Conto – Pela Janela – Parte 1

Minha mãe está fazendo as malas, enquanto eu estou sentada ao seu lado, ela fala:

– Não se esqueça de trancar a casa quando for para o colégio, e tranque tudo quando estiver aqui durante esse tempo que ficar sozinha, entendeu?

– Sim mãe, mas por que não posso ficar com a Lola, os pais dela não vão se importar.

– Já disse que não Pandora, você já tem dezessete anos, está bem grandinha para ficar sozinha e sabe se cuidar.

– Certo, mas o que vou fazer durante essa semana? Eu não preciso ir para o colégio e as meninas me chamaram para sair.

– Você não vai e ponto, vai ficar aqui.

Saio do quarto bufando, não é justo isso, eles vão sair de férias e eu vou ter que ficar aqui sozinha. Horas depois eles se despedem e vão embora, já está escurecendo, tranco tudo e vou tomar um banho, a música está alta e minha voz acompanhando a mesma, está tudo muito tranquilo por aqui, saio do banheiro enrolada na toalha com o cabelo pingando, apago a luz do banheiro e ando calmamente pela casa escura, entro no meu quarto e troco de roupa, começo a secar o cabelo com o secador e o barulho do mesmo toma todo o lugar, Mushu está deitado em sua almofada dormindo tranquilamente, desligo o secador e de longe escuto um barulho, não ligo muito e continuo o que estou fazendo. Termino de secar meu cabelo e resolvo ir para a sala, apago a luz e vou no escuro mesmo, conheço essa casa como a palma da minha mão, passo pela lavanderia e escuto mais uma vez o barulho, volto para o quarto e pego meu taco de beisebol volto para a lavanderia lentamente, vejo um vulto e por impulso eu ataco o desconhecido e a pessoa cai no chão de bruços resmungando, acendo a luz e percebo que se trata de um rapaz claramente mais alto que eu e muito bonito também, eu falo segurando melhor o taco, pronta para atacar:

– Quem é você?

continua…

NO CAOS. HÁ VIDA.

Oiii pra você que está lendo meu post, espero que esteja bem.

Por estes últimos tempos tenho percebido o quanto o ser humano é frágil, o quanto a vida é tão instável, imprevisível, incerta. Em um curto período de tempo com grandes acontecimentos pode-se perder o sentido, o significado. Ou em um grande período de tempo também, porém com pequenos acontecimentos. Embora o espaço de tempo seja um fator existente, ele não é a finalidade deste texto meu.

Em meio a essa decepção que pode vir a ocorrer, muitas vezes não sabemos como reagir, como lidar, e nos sentimos fracos, por vezes cheios de desesperança. Mas peço que reflita sobre isso: Nãose sinta mal por não saber como agir, somos seres humanos, condição que nós mesmos esquecemos no mundo atual. Não se olhe com maus olhos, somos almas todos os dias em busca de aprendizado, cura, salvação. Por sermos seres humanos, carregamos conosco o mundo material que são as sensações, e o mundo das ideias, e não nascemos com o domínio de total conhecimento deles.

A felicidade é possível, e a tempestade passa. A esperança é tão linda e tão cheia de significado. E se pra você ela não tem, atribua. Se olhe com carinho, com amor. Ao seu redor muita gente conspira contra isso. Se cuide, se trate com atenção. Lembre-se da sua humanidade. Seja feliz!!!!


Desenho Autoral – Todos os Direitos Reservados.

Artista:Byanka G. Nunes.


Com carinho, Laks!

O Dia do Amanhã – Capitulo 3

Ola Bom dia, Boa Tarde, Noite ou Madrugada.
Sejam todos muito Bem-vindos a mais um capitulo.
Espero que vocês goste do capitulo de hoje, lembrando vocês, temos capítulos novos toda sexta-feira!

Antes de começarem a leitura, eu vou deixar o link com a capa do livro e a sinopse, pra quem quiser da uma olhadinha antes de começar ler o livro.

LINK: O novo Livro do Blog – O Dia do Amanhã.

Eu também vou deixar o link dos capítulos que já foram postados!

LINK 1: O Dia do Amanhã – (Capitulo 1)
LINK 2: O Dia do Amanhã – (Capitulo 2)

Espero que gostem, tenham todos uma boa leitura.


O Dia do Amanhã

Capítulo III


Uma longa história

Eu morava numa pequena cidade no interior, com cerca de seis mil habitantes no máximo, todos se conheciam, quando a gripe se espalhou praticamente a cidade inteira foi contaminada, inclusive minha mãe, mas a verdade é que ninguém imaginava que iria passar disso, um inofensivo resfriado, mas tudo piorou, a gripe evoluiu para uma pneumonia e o hospital lotou.

Eu não queria sair de perto dela, fiquei uma semana inteira, numa sala branca com ela ardendo em febre, não havia muito o que eu podia fazer a não ser observar seu sofrimento e esperar algum remédio fazer efeito, o sentimento de impotência e a dor de ver uma das pessoas que você mais ama morrer, é dilacerante. Então aconteceu, ouvi o aparelho que media seu coração iniciar um incessante “piii” a linha permaneceu reta e por fim, o brilho de seus olhos antes tão cansados se fecharam, sua respiração diminuiu até não poder ser mais sentida e ali foi o seu fim. 

Meu coração doeu como nunca havia doido antes, minha mãe era a minha única família, desde que me lembro erramos apenas nós duas, ela dava o sangue pra me criar sozinha e eu fazia de tudo para lhe dar orgulho. Minha mãe era meu porto seguro, estava sempre lá quando precisava de ajuda, quando brigava com minhas amigas ou com Caleb, quando algum boato maldoso era soltado sobre mim. 

Não conseguia imaginar minha vida sem ela, minha mãe era compreensiva, alegre, divertida, brava, e sempre dizia que ia sumir, mas nunca passou pela minha cabeça que a perderia assim, conseguia me imaginar adulta cuidado dela velinha, ela era saudável, comida sempre coisas boas, nada de fritura ou enlatados, corria toda a manhã, fazia seus checapes todo o ano pra ver se estava tudo OK com a saúde. Vê-la agora morta numa cama por algo que começou como um resfriado era surreal.  

O hospital não estava preparado para aquilo, era como se fosse um toque de recolher, em menos de três horas todos os contaminados morreram e as poucas pessoas que estavam vivas estavam desoladas, o choro era ouvido em cada canto do hospital, era como uma canção de terror, aquilo nunca sairia da minha cabeça, eu não havia chorado ainda, estava em choque, apenas a observando, tão plena que parecia dormi, a pele branca, tão branca que parecia que nunca havia tomado sol na vida, não tinha mais as bochechas rosadas de família, os cabelos loiros estavam bagunçados e haviam grandes olheiras em baixo de seus olhos, ela odiaria ser vista assim, sem maquiagem e desarrumada.  

Nenhum enfermeiro havia aparecido, o hospital estava em caos, todas as pessoas que estavam ali tinham perdido alguém. Eu tinha certeza que minha melhor amiga, a Ashley e a família dela havia morrido também, quando fui vê-los de manhã estavam pior que minha mãe, no quarto ao lado havia silêncio, não ouvia os apitos dos corações deles, era mais uma família que havia morrido, ia sentir falta de passar a noite na casa de Ashley, de roubar latinhas de leite condensado junto com ela, jogar bola com o tio. Ia sentir falta de toda a vida que tinha antes desta catástrofe. 

Foi então o aparelho que marcavam seus batimentos cardiológicos voltou a apitar, e aquele som fez minha vida volta, eu não achava que seria o início do meu inferno. Quando seus olhos se abriram não tinha o brilho que eu tanto amava ver, a parte branca do seu olho não era mais dessa cor, estava puxado para um marrom, o brilho de vida não existia mais, nem suas bochechas sempre tão vermelhas, que demostrava todo o sangue que corria em suas veias. Seja lá o que havia acontecido, aquilo me dava medo. 

Eu estava assustada aquela com toda a certeza não era minha mãe, ela me olhava como se eu fosse uma joia que ela precisava ter, se levantou cambaleando, e para minha surpresa, se jogo em cima de mim, como um animal se joga em cima de sua presa, a boca estava aberta e de lá saia um rugido estranho, ela não estava ali para um abraço ou qualquer ato de afeto.

Antes mesmo que ela chega-se em mim, eu a afastei com mão em seu peito, ela fazia uma pressão sobre humana sob mim, como se sua vida depende-se de conseguir chegar até lá, eu não sabia o que fala, não sabia nem o que pensa, o sentimento de felicidade já não existia dentro de mim e o pavor começava a me dominar.

E para minha surpresa assim que percebeu minha mão em seu tórax ela a pegou e puxou com uma brutalidade que nunca havia presenciado antes, minha surpresa foi maior ainda quando eu a vi tentar me morder.

– Aaaaaaaaaaa – O meu grito foi totalmente de pavor, aquela não era minha mãe, quando percebi sua intenção rapidamente puxei meu braço e me afastei o máximo possível dela, eu não sabia o que havia acontecido, mas aquilo não era minha mãe.

A porta foi aberta e por ela uma cabeleira ruiva passou e se colocou na minha frente, eu estava apavorada e não tenho a mínima ideia do que aconteceu ou de como eu sai daquele hospital, mas eu sabia que ele estava ali, que o meu Caleb estava ali e que agora tudo ficaria bem.

Quando consigo voltar a mim, eu estou sentada na cama dele no sítio de sua avó , ele estava no meio das minhas pernas ajoelhado enquanto olhava fixamente pra mim, seu olhos castanho me olhava com tanta preocupação que eu me fez sentir culpa de vê-lo daquele jeito, pela primeira vez desde que ela foi internada eu me permiti chora. Me joguei em seus braços e senti ele me ampara, os soluços eram auditivos e o choro alto, a dor da perda era enorme, mas pior foi vê-la daquele jeito, não sei quanto tempo chorei, só sei que fiz até dormir.

Caleb matou a minha mãe, ou seja lá o que ela havia se tornado, quando ele me contou isso, no outro dia, eu realmente não sabia se ficava feliz por saber que ela não ia mais contaminar as pessoas ou triste por saber que ela realmente havia morrido, na dúvida eu chorei, por uma semana seguida, chorei por todas as pessoas que eu conheço que estavam mortas, por Ashley e por seus pais, e principalmente pela família de Caleb.

Nós ficamos naquela fazenda por um ano e  seis meses, éramos vinte e três pessoas que se ajudavam para sobreviver, o sitio era grande e tinha duas imensas casas, era cercado por grades que fazia aquelas coisas ficarem longe, também havia uma grande plantação que era da onde vinha boa parte da nossa alimentação. Cada um ajudava do modo que podia, alguns com a proteção do sítio outros com a plantação e havia eu só Caleb que ensinava as pessoas a se proteger. 

Eu havia feito aula de tiros e meu esporte favorito sempre foi o arqueirismo eu sou boa de mira, Caleb sempre fez aulas de lutas márcias, ele era faixa preta em algumas lutas que eu não lembrava, e passava boa parte da tarde na academia, ele falava que precisava saber se defender para me defender de pessoas maldosas, nós fazíamos o possível para que todas as pessoas soubessem se defender. Nos também ensinávamos as crianças a ler, escrever e as quatro equações da matemática iríamos ensinar tudo que havíamos aprendido a elas, se não houvesse tudo desmoronando.

Uma horda com cerca de duzentos zumbis chegou e arrebentou a nossa proteção, tudo aconteceu muito rápido e perdemos cerca de quinze pessoas, o pior foi velas gritar por socorro e serem comidas vivas, o desespero me atormenta todas as noites as lembranças e os gritos me parecem sempre muito recentes. Nós andamos por setenta e cinco dias passamos por sete cidades e tivemos mais duas mortes, de vinte e três pessoas nós éramos só seis, a dor da perda era avassaladora, mas eu já estava tão acostumada com isso que a perda não incomodava tanto quanto antigamente.

Por fim nós decidimos fazer nossa própria casa do nosso próprio modo, pegamos uma casa perto de uma cidade e fizemos barreiras com carros e reforçamos com madeira, achamos um rio próximo e por fim fizemos uma pequena horta para podermos facilitar a alimentação, só não imaginávamos que ali perto teriam mais pessoas.

E depois de cinco meses e uma semana o inevitável confronto começou quando eles mataram um de nós, nós só queríamos viver ali criar raiz e talvez até se juntar com as pessoas que viviam lá, mas eles não pensavam assim, achavam que nós éramos ameaça e realmente viramos uma, depois que fomos atacados. Mas nós éramos só cinco, como cinco pessoas poderiam venceriam quase vinte?

Realmente não vencemos, eu nunca imaginei que na sociedade que vivemos eu teria mais medo de humanos do que de Zumbis, eu não tenho a mínima ideia de quantos ainda estão vivos ou se alguém tinha sobrevivido, mas eu sabia que se tivesse eu encontraria.

~~~~~*~~~~~*~~~~~*~~~~~*~~~~~*~~~~~

–  E então eu fiquei sozinha e depois de cento e quarenta e cinco dias, eu encontrei vocês – Estava sentada na cama e olhava as mãos que estava em seu colo, as lágrimas queriam sair, nunca havia contado sua história pra ninguém.

 Não imaginava que doeria tanto, as lembranças traziam uma saudade esmagadora, seu coração estava em pedaços, todas as pessoas que conhecia havia morrido e estava sozinha, foi então que viu uma mão bronzeada tocar a dela.

– Eu não consigo imaginar por tudo que você passou – Sua voz acalmava e fez seus ombros, que só agora percebeu estarem tencionados,​ relaxar, sua outra mão tocou a bochecha e só então uma única lágrima solitária caiu,  sua mão forçou o rosto dela para cima e as esmeraldas focaram nos lindos olhos azuis – Agora você tem a nós, você já não está mais sozinha

– Eu só preciso te fazer três perguntas – só então percebeu Trevor a olhando, os ônix que antes a dava medo agora a fazia se sentir protegida – Quantos zumbis você matou?

– Eu não sei, mas foram muitos – Ela nunca poderia saber exatamente quantos havia matado, antes de estar sozinha ela sempre ficava pra fazer a retaguarda e isso a fez matar mais do que planejava e queria.

– Quantos humanos você já matou? – Essa pergunta com toda a certeza a assustou e o medo a consumiu, a resposta podia os fazer ir embora, ela não os conhecia, mas não queria mais ficar sozinha, o mundo era aterrorizante quando estava sozinha – Sakura – a voz grossa de Trevor a acordou de seus devaneios.

– Dois – a expressão de Brian ficou rígida, a do moreno ficou sério novamente e o olhar dos dois a assustaram.

– Por quê? – Dessa vez foi o Brian que perguntou com uma voz branda e calma, era claro que ele nunca imaginava que ela faria isso, alguém se sente culpada por matar algo que já tá morto.

– Eu faria qualquer coisa pra proteger os meus.

Continua…


Essa é a Historia da Cherry, nossa protagonista.
A vida num apocalipse não é fácil e com o tempo vocês vão perceber que ela pode ser pior do que vocês imaginam.
Muito obrigado por acompanharem a historia, pelos likes e comentários, vocês estão sendo incríveis.
Lembrando que todas as criticas construtivas são muito bem vindas.

Kiss de Cereja, vejo vocês na próxima!

4 filmes clichês pra você amar e odiar Noah Centineo.

Minhas Luas, eu demorei, mas a lista chegou!
Eu espero que gostem da lista de hoje!


1 – O Date Perfeito

Filme: O Date Perfeito

SINOPSE:

Precisando de dinheiro para pagar pela faculdade, Brooks (Noah Centineo) decide criar um aplicativo que permite contratar um namorado para todo tipo de situação imaginável. Porém, adotar uma personalidade e um par romântico diferente para cada dia começa a se mostrar uma tarefa difícil e ele começa a se perguntar quem ele é de verdade e como pode encontrar o amor verdadeiro.

Filme: O Date Perfeito

Nossa, o dia que comecei a assistir esse filme, tem uma história bem maluquinha, eu assisti com a minha melhor amiga, dentro do ônibus, voltando da casa da minha mãe, lá no interior, a gente estava exausta e resolvemos assistir um filme no ônibus, foi sensacional, atá a bateria acabar. Cheguei em casa, curiosa, louca pra assistir, ainda aguardei uns dias pra ver terminava de assistir com a minha melhor amiga, mas acabei finalizando sozinha, tudo porque eu precisava indicar esse filme pra vocês, não podia faltar nessa lista.

Pra quem é fã do Noah, com certeza vai amar o filme, agora pra quem é fã da Laura Marano, vai amar mais ainda, pois ela está maravilhosa no filme e com a sua atuação e palhaçadas impecáveis, sem contar que eu adoro a personalidade da sua personagem: Celia Lieberman. Uma personagem engraçada, de bom humor e mal humor, personalidade forte, e mostra que nenhuma garota deve ser tratada como segunda opção.

Filme: O Date Perfeito

Não posso esquecer de elogiar a deusa da Camila Mendes, eu amo essa mulher, ela arrasa em Riverdale e veio arrasar nesse filme com a personagem: Shelby Pace. Ela não tem grandes cenas, mas as pequenas cenas que ela aparece, já consegue roubar toda atenção, já que ele traz um bom motivo pra desenrolar a história.

Ou seja, tem vários motivos pra assistir essa comédia romântica clichê, não deixem de assistir!


2 – Para todos os Garotos que eu já amei

Filme: Para todos os Garotos que eu já amei

SINOPSE:

Lara Jean Song Covey (Lana Condor) escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Um dia, essas cartas são misteriosamente enviadas para os meninos sobre os quem ela escreve, virando sua vida de cabeça para baixo.

Filme: Para todos os Garotos que eu já amei

Esse filme, eu sei, muitos já devem ter assistido, mas eu assisti de novo, faz uns dias e por isso está nessa lista. Esse filme é cheio de fofuras, desde começo ao fim, realmente é um clichê adolescente.

Sim, outro filme com o Noah, ele tem sido o queridinho da Netflix, Para todos os Garotos que eu já amei, foi o primeiro filme que ele fez da Netflix e encantou as meninas, com sua atuação e seu personagem fofíssimo. Eu não tenho muito o que dizer sobre esse filme, apenas que é cheio de cenas engraçadas com a protagonista: Lara Jean, ela é bem fofinha e atrapalhada!
Ai gente, assista, que vocês vão entender o que eu quero dizer!


3 – Sierra Burgess é uma Loser

Filme: Sierra Burgess é uma Loser

SINOPSE

Sierra (Shannon Purser) é uma adolescente inteligente, mas que não se encaixa exatamente nos padrões de beleza impostos no ensino médio. Quando um incidente de confusão de identidade resulta em um romance inesperado em sua vida, ela se vê precisando se juntar a garota mais popular da escola para poder ficar com o menino que gosta.

Filme: Sierra Burgess é uma Loser

Eu vou ser sincera, esse é meus filme menos favorito do Noah, quer dizer, o Noah ta sensacional, como sempre, no filme ele interpreta o incrível Jamey.

Filme: Sierra Burgess é uma Loser

Agora, já a personagem interpretada pela Shannoon, bom… a Shannon é demais como atriz, mas a sua personagem Sierra é um porre de chata, manipuladora, mentirosa, egoísta, tóxica, falsa, cheia de rivalidade feminina, vingativa, sei lá se a Netflix queria que ela fosse a mocinha, eles estão enganados, não acho ela a Sierra digna da amizade da Verônica e nem do romance por Jamey, o tempo todo do filme, eu torcia pra Verônica ficar Jamey, eles sim são os mocinhos da história e dignos de todo clichê do mundo.

Eu não vou falar muito desse filme, senão eu vou acabar dando spoilers dizendo tudo que eu não gostei, porem vale a pena assistir por causa dos personagens Jamey e Verônica.


4 – Deslize

Filme: Deslize

SINOPSE:

James (Kendall Ryan Sanders) é um jovem gênio da computação no primeiro ano de faculdade que é intimado por seu amigo mulherengo, Lance (Noah Centieno), a criar o melhor aplicativo de namoro já feito. Porém, quando ele descobre que sua mãe divorciada está usando o aplicativo, ele se vê obrigado a enfrentar consequências inesperadas.

Filme: Deslize

Sendo sincera, esse é o pior filme do Noah, não só pelo fato dele fazer o personagem tipico de universidade: rico, lindo, bem vestido, arrogante, pegador, sempre acompanhado de dois amigos idiotas e ele sendo o líder do grupo e claro, abusa do nerd da faculdade.

Além desses pequenos defeitos, eles retratam que a mulher é um sexo frágil, que não sabe separar as emoções do sexo, que sempre esperam um relacionamento, como se mulher não fossem capaz de querer apenas sexo, também usam um garoto pra dar uma visão as mulheres dos filmes, como se as personagens mulheres não fossem capaz de criar seu pensamento feminista.

Filme: Deslize

O filme, acaba tendo uma pegada muito machista, o roteiro não tem muita profundidade, os personagens também não são profundos e não criam um vinculo com quem ta assistindo, porem tem algumas cenas engraçadas.
Olha, só assistindo pra ver o que eu estou falando, sem contar que o final do filme não é lá aquelas coisas… Se for fã do Noah, vai gostar e vai se divertir em ver ele fazendo um papel de um babaca.


Eu espero que tenham gostado da lista, dessa semana, como já sabem, semana que vem tem mais listas!

Beijinhos da Mila!
Gratidão!

Fanfic: Colega de Quarto (Part.11)

Olá minhas Luas, eu sei, vocês estavam esperando a continuação, nem demorou pra chegar. Aproveitem a continuação de hoje!

Pra quem ainda não leu o Capítulo 1 e os outros capítulos, vou deixar o link aqui em baixo:
Capítulo 1: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 2: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 3: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 4: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 5: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 6: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 7: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 8: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 9: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 10: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.

Boa Leitura!


(Capítulo 11)

•ERROS

Lariesce Grace.

Apertei os olhos, meu corpo todo estremeceu. Estava sem reação.
Cass parou de me beijar imediatamente.

-O que significa isso, Lariesce? -Perguntou assustada.

Não sabia o que fazer, o que dizer, eu só queria sumir.
Cass estava perplexa, ela não piscava.

-Me responde! -Gritou.

Cass entrou no meio e tentou explicar tudo.

-Foi apenas um impulso, isso nunca havia acontecido antes. -Falou com a voz trêmula.

Minha mãe ficou em silêncio, imóvel.
Estava com muito medo, não sabia o que fazer. Eu só queria sumir.

-Vamos, Lariesce… Eu já tomei minha decisão. -Falou puxando meu braço.

Tentei não ir, mas eu sinto que dessa vez eu precisava. Estava culpada, me sentindo envergonhada, isso é muito novo pra mim.

-Cass… -Falei saindo.

Ela me olhou com os olhos cheios de lágrimas, seu nariz ficou levemente avermelhado, ela estava prestes á desabar. Fomos em direção a secretaria da escola, a mãe da Cass estava sentada, assinando uns papéis.

-Samantha, preciso falar com você a respeito da sua filha. -Falou.

Ela continuou escrevendo. Minha mãe estava impaciente.

-Sim, pode dizer. -Falou.

Olhei ao redor e vi Cass sentada do lado de fora da sala, de cabeça baixa, com as mãos no cabelo. Meu coração estava ali, todo com ela. Minha mãe tagarelava e a Samantha só desdenhava, como se não se importasse nem um pouquinho.

-Eu não quero mais a sua filha perto da Lariesce. -Falou batendo na mesa.

Comecei a chorar, estava destruída, confusa, com medo. Não sabia o que fazer, tudo doía tanto.
A mãe da Cass levantou a cabeça e tomou um gole d’água.

-O problema todo é a Cassie ser lésbica? -Perguntou.

Minha mãe ficou sem reação, suas pupilas dilataram e ela engoliu seco.

-Não, mas é claro que não! Eu não tenho preconceito algum, mas acontece que não acho isso normal. Elas dividem o mesmo quarto, isso aqui era pra ser um local de estudo, não de perversão. -Falou.

Eu só conseguia sentir vergonha de cada palavra. Nunca imaginei que ela fosse capaz de dizer coisas tão fúteis.
Samantha levantou-se e arrumou o cabelo.

-Meu bem… A Cassie continua sendo uma garota e aqui é um colégio interno, consequentemente ela vai ter que dividir o quarto com alguma outra garota. Dividir o quarto com a sua filha foi uma consequência e eu tenho certeza que a Cassie não obrigou ninguém a ficar com ela. -Falou.

Confesso que estava gostando muito da mãe dela. E por outro lado, estava tentando entender como ela e a Cass não se dão bem.

A coordenadora chegou e interrompeu o possível início de uma discussão.

-Algum problema? -Perguntou.

Minha mãe estava furiosa.

-Não, nenhum! Quero tirar a Lariesce do internato. -Falou.

Comecei a chorar, eu não queria que tudo terminasse assim, eu a amava… Olhei pra Samantha e ela fez um sinal com a mão, pedindo pra manter a calma.

-Não é necessário, Margareth… Vamos entrar em um acordo. -Falou.

Minha mãe parecia irredutível. Olhei pra trás e vi Cassie sentando-se ao lado da mãe dela. Estava prestes a surtar e sair correndo novamente com ela.

-Também não vejo necessidade. É só mudar as meninas de quarto. -Falou interrompendo.

Cass me olhou assustada. Por um lado era terrível pensar que teria que me adaptar a outros hábitos, fora que não iria ter a mesma liberdade e nem uma caminha pra pular quando estivesse carente, mas por outro, era isso ou ir embora de vez.

-Eu não sei se é uma boa idéia. -Falou.

A coordenadora ficou em silêncio organizando uns papéis.

-Bom… tudo bem. Ela fica, porém, a escola vai me prometer que elas vão ter o mínimo de contato possível. -Falou.

Fiquei muito nervosa.

-O que?! Isso é ridículo! Você realmente acha que vou me contaminar se manter contato com ela? Pois bem, saiba que já estou contaminada se é assim. -Falei num fôlego só.

Todos me olharam surpresos.

-Eu acho isso tudo um absurdo. -Samantha falou.

-É isso ou nada, Lariesce. Estou fazendo isso não por preconceito, mas por cautela. As duas já se meteram em confusão demais e eu não acho isso natural. -Falou.

Tudo ficou em silêncio.

-É isso então? -Perguntou.

Todos concordaram. A mãe de Cass assinou os papéis e novamente tudo saiu do jeito que a minha mãe queria. Estava muito triste, não fazia idéia do quanto iria sentir falta dela.

00

Após algum tempo, minha mãe foi embora e a mãe de Cass ficou no portão conversando com ela. Estava feliz por ver que elas estavam se entendendo.
Voltei pro quarto pra arrumar minhas coisas, dobrei cada peça de roupa em prantos.
Cassie abriu a porta e ficou me observando.

-Lari? Queria poder fugir sempre que as coisas dessem errado. -Falou.

Olhei pra trás e meu coração acelerou.

-É… eu também. -Falei levantando.

Cassie se aproximou e ficamos cara a cara.

-Não quero que mude de quarto… Mas que droga. -Falou.

Fiquei cabisbaixa.

-E você acha que eu quero mudar? Eu nem sei o que vai ser daqui pra frente. E nem quero imaginar quem vai dormir nessa caminha do seu lado. -Falei.

Cass sorriu e acariciou meu rosto.

-Eu te amo. -Falou.

Meu corpo estremeceu. Senti seu coração acelerar, seus olhos brilhavam. Puta merda, eu a amo demais.
A beijei, nossos corpos pareciam sincronizados. Batemos com tudo na parede. Cass deslizou a mão pela fechadura e trancou a porta.
Sei que não deveríamos, mas já fizemos tantas merdas que… mais uma não iria fazer diferença.

-Lari… tem certeza? -Perguntou entre os beijos.

-É lógico. -Falei.

Ainda na parede terminei de tirar a sua roupa, o corpo dela era lindo, cada curva, cada traço. Desci a boca lentamente pela sua barriga, senti todo seu corpo se arrepiar. Senti sua mão pegar levemente nos meus cabelos, mas seus toques ficavam mais fortes, seus gemidos ecoavam por todo quarto. Suas unhas estavam fincadas nos meus ombros. Seu gosto, seu cheiro, de alguma forma me deixavam em êxtase.

00

Dormimos na cama de Cass, grudadas. Acordei primeiro que ela dessa vez e fiquei observando seu corpo nu, cada curva, cada dobrinha. Beijei suas costas e ela acordou em seguida.

-Eu te amo. -Falou me beijando.

Fiquei sem reação, eu tinha total certeza de que a amava, mas nunca tinha tomado coragem pra dizer. Meu corpo ficou paralisado, o frio na barriga me consumiu.

-Eu te amo demais, Cassie. -Falei.

Pude sentir seu coração acelerar e suas pupilas dilatarem.

-Eu não sei como estamos vivas depois desses dois meses. -Falei rindo.

Cassie sorriu.
Dentre as coisas que mais gostava em Cass, uma delas era a maneira como ela sorri, como seus olhos diminuem e suas bochechas ficam coradas.

-É… Nem eu. -Falou pensativa. -Você é confusão na certa também, viu? -Falou.

Fiquei surpresa.

-É? Ou é você que consegue transformar a monotonia em caos? -Perguntei rindo.

Cassie deu risada. Ficamos em silêncio.

-Eu adorei o jeito que sua mãe te defendeu. -Falei. -Agora eu sei de onde vem teu jeito. -Falei acariciando seu rosto.

Cass se virou e encarou o teto.

-Ela nunca me julgou, sempre foi muito acolhedora. Meu padrasto corrompe ela e é por isso que não podemos morar no mesmo teto. -Falou.

Fiquei em silêncio.

-Eu não tenho raiva dele, nem dela… nem de ninguém. Acho que eu nasci pra viver sozinha. -Falou.

Suspirei.

-Sozinha? -Perguntei virando seu rosto novamente pra mim.

Cass sorriu e me beijou.

-Espera… Que horas são? -Perguntou.

Levantei ás pressas.

-A Lisa não veio te procurar e… Que estranho. -Falou.

Cassie levantou, colocou o uniforme e ajeitou o cabelo. Levantei logo em seguida e me vesti. Acho que perdemos a noção do tempo. Cass foi até a janela e abriu uma pequena fresta, tudo estava escuro.

-Já escureceu é melhor a gente ir. -Falou.

Coloquei as roupas dobradas na bolsa e sai. Cass puxou meu braço e me beijou, meu corpo estremeceu.

-Vou sentir sua falta. -Falou.

Sorri e acariciei seu rosto. Fechei a porta do quarto e respirei fundo.

-Vamos na Lisa? Preciso saber onde é meu novo quarto. -Perguntei.

-É melhor não darmos motivo, aparecer juntas depois de tanto tempo pode dar problema. -Falou.

-Tudo bem, você tem razão. -Falei.

Ficamos paradas nos encarando, até que decidi ir.
Entregar a chave do quarto pra
Lisa vai ser péssimo. Vi alguns garotos me encarando e umas meninas cochichando, tentei não ligar, mas eu realmente queria entender o motivo.
Finalmente cheguei à sala da Lisa, bati e ela gritou um: “Entra!”.

-O que foi, Lariesce? -Perguntou.

A Lisa sempre foi muito carismática e por algum motivo estava emburrada e falando pouco.

-Eu vim entregar a chave do quarto e pegar a nova chave. -Falei.

Lisa continuou digitando bruscamente.

-Ok, só um minuto. -Falou.

Estava agoniada, primeiro pelos burburinhos no corredor e agora esse total mau humor.

-Não temos vaga então só iremos realocar você. -Falou.

Fiquei desesperada.

-Mas eu sei que tem quartos vazios. -Falei.

Ela desdenhou.

-Lariesce… Eu sei disso, eu também estudo aqui. O fato é que ninguém pode ficar sozinho, são regras. -Falou. -Você vai ficar no quarto B2-17 com a Chloe Brooke.
-Falou me entregando a chave.

Estava trêmula e com vergonha, novamente estou passando por essa situação desagradável de invadir o espaço de alguém.

-Obrigada. -Falei.

Lisa me encarou e balbuciou algo em tom inaudível. Meu quarto ficava bem distante do quarto da Cass, apesar de estarmos no mesmo bloco.
Vi uma movimentação estranha e uma garota com umas malas, tenho quase certeza que é a nova colega da Cass.
Fui andando até o novo quarto e a Chloe me olhou enfurecida.

-Oi. -Falei entrando.

Ela nem fez questão de me responder, eu também ficaria puta se me afastassem da minha amiga, eu até entendo. Aliás, estão me afastando da minha namorada e nem por isso estou tão revoltada.
Coloquei minhas coisas na cama e comecei a organizar tudo. Acho que os dias vão ser longos.

-Como você consegue? -Perguntou.

Fiquei em silêncio, mas estava me coçando pra não perguntar o motivo.

-Você foi uma das piores pessoas que já entraram aqui. Qual seu intuito? Fechar esse lugar? -Perguntou.

Continuei organizando tudo e tentando ignora-la, estava começando a ficar sem paciência.

-Vai se foder! -Falou me atirando uma almofada.

Me virei e devolvi a almofada.

-Você não me conhece e eu não te conheço, não é me indagando desse jeito que vamos manter uma relação no mínimo respeitosa. -Falei com o tom elevado.

Ela me olhou surpresa e deu um sorriso sarcástico.

-Eu não quero ter relação alguma com você, todo mundo sabe do caso que você tem com aquela sapatão, espero que você não tente fazer nada comigo. -Falou.

Eu não estava acreditando no que estava ouvindo… Como ela consegue falar tanta merda em tão pouco tempo? Essa visão preconceituosa é um tanto burra, eles agem como se nós não tivéssemos controle dos nossos desejos.

-Fica tranquila, meu amor! Você nem é tão bonita assim. Ah, e sobre a “sapatão” e eu, ninguém tem porra nenhuma com isso. -Falei.

Ela ficou em silêncio me encarando. Continuei a organizar minhas coisas, estava quase voando em cima dessa garota.

-Nojenta. -Balbuciou.

Respirei fundo e decidi ignorar. Deitei e fiquei ouvindo música. Olhei o horário e estava na hora do jantar. O dia simplesmente voou.
Me arrumei e pro refeitório. As amigas da Chloe estavam na porta e me devoraram com os olhos. Fui em direção ao quarto da Cass e a vi saindo com a nova colega de quarto dela, acho que elas se deram bem. Confesso que fiquei um pouco mexida. Dei meia volta e fui em direção ao refeitório.
O cardápio de hoje é macarronada, bem digerível até. Fiquei aguardando na fila e tentando achar Cass no meio das pessoas. Peguei uma bandeja e fui sentar no lugar de sempre, atrás da lixeira.
Vi August e ele sorriu pra mim, torci pra ele vir comer comigo e por sorte ele veio em minha direção.

-E aí! Meu Deus, eu te venero. -Falou sentando-se.

Dei um sorriso.

-Só você, o resto desse lugar me odeia. -Falei comendo.

August riu.

-O pessoal se acostuma com o tempo, fiz até algumas amizades. -Falou.

Fiquei admirada, ele parecia outra pessoa.

-Fez é? -Perguntei.

Ele sorriu.

-Sim, você e meu colega de quarto que é um porco. -Falou rindo.

-Sendo assim, também fiz ótimos amigos. -Falei rindo.

Vi Cass e tentei fazer contato visual, acho que ela não me viu.

-Está procurando a Cassie? -Perguntou.

Fui seguindo seus passos com os olhos e ela sentou-se com a nova menina e outras pessoas. Comecei a ficar aborrecida.

-Ela está andando com a Nancy? -Perguntou arqueando a sobrancelha.

-Pelo visto… Por que? -Perguntei.

August ficou em silêncio.

-Por que? -Falei batendo na mesa.

August riu.

-Porque a Nancy já teve um caso com ela. -Falou.

Meu coração acelerou e minha mão ficou gelada. Eu não costumava ser ciumenta, mas dessa vez eu estava prestes a surtar.

-Ei, Lari! Calma… Isso não quer dizer nada, ok? -Falou pegando no meu braço.

Eu perdi a fome e a insegurança me consumiu. Sei que pode ser exagero, mas estou extremamente incomodada. Tentei encara-la, até que ela me viu e sorriu. Tentei conter minha cara emburrada e sorri de volta. Li seus lábios e ela pediu para nos encontrarmos atrás do banheiro principal. As duas levantaram e foram no maior papo pra algum lugar que eu não faço ideia. Estava com um ciúme que nunca havia sentido antes e o pior de tudo é saber que elas já tiveram algo. Acho que estava exagerando, ou sei lá, só precisava conversar com Cass e dizer o que estava sentindo.

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Eu espero que tenham gostado da continuação de hoje, não se esqueçam semana que vem tem outro capítulo e por ai vai, toda semana um capítulo novo.

Beijos da Mila!
Gratidão!

Até o próximo capítulo!

O Dia do Amanhã – Capítulo 2

Ola bom dia, Boa tarde, noite ou madrugada ❤❤

Sejam todos muito bem vindos a mais um capitulo, eu espero muito que vocês gostem.
Teremos capítulos aos sábados e eu espero ver vocês por aqui.

Antes de começarem a leitura, eu vou deixar o link com a capa do livro e a sinopse, pra quem quiser da uma olhadinha antes de começar ler o livro.

LINK: O novo Livro do Blog – O Dia do Amanhã.

Eu também vou deixar o link dos capítulos que já foram postados!

LINK 1: O Dia do Amanhã – (Capitulo 1)

Espero que gostem, tenham todos uma boa leitura.


O Dia do Amanhã

Capítulo II


O Encontro

A frase fez a mesma parar, ela não ousou mover um músculo, sua vida era preciosa de mais para acabar dessa maneira, com os cantos dos olhos ela viu o homem parado ao seu lado esquerdo, bem mais alto que ela coisa de uns quinze centímetros, branco com os cabelos negros, fazendo um contraste perfeito, o corpo pelo que pode perceber era forte, ombros largos e maxilar marcado, nariz fino e boca levemente carnuda com um leve tom de rosa, havia um corte no canto da mesma lhe mostrando que ele passou apuros ante de estar ali, só então olhou nos seus olhos ônix, parecia duas pedras de tão frio que eram.

Segurava a arma com força e de modo correto, ele com toda a certeza sabia o que estava fazendo, o cano frio em sua cabeça lhe deixava nervosa, não havia morrido para aquelas coisas que estava lá fora, mais acabaria morrendo ali, por uma pessoa que tinha plena consciência do que fazia. Ele afasta o cano de sua cabeça e seguiu para frente da mesma, em nenhum segundo tirou os olhos dos dela, assim que estava a sua frente começou a se aproximar.

O medo começou a consumi-la, querendo ou não ela ainda era uma mulher e ele um homem com uma arma apontada para sua cabeça, podia fazer o que bem entendesse com ela, se assim deseja-se. Ela estava ofegante e a cada centímetro que ele se aproximava a deixava ainda mais aterrorizada, as lágrimas queriam cair, mas ela não passaria esse vexame na frente de um estranho, não mostraria o medo que ela estava sentindo, não deixaria que ele a viesse assim tão fragilizada.

– Coloque a faca em cima da mesa – Sua frase assim como a outra soava fria, mostrava que era ele que estava no controle. Andou lentamente até a mesa fazendo o que ele havia mandado – Encosta na parede – Curto e grosso, isso estava a deixando irritada, se ele ia a matar fizesse logo, ela queria conversa com ele, negociar sua vida.

Assim que encostou na parede sentiu a mão dele em seu corpo, fechou olhos e esperava pelo que vinha a seguir. Mais para sua surpresa o toque do mesmo não era nem um pouco indecente ou com segundas intenção, estava mais para bruto, e foi então que entendeu, ele estava a revistando. Passou a mão por seus braços, pernas e troco para só então a virar.

– Qual o seu nome – Ele havia se afastado e baixado a arma, ela já não era mais uma ameaça não daquele modo, sem armas ou facas.

Quando a mesma iria responder a porta da casa foi aberta e por ela passou um homem loiro aparentava ter seus vintes anos, assim como o moreno ele era alto com porte atlético, os olhos azuis pareciam duas safiras e faziam um ótimo conjunto junto com os lábios finos e o nariz aristocrático, as bochechas rosadas mostravam que ele havia corrido a poucos minutos atrás, mas o sorriso abeto exalava uma felicidade contagiante. Em sua mão estava Mid, a provável causa das bochechas rosadas, que tentava a todo o custo se livrar do aperto que o loiro o dava, mas assim que a viu parou de tentar se livrar e começou a chorar, fazendo o coração da mesma aperta.

  – Por favor solta ele – A mesma pediu olhando no fundo dos olhos azul piscina do loiro, seu tom era brando e agonizante, os olhos estavam com lágrimas, seus dentes mordiam o lábio inferior com tanta força que já começava a sentir o gosto de sangue, o loiro apenas a encarava como se estivesse lembrando de algo, o bichano fazia cada vez um som mais alto, ela estava preste a implorar novamente, quando o loiro colocou o felino com todo o cuidado no chão, o mesmo assim que sentiu suas patas tocar o assoalho saiu em seu encontro a si, se enroscando em suas pernas. Antes mesmo que ela pode-se agradecer o moreno voltou a perguntar

– Qual o seu nome? – Ao voltar a sua tenção para o moreno, ela viu seu rosto sério e frio, ele lhe deva medo, ele andou calmamente até o loiro que estava do outro lado do cômodo, assim que estavam um do lado do outro ela pode ver a diferença dos dois. O moreno era um pouco mais alto que o loiro e seu rosto estava sempre sério, ele a olhava como se ela fosse uma ameaça e que a qualquer minuto iria retirar uma arma e matá-lo. Já o loiro estava com um sorriso de canto e um olhar amoroso e reconfortante, provavelmente ele não a via como uma ameaça, apenas como a menina assustada.

– Cherry – Sua voz saiu baixa e trêmula mostrando quanto medo ela estava, sua vida estava em jogo e ela não estava disposta a morrer pra nada que não fosse aquelas coisas lá fora, os dois se entreolharam e o loiro deu um passo à frente para poder interagir com ela, mas antes mesmo que ele abrisse a boca ela resolveu intervir – Eu só quero ir embora, prometo que saio pela aquela porta e vocês nunca mais vão me ver, só por favor não me machuque – A última frase fez os dois se espantarem.

Não tinha medo dos zumbis lá fora, já havia matados tantos deles que se não fosse uma horda não tinha motivo para tal ato, porém conhecia a crueldade dos humanos, quando tudo aconteceu fez o lado mais perverso dos humanos serem aflorados, tinha plena noção disso, o loiro chegou até a mesa onde estava a faca e a pegou, o coração da jovem parou e sua vida passou diante de seus olhos, se ela iria morrer ali e ela não queria ver.

Começou a lembrar de todos que morreram, seus amigos, sua família, e Caleb… Haviam sacrificado tudo por si, deram sua vida por ela, seu coração sangrou só de pensa como ele estaria agora, ela iria morrer e se juntaria e a todos que mais amava e esperava do fundo do seu coração que eles não ficassem bravos com ela por estar sendo fraca.

– Meu nome é Brian e aquele é o Trevor – Ele parou poucos centímetros de si, sentia o calor de seu corpo, de olhos fechados, sentiu ele pegar sua mão direita, ele realmente era quente muito quente – E ninguém vai te machuca – Sua frase tirou um peso enorme de seus ombros, as esmeraldinos abriram focando suas mãos juntas, ele abriu sua mão e colocou a faca na mesma antes de fecha-la novamente – Me conte sua história pequena.

Continua…


TAARAAMMMMMM
Esse foi o capitulo dessa semana, eu espero que vocês tenham conseguido idealizar como são os meninos, eles são fisicamente.
qualquer duvida é só falar, lembrando que criticas construtivas são sempre muito bem vindas.

Kiss de Cereja, vejo vocês na próxima.

Eu não sei o que eu sinto, só estou incômodada, com a nossa história inacabada.


Você me magoou, ao ponto de eu não conseguir escrever nada sobre você, muito menos, escrever algo sobre nós. 

Todos me dizem, que eu devo lhe esquecer.  
Dizem, que a minha vida eu devo seguir.  
Alguns, dizem que eu devo deixar você amadurecer.  
Já me disseram, que uma hora você iria perceber, até mesmo se arrepender.  
Todos esses conselhos, um dia vão me fazer enlouquecer, porque quando se trata de você, eu não sei o que fazer. 

Andávamos juntas e de mãos dadas, pra lá e pra cá.  
Eu lhe me mandava mensagem, dizendo: vem cá.  
Éramos grudadas, feito cola.
Eu ia na sua casa e você na minha, nos tratavamos feito namoradas.  
Você era o meu Pudimzinho e eu a sua Maluquinha.
A nossa loucura combinava.  
A lembrança do seu sorriso, até hoje ilumina o meu dia.  
Eu te chamava de melhor amiga, aliás o que você fez com ela? 

Íamos no shopping, entravamos em diversas lojas, não saiamos sem comprar blusinhas iguais, também comprávamos coxinha e Coca-Cola.  
Assistíamos um filme de terror no cinema ou debaixo das cobertas, sempre deitadas na minha cama.  
Juntas, voávamos alto, feito duas gaivotas.  
Vivemos, choramos, nos abraçamos, riamos até o amanhecer, 
demos os melhores roles.  
Madrugada de Void, muita cachaça, eu te passava o baseado, soltavamos fumaça pra todo lado.
Gritavamos alto, pro mundo inteiro saber:  
Somos Best Friends Forever.  
De novo, o que você fez com a minha melhor amiga? 

Eu não sabia descrever o que sentia por você e muito menos você por mim.
E agora, eu não sei a razão de estar escrevendo tudo isso. 

Me vem na memória, todas às lembranças mais aleatórias sobre nós duas.  
Lembranças, que eu nunca vou poder rimar.  
Um resumo sobre nós: uma declaração de amor, um selinho, estação de trem e metrô, nós duas andando pelos corredores da estação, muita troca de olhares e sorrisos envergonhados, um Uber e verdades foram ditas.  
Depois, muita cachaça e maconha, um beijo triplo, o nosso primeiro beijo com direito a plateia e mais e mais declarações…  
Tudo isso pra quê? Pra te ver partir? 

Naquela merda de mensagem, você me disse: “eu também gosto de você, se eu pudesse em jogaria tudo pro alto e ficava com você, eu nunca vou te deixar, você não vai me perder.”  
No final, eu perdi.  
Você não disse, mas a sua ação disse por você:  
“Eu não vou poder te escolher.”  
Com seu ex, você voltou.  
Você errou.  
Porque, eu nunca precisei que me escolhesse, precisava que fosse a minha melhor amiga. Mas que merda, o que você fez com ela? 

Não tomávamos Red Bull, mas nossas asas voavam alto, sem parar.  
Me diz: você parou de me amar? Senão, porque me deixou sozinha, voando até agora. 

Eu pensei que escrever sobre você, fosse ajudar aliviar a falta que eu sinto. 
Escrevo, escrevo e as palavras nunca bastam 
Eu não sei o que eu sinto, só estou incomodada, com a nossa história inacabada. 
Essa dor, só vai diminuir, na hora que eu te encontrar 
E dizer tudo que está entalado na garganta. 
Mas a vida anda e talvez eu nunca diga nada. 

Eu fico pra lá e pra cá, na minha vida eu tento me concentrar. 
Já procurei motivos pra essa história toda acabar. 
Eu não sei a razão, pra ainda querer uma solução. 
Eu não consigo acreditar… 
Talvez eu queira, uma simples resposta pro meu coração. 
Eu ficava assustada e sem chão, você sempre estava lá.
Guiava o meu caminho com a sua luz, sempre me salvando da escuridão 
Eu me lembro de sermos luz uma pra outra. 
Você era o meu abrigo nos dias de tempestade, você nunca me deixava sozinha e muito menos na mão. 

Como eu queria te dizer tudo o que eu sinto. 
Quando se trata de nós duas, eu entro em um abismo de sentimentos. 
Eu sinto a sua falta, você deixou a sua marca na minha alma. 
Eu imagino como você está, se se sente sozinha. 
Eu sempre lhe desejo, dias de alegria. 
Detesto saber que está triste. 
Odeio mais ainda, ler que está se despedindo aos poucos. 
Já estou na décima estrofe e não escrevi suficiente. 
Eu preciso encerrar essa escrita, mas antes eu preciso te lembrar de uma coisa: 

Todas as vezes que se sentir sozinha e insuficiente. 
Se lembre: pra mim, você sempre foi mais que suficiente. 
Se você se sentir, perdida, confusa, pedindo socorro, com o coração sangrando. 
Não se esqueça, que eu também sei como é sentir tudo se desmoronando. 
Então, nunca se esqueça, você sempre pode vim pegar na minha mão. 
Não importa como as coisas acabaram, 
eu sempre vou te levar no meu coração. 
Quando se sentir destruída, sozinha, com frio, sem saber pra onde ir 
se afogado no mar, sem ninguém pra te abraçar.
Você sabe onde me encontrar, nos meus braços você pode se abrigar 
Pode ter certeza, que em mim você pode confiar.
Nunca lhe dei motivos pra desconfiar, eu nunca vou te decepcionar, 
Se lembra quando eu lhe disse: “para sempre.” 
Eu nunca brinquei, eu quis dizer para sempre de verdade, pra toda eternidade. 
Eu sempre vou estar por aqui, você sabe onde me encontrar. 
Não desista, me leve no seu coração. 
Eu sempre vou poder ser encontrada por você. 
Eu sempre vou te puxar do fundo do mar. 
Eu nunca vou te deixar partir. 
Eu vou te iluminar na escuridão.
Porque eu sou uma guerreira, já me despedacei antes, 
estou sempre em prontidão, com minha espada e escudo na mão .
Eu sempre vou lhe estender a mão. 
Não desista, me leve no seu coração. 
Pois, sempre será o seu coração, que vai te guiar de volta pra mim. 
Quando precisar, eu estarei aqui 
Não hesite em me procurar, sempre estarei esperando. 
Você, sempre saberá o caminho pra me encontrar. 
Sempre será a minha Pudim. 

Se precisar, não ouse esquecer 
Você sempre saberá onde me encontrar. 

Autora: Milena Alves (Mila)


Normalmente, quando eu escrevo meus rabiscos, poesias, textos, como vocês estão cansados de saber, eu não dou rotulo para os meus textos, mas continuando o que eu quero falar…

Escrever esse texto, foi muito difícil, foi o texto mais doloroso que eu já escrevi, nunca imaginei que eu fosse postar esse texto, mas sabia que um dia iria postar pra você e por vocês, pois esse texto é sobre amizade, sobre coisas que dão certo e que dão errado, coisas que começam e acabam, sobre sentimentos sinceros e inacabados, sobre coisas que não tem o nosso controle, é um texto sobre amor, pode ter certeza, que tem muito amor, mas também um texto de auto conhecimento, um texto sobre a liberdade de perder… Tipo um adeus, mas sem dizer adeus, entende? Sabe quando seus pais resolvem se mudar de casa, bairro ou cidade e você não quer ir de jeito nenhum? Você chega a dar adeus aos seus amigos, mas dizendo que não vai embora pra sempre e que em breve vai voltar? Eu não sei se vocês já tiveram essa experiência, mas eu já e muitas vezes, eu sempre me mudei de casa, cidade ou bairro, meus pais sempre se mudaram e olha que eles não são ciganos, eles realmente gostam dessa vida de mudança. Mas, assim como eu mudei de casa varias vezes, em uma dessas mudanças eu cheguei a morar em bairros ou casas que já havia morado antes, não era igual antes, mas era melhor, que aquecia o meu coraçãozinho… Eu sei que viajei nessa história e exemplo… Mas o que eu quero dizer, é que pessoas chegam na nossa vida e marcam pra sempre e quando vão embora, marcam mais ainda, não importa o motivo, se aquela pessoa era importante, se ela foi embora, sendo que o seu desejo era que ela ficasse, realmente vai doer, mas não vai doer pra sempre, vai ter altos e baixos, não reprima seus sentimentos, se quer chorar? chore, se sente falta? Então, sinta, se puder dizer que sente falta, então diga, não tenha medo de sofrer e de sentir o que está sentindo, não esconda seus sentimentos, só porque fulano não sabe assumir o que sente e fica pagando de superado, fazendo aquele jogo: “eu me importo menos que você.” Fala sério, isso é ridículo! Seja sincero com você e com seus sentimentos, sinta tudo que tiver que sentir, não tenha medo porque só assim você encontrar formas de superar, eu sei, estou dizendo muitas coisas, pois eu sou uma dessas pessoas, que está dando tempo ao tempo, e realmente, as coisas estão melhorando, cheia dos altos e baixos, mas bem. Mas sendo mais direta, o que realmente quero dizer, não guarde rancor de pessoas que te magoaram, de pessoas que fizeram você rir muitas vezes e que secou a suas lagrimas e te aqueceu quando mais precisou, seja grato, seja aberto, não se culpe e perdoe você e aquela pessoa que se foi, porque a certeza que eu tenho é que algumas pessoas são como pássaros, você deixa voar, voar bem alto e pra bem longe e talvez, mas só talvez ela não se esqueça o caminho de volta pra casa e saiba onde te encontrar, mas se caso o pássaro não voltar? Bom, eu ainda não sei essa resposta, mas acredito que se caso o pássaro não volte, você já nem esteja mais esperando ou nem morando no mesmo endereço… Ou um novo pássaro, chega cantando em sua porta.

Eu nunca deixo uma nota em baixo dos meus textos, muito menos explicando o porque desses sentimentos, mas esse texto é importante pra mim, porque eu quero que ele seja luz, pra todas vocês que lerem esse texto, pra que saibam que nunca estão sozinhas, para que envie esse texto pra aquela pessoa amada que está sempre com você, para que esse texto te lembre que quando se sentir só e que tudo está perdido, vocês sabem onde me encontrar, sabem que do outro lado da tela eu mesma, a famosa Mila, vai estar esperando por vocês e no mesmo endereço.

Se cuidem e não desistam nunca! Você não está sozinho!
Beijos da Mila!
Gratidão!

5 filmes pra assistir na Netflix!

Minhas Luas, vocês vão enjoar de tanta lista de filmes e séries que vão sair, uma vez por semana eu vou postar uma lista de filmes ou séries que eu já assisti ou estou assistindo.

Eu também, estou organizado crítica exclusiva de alguns filmes, lista de livros e resenhas, me aguardem!

Eu espero que gostem da lista de hoje!

1 – O Outro Pai

Filme: O Outro Pai

Sinopse:
Sara (Blanca Suárez), Lucía (Macarena García), Sofía (Amaia Salamanca) e Claudia (Belén Cuesta) são quatro irmãs com personalidades completamente diferentes. Quando sua mãe morre, elas descobrem que o homem que chamaram de pai sua vida toda na verdade não é seu pai biológico. Com suas vidas viradas de cabeça para baixo da noite para o dia, elas se unem e embarcam em uma jornada em busca de suas origens.

Cenas do filme: O Outro Pai

Quem me acompanha, sabe que eu adoro a atriz Blanca Suárez, além desse filme sensacional, ela ainda está no elenco de Ás Telefonista, uma série Original Netflix, eu amo essa série e já indiquei ela pra vocês. Mas focando no filme O Outro Pai, a sua atuação foi impecável e das outras atrizes: Marcarena García, Amaia Salamanca e Belén Cuesta, fizeram uma atuação incrível.

Cenas do filme: O Outro Pai

Na história elas são irmãs e totalmente diferentes uma da outra, a relação entre elas é instável, no decorrer da história ela embarcam numa aventura em busca do seu pai biológico, o tempo que elas passam juntas, ela acomeçam a aproximar, elas começam a se descobrir, a se aceitar, a darem muitas risadas e entender mais sobre o relacionamento com as pessoas, já que todas elas são cheias de conflitos e problemas pessoais. O filme, o tempo todo rende ótimas risadas, eu e meu namorado adoramos o filme, eu espero que vocês também gostem!


2 – Ana e Vitória

Filme: Ana e Vitória

Sinopse:
Rio de Janeiro. Ana (Ana Caetano) e Vitória (Vitória Falcão) já haviam até mesmo estudado juntas, mas apenas se aproximam de fato em uma festa realizada muito longe de sua cidade natal, a pequena Araguaína, no Tocantins. Após se apresentar na festa, Ana fica impressionada com a informal cantoria de Vitória, em uma rodinha de violão. Logo surge a ideia de gravarem algo juntos, que rapidamente explode na internet e chama a atenção do produtor Felipe Simas (Bruce Gomlevsky). A fama repentina as traz de volta ao Rio de Janeiro, para um show transmitido pela internet e a produção de seu primeiro CD.

Filme: Ana e Vitória

Eu chorei horrores com esse filme, a tilha sonora acabava comigo, a voz dessas duas tem uma perfeição incrível, não sei explicar o quanto eu achei esse filme sensacional, ainda mais se tratando de cinebiografia, me surpreendeu muito, o filme é feito com toque suave, com ângulos de câmera que contam a história de uma forma mais sensível, ao mesmo tempo muito real e muito fictício, mas não deixa de ser um filme sincero e cheio de sentimentos se passando pelas lentes da câmera, tudo se encaixa perfeitamente.

Cenas do filme: Ana e Vitória

Não posso esquecer da representatividade LGBT+, sobre a representatividade dos relacionamentos abertos, sobre o Poliamor e o essencial como cada um desses relacionamentos passavam a mesma mensagem: o amor.

Filme: Ana e Vitória

A cada cena do filme, você sente o amor das duas pela músicas, pelos personagens em sua volta, pelos fãs, o amor das duas uma pela outra, o amor pela sua carreira, deixa bem claro que tudo que elas criam vem do mais puro amor, vem de sentimentos sinceros.


3 – Onde está segunda?

Filme: Onde está segunda?

Sinopse:
2073. O aumento crescente da população faz com que os recursos naturais da Terra se tornem cada vez mais escassos, especialmente após a América do Sul tornar-se um imenso deserto. A saída é investir em alimentos geneticamente modificados, de forma a ampliar a produção em um espaço físico cada vez mais limitado. Entretanto, tal iniciativa gera como efeito colateral o nascimento cada vez maior de gêmeos, o que aumenta ainda mais o problema da superpopulação. Neste contexto, Nicolette Cayman (Glenn Close) surge com uma proposta drástica: cada casal pode ter apenas um filho, e os irmãos são confinados em ambiente criogênico para serem despertados quando a situação do planeta estiver sob controle. Todos os países adotam esta proposta, com a criação de uma agência implacável que fiscaliza os cidadãos através de pulseiras eletrônicas. Apesar de tamanha vigilância, Terrence Settman (Willem Dafoe) consegue salvar a vida de suas sete netas fazendo com que elas se revezem nos dias da semana, de forma que todas assumam o codinome Karen Settman – o mesmo nome de sua mãe, que faleceu no parto. Trinta anos depois, as sete irmãs seguem esta rígida rotina até que uma delas, Segunda (Noomi Rapace), misteriosamente não retorna para casa.

Filme: Onde está segunda?

Bom, eu não sei explicar o quanto esse filme é bom, eu assisti com o meu namorado e adoramos. Eu não sei o que elogiar no filme, seja no roteiro, por mas que o roteiro deixe algumas pontas soltas, o roteirista conseguiu causar uma certa tensão e curiosidade pra saber sobre o universo da história, digamos que o roteirista ele contou tudo, mas não contou, deixou uns segredinhos pra gente imaginar, já nos diálogos dos personagens, eu adorei muito, amei os ângulos de câmera, a edição de efeitos especiais, mas especialmente, a atriz Noomi Rapace, com uma grande atuação, protagonizando 7 identidades diferentes, ela realmente mostrou a atriz da porra, que ela é!

Filme: Onde está segunda?

O filme te prende do começo ao fim, você fica presa nas sete personagens, totalmente idênticas, mas com personalidades totalmente diferentes, Noomi Rapace, conseguiu ser uma atriz original e mostrou todo o seu talento pra Netflix. As cenas de ação, é o que mais te prende, o filme tem uma tensão desde da primeira cena.

Filme: Onde está segunda?

Outra coisa, para os fãs da série Orphan Black, preciso nem dizer que vão adorar esse filme, já que tem uma grande semelhança com a série.
Então, não perca tempo e assista esse filme sensacional!


4 – Mistério do Mediterrâneo

Filme: Mistério do Mediterrâneo

Sinopse:
Nick Spitz (Adam Sandler) é um policial que há tempos tenta se tornar detetive, mas nunca consegue passar na prova para o cargo. Envergonhado, ele diz para sua esposa (Jennifer Aniston) que trabalha na função, pedindo ao melhor amigo que o ajude nesta mentira. Um dia, ao chegar em casa, Nick é cobrado por Audrey sobre a sonhada viagem à Europa, prometida quando eles se casaram, 15 anos atrás. Pressionado, ele diz que já havia arrumado tudo e, assim, os dois partem em viagem. Ainda no avião, Audrey conhece o milionário Charles Cavendish (Luke Evans), que os convida para um tour a Mônaco a bordo do navio de seu tio (Terence Stamp). O casal aceita a oferta, sem imaginar que estaria envolvido com a investigação em torno de um assassinato em pleno alto-mar.

Filme: Mistério do Mediterrâneo

Eu amei o filme, eu dei muita risada, eu e meu namorado adoramos, eu também amei ver o Adam Sandler e Jennifer Aniston atuado juntos novamente, eles formam um bela dupla nos filmes. Porém, o filme foi previsível demais pra mim, eu conseguia adivinhar as cenas, antes delas acontecerem, conseguia adivinhar o porque de cada personagem na história.

Filme: Mistério do Mediterrâneo

Esse filme, também me fazia lembrar de todos os filmes que o Adam Sandler participou, como se seguisse um padrão das suas obras anteriores. O roteiro é muito bem feito, primeiro ato, segundo ato, terceiro ato, segue um modelo direto, tem alguns ângulos de câmera bem legais, mas o que te prende são as palhaçadas do Adam Sandler e da Jennifer Aniston e as cenas de ação que ficaram sensacionais. Digamos, que esse filme é bem sessão da tarde, pra assistir com o namorado, com os amigos, com a família.


5 – Megarromântico

Filme: Megarromântico

Sinopse:
Natalie (Rebel Wilson) é uma jovem arquiteta bastante cética em relação ao amor, que se empenha para ser reconhecida por seu trabalho. Um dia, ao saltar do metrô, ela é assaltada em plena estação e, ao reagir, acaba batendo com a cabeça em uma pilastra. Ao despertar em um hospital, ela descobre que, misteriosamente, foi parar dentro de um filme de comédia romântica.

Filme: Megarromântico

Pra começar, desde do inicio do filme, você já começa dando risada, até porque não tem como não rir com os filmes que tem a participação da Rebel Wilson, ela é pura comédia, pelo menos pra mim.

Filme: Megarromântico

O guincho do filme, é quando a personagem principal Natalie começa a criticar os filmes de comédia romântica. Ela faz criticas, que tem muito sentido no mundo real dos filmes clichês, como: mulheres que brigam pelo homem ideal, o amigo gay que é tratado como um acessório, que serve pra ajudar a protagonista durante todo enredo do filme, cítica principalmente as protagonista que tropeça e cai com frequência, como se fosse o charme dela, pra chamar atenção dos homens, também critica e faz piadas a respeito da sua obesidade, como sabemos brincar consigo mesma é a característica da atriz Rebel Wilson.

Filme: Megarromântico

Além disso, a personagem Natalie também vive dentro de um clichê. Natalie, é a personagem com baixa autoestima, que tem relacionamentos fracassados e pensa que nunca vai ser amada pelo príncipe encantado, devido ao seu corpo físico.

Filme: Megarromântico

Eu não disse, o mais puro clichê, o Filme: Megarromântico, é uma critica construtiva e uma homenagem a todos os filmes clichês e musicais, já que esse filme também tem cenas de musicais.

Filme: Megarromântico

Esse filme, tem uma grande mensagem por trás, sobre o amor próprio, que todo mulher deve ter, assista o filme e capite a mensagem!


Eu espero que tenham gostado da lista de filmes de hoje, semana que vem tem mais.

Beijos da Mila!
Gratidão!

Até aproxima lista!

Tempo

Olá meus queridos, hoje não vim falar sobre contos, histórias, nem sobre mim.

Hoje vim falar sobre o tempo. Hoje parei para pensar sobre o tempo e gostaria de compartilhar meus pensamentos com vocês.

O tempo é como uma mãe, que é justa e bondosa, que sabe dar umas boas palmadas quando necessário, e logo depois te explica porque está levando essas palmadas.

Como uma mãe, por mais que te ame, ele não pode passa a mão na sua cabeça, ele vai fazer você sofrer sim, para aprender com seus erros e se possível com o de outros.

O tempo sempre está conosco, e tudo que você transmite, será devolvido a você, para alguns isso é um conforto e para outros uma terrível sentença.

A cada passo ele está nos observando, e no fim da vida, ele finalmente perguntará.

“Aprendeu agora?”


Um pequeno recado

Vou começar a postar apenas nas quartas feira

Têm sido bastante corrido e vai facilitar postar apenas na quarta, semana que vem vou postar mais um conto, e espero que gostem.

Aqui quem fala é a Porteira de Maquete beijos e arrivederci.

Gravidez De Risco: Todo Cuidado é Pouco

Hey, meus bailarinos de plantão.

Estamos chegando ao fim das publicações.

Resultado de imagem para gravidez de risco

Uma gravidez é considerada de risco quando após exames médicos o obstetra verifica que existe alguma probabilidade de ocorrer a doença ou morte da mãe ou do bebê durante a gravidez ou na hora do parto.

Quando é diagnosticada a gravidez de risco é importante seguir todas as orientações médicas, pode ser necessário ficar em casa de repouso estando a maior parte do dia sentada ou deitada e em alguns casos pode mesmo ser necessário o internamento no hospital.

SINTOMAS

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Durante a gravidez é frequente surgirem sintomas que provocam desconforto na mulher grávida como náuseas, enjoo, dificuldade em digerir os alimentos, prisão de ventre, dores nas costas, câimbras ou ir muitas vezes ao banheiro, por exemplo. Mas existem outros sintomas que podem indicar uma gravidez de risco como:

  • Sangramento pela vagina,
  • Contrações uterinas antes do tempo,
  • Verter fluído amniótico antes do tempo,
  • Não sentir o bebê se mexendo mais de um dia,
  • Vômitos e náuseas frequentes,
  • Tonturas e desmaios frequentes,
  • Dores ao urinar

PREVENÇÃO

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A prevenção deve ser iniciada por meio de avaliação e orientação pré-concepcional daquelas pacientes que estão em idade fértil. Dentre estes cuidados específicos, por exemplo, considerar:

  • idade materna
  • se gravidez espontânea ou de reprodução assistida
  • histórico obstétrico e sua evolução
  • histórico familiar de doenças hereditárias
  • existência atual de problemas clínicos maternos, avalia-los cuidadosamente e corrigi-los
  • prescrição do Ácido Fólico, 2-3 meses antes de engravidar
  • suspensão do fumo e do álcool

E o parto? Tem que ser cesárea?

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Na verdade todo o pré-natal é feito justamente para controlar os fatores de risco e garantir que a mulher tenha o parto normal se assim desejar

Os cuidados a ter na gravidez de risco envolvem repouso, alimentação equilibrada, ingerir os remédios e as orientações que o médico indicar.