Fanfic: Colega de Quarto (Part. 10)

Olá minhas Luas, eu sei que demorei pra postar a continuação, pois a autora da Fanfic, Lucilia Gomes, estava com a rotina bem corrida e acabou ficando ausente, mas nesse tempo ela escreveu mais capítulos, então tem muita coisa vindo por aí. Aguardem!

Pra quem ainda não leu o Capítulo 1 e os outros capítulos, vou deixar o link aqui em baixo:
Capítulo 1: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 2: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 3: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 4: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 5: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 6: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 7: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 8: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 9: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.

Boa Leitura!


(Capítulo 10)

Do outro lado.

August Peters •
[…]

Moro a quase um ano no Houston Intership, e acredite, sei todos os podres desse lugar.
Nunca quis criar vínculos aqui, nunca confiei nas pessoas o suficiente pra isso, apesar de ter alguns colegas, ainda me sinto sozinho. Isso aqui é quase sempre monótono, repetitivo e previsível, fazia bastante tempo que não entrava ninguém.
Certo dia estava voltando da biblioteca e notei uma movimentação estranha na recepção, a curiosidade me consumiu.
Fiquei tentando enxergar quem era, e era uma garota. Emburrada, insegura, desconfiada e não parecia estar nada confortável. Pra falar a verdade, ninguém aqui está, a gente só se acostuma.
Passou-se alguns dias e… o pessoal já havia cochichado todas sobre a nova menina, que quase sempre estava sozinha.
O pior disso tudo é… ela dividia o quarto com Cassie Migdton, a garota estranha que arruma encrenca com todo mundo.
Certa noite, em uma das nossas fugidas pro galpão que fica atrás do jardim, os moleques cismaram que deveriam jogar idéia pra garota nova, eles apostaram entrei si que a pegariam. Não queria ter me envolvido nisso, mas… eu também apostei. E foi por isso que me aproximei da Lariesce.
Os meninos se desesperaram e ficaram cada vez mais obcecados pela aposta. Ao conhecer a Lari, eu esqueci de todas as coisas, a amizade dela valia muito mais a pena, então me afastei. Ninguém sabe desse passado, assim como ninguém pode desconfiar que eu sabia do galpão esse tempo inteiro e que na verdade, sabia que eles iriam tentar pegar a Lariesce.
“Mas… O que a Cassie estava fazendo lá então?” A Cass foi uma isca.
Após o ocorrido decidi me afastar, a poeira precisava abaixar, até que… Vi Lariesce depois de algumas semanas, pulando a grade com a Cassie. Fiquei sem entender nada, mas mantive total sigilo.
Após um tempo, o alarme de quando um aluno desaparece tocou, e todos foram alertados que as duas fugiram.
Eu queria dizer que a vi, mas sabia que ela deveria ter seus motivos.

00

• Lariesce Grace.

[…]
Após um tempo, Cassie saiu do banheiro, e eu decidi ficar um tempo pensando. Estava insegura, com medo de tudo… É engraçado pensar mas, só vemos o verdadeiro valor das coisas quando sentimos que elas fazem falta. Fiquei um dia inteiro sem um banho, estava empoeirada, meu cabelo estava ressecado e minha boca estava rachando… com um banho, muitas coisas melhoraram.
Saí do banheiro e vesti uma camisa folgada dos Beatles. Ao passar na frente do espelho fui sugada pela irresistível saudade… Saudade de casa, saudade da Angel… saudade do que eu um dia fui.
Me perdi nos meus pensamentos e logo ouvi Carlie chamar pela vigésima vez.
Desci as escadas e fui até a mesa, Cass estava colocando os pratos.

-Muito bem, meninas! Fiz macarrão com queijo. -Falou sentando-se a mesa.

O cheiro estava maravilhoso.
Amber, só me encarava com desdém e mexia no celular sem parar. Carlie tirou o celular da mão dela e confesso que adorei.
Meu celular começou a tocar no quarto, eu sabia que podia ser meus pais.
Após a quarta chamada, Carlie ergueu a sobrancelha.

-Não vai atender? -Perguntou.

Olhei pra Cass e desviei o olhar.

-Acho que não é nada importante. -Falei.

Carlie deu uma garfada e fez que sim com a cabeça. De alguma maneira, sentia que ela estava desconfiada.

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Após comer voltei pro quarto e Cass já estava no vigésimo sono. Apaguei as luzes e chequei o celular, era August. Haviam inúmeras mensagens, dos meus pais, da Angel e uma do August.

* Lari???? Tá tudo bem? O internato tá um caos, os pais da Cassie vieram, seus pais, eles querem processar, rolou até assuntos sobre fechar o internato por algum tempo.
Volta logo!!! *

Escrevi e apaguei durante algum tempo, eu não sei se devo responder. Ouvi passos e alguém abrir a porta, fingi estar dormindo, era Carlie.
Senti ela se aproximar de mim e procurar algo em cima do criado mudo.

-Merda. -Sussurrou.

Levantei rápido e gritei.

-O que você quer? -Gritei.

Cass acordou no tranco, completamente assustada.

Carlie me olhou assustada e ficou sem graça, mas logo fechou a cara.

-Me contem de onde vocês realmente vem, caso contrário vão ter que sair dessa casa agora. -Falou com o tom de voz elevado.

Cass segurou minha mão.

-E pra isso vem xeretar minhas coisas de madrugada? -Falei levantando e jogando minhas coisas de volta na mochila.

Cass estava perplexa, sem entender nada.

-Cassie! Vamos embora desse lugar. -Falei nervosa.

Carlie só observava de braços cruzados.

-Meninas, eu quero ajudar, mas eu preciso saber, vocês podem ser um risco pra nós. -Falou.

-Pensasse nisso antes de dar carona pra duas estranhas. -Falei trêmula.

Tudo ficou em silêncio e Cass levantou.

-Lariesce! Se acalme, por favor! A Carlie nos ajudou bastante até agora, acho que devemos sinceridade a ela. -Gritou.

Me calei e revirei os olhos.

-Obrigada pela compreensão. -Falou.

Tudo ficou em silêncio e fomos pra cozinha. Me recusei sentar e fiquei observando.

-Carlie… Nós somos do Houston Intership e fugimos de lá por conta de problemas. -Falou.

Carlie suspirou.

-Nós vamos embora, vamos pra casa de uma prima. -Falou.

-Meninas… Vocês precisam voltar! E seus pais? -Perguntou.

Ficamos em silêncio.

-Nossos pais estão nos procurando. Eu preciso que confie na gente e que não conte a ninguém que estivemos aqui. -Falei interrompendo.

Carlie arregalou os olhos.

-Eu levo vocês de volta, não façam isso com seus pais. -Falou.

Ficamos em silêncio novamente.

00

Acordei com Cass arrumando as coisas. O cheiro de panqueca fez meu estômago roncar. Estava faminta.

-Já vamos? -Perguntei.

-Sim, precisamos ir, não quero trazer problemas pra ela. -Falou.

Fui tomar um banho e me arrumar. Coloquei uma roupa e soltei o cabelo.

-Lari, vou descer. Não esquece de pegar minha blusa, por favor. -Falou.

Decidi arrumar a cama, afinal, era o mínimo a ser fazer. A blusa de Cass não estava em lugar nenhum, por um momento cogitei em olhar dentro de um armário. A gaveta estava emperrada.
Ouvi Cass aos berros me chamando, mas ainda não tinha achado a blusa.

-Já vou! -Gritei.

Dei um tranco e a gaveta se abriu. Pra minha surpresa, a blusa de Cass não estava lá, na gaveta tinha um caderno preto, bem envelhecido. A curiosidade estava me consumindo, sei que não deveria abri-lo, porém, eu o abri.
Aparentemente era um diário, li algumas coisas e os pensamentos eram totalmente insanos. Vi a foto de uma garota, bonita, com cabelos longos e loiros.
A garota se chamava Beverly Simon e tinha 17 anos.
Ouvi passos e o livro caiu no chão, era a senhora Carlie.

-O que pensa que está fazendo? -Falou gritando.

Ouvi Cass subir as escadas correndo.

-Me desculpa, eu só estava procurando a blusa dela. -Falei trêmula.

-Sua inconveniente! As duas, vão embora! Vou ligar pro internato de vocês. -Falou gritando.

Me descontrolei e sai correndo.

-Lariesce! -Cass gritou.

Desci as escadas e fui em direção a porta.
Cass desceu logo em seguida, acompanhada da Carlie.

-Perdão, nós vamos embora. -Falou pegando a mochila.

Carlie pegou o telefone e um livro de registros.

-Por favor, Carlie! Só nos deixe ir em paz. -Falou.

Ela olhou enfurecida.

-Não até sairem daqui acompanhadas. -Falou.

Suspirei e me segurei pra não voar nas mãos dela.

-Quem é Beverly Simon, senhora Carlie? -Gritei.

Ela ficou toda vermelha, pude ver fogo nos seus olhos.
Cassie me olhou confusa.

-Você a matou? -Gritei.

Cass me olhou assustada e a Amber começou a chorar.

-Lariesce! Vamos embora! -Cass gritou me puxando.

-VÃO EMBORA AGORA! -Gritou, totalmente fora de si.

Cass abriu a porta e corremos sem parar.
Corremos durante algum tempo e finalmente paramos em um bairro bem afastado daquela louca.
Sentamos em um banco e ficamos em total silêncio.

-Lariesce, pode me explicar essa história maluca e essa confusão? -Falou ofegante.

Respirei fundo.

-Olha, Cass… Eu não surtei atoa. Aquela mulher é uma psicopata. -Falei.

Cass me olhou confusa.

-Como você acusa alguém desse jeito? -Perguntou.

-Como? O livro é doentio. Basicamente a senhora Carlie matou aquela garota. -Falei.

Cass engoliu seco.

-O livro tinha várias anotações, com vários procedimentos cirúrgicos, organizados em lista. -Falei.

Cass me olhou assustada.

-Meu Deus… e estávamos correndo perigo na casa de uma louca. Precisamos denuncia-la. -Falou nervosa.

-Cass… isso já faz algum tempo, ninguém vai acreditar na gente. -Falei. -Quando voltar pro internato, vou pesquisar a fundos. -Falei.

Cassie apenas me encarava. Seu rosto estava corado e seus olhos num castanho quase verde.

-Você é linda. -Falei sorrindo.

Cass sorriu e mexeu no cabelo.

-Você é linda e corajosa. -Falou arrumando meu cabelo.

Nos encaramos e ela me beijou. Senti um frio na barriga, como se eu estivesse a beijando pela primeira vez.

-Olha onde a gente foi parar. -Falei rindo.

Cass sorriu.

-Realmente… acho que esses momentos foram os mais loucos da minha vida. -Falou.

Olhei ao redor e vi uma viatura se aproximando.

-Cass… Vamos embora. -Falei puxando seu braço.

Tentamos correr, mas… O carro venceu. Nossa viagem acabou de chegar ao fim.

-Paradinhas. -Falou.

Um guarda barbudo e com hálito de café se aproximou e imobilizou Cassie. Olhei pro lado e vi minha mãe e outra mulher.
Fiquei perplexa, meu corpo estremeceu.

-Muito bem! Entrem no carro. -Falou com o tom de voz alto.

Olhei pra Cassie e ela estava se debatendo, tentando se soltar do outro guarda.
A mulher saiu do carro e ficou apenas observando tudo. Não sabia quem ela era, mas seus olhos me lembravam o de Cass, por algum motivo. Ela era alta, bem vestida, cabelos claros e usava um batom vermelho que destacava o seu rosto.
Finalmente entramos no carro, Cass estava em silêncio, não queria falar com ninguém. Tentei fazer contato visual, mas ela me ignorou.
Fiquei esperando dentro do carro, me encostei na janela e fiquei tentando ler os lábios dos oficiais.
Cass estava no outro carro, junto da mulher elegante, provavelmente era a sua mãe, mas… ela era totalmente diferente do que eu imaginava.
Era silenciosa, não esboçava expressão nenhuma, o olhar de soberba esvaia-se do seu rosto.
Minha mãe entrou e o guarda que nos abordou também entrou em seguida. Estava me controlando pra não surtar e gritar com todo mundo.

-Lariesce! Você pirou? -Perguntou.

Fiquei em silêncio.

-Achou mesmo que fugiria e ninguém iria te achar?! Você não tem idade, maturidade e nem discernimento do que poderia ter acontecido com vocês. -Falou.

-Você já parou pra pensar que nada disso teria acontecido se você simplesmente respeitasse o fato de que eu queria ficar no internato? -Gritei.

Tudo ficou em silêncio. Olhei pro lado e vi o outro carro saindo. Cass estava na janela. Nossos olhares se encontraram, mas logo fui interrompida pela minha mãe.

00

Cassie Migdton. •
[…]

Eu não imaginava a proporção que as coisas iriam tomar. Estava assustada e com medo do que poderia acontecer.
Eu só queria que tudo se ajeitasse, talvez tenha sido um ato impulsivo e mal pensado ter fugido assim. Acredito que a mãe da Lariesce é irredutível e não aguenta ser contrariada pela filha. Eu não tenho nada a perder, porque sei que pra casa eu não voltaria, ninguém me quer por lá, meu único medo é mudar de internato e ficar longe dela.
Sobre ela… tudo aconteceu rápido demais, confesso que tenho medo de tudo dar errado e refletir no que a gente tem.
A senhora Carlie conseguiu o que queria, fomos inevitavelmente pegas.
Olhei para o carro e vi minha mãe, e mesmo depois de tanto tempo, ela continua a mesma.
Vi Lariesce entrando no outro carro, estava com muito medo de não vê-la novamente.
Entrei no carro e fiquei em silêncio. Tudo permaneceu quieto, até que minha mãe decidiu falar.

-Cassie, você realmente não consegue ficar longe de confusão, né? -Perguntou. -Eu não sei o que fazer com você. -Falou.

Continuei em silêncio.

-E o que você fez com esse cabelo? Você enlouqueceu?! -Perguntou.

Respirei fundo e decidi falar.

-Para de fingir que importa, nós sabemos que você está aqui obrigada. Não precisava ter se incomodado, eu sei me virar, eu sempre me virei. -Gritei.

Tudo ficou em silêncio.

-Para onde estamos indo? -Perguntei.

-Para o internato, lá iremos decidir se você vai continuar. -Falou.

Estava muito preocupada… precisava saber da Lariesce.

00

Após um tempo chegamos ao internato, haviam carros da polícia e um monte de gente curiosa.
Desci e logo fomos entrando, vi o lado podre da escola, cochichando e comentando em voz alta os boatos.
Ao entrar, vi Lariesce sentada, aguardando algo.

-Lari… O que resolveram? -Falei a abraçando.

Seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar.
A mãe dela discutia com a senhorita Hollie.

-Eu acho que ela vai me levar embora… -Falou.

Meu corpo estremeceu, o desespero me consumiu.

-Ela não pode… Por favor… -Falei chorando.

Ela me puxou e interrompeu-me com um beijo. No meio da secretaria, em meio a toda confusão. Ouvi passos rápidos e um copo cair, o barulho se ecoou por toda sala.

-Lariesce? -Perguntou.

00


Minhas Luas, eu espero que tenham gostado da continuação, vamos continuar com a mesma programação, um capitulo por semana!

Beijos da Mila!
Até o próximo capitulo!
Gratidão!

Um Nu no Corredor – Capitulo 39 – Série Os Freitas

Capítulo 39

Conrado

Hoje foi meu último dia de fisioterapia, e estou muito melhor, na semana passada resolvi pedir Isabela em casamento, estou um poço de alegria, mas não consigo entender os sonhos que tenho tido, estou saindo da ala de fisioterapia acompanhado pela Isabela, quando vejo minha irmã e meu cunhado nos esperando, ao lado dela está aquela moça, Polly, que se levanta e vem na nossa direção  dá um tapa tão forte na Isa que ela cambaleia e assim que se recompõem tenta devolver o tapa, mas eu segurei seu pulso,  grunhi com as duas, apesar de ser errado a atitude da moça, não poderia deixa-la bater em uma mulher grávida. De longe vejo minha irmã se levantando, aproximando-se e parando ao lado da Polly se preparando para dizer algo importante, até conheço esse seu jeito.

– Conte a ele Isabela – ela se dirige a Isa, que começa a ficar tensa ao meu lado.

– Contar o que?

– A verdade. Contar o que aconteceu a dois anos, aliás Conrado, você perdeu a memória, não se lembra de nada que ocorreu nos últimos dois anos.

– O que? Como assim? – Fiquei perdido com tudo aquilo que ouvi, senti uma certa dor no centro da cabeça, minha irmã continua.

– Você sabe quem é ela Conrado? –  Apontando para Polly, que se recolhe, tenta impedir Anastácia de continuar, mas ela não para – Não é só sua ´´vizinha“, ela é sua noiva e está grávida de você e são trigêmeos! Essa mulher – aponta para Isa – Te enganou, mentiu e te fez de bobo. Conte a ele sobre o projeto da Helister… – por um momento tudo gira e enfim eu me recordo…Helister foi a primeira empresa em que trabalhei após terminar a faculdade, eu estava bem no início da carreira e tinha acabado de conhecer Isabela, eu estava muito apaixonado, meu chefe tinha acabado de me dar uma grande oportunidade de fazer o projeto de um prédio  me dediquei ao máximo, quando  terminei o projeto  era tarde da noite e  Isabela estava comigo, quando acordei, o projeto não estava mais lá, recebi uma ligação furiosa do meu chefe, dizendo que o concorrente havia comprado o projeto, por isso fui  despedido. Passou um tempo até que eu percebesse de que havia sido ela quem roubou meu projeto e o vendeu para o concorrente, isso me deixou completamente decepcionado com ela, logo depois terminei aquele relacionamento e procurei outro trabalho, foi aí que consegui o que estou no momento.

 Olhei para ela, que olhava para mim com certa arrogância, olhei para Polly…que havia tirado os óculos escuros e eu vi aqueles olhos, que tem me perseguido todas as noites… Violeta. Então ela desmaia.

Tudo Vai Fácil…

Sabe o que é pior do que você vê uma pessoa definhar na sua frente? É você vê e não poder chorar não poder fazer nada.

Sabe os ” CONTOS DE FADAS ” que sempre tem um final feliz? Bem eles não são reais, os sorrisos a maioria das vezes é falso e o príncipe encantado nunca chega essa é a realidade. Não se iluda, tudo que vem fácil, volta mais fácil ainda.