quiser, Loki. — transfiro o peso do meu corpo para o outro pé com uma incrível vontade de chutar a redoma de vidro e vê-lo cair mais um pouco.

— Eu sou o deus da trapaça, não pode me ameaçar.

Alguém gargalha atrás de mim me fazendo virar o corpo. Logo percebo que estou encrencada.

— E o “deus da trapaça” está preso. De novo! — Anthony gargalha novamente, curvando o corpo para frente. Um homem grande sai das sombras, caminha lentamente, e para ao meu lado. É Bruce.

Os Vingadores aparecem aos poucos cercando a redoma de vidro. Tanto eu quanto Loki estamos surpresos por essa aparição repentina.

Continua…


Eu espero que a sua leitura tenha sido ótima, aproveita e faz uma maratona da Fanfic. Semana quem vem têm mais!

Beijão da Mila. Até o próximo post, gratidão!

9 comentários em “FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark (Part.8)

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