Eu sou a nova escritora: Loh

Ola bom dia, boa tarde, noite ou madrugada, eu sou a Loh, a nova escritora do blog.

Na verdade Heloisa Luchtemberg (mas Loh é mais legal). Sou uma capricorniana que não tem nada de capricorniana, tenho 19 com jeito de uma criança de 8, apaixonada por psicologia e por histórias de ficção cientificas (Spoiler sobre o que vou escrever), gosto muito de anime também e jogos principalmente esses que tem uma puta historia ou então são de Battle royale e FPS.

Eu to muito feliz de estar postando minha historia aqui no blog, me sinto honrada a me unir a esse time com meninas tão incríveis (Obrigada mih ❤)
Bem é isso eu espero que vocês gostem do que eu escrevo e espero que me deem um feedback pois quero cada vez melhorar mais com a ajuda de vocês.

Estou ansiosa para começar a posta, Kiss de cereja vejo vocês numa próxima.

Hello – Euzinha de novo

P.S: não fui eu quem desenhou, mas eu adorei

Olá meus adoráveis leitores, gostaria de fazer um pedido especial, peço que comentem se estão gostando da estória, é de extrema importância para minha pessoinha saber o que estão achando do desenrolar da estória. Desde já agradeço.

Tenho também uma novidade que espero que gostem, semana passada, teve fim minha segunda estória, continuação desta que estão lendo e também já o enviei para minha ex- professora de português a corrija, estou ansiosa para saber o que vão achar da estória sobre um dos filhos de Conrado e Violeta, eu a escrevi com muito carinho e dedicação.

Logo irei iniciar o terceiro livro da Série Os Freitas, e prometo que será diferente das outras duas, no entanto, será feita com o mesmo amor que dediquei a ambos. Espero que estejam tão ansiosos como eu estou.

Aqui quem fala é a Porteira de Maquete beijos e arrivederci.

Um Nu no Corredor – Capitulo 38 – Série Os Freitas

Capitulo 38

 Violeta

Já se passou um mês e me sinto mais sozinha do que nunca, bem, nem tão sozinha, afinal, tenho meus meninos, que logo estarão aqui comigo, hoje é meu penúltimo ultrassom, me arrumo e ligo para Vicente, pedindo que chame um táxi para mim, Liza não tem passado muito tempo aqui, mas minha mãe vem me ver quase sempre, ela disse que estaria aqui para me acompanhar, mas está atrasada, ligo para ela e digo, assim que ela atende:

– Mãe? A senhora vai vir aqui para me acompanhar no ultrassom? – Ouço risos de longe e ela fala:

– Desculpa, meu anjo, mas não poderei ir, chegou visita e não vou poder sair, você me perdoa? – Respiro fundo e digo:

– Claro mãe, tenho que ir agora, te amo, qualquer coisa eu te ligo, beijos.

– Beijos filha, se cuida.

Não demorou muito eu cheguei no hospital, estava com um vestido alaranjado e óculos escuros, estava no início do outono as folhas estão em um tom  avermelhado, o vento está um pouco forte, e o sol um pouco quente, já passa dá uma da tarde, entro no hospital, vou para a ala da maternidade, passo pela ala de fisioterapia e vejo de relance o Conrado, apesar de ser a vizinha dele, quase não tenho saído do apartamento, ele está tão lindo, deixou a barba crescer um pouco e o cabelo está maior também, estremeci quando vi Isabela ao fundo junto com ele, respirei e continuei meu caminho, todo dia entro em contato com Anastácia para saber como ele está e se ele se lembrou de algo, mas ele não se lembra, e só me resta tentar seguir,  não posso forçá-lo a ficar comigo se ele nem sequer sabe quem eu sou, o médico disse que é melhor ele se lembrar sozinho e que não podemos contar, pois isso pode danificar as lembranças que permaneceram, então é isso…deixá-lo ir é a coisa mais difícil que  serei desafiada a fazer, além de criar nossos filhos. Assim que entro no consultório da médica ela conversa comigo e me pede para subir na maca para poder ver como estão os meninos, ela passa o gel na minha barriga e passa o aparelho, a imagem dos bebes aparecem no visor, ela então diz:

– Bom, aparentemente está tudo em ordem com eles… espera… eu estou ouvindo mais um coração, ai minha nossa! São três e não dois!  Perdoe-me, acredito que o terceiro estava atrás dos outros dois e seu coração bate no mesmo compasso que o de um deles , bom, é uma menina, parabéns! E novamente, perdoe-me pelo engano – espera!!!! Ela disse três? São três filhos, aí minha nossa, minha cara deve ter entregado meus pensamentos, pois ela logo limpou a minha barriga, pediu que eu descesse e continuou – É meio difícil isso acontecer, mas ela é menor do que os meninos, por isso, não a vimos desde o começo.

Eu aceno, depois de mais uns minutos me retiro do consultório e imediatamente ligo para Liza, que atende logo depois do segundo toque, não espero ela dizer nada e me apresso falando:

– São três, e não dois.

– O quê? Não entendi.

– São três bebes Elizabete! Eu estou grávida de trigêmeos – há um silêncio e do nada ela grita:

– AHHHHHH!!!!!! Sério?

– Sim. Tem como você vir me buscar aqui no hospital? Não sei se aguento ir sozinha – ela percebe o nervosismo em minha voz e se prontifica.

– Claro, estou com o Caleb, nós vamos aí te buscar, nos espere na recepção sentada, pede uma água com açúcar, e se acalma.

 – Está, tudo bem, vou esperar – assim que ela desliga vou para a recepção e espero sentada, bebo um pouco de água com açúcar.

Não demora muito Anastácia chega junto com Rick, ela se aproxima e me cumprimenta se senta ao meu lado e diz:

– Como você está? E os meninos? – Bom, ela é tia deles, mesmo que o Conrado não se lembre, respiro fundo e começo.

– São três, hoje descobri que são trigêmeos, é uma menina, ela é menor que os meninos, por isso, acabaram não percebendo no início – ela me olha meio atônita e abre um sorriso lindo me abraça forte e diz calmamente:

– Eu vou estar aqui para qualquer coisa estou muito feliz por você, sei que ele ainda não se lembra de você, mas certamente vai lembrar.

Eu respiro fundo  abaixo a cabeça e sorrio, quando eu levanto, vejo Liza entrando pela porta junto com Caleb,  vejo pelo canto do olho Conrado e Isabela se aproximando, viro meu rosto e os encaro , ela está com um ar de superioridade, de que ganhou e que eu estava errada, aquilo me deixou horrível, mas ao mesmo tempo com uma ira que não pude me controlar, levantei e fui na direção dela, dei um tapa tão forte e estalado que a deixou desnorteada, ela ia me devolver o tapa, mas Conrado segurou seu braço olhou para mim com certa raiva no olhar.

– Você está louca, senhorita? E você Isa? Bater em uma mulher grávida? Por qual motivo a senhorita agrediu minha noiva?

Noiva?…