Um Nu no Corredor – Capitulo 25 – Série Os Freitas

Capitulo 25

Violeta

Depois que deixamos Lilian e Marcos na casa dele, por escolha de Lilian, fomos para nosso prédio, Liza disse que não iria passar o final de semana comigo, pois iria ver os pais, eu havia pensado em tudo, já que vou ficar sozinha, vou fazer uma sessão de filmes e fiquei pensando no que fazer para comer. Fomos o caminho todo conversando e rindo, quando chegamos ele colocou o carro no estacionamento e subimos de escada, assim que sai do carro tirei os saltos, subi descalça as escadas, olhei para ele e disse:

– Aposto que chego primeiro que você no nosso andar – disse rindo e ele respondeu com um olhar desafiador:

– Ah é? O que vou ganhar se você perder? – Fiz uma cara de pensativa e disse:

– Eu faço o almoço de amanhã – ele olhou para cima pensando e disse:

– Apostado – saiu correndo subindo as escadas e eu correndo atrás gritei:

– Eiiii, trapaceiro.

Ele gargalhava e eu também ria, corri mais o alcancei e ultrapassei, ele rindo tentou me segurar, mas não conseguiu, continuei rindo e ele me ultrapassou, já estava quase chegando quando passei dele e ganhei a “corrida´´ e a aposta também, comecei a comemorar a minha vitória ele estava rindo, mas não gostou de perder. Caminhei entre pulinhos até meu apartamento, ele me acompanhou fazendo cara de bravo, o que me fez rir muito mais, peguei as chaves do ap e disse:

– Entãooooooo, amiguinho, eu ganhei – dei um sorrisinho de vitória e continuei – O que você vai me dar?

– O que você quer? – ele se aproximou mais do meu corpo, olhou-me nos  olhos e depois pra minha boca, eu não sabia o que fazer, olhei para os olhos dele e logo depois pra boca, foi tudo que ele precisou pra se aproximar mais e me beijar, eu não lutei, porque também ansiava por aquilo, ele colou nossos corpos, acabando com qualquer espaço que ali existia, enlaçou os braços em minha cintura me levando para dentro do apartamento, fechou a porta sem interromper o beijo, quando chegamos  no centro da sala paramos o beijo por falta de fôlego, ainda estávamos ofegantes, por causa da corrida, ele olhou fundo nos meus olhos se aproximou do meu ouvido e disse:

– Desculpe-me pelo atrevimento, mas não pude resistir ao seu cheiro, seus olhos e sua boca, que me deixam louco desde que nos beijamos pela primeira vez; é melhor eu ir embora – disse já se afastando, tudo que ele disse me deixou completamente arrepiada, antes dele chegar até a porta eu o chamo:

– Conrado, espere! – Ele parou com a mão na maçaneta e olhou para mim enquanto eu me aproximava lentamente, cheguei bem perto passei a mão pela sua cintura e tranquei a porta atrás dele dizendo – Não vai.

Ele me olhou deu um sorriso malicioso e começou a me beijar de novo, me pegou no colo e me levou para meu quarto, colocou-me com delicadeza sobre a cama, tirou o paletó, a gravata e jogou para longe, começou a desabotoar a camisa impecavelmente branca, tirou-a expondo seu corpo não muito definido, mas muito sexy, voltou a me beijar e a levantar meu vestido, como não tinha zíper foi fácil tirá-lo, olhou todo meu corpo e voltou a me beijar, acariciando o mesmo. Nossa noite foi longa e maravilhosa, a última coisa que me lembro era de estar deitada sobre seu peito e ouvi-lo sussurrar “ eu te amo minha pequena´´, logo depois adormeci. 

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