Precisamos falar sobre depressão!

Eaee manas, tudo bem com vocês? Espero que sim, estou com saudades, mas ultimamente venho tendo o famoso bloqueio, então antes de começar a contar uma coisa que aconteceu comigo esses dias atrás, quero já pedir pra vocês sugerirem sobre o que querem ler nos próximos posts. Esses dias eu fiz uma publicação no Facebook e vou compartilhem com vocês, ela explica o que aconteceu.

“19/11/2018

O que essa data significa? Hoje eu tive o desprazer de ver um status de uma pessoa completamente desumana, então resolvi compartilhar com vocês o que dizia: “Ninguém tem coragem de dizer, mas eu tenho… Depressão não existe, é frescura”. Obviamente que eu respondi a pessoa explicando como é conviver todos os dias com essa doença, com isso eu resolvi contar um pouco sobre esse assunto e explicar o PORQUE NÃO SE BRINCA DE JEITO NENHUM COM ESSA DOENÇA QUE EXISTE SIM!

Vocês sabem o que é ter crises? Sabe o que é sentir todo o seu corpo formigando ao mesmo tempo que não consegue respirar, que não consegue falar, nem andar, porque está completamente travado? ISSO É A PORRA DE UM ATAQUE POR CONTA DE DEPRESSÃO, sabe o que é não conseguir levantar da cama? Sabe o que é não conseguir dormir, ver que já são mais de 5 horas da manhã e mesmo com sono não conseguir tirar nem um cochilo? Sabe como é tomar uns 4 remédios por dia? Sabe como é não conseguir pensar em coisas boas? Como é só sentir dor, vazio, angústia e tudo ser motivo de medo? VOCÊ SABE COMO UMA DEPRESSÃO PROFUNDA AGE SOBRE UMA PESSOA? VOCÊ SABE QUE NOS ÚLTIMOS ANOS ELA VEM MATANDO TANTO COMO UM CÂNCER? A depressão adoece você inteiro por dentro, ela te náuseas, ela te da crises e ataques de pânico, ela te faz ter prisão de ventre, ela te faz ter fortes dores de cabeça, fortes dores no peito, faz você passar mal a qualquer hora do dia, e isso não é nem o começo do que ela faz… Sabe por que? porque ela acaba com sua saúde mental e se sua saúde mental adoece, todo o seu corpo adoece, ela destrói a auto-estima, destrói sua alimentação, destrói vontades que as vezes é tudo que queria, te impede de fazer tarefas que podem ser desde as mais simples até as que mais gostava, a depressão não é ter alguns dias ruins, é ter alguns dias bons, é todos os dias tentar levantar e lutar contra ela, a sua brincadeira me deu uma crise hoje e eu estava em um dia bom, imagina o que ela não pode fazer com quem está em um dia péssimo? Então parem de brincar com esse assunto, de falar que é desculpa pra dormir o dia inteiro, de mandar o depressivo lavar uma louça, quem deve fazer isso é quem ainda tem a coragem de brincar com qualquer doença!

Tenham empatia, senso de humor não justifica brincadeira de péssimo gosto!”.

Bom, acho que não preciso mais falar sobre o quanto isso me magoou né, ainda mais por ter vindo de uma pessoa que digamos que pertence a mesma família que eu, mas o por que eu ter vindo contar isso para vocês? Desde que acabou Setembro eu não vim mais tocar nesse assunto, então hoje eu to aqui pra ajudar quem acha que pode ter depressão, quem pode desconfiar de alguém que tenha.

Primeiro, se você acha que pode ter algum dos sintomas que eu citei, não tenha medo, pode parecer super assustador, confesso que é na real, mas por incrível que pareça eles duram pouco, as vezes são segundos, pode durar mais e parecer a eternidade só que não vai acontecer, existem maneiras de se acalmar durante uma crise e sem remédios até, você vai precisar começar a respirar fundo e soltar a respiração lentamente, procure olhar para algo que te agrade, sinta o cheiro ao seu redor, preste atenção nos barulhos, fale em voz alta como o céu está, fale palavras motivadoras para si mesmo, conte até 10, conte sobre um dia especial, se estiver sozinha, tudo bem contar para você, mas faça isso em voz alta, nada de apenas pensar, olhe a sua volta e aprecie as coisas, por que tudo isso? Quando fizer isso vai estar focando nas coisas a sua volta, vai estar saindo da bolha que está, estará vendo, sentindo, ouvindo e falando coisas agradáveis, estará atraindo paz para você, então não estará dando forças para sua crise, se tiver alguém com você, será ainda melhor, será mais fácil ainda se tiver com quem conversar.

A gente tem mania de achar no começo que só estamos tristes, cansados ou que tivemos um dia ruim e assim acabamos deixando de lado, a gente prolonga o fato de precisar colocar tudo para fora, damos forças a ela, não escolhemos ter depressão, não queremos ter todos os sentimentos horríveis, sentir que não nos encaixamos em nenhum lugar, ou que não somos amados, não somos suficientes, mas algumas atitudes nossas ajudam ela a nos enfraquecer e por mais difícil que seja temos que enfrentar ela todos os dias.

Quando estiver pronto, fale sobre o que está de causando dor, procure alguém que possa te ajudar com isso, crie metas para que solucione os problema, metas para te agradar, VOCÊ PODE TER QUE SE FORÇAR A FAZER ISSO, mas o que você pode fazer além de tentar? Se entregar não vai fazer tudo sumir, só vai piorar e nós que somos depressivos sabemos disso mais do que ninguém, eu sigo acreditando na gente, sabemos que somos capazes, por mais difícil que seja, mesmo que você sinta vergonha, não fique só, procure alguém, me procure, pode me chamar lá no insta, não se isole por favor.

Além de me procurar, pode procurar as outras meninas aqui do blog, eu estava falando com a Mila sobre esse acontecimento e resolvemos fazer uma parceria, vamos montar um diário da depressão juntas, vamos falar sobre o assunto mais afundo, vocês podem mandar para a gente a história de vocês também, podemos passar ela para o blog e se não quiser se identificar, prometemos postar sem revelar quem é, mas é claro que preferimos dar todo o crédito para vocês, enfim meninas, o que acham da idéia? Espero que gostem e nos ajudem!.

Não deixem de deixar uma sugestão aqui, compartilhem ou apenas dar aquela curtida, ajuda muito a gente e me deixa muito feliz, com amor: Abibi e sua galáxia! ❤

A autoestima negra vem com dor.

Meu nombre é italiano, jo soy branca e vim aqui pra aprender. Já vejo daqui a cor da resistência que em ti habita. Lindo de ver e apreciar, beleza incomum de cada um, mas que deveria ser comum no nosso país.

Não acredite neles, o seu sorriso é aclamado pelo público, querido e adorado, mas poucos vão te dizer, alguns vão ter medo, porque vivem uns vários anos atrasados, onde negro não sorria, só obedecia. Eles vão demorar a entender.

Teus olhos fundos, jabuticabas de outro mundo, parecem mostrar realmente outro mundo: a ancestralidade que habita em você, querendo sair, então deixe sair.

Tua alma dolorida, às vezes tende a mostrar os espinhos, mas eu vejo o broto lá de longe, florescendo e te colorindo, com tanta melanina, cada vez mais bonito de se ver.

Esse teu cabelo tão alto que parece chegar aos céus, tão lindos cachos, invejo os, pois num passe de mágica, estão brilhando, reluzentes a cada virada que você dá. Não desçam do pedestal que vós ireis colocar.

Anos de luta e tem gente que diz que acabou, cegos sem ver o tanto de sangue que ainda corre. Na favela ou no centro, o corpo no chão é sempre mais escuro, como o racismo que habita em vários.

E quem sou eu pra falar disso? Branca, privilegiada e no bairro “rico”, mas consciente o suficiente pra dizer que apoio os meus semelhantes em qualquer parada, qualquer quebrada, zona ou cidade afastada. Não entendo a dor, mas estou aprendendo a história e vendo de que lado ela foi contada.

Até a próxima escrita!

-TIATRACA.

“Quem diria…”

“Quem diria..”

Quem diria, que um dia esse beijo sairia.
Se você me dissesse: que as suas mãos estariam passando pela meu corpo, com certeza eu nunca acreditaria que isso fosse acontecer.

Um beijo, em uma noite linda. Uma noite cheia de energia. Apenas um beijo pra me enlouquecer. Eu fiquei pensando nessa noite, até o outro anoitecer.
Quando outro beijo nosso vai acontecer?

Pode parecer loucura, mas vou esperar, por outra noite escura.
Por mim eu fico com você em qualquer lugar. Estou louca pra te beijar. Se precisar eu vou com você até a lua. Pra que eu consiga sentir de novo a aventura dos seus beijos.

Seus lábios me fez sentir calor. O meu corpo esquentava com os seus beijos quentes.

Aqueles beijos me fezia ferver. Eu sentia o meu corpo inteiro borbulhar.

O meu corpo não parava de lhe desejar. Os nossos arrepios pareciam que estavam em sintonia, era uma única melodia.

Eu quero te ver de novo. Em seus braços eu quero mergulhar, me encharcar com o calor do seu corpo. Eu sonho contigo, até delirar.

Quem diria, que isso iria acontecer.
Quem diria, que eu estaria aqui com você. Eu desejei tantos os seus lábios, ficava até o adormecer.

Eu não consigo parar de pensar:
Quando iremos nos beijar de novo?
Quem diria que isso iria acontecer.
Quem dirá que vá acontecer de novo. Talvez seja só mais uma lembrança da minha mente.

Quem dirá. Ou quem diria, que isso não poderia acontecer outra vez?

~Milena Alves


Beijinhos da Mila.

Até a próxima poesia.

Gratidão!

Voce foi voar. Eu fiquei. Fiquei voando por aqui.

Voce foi voar. Eu fiquei. Fiquei voando por aqui.

Ela foi viajar
Foi pra outro lugar.
Ela foi realizar os sonhos mais sinceros que eu já vi.
Eu não pude te ver partir.

Eu fiquei aqui, assistindo você ir.
Eu não pude me despedir.
Apenas fiquei aqui, no mesmo lugar. Vendo você voar pra outro lugar. Eu sei que pra você, não é um lugar qualquer.
Estou observando você voar. Voar pro outro lado do mundo.

Eu tinha que ficar.
Tinha que ficar sem gostar de você, Eu tinha que ficar aqui.
Em questão de segundos eu tive que me desapaixonar.
Eu queria te amar mais. Só que eu não poderia gostar mais.
Eu tive que ver você voar.
Você se foi, foi voar pra lá.

Pode voar, eu não lhe culpo por isso.
Se eu tivesse no seu lugar.
Eu também não deixaria de bater as minhas asas.
Se você estivesse no meu lugar.
Com certeza iria apoiar o meu vôo. Somos sonhadoras. Sempre apoiamos uma a outra.

Só que isso não anula a minha saudade. Não muda, que eu fiquei aqui.
Fiquei aqui, com todas as nossas lembranças.
Fiquei aqui, com todos planos que fizemos
Fiquei aqui, com os nosso sonhos, pra que você pudesse partir. Você tinha que ir.

Fiquei com toda essa saudade. Eu tive que escrever diversas poesias, pra conseguir te esquecer. Tem dias, que é impossível não pensar em você.

Só que ao ao ler, tudo que já escrevi.
Eu descobri, que sempre estive pronta pra te ver partir. Pra te ver ir embora pro outro lado do mundo.

Sempre estive pronta, pra te ver voar.
Pode voar. Voe bem alto. Bata as suas asas.
Você pode voar pra lá.
Mas também pode voar pra cá.
Pode voar pro lado que for.
Eu sempre vou estar voando por aqui.
Esperando você voltar. Continuando a voar.
Quem sabe, podemos recomeçar?
Pois, eu sempre vou te amar.

Eu sempre disse a você:

O amor é Liberdade.
Ele não te prende. O amor te solta.
O amor lhe dá asas para voar. Pois, é voando que se aprende a amar.

Quem sabe um dia, podemos voar juntas.
Voar juntas pra lá.
Mas também, podemos voar juntas pra cá.

Por enquanto, eu fico por aqui. Eu vou ficar voando por aqui.

Você foi voar. Eu fiquei aqui. Fiquei voando por aqui.

~ Milena Alves


Beijão da Mila. Gratidão. Até a próxima poesia.

Onde está a Bynd?

ALERTA!!! MENSAGEM SÓ PARA OS ÍNTIMOS, COM ABREVIAÇÕES E GÍRIAS AMOROSAS HEUEUE NÃO É RECOMENDADO PARA ADOLESCENTES DE SOL POR FAVOR LEIA BULA)

Oiii que saudade de vcs, migxs!!!!

Bem, vim para explicar meu sumiço pois faz um tempo que não apareço aqui né? Vou postar basicamente uma vez por mês, porque estou trabalhando mas porém o problema maior é que estou sem internet…

Só estou “conectada” kkkk no horário de almoço do trabalho e na faculdade, mas aqui no blog sempre tem posts novos (das meninas super poderosas do Adolecencia de Lua) e minhas artes também esta sendo utilizada por elas ❤ nas publicações.

Então lhe convido para seguir no Instagram @byanka.g.nunes e saber de pertinho o que anda acontecendo, estou me reorganizando aos poucos para dar conta de tudo, (tem o Instagram do blog também viu? Tá tudo no meu perfil já, só entrar que tem acesso) por que estou fazendo estágio de manhã e a tarde (vai fazer dois meses credita?), a noite tenho faculdade (vida de universitária não é fácil não kkk).

Aaaahhh! Ia quase esquecendo, tenho mais uma novidade… Tente adivinhar?! (Quem segue no Instagram já sabe heueu)

ADOTEI UM GATINHO!!!!!!!

Foi difícil saber se era menino ou menina kkk mas ontem eu vi que era menino! (que emoção heueu) agora ja sabemos como podemos chamar, mas estou em dúvida de qual nome usar, deixe nos comentários nomes para gatos filhotes!!!

Quero muito ler e se for criativo posso adotar esse nome para ele kkkk.

Mas é isso mores, só vim esclarecer o que anda acontecendo na minha vida, como sempre faço, já vou deixar as Redes sociais para acompanhar, postei alguns tutoriais de desenho no YouTube nesse tempo, então mesmo que não tenha novidades aqui, nas outras redes sempre tem!

Ps. Essa foto foi tirada pelo Mozer kkkk em um dos primeiros dias de trabalho!

Caso tenha curiosidade de me conhecer melhor, tenho Instagram, Canal no You Tube e Página no Facebook e E-mail, então venha ser da família também!:

Instagram: @byanka.g.nunes

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YouTube: Byanka.G.Nunes

Email: byanka.g.nunes@gmail.com

(É só clicar no nome)

BAILE DE DEBUTANTES

Olá, tudo bem com vocês? Eu espero que estejam bem. Eu sei que estão com saudades dos posts de Halloween, pois eu também estou com saudades. Quero pedir pra ficarem ligados no blog, que em breve vai sair mais posts de horror, as coisas estão um pouco corridas pra mim, mas eu vou me organizar pra voltar o conteúdo favorito de vocês!

Então, como eu já tinha falando, toda semana eu vou postar uma creepypastas. Eu espero que gostem da historia de hoje.

Boa Leitura!


BAILE DE DEBUTANTES



O baile de debutantes era o evento mais esperado na cidade de Virgínia, Estados Unidos da América. Toda a sociedade se animava juntamente com as debutantes.

Naquele ano em especial, a comunidade em geral resolveu dar vestidos iguais para as meninas ensaiarem todo o ritual do baile.
Assim como era comum acontecer entre as jovens, não dariam despesas para seus pais, pois normalmente nos ensaios de debutantes era um desfile de modas, uma queria estar mais bonita que a outra e ainda brigavam.
Esse ano haveria paz. Os ensaios seriam com vestidos iguais.
Eram vinte lindas debutantes, todos os dias ensaiando com a melhor professora de etiqueta da cidade. Faziam lindos desfiles, tomavam chá, falavam corretamente e finalmente ensaiavam a valsa. A professora era excelente, todas as meninas a adoravam e ela demonstrava um afeto especial por cada uma delas.
Era impressionante como a professora se dedicava a cada aluna!

No dia seguinte seria o ensaio para a família ver o desempenho de cada uma delas, pois na semana seguinte seria o baile.
Como combinado todos os pais e príncipes estavam no belo salão para participar do ensaio, elas entrariam pelo corredor.
Logo, uma a uma foi entrando, todas com seus vestidos iguais para somente no dia do baile surpreender. As famílias olhavam entusiasmadas e fascinadas até que a última moça entrou. Todos a olharam e estranharam, quem estava ali não era a debutante e sim a irmã de quatorze anos com o vestido da irmã que iria debutar.
Nem deu tempo para a mãe pedir explicações para filha, logo as pessoas começaram a gritar. A outra sala estava em chamas…Sem demora o fogo foi apagado, mais encontraram a linda debutante morta sem seu vestido atirada em um canto da sala.
Os pais não queriam acreditar no que viam, sua filha linda estava morta e só com as roupas íntimas!!!
Todos os outros pais e até as outras moças começaram a acusar a irmã mais nova…Era evidente que tinha sido ela.
Tentaram linchar a menina, mas os pais não deixaram, não conseguiam acreditar que a filha fizera tal coisa.
A polícia foi chamada e logo começou a investigação. Averiguaram o local e perceberam em um canto da sala onde o fogo não chegara um resto de chá, o examinaram e continha veneno. Tinham que fazer uma autópsia no corpo de Amábile … Constataram que realmente ela havia morrido devido ao veneno, o fogo fora mera distração.

Depois da autópsia a bela moça foi enterrada com seu vestido que usaria no baile de debutantes, tão linda e tão bela e que falecera de forma tão misteriosa.
Estranho era ver a irmã Anne com o vestido de ensaio da irmã falecida, ela ainda não o tirara do corpo e não queria tirar de jeito nenhum.
Os policiais começaram os interrogatórios e Anne foi a primeira, era a principal suspeita.

– Você matou sua irmã porque queria o vestido? Perguntou o detetive.
– Eu não matei minha irmã, achei esse vestido na sala, pensei que estava sobrando e vesti, já que ano que vem vou debutar entrei também, era uma brincadeira com minha irmã. Não fiz isso, jamais faria isso.

Todas as pessoas foram investigadas, mas tudo levava a crer que era Anne quem matara a irmã, ainda mais agora que ela não tirava mais o vestido do corpo. Estava paranoica.
Mas o baile tinha que seguir e os ensaios também, dias depois mais uma debutante morreu no ensaio de forma misteriosa e todos acusavam Anne. Diziam que a viam em todos os lugares mesmo quando a menina tinha um álibe forte.
Faltando dois dias para o baile, mais duas moças morreram naquele salão. As famílias estavam horrorizadas com aquela menina monstro que a polícia não prendia. Todos acreditavam piamente que era Anne, menos os pais, os pais sabiam quem tinham criado.
O cerco estava montado, tinha policiais de tocaia em todos os lados da casa de Anne, eles iriam pega-la no momento certo.
Também montaram tocaia no salão de bailes, pois só faltava um dia.
E foi naquele dia que ouviram uma gritaria e a polícia adentrou o salão de bailes e conseguiu salvar a vítima a tempo de uma facada. – Solte a faca Anne!!! Quando a moça se virou perceberam que era a professora de etiqueta que contrataram para ensina-las e não a menina que suspeitavam. Ela estava vestida com o mesmo vestido branco. O mesmo sapato. Parecia uma debutante, só que bem velha.

– Porque a senhora fez isso, com tantas moças? Perguntou o detetive segurando a raiva.
– Porque mataram minha filha no baile de debutantes dela e ela não merecia!!!
– E essas merecem?
– Merecem. São mimadas e depois de minha filha, nunca existirá uma debutante perfeita e tão linda . Matei todas porque todas eram feias demais comparadas a minha maravilhosa e bela filha. Beleza é fundamental!!!

Os policias deixaram a porta aberta e quando a professora saiu todos as lincharam. ela matara não só porque perdera a filha, mas principalmente porque queria que as moças fossem de beleza perfeita.
Quanto a Anne , que todos acusavam ,ficou com o vestido da irmã como uma triste lembrança. Agora ela podia sair as ruas com os pais, não a chamavam mais de Anne Monstro.
Naquele ano não houve baile de debutantes, somente no ano seguinte . Anne estava nele, e fez um belo discurso para a irmã e todas as moças que faleceram no ensaio de debutantes da professora maldita.

Autoras: Dara Emanuelle Parisotto Allebrandt E LU

(Todos os direitos autorais pertencem a contista)


Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados. Artista: Byanka G. Nunes.

Gostaram da história? Gostaria de ler mais histórias como essas? Por isso, eu vou deixar o link da pagina, que foi na onde eu peguei esse conto, lá tem muitos outros.

Pagina do Facebook – Contos arrepiantes, filmes de terror e muito mais

Beijão da Mila! Gratidão, até a próxima história!


Era dor. Agora é amor.

Era dor. Agora é amor.

Ela, era uma flor. Um linda flor.
Uma flor que virou espinhos.
A flor que se transformou o mais puro amor em dor.

A primavera voltou, renovou toda dor.
Transformou, toda dor amor.

Um linda flor, que cresceu.
Um flor que com o tempo floresceu.

Uma flor que aprendeu. Que só o tempo pode curar.
Pra um dia poder viver um novo romance.

~ Milena Alves


Fotografia por Rúbia.

Não deixa de seguir ela nas redes sociais.

Instagram – @ruliberador

Me segue também.

Instagram – @milaavenue


Beijão da Mila! Até a próxima! Gratidão!

Na lei do homem

Na regra
Na linha
Sem barriga
Na bunda
Sem estrias
No peito
Tudo pra cima
Empina
Isso aí
Que ta é pouco
Mostre o que tem
Mas cuidado
Se mostrar o que “não lhe convém”
É puta teu nome de novo
Tem que seguir o padrão
Cada ano, uma nova ilusão
Se não tiver dinheiro
Prende a fita em volta das costelas
E sorria e de a patinha
Igual uma cadela
Mas cuidado pra não te difamarem
Se acharem que está seguindo errado
Lhe apontam o dedo, talvez até maltratem
Eles que mandam
Então siga
E sobreviva
Quem sabe assim
Você vira dona de casa
Ah, por favor não chore
O rímel e esses cílios aí são caros
Você vai superar
Você é mulher
É seu dever
Ser desmamada
Quebrada
Maltratada
Abusada
E no final
Você sai como errada.

Até a próxima escrita!
-TIATRACA

Fanfic: Colega de Quarto – Rommate. (Part.5)

Galerinha, como prometido a continuação da Fanfic, da autora Lucília Gomes.

Eu espero que eu não tenha demorado muito pra postar a continuação, se bem que que causei um suspense e ansiedade em vocês.

Chega de enrolação, eu espero que gostem muito da continuação.

Boa Leitura!!


Sensações. (Capítulo 5)

17:30 PM

Me vi sentada chorando no corredor, e logo umas pessoas se aproximaram. Virou o maior tumultuo e eu senti tudo rodar. Um coordenador me levantou e me acompanhou até a enfermaria.
Eu só conseguia pensar em Cass e em tudo que estava acontecendo. Uma das enfermeiras me avaliou e me deu um copo de água e um comprimido de calmante. Eu só precisava dormir e esquecer tudo. Aos poucos minha visão foi ficando turva e eu simplesmente apaguei.

00
20:24 PM

Acordei e estava totalmente desnorteada, logo vi a mesma enfermeira que havia visto antes. Me levantei e ela checou minha pressão. Sabia que estava mais calma, só queria ver Cass.

-Você parece melhor. -Comentou tirando o estetoscópio do pescoço.

-Eu preciso ver a Cass, onde ela está? -Perguntei aflita.

-Vamos com calma, moça. -Falou.

Eu não estava aguentando, precisava ver Cass e saber como tudo acabou.

-Antes de ir, você precisa assinar esses papeis e ir até a diretoria para explicar o que aconteceu.

O ódio que estava de James só me consumia cada vez mais, queria acabar com a raça dele. Peguei os papeis e fui em direção a saída.

-Não vai se meter em confusão, hein. -Falou.

Dei uma risada e saí. Todos me olhavam estranho e cochichavam algo entre eles. Me senti totalmente incomodada.
Logo vi a diretora e entrei na sala. Vi James sentado, e eu me imaginei voando no pescoço dele.
Não entendi o porquê daquele alvoroço, mas, estava pronta pra acabar com James.
Uma mulher tirou James da sala e fechou a porta num solavanco só.

-Lariesce Grace Stevens, James veio até aqui nos dizer que tentou separar a briga entre vocês duas, mas, que estava quase impossível. -Falou.

Meu sangue fervia, eu não estava acreditando no quanto esse cara poderia ser frio.

-O que? Brigando? Eu e Cass somos muito amigas para brigar, e outra, ele chegou com uns amigos e começou a tirar sarro da gente, por motivo nenhum. Cass se irritou e deu um soco nele, eu tentei separar os dois, mas James não parava. Fiquei tonta e cai no chão, e depois só vi ele e os amigos dele correndo. Cass desmaiou e depois eu não lembro de quase nada. -Falei com os olhos cheios de lágrimas.

Minha boca estava seca e eu só sabia tremer. Isso não vai ficar assim, não pode.

-Bom… eu acredito que não tenha feito isso, mas não é assim que as coisas funcionam, você só vai poder vê-la quando encerrarmos o caso. -Falou virando uma das páginas.

-O que?! Eu preciso ver ela, pelo amor de Deus. -Falei implorando.

-Sinto muito… -Falou abrindo a porta.

-Espera, e quanto a James? Ele vai ser punido? -Perguntei com o tom de voz alto.

-Vamos ver que medidas se encaixam a ele. -Falou.

É sério? Ele quase mata uma pessoa e eles vão “ver que medidas de encaixam a ele”?! Tá de sacanagem, né? No mínimo ele tinha que ser preso ou expulso.
Sai cuspindo fogo e fui para o pátio, precisava respirar.
O pior de estar aqui é que não tenho com quem desabafar, eu não aguento mais me sentir sufocada.
Me sentei em um dos bancos e fiquei olhando pro céu.
Haviam algumas pessoas e elas não paravam de me encarar e cochichar entre elas, aquilo me tirava do sério.
Eu só queria que esse dia horrível acabasse e tudo voltasse ao normal, sem brigas, mentiras e confusão. James é o pior garoto que já conheci depois daquele idiota da festa, que ele mesmo criticou e me fez acreditar que ele era diferente. Tudo farinha do mesmo saco.
Levantei, arrumei minha saia e fui explorar um pouco o pátio. A grama fresca e o aroma dos pequenos ramos de flores me faziam sentir tranquilidade, coisa que eu desconheço nas últimas semanas. Sentia saudade de casa, apesar de passar meus dias muito sozinha.

00

Após um tempo, notei que já estava na hora do jantar, e fome era algo que eu não tinha. Aproveitei pra tomar banho, nada melhor que banheiros vazios. Tirei minha roupa e entrei no chuveiro, a água estava morna, mas quase gelada. O silêncio do banheiro era um tanto quanto agradável. Pude lavar meu cabelo, depilar minhas pernas e esfoliar meu rosto, sem que ninguém me encha o saco pra sair.
Peguei minhas coisas e voltei pro meu dormitório, o cheiro de Cass exalava pelo quarto. Mudei de roupa e sentei na beira da cama, meu coração estava acelerado e eu não conseguia ficar quieta. Decidi organizar o quarto, dobrei as roupas que estavam jogadas, empilhei os livros e arrumei a cama de Cass, em baixo do criado mudo havia uma caderno de anotações e confesso que estava louca pra ler, porém, não gostaria que invadissem minha privacidade, então não iria invadir a dela.
Voltei pra cama e tentei ler um pouco, nada me fazia sentir sono.
Eu precisava ver Cass, e saber como ela estava. Isso tudo é uma injustiça.
Muitas coisas se passaram pela minha cabeça, e uma delas decidiu permanecer.
Coloquei um moletom e fui andando pelo corredor, alguns quartos ainda estavam acesos e eu ouvia risadas, pelo jeito não sou a única sem sono. Eu sabia que aquilo era errado, mas eu precisava ir até a enfermaria e de alguma forma falar com ela.
Ouvi passos e logo me escondi atrás de uma pilastra, eram algumas meninas migrando de um quarto pro outro. Olhei pro meu pé e notei que estava com meias e o pior, com meias cachorrinhos, eu sou uma anta mesmo. Continuei a andar e notei que enfermaria só autorizava a entrada de pessoas com o nome na lista, e um aluno nesse horário iria parar na diretoria.
Estava quase desistindo do meu plano, quando vi uma porta aos fundos, tentei abrir, porém estava trancada. Tentei puxar o trinco e a porta só fazia barulho, dei um último solavanco e ela abriu. Eu enlouqueci, com certeza.
Entrei em um depósito de curativos, o cheiro de hospital me dava embrulho no estômago. Vi uns uniformes e não pensei duas vezes em vestir. Como todas as roupas, essa ficou larga demais, e eu tive que sair segurando as calças.
Fui até os registros e tentei achar o nome de Cass, até que fui interrompida.

-Posso ajudar? -Perguntou.

Uma mulher aparentemente velha me encarava muito desconfiada.
Eu estava perdendo todos os líquidos do meu corpo, eu sabia que uma hora ia cair dura.
Engrossei a voz e sorri.

-É… Sim! Preciso dar a medicação pra Cassie, a menina que apanhou. -Falei.

Se ela perguntar que remédio vou dar, fodeu.

-Sei… Achei que a outra enfermeira já tinha ido até lá. -Falou confusa. -Você tem um nome bem masculino, hein. -Falou olhando pro meu crachá.

Eu não acredito que peguei o uniforme de um cara chamado Robert, pronto, já me descobriram.

-É… Roberta! Isso. Erro de digitação. Haha! -Falei nervosa.

A mulher me comia com os olhos.

-Sei. O quarto da Cassie é no final do corredor á direita. -Falou me entregando uns remédios.

Não acredito que consegui, meu Deus! Estava toma cagada, porém, satisfeita. Fui andando e não encontrava a porta, até li a pequena placa indicando o nome dela. Entrei com o coração na mão, na verdade, os remédios.
Cass estava dormindo de lado, como sempre costuma dormir. Eu não sei explicar o que estava sentindo, e eu nem sei se queria uma explicação.
Sentei ao lado dela e observei ela dormir. Sei que não deveria estar enrolando, porém não me importaria se alguém me pegasse agora, pelo menos consegui vê-la.
Haviam alguns machucados na boca e no olho esquerdo, a mão direita estava enfaixada.
Dei uma leve batida nas costas de Cass e ela abriu os olhos.

-Mas já acabei de tomar um… eu não quero. -Falou sonolenta.

Dei um sorriso.

-Cass, é a Lari. -Falei baixinho.

Ela abriu os olhos e pude sentir minhas pupilas dilatarem.

-Lari? Meu Deus… como você entrou? Eu deveria estar falando com você? -Perguntou tentando sentar.

-Ei… fica calma. E não, eu nem deveria estar aqui. Eu preciso te explicar o que aconteceu. -Falei baixo.

Cass me olhava atenta e com um semblante confuso.

-Estávamos sentadas no corredor e James veio implicar comigo, como de costume. Ele nos xingou e você partiu pra cima dele. Eu tentei te ajudar, e acabei me machucando. Você desmaiou e veio parar aqui… -Falei rápido.

Cass arregalou os olhos.

-Eu me lembro vagamente de algumas coisas, mas… eu não entendo o porque desse alvoroço todo.

Respirei fundo. Estava morrendo, eu precisava dizer tudo.

-James após tudo isso foi até a diretoria e inverteu a história toda, disse que nós caímos na porrada e que eu fiz isso com você. -Falei num fôlego só. -Você sabe, eu nunca faria. -Disse trêmula.

Cassie pegou na minha mão e olhou nos meus olhos. Senti meu corpo todo estremecer.

-Calma, Lari… eu acredito em você. -Falou ainda segurando minhas mãos. -Eu vou recuperar essas lembranças e isso não vai ficar impune. -Falou.

Aquilo me deixou totalmente aliviada.

-O pior é que não posso ficar perto de você até que você esteja bem pra explicar tudo. -Falei. -Eu vou sentir sua falta. -Falei.

Cass seu um sorriso e ficou me encarando.

-Vou tentar dizer tudo isso amanhã, só que não sei se vai ser válido. -Falou. -Mas… então quer dizer que tá com saudades? Eu só fiquei fora um diazinho. -Falou risonha.

Dei um sorriso.

-Ah, eu sinto falta de explorar você um pouquinho. -Falei rindo.

Ficamos em silêncio e nos encarando algum tempo.

-Preciso ir. -Falei.

Cass me olhou cabisbaixa.

-É, eu sei… Falou.

Estava completamente amolecida, eu só queria poder ficar do lado dela mais um pouco.

-Volta logo, tá? -Falei olhando diretamente nos olhos de Cass.

Cass acariciou meu rosto e foi se aproximando lentamente de mim. Eu nunca senti aquilo por alguém, eu não sabia se era o certo, mas… eu não queria parar.

Fechei os olhos e ouvi passos, cada vez mais próximos.

-Meu Deus… eu preciso ir. -Falei saindo de fininho.

Entrei no quartinho e tirei aquela roupa nojenta que fedia a vômito. Estava completamente desnorteada, não acredito no que fiz, e muito menos no que quase aconteceu. Só queria deitar e ficar pensando em tudo. Fui andando devagar, até que levei um baita susto com o alarme de vistoria.
Estava bom demais pra ser verdade.
Tentei correr e logo uma das luzes me pegou.

-Ei, garota! O que tá fazendo esse horário fora do dormitório?! Me acompanhe imediatamente. -Falou gritando.

Eu só me meto em confusão mesmo, agora vou ser obrigada a inventar desculpas esfarrapadas. Vou levar uma advertência, porém, essa advertência valeu muito á pena. Acho que estava encrencada… só que muito feliz.

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Meu amores, a continuação fica por aqui. Semana que vem tem mais. Já estão ansiosos para o Capítulo 7?

Beijão da Mila, até a próxima!

Foi pouco a pouco.

Foi pouco a pouco.

Quantas vezes eu fui atrás de você, mas você nunca me dava bola, me chutava que nem bola de futebol.
Logo eu, que sempre preferi jogar um voleibol.

Quantas vezes eu te mandei mensagens, mas você nunca me dava respostas.

Eu estou disposta a te esquecer.
Eu lhe disse, que não queria sofrer, mas mesmo assim eu me apaixonei por você.

Eu não consigo compreender como tudo isso aconteceu, olha o rolo que eu fui me meter.

Me fala por favor, como todo esse amor se transformou em dor?
Como eu fui tola, como eu pude deixar o meu coração cair nesse ninho de ilusão.

Eu não consigo te explicar, mas pra mim tudo isso tem que acabar, mesmo que eu ainda goste de você, eu preciso te esquecer.

Quando eu acho que está tudo bem, basta apenas uma notificação sua, para me tirar o chão.
Isso quebra o meu coração, pare de me puxar pra toda essa droga de ilusão.

Eu nem quero te ver, muito menos te olhar pra lhe dizer adeus.
Pra mim não dá… Vai embora, leva toda dor, leva agora.
Leva toda dor que você causou.
De pouquinho em pouquinho, todo esse amor virou um alvoroço.

Eu vou me curar, eu sei, vou te superar, nem que eu tenha que fugir pro mar.

Existem várias noites e manhãs, para eu me recuperar, uma hora eu vou me acostumar e te esquecer de uma só vez.

Por favor, nunca se esqueça, do dia que você se apaixonou e machucou um coração que sempre quis te dar amor.

No dia que resolver se apaixonar por outro alguém, se lembre que eu quis te dar muito, mas você quis tão pouco.
E que foi de pouco a pouco, que o amor acabou e se transformou em dor.
~ Milena Alves


Eu espero que tenham gostado da minha poesia, rascunho, teoria, texto… vocês sabem muito que eu não dou rótulos para os meus textos e muito menos pra minha vida…

Beijão da Mila, até a próxima!