FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark (Part.10)

Bonjour mon chéris!!

Olha quem voltou, isso mesmo, essa pessoa que vive sempre no mundo da lua.

Primeiramente, agradeço a todos que gostaram dos meus post’s, e que comentaram em cada. Vocês fizeram a diferença nesse blog. Obrigada a você que lê a cada post do blog, que espera ansioso por uma atualização.

Segundamente, eu devo mesmo agradecer a Mila por ter me procurado, e ter insistido para que eu voltasse, além de ser uma mulher super fofa, gentil e atensiosa. Obrigada mesmo Mila ❤

Terceiro. Não tem um terceiro.

Para vocês que sabem, eu estive passando por um momento muito difícil na minha vida, e por incrível que pareça eu ainda estou passando mas agora eu sei lidar. Foi necessário esse tempo no limbo para eu me organizar. Você, que passa por algo difícil ou já passou e quer desabafar sobre, não hesite em nos falar. Seremos ótimas ouvintes, além de que desabafar é sempre bom.

Enfim, eu estou — será? — de volta, e apenas peço paciência para comigo e com as outras meninas. Perdoem as nossas falhas. Amém. Hahaha brincadeiras a parte, obrigada a todos.

Com muito carinho, Giovanna Teodorico.


Pra quem ainda não conhece a Fanfic é só acessar os links abaixo!

Part. 1: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 2: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark .
Part. 3: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 4: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 5: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 6: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 7: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 8: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 9: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.

Eu espero que gostem da continuação de hoje.


FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark
(Part.10)

Me jogo na cama exausta, e coloco o braço esquerdo por cima dos olhos, o tampando. Depois de um longo tempo arrumando o meu novo quarto, finalmente consigo descansar.

Anthony simplesmente decidiu se mudar para a nova sede dos Vingadores, porque estava se sentindo dependente da S.H.I.E.L.D. e de Nick Fury. Mas eu sei que tem algo a mais, um verdadeiro porquê dessa súbita mudança. Tony não doaria a sua mansão para os Vingadores por causa de um sentimento, ou doaria?

 E com essa súbita mudança também veio a minha saída do castigo. Não que fez muita diferença pra mim, até porquê o meu celular estava quebrado e bom, não sou muito conectada com a internet. Anthony não entendeu o porquê eu andava com a carcaça do meu celular para os lugares como se ele ainda estivesse funcionando, nem mesmo eu entendia bem, mas era reconfortante ter algo familiar por perto, mesmo que quebrado.

 E com o castigo ficamos estranhamente juntos. Quer dizer, estamos tentando nos conhecer, nos familiarizar, ter uma afinidade. Estou tentando fazer com que a nossa relação de pai e filha seja boa, como Ricardo disse antes, ele tem um espaço reservado para ele no meu coração, e ele vai tomar de um jeito ou de outro, melhor que seja eu deixando.

Alguém bate na porta, e eu solto um grunhido. Escuto a porta se abrindo, mas continuo na mesma posição que estou.

— Bom trabalho. — a voz de Anthony ressoa pelo quarto. — Bem organizada… o que eu preciso.

 Dou um leve sorriso, e viro a minha cabeça em direção ao homem. Tony está encostado no batente da porta, vestindo um terno cinza escuro brilhante, um sapato um pouco extravagante, e uma blusa social branca, com uma gravata simples enfeitando o seu pescoço. 

— Para onde você vai assim? — pergunto, fazendo grande esforço para me sentar.

    O cheiro azedo de suor me faz lembrar que preciso tomar um longo banho.

— Alguém precisa trabalhar pra sustentar um bando de marmanjos! — Anthony fala alto e se virando para o corredor.

— EU OUVI ISSO! — a voz de Bruce fala ecoa pelo corredor.  Sinto uma pitada de divertimento em sua voz.

Dou risada, e olho para as paredes do meu quarto. Estão pintadas na cor creme, e todas nuas sem nenhuma característica minha, mas eu prefiro assim.

— Tudo bem. — dou de ombros com grande esforço, e lanço um sorriso para Tony. — Este terno ficou bom em você.

— O que não fica bom em mim? — Anthony da uma voltinha de braços abertos, me fazendo rir. — Mais tarde vamos conversar.

E depois se vira e sai do meu quarto, deixando a porta aberta. Maravilha, vou precisar me levantar pra fechar a porta e aguentar a curiosidade até o momento que ele chegar.

O que me faz lembrar é que ele disse ” mais tarde vamos conversar” um tanto parecido de quando me pegou no flagra a uma semana atrás. Penso se fiz algo de errado mas nada me vem à mente. Durante esse tempo estou tentando fazer tudo corretamente, como se estivesse pisando em ovos e a qualquer momento eu pudesse quebra-los.

— Toc toc. — levanto a cabeça encontrando Loki com roupas normais e cabelos molhados. Dentro do meu quarto.

— O que você quer? — pergunto asperamente olhando para Loki atentamente, enquanto o deus anda pelo meu quarto, e se senta na minha cama, com um livro meu nas mãos.

    Torço para que ninguém venha me procurar ou não sei, perceba que o deus está no meu quarto.

— Ora, não posso passar um tempo com uma Midgardiana? — Loki folheia o livro, e para em uma ilustração de um livro com uma faca cravada no meio das páginas, e com tinta jorrando do buraco. — Interessante…

— Bem, respondendo a sua pergunta… não. Você é o deus da trapaça.

    Fico o mais longe possível de Loki, mas sempre mantenho os olhos nele. Tenho que parar com essa mania de encarar as pessoas.

— Você está certa. — Loki fecha o livro bruscamente me dando um susto. — Estou aqui para fazer as pazes com você.

    As pazes? Por que ele quer isso? E por que ele quer isso repentinamente?

— Respondendo as suas perguntas, uma oferta de paz é a melhor oferta que já fiz a algum midgardiano. E o nosso primeiro encontro não foi um dos melhores. — olho bem para Loki cerrando os olhos.

— Na verdade, foi péssimo. — olho para os olhos de Loki, mas não encontro nada. Ele até pode ser o deus da trapaça, mas eu preciso dar esse voto de confiança.

— O que eu vou ganhar com isso? — e como eu estou pensando em aceitar essa proposta, provavelmente Tony não vai gostar muito, então é melhor que eu ganhe com alguma das partes.

Loki solta uma risada e passa os dedos finos e ossudos pelos cabelos molhados jogando para os lados.

— Sairei da sua mente permanentemente e definitivamente. — isso está bom demais para ser verdade.

 Não quero dar muito esse voto de confiança a ele, bom, fico com os dois pés atrás em relação a ele. A minha mente não me deixa esquecer do título que ele carrega, muito menos as histórias que Thor me contou sobre como Loki é traiçoeiro, e nem a Internet me deixa esquecer as suas antigas ações, mesmo que aconteceram a alguns anos atrás.

— Tudo bem, — Loki chega mais perto. — apenas dessa vez. Mas não pise na bola.

 Aceito, mas a partir desse momento tenho que ficar alerta para uma possível apunhalada nas costas.

×××

 Esperar Tony chegar é um sacrifício. Os ponteiros do relógio parecem não passar, e a minha curiosidade me deixa mais angustiada e ansiosa. Não seria melhor ele já ter falado o assunto da conversa?

Me jogo no extenso sofá creme e cheio de almofadas com o meu notbook na mão, e depois o acomodando em cima de uma almofada azul oceano sobre as minhas pernas. Se eu vou ficar esperando Anthony, vou fazer isso de um jeito divertido.

Depois de já ter logado no meu e-mail e ver se tinha alguma mensagem de alguém interessante — apenas spam —, saio do e-mail e entro em um aplicativo de mensagens, recebendo inúmeras notificações de amigos, colegas, e pessoas que eu nunca vi em toda a minha vida. Leio primeiro a mensagem da minha melhor amiga.

Gabi: não é só porquê você tá em outro país que vai parar de falar comigo.

Gabi: ou que tem um pai podre de rico.

Gabi: aliás, me empresta um dinheiro???

Desculpa. Meu celular quebrou (nem pergunte como, porque eu não também não sei.)

Não é só porquê Tony é rico que eu também sou.

Continuo sem um tostão no bolso. Peça pro seu irmão, aposto que ele te empresta alguma coisa.

 Pensei que ela iria demorar para responder, mas logo aparece uma nova notificação de Gabriella.

Gabi: graças a Deus que o seu celular quebrou! Aquela coisa tava o ó, nem sei como você mexia nele.

Gabi: mas você vai ser. Vai ser herdeira de tudo o que o nome Stark tá assinado. Não é demais?!!!

Gabi: pena que eu não tenho um pai perdido por ai com um nome chique. Poderia ser nome simplesinho, como Will Smith, Johnny Depp, ou não sei, Tim Burton. Meu amor, eu seria muito feliz.

Gabi: pensando bem, eu quero casar com o Johnny… você não consegue arranjar um encontro entre ele e eu?

Gabi: Ema, desde quando o meu irmão me empresta dinheiro? Daqui a pouco aquele unha de fome vai ser confundido com o Tio Patinhas.

Leio as mensagens animadas de Gabriella, dando risada como se ela estivesse aqui do meu lado me cutucando e enrolando os cabelos cor de fogo nos dedos. Percebi — com uma dorzinha irritante no peito — que eu sinto muita falta dela, mais do que imaginaria.

Meu celular estava ótimo, você que não tinha jeito com ele.

Gabi, pensa um pouco, se você fosse filha do Will Smith, não estaria meio que na cara?

Não, não arranjo um encontro entre vocês dois porquê eu não consigo.

Vai que o seu irmão mudou, porque o meu bolso não mudou nada.

Aliás, Tony acabou de chegar. Falamos depois.

Fecho o notbook com o olhar preso em Tony. O homem tira a gravata a enrolando na mão depois a enfiando dentro do bolso da calça. Seus olhos estão brilhando, e um pequeno sorriso paira nos seus lábios.

Anthony se aproxima de mim, e se senta ao meu lado totalmente despreocupado, o que me deixa irritada. Eu fiquei ansiosa o dia inteiro, o mínimo que eu espero é que ele já chegue falando sobre o assunto.

Ou Tony é realmente paciente, ou está fazendo isso para me irritar. Espero que seja a primeira opção.

— Deixe-me fazer uma pergunta antes… — bom, a frase já começou estranha, mas eu relevei. Tony já não sabia de tudo sobre todos? — Você finalizou o ensino médio?

Olho bem para Tony para entender o verdadeiro significado das suas palavras. Ele sabia a resposta, por que estava perguntando?

— Não. Ainda tenho dezesseis anos. — Tony concorda com a cabeça, como se já esperasse essa resposta. O que as entrelinhas dizem que eu não vejo? — Por quê?

— Sabe, quando eu tinha a sua idade eu estava em uma escola interna em Londres. — levanto uma sobrancelha em pânico. Eu mal cheguei e ele já quer me mandar para um colégio interno?

— Você vai me mandar pra um colégio interno… — a minha voz sai um sussurro, talvez porquê eu ainda não tenha acreditado muito que eu vou me mudar para Londres.

Ora essa, Anthony é, sempre foi, e sempre será um gênio, mas eu não, mesmo compartilhando o mesmo DNA e teto. A sua genialidade não passou para mim pelos genes, e tudo o que eu faço agora é sofrer e estudar bastante para chegar perto dele. Ou quase perto.

Pensando bem, eu entendo o porquê Tony quer me mandar para o colégio interno. Nenhum pai gênio quer uma filha com o grau de escolaridade incompleto. Mas eu ainda não estou preparada para ir.

— O que? Não! — a sua voz me tira dos meus devaneios. Não…? Como assim não? — Você é muito afobada, sabia? Tem que me deixar falar as vezes.

Sem querer, solto uma pequena risada e relaxo mais no grande sofá, soltando lentamente o notbook que no caso nem percebi que estava apertando.

— Como eu estava dizendo, meus pais me mandaram quando eu era muito novo para o colégio interno, mas eu não vou fazer o mesmo com você. — franzo o cenho agora sem realmente conseguir entender. — Eu contratei alguns professores particulares pra você, ele irá te ensinar tudo o que você precisa aqui em casa e, claro, terá Bruce e eu para te auxiliar.

Solto um suspiro de alívio, realmente feliz por não precisar deixar a minha casa. Casa, tão estranho mas familiar eu já saber que aqui é a minha casa.

— Outra coisa. Nós vamos para o Brasil. — sinto que a minha boca se desprendeu do rosto. Com muito esforço fecho a boca, mas os olhos continuam arregalados.

Tony sorri da minha expressão, os olhos castanhos brilhando de contentamento.

— Você pode repetir, por favor? — a incredulidade esta impregnada em minha voz, e eu tenho muitos motivos para estar incrédula.

Bem provável que Tony esteja brincando com a minha cara, por divertimento. Será que ele seria capaz de fazer isso?

— Nós vamos para o Brasil. — dessa vez Tony diz pausadamente, com um sorriso dançando em seus lábios.

Solto uma risada baixa ainda sem acreditar, e jogo os meus braços em volta do pescoço de Anthony em um abraço apertado. Céus, Gabriella e Ricardo vão ficar tão felizes!

Talvez eu tenha pegado Tony de surpresa, já que ele está rígido, mas aos poucos a rigidez vai embora, e os seus braços musculosos quentes e macios circulam a minha cintura.

— Obrigada Tony. — sussurro em seu ouvido, recebendo uma leve apertada na cintura como resposta.

— E antes que você tenha um surto de abraços, comprei um celular pra você. — a risada fácil volta.

Enterro a minha cabeça em seu ombro sentindo o seu cheiro amadeirado e masculino. Tony tem um cheiro peculiar, que não consigo descrever, mas é uma característica sua. É reconfortante e familiar, me deixa em paz.

O abraço de Anthony é bom, como se eu fosse feita para ele. Como um pequeno quebra cabeça particular, permanecemos assim, abraçados e em paz.

Continua…


Minhas Luas, eu espero que tenham gostado da surpresa! Eu sou muito grata pelo carinho da Gioavanna e por ela mandar os capítulos pra mim, assim eu posso estar atualizando pra vocês!

Obrigada por estarem sempre acompanhado o blog, sou muito grata por todo o carinho e audiência de vocês!

Beijinhos da Mila!

Gratidão!

4 comentários em “FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark (Part.10)

  1. Ganhou uma nova leitora 🥰 sou nova aqui, alguém poderia me falar como acesso o link para o próximo capítulo? É porque no final do capítulo não tem uma opção de “próximo capítulo” e eu demoro muito pra achar.

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