(Crítica) #1: Sol da Meia Noite|O filme que destruiu o meu coraçãozinho.

Galerinha, só pelo título vocês já sabem que eu vim falar sobre outro filme que acabou com o meu coração. Eu não sei nem por onde começar a falar, mas posso dizer com toda certeza, que esse filme só fez eu chorar, eu também sou bem suspeita pra falar sobre esse gênero clichê adolescente, eu sempre fui viciada nesse tipo de filme e de um tempo pra cá começou a fazer muito mais sucesso, como por exemplo: Para todos os Garotos que eu Já Amei, Sierra Burgess é uma Loser, A Barraca do Beijo, como milhares de outros filmes que já foram lançados e os que tem saído recentemente no cinema, mas diferente desses filmes que eu acabei de citar, o Sol da Meia-noite não é um filme tão bom quanto outros filmes clichê que eu já assisti, esse filme pode até ter me feito ficar emocionada ou chorar bastante, mas infelizmente ficou bem abaixo das minhas expectativas. Porém, eu ainda gostei do filme, pois eu chorei muito, esse filme tem pontos positivos e negativos, no decorrer da sinopse eu vou dizendo o que eu achei de algumas cenas do filme.

O filme conta a história de Katie, uma garota de 17 anos que é interpretada pela Bella Thorne, que está muito mais preocupada em cantar e mostrar o seu talento da atriz, do que mostra os sentimentos e expressões da personagem ou de mostrar de uma forma mais expressiva de como a personagem Katie se sente com sua doença, também não deixa claro como personagem está apaixonada, a atriz deveria mostrar isso com mais expressão em sua atuação. Bella Thorne é uma ótima atriz, mas nesse longa-metragem ela foi um pouco sem graça, digamos que estava um pouco perdida em algumas cenas.

Katie é uma jovem que vive presa dentro de sua casa, desde de sua infância. Condenada em ficar presa durante os dias e sendo cuidada e controlada pelo seu pai Jack, que é interpretado pelo Rob Riggle.

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Jacke acaba sendo um pai super protetor, algo que é super comum em filmes clichê com pais super protetores e alguma doença que leva a morte.
Katie também tem uma única amiga, chamada Morgan, que é interpretada por Quinn Shephard, uma das minhas personagens favorita, é a que mais mostra afeto por Katie e também conseguiu ser bem engraçada em algumas cenas, uma pena que ela não aparece tanto como deveria.

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Katie, possui uma doença muito rara, que faz com que a menor quantidade de luz solar seja mortal. Sua situação muda quando seu destino se cruza com o garoto Charlie, que é interpretado pelo Patrick Schwarzenegger, que não me surpreendeu muito, eu tinha mais expectativas em relação a ele e ao seu personagem, ele acaba sendo um personagem fofo e apaixonado, mas ao mesmo tempo, ele parecia um robô, os dois atores não conseguiram criar uma conexão como Katie e Morgan.

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No verão, Katie e Charlie iniciam um lindo romance, mas que também acaba sendo um romance distante, os dois não mostram tanta conexão, ficou bem parecido com outros filmes que eu já assisti, como por exemplo: Um Amor para Recordar, eu preciso nem dizer que eu sou apaixonada por esse filme, e com certeza é bem melhor que Sol da Meia-noite. Eu achei esses dois filmes bem parecidos um com o outro, eu até pensei em fazer uma comparação na cenas, só que não quero dar muitos spoilers pra vocês, eu estou tentando me conter, então continue lendo que no final do post tem uma surpresinha pra vocês.

Continuando, enquanto eu assistia o filme eu não sabia se eu gostava ou se não gostava, querendo ou não o filme é um clichê adolescente, eu amo demais e gostei do filme, ele tem cenas fofas e emocionantes, consegue deixar qualquer garota encantada com o filme e com a ideia da história, mesmo que às vezes o filme acaba passando a mensagem de que a Katie é mais uma vampira do que uma garota com uma doença genética xeroderma pigmentosum (XP), que no caso, exige que Katie não seja exposta ao sol, com certeza o filme podia ser mais interessante, se ao menos tivesse explicado mais sobre a doença de Katie, o filme dramatiza muito a sua primeira cena em contato como o sol, faz ela parecer uma vampira correndo do sol, como se um raio fosse o suficiente pra condenar a sua morte, eles poderiam ter mostrado mais sobre a doença e aprofundado mais no romance dos personagens principais, invés de usar uma doença rara como inimiga de um amor adolescente.

Creio eu, que isso já é algo bem comum nos filmes clichê adolescentes e como uma eterna adolescente acabei gostando muito, assim como milhares de jovens também gostaram, mas por algumas críticos o filme não foi tão aprovado, alguns críticos até chamou o filme sem graça, pra ajudar a sua nota no ranking, também não é tão alta.

Fiquei bem triste com os comentários, mas infelizmente também tive os mesmo pensamentos, que o filme tinha tudo pra ser um romance melhor, algumas cenas poderiam ser melhor, mas mesmo com esse pontos negativos, a história continua sendo linda.

Uma outra coisa muito importante sobre o filme Sol da Meia-Noite, é que o romance do longa-metragem, foi baseado no mangá Tayo no Uta, previamente transformado em minissérie e filme no Japão. Dirigida por Scott Speer, o mesmo diretor de Ela Dança, Eu Danço 4.

Gostaram do filme de hoje? Bom, eu tenho uma notícia pra vocês, eu vou tentar trazer um filme por semana, ou uma série, até mesmo um livro, eu espero que gostem!

Caso vocês queiram assistir ao filme, o link vai estar aqui em baixo.
Assim vocês já matam a curiosidade e tiram as suas próprias conclusões.

Link do filme: Sol da Meia-Noite.

(Obs: O link do filme, era a surpresinha da vocês. Espero que gostem, bom filme.)

Deixa aquele comentário pra me ajudar, aproveita e já me diz se eu deveria fazer uma comparação de Sol da Meia-noite e Um Amor para Recordar, já que eu achei os dois filmes, bem parecidos.

Beijão da Mila! Gratidão, até a próxima crítica de filme!

28 comentários em “(Crítica) #1: Sol da Meia Noite|O filme que destruiu o meu coraçãozinho.

  1. Mila o seu trabalho e INCRÍVEL, já te falaram isso? Eu fico feliz de ver suas críticas por aqui, você tem jeito único de escrever e um jeito único de agir com o mundo.
    Eu assisti esse filme no cinema, eu amei, mas achei o ator bem sem graça

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  2. Eu sempre volto do nada e vejo o blog cheio de post, eu devoro.
    Eu amei essa crítica, aliás depois de vaculhar o blog, eu vou assisti o filme, você é um amor por colocar o link, fiquei curiosa pra assistir

    Curtido por 1 pessoa

  3. Que coincidência, eu assisti esse filme esses dias, acabei comprando um dvd….
    Eu amei o filme, eu chorei muito. Mila sua crítica ficou incrível, seu trabalho é maravilhoso, tudo que você faz é lindo.

    Curtido por 1 pessoa

  4. Olá tudo bem! Amei muito o que você escreveu, você me deixou curioso também sobre o filme, mas quando você disse ” eles poderiam ter mostrado mais sobre a doença e aprofundado mais no romance dos personagens principais” fiquei refletindo sobre isso e te faço uma pergunta; Será que o diretor não queria inovar? Ex:. Quem assistiu o filme Forrest Gamp até hoje quer saber o que o Forrest interpretado por Tom Hanks disse nos microfone falando sobre a guerra na multidão.Mas quando ele foi falar, um intruso desligou som do microfone dos grandes imensos e potentes auto-falantes.O filme foi fantástico mas até hoje muitos gostaria de saber o que ele falou. Talvez eles queriam deixar essa curiosidade pra causar um impacto maior ao filme. Excelente postagem parabéns!

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    1. Fiquei impressionada com o seu comentário. E sim, eu cheguei a pensar isso, o roteirista ou o diretor, talvez quisessem assim, mas da forma que foi produzida as cenas, especialmente quando tinha haver com a doença dela, deixava muito a desejar… Obrigada pelo comentário, volte sempre! Beijão da Mila!

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