Gravidez Na Adolescência

Meus amores, voltei e prometo que só tem mais dois quadros desses textos kkk.

Aproveitem…

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A gravidez é um período fisiológico na vida reprodutiva da mulher que se caracteriza por modificações físicas, psíquicas e sociais num curto espaço de tempo. Ao engravidar e se tornar mãe, a mulher vivencia momentos de dúvidas, inseguranças e medos. Já a adolescência constitui um período entre a infância e a idade adulta, com profundas alterações físicas, psíquicas e sociais. Em poucos anos, a menina transforma-se em mulher, exigindo com isso uma definição de sua nova identidade, o que gera questionamentos, ansiedades e instabilidade afetiva.

A gravidez na adolescência (GA) deve ser avaliada de forma ampla, abrangendo a prevenção e a assistência à mãe, ao pai adolescente e ao seu filho.

A gestação nessa faixa etária, embora possa ser desejada de forma consciente ou inconsciente, geralmente não é planejada, estando relacionada a fatores  da faixa etária, socioculturais e econômicos.

Nem toda gravidez na adolescência é de alto risco obstétrico.

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As adolescentes grávidas podem chegar aos serviços de saúde com queixas típicas, como náuseas, vômitos, sonolência, atraso menstrual. Outras podem apresentar sintomas inespecíficos, como dor abdominal, irregularidade menstrual, distúrbios urinários, alterações do humor, leucorréias, pruridos, dispareunia ou cefaléia. Muitas relatam estar menstruando normalmente ou negam atividade sexual.

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As alterações fisiológicas dessa faixa etária, como os ciclos menstruais irregulares nos dois anos pós-menarca, e a falta de conhecimento do funcionamento do próprio corpo dificultam o diagnóstico precoce da gestação

“As taxas de fertilidade entre adolescentes continuam sendo altas. Afetam principalmente as populações que vivem em condições de vulnerabilidade e demonstram as desigualdades  dentro dos país. A gravidez na adolescência pode ter um efeito profundo na saúde das meninas durante a vida”

A mortalidade materna é uma das principais causas da morte entre adolescentes e jovens de 15 a 24 anos .

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O Dia do Amanhã – Capítulo 1

Ola, bom dia, tarde, noite ou madrugada.

Sejam todos bem vindo a minha primeira história. Esse é um projeto que se iniciou em 2017 sim um bom tempo. Criticas construtivas são sempre muito bem vindas.

Antes de começarem a leitura, eu vou deixar o link com a capa do livro e a sinopse, pra quem quiser da uma olhadinha antes de começar ler o livro.

LINK: O novo Livro do Blog – O Dia do Amanhã.

Espero que vocês gostem, tenham todos uma boa leitura.


O Dia do Amanhã

Capítulo 1


O Início

A flecha atravessou o crânio fazendo-o cair como um chumbo no chão, vê-lo ali sem vida, não que já não estive antes, mais agora era diferente se tinha alguma chance daquilo ser revertido já não existia mais, então caminhou lentamente fazendo o mínimo de barulho possível, pois cada som podia atrair mais deles e a última coisa que queria era um horda.

Ao chegar em seu objetivo abaixou e retirou flecha com cuidada, aquilo era desumano, se pudesse faria um enterro decente para cada um que já havia matado, mais não podia ou se não passaria a vida cavando covas.

Olhou pela última vez o corpo caído no chão e viu os olhos que antes deveriam ser de um castanho claro agora era puro sangue, o branco de seus olhos já não existia mais, a mordida no pescoço mostrava que já não havia mais esperança para ele, uma mordida, um arranhão, tudo podia lhe transformar em um deles, continuou olhando e desceu o rosto para os braços do rapaz e viu a pele de seus braços pendurada, ele com toda a certeza havia se enroscado em algum lugar antes de chegar ali, a ferida não era vermelha mais sim de um marrom escuro, estava podre, ele estava podre, pele que antes devia ser branca estava cinza puxada para um azul, e com toda a certeza nunca poderia voltar a ser o que era, mesmo antes da flecha lhe acertar, pois ele já havia morrido a muito tempo.

Então levantou-se e se pôs a caminhar rumo a uma cidade não muito longe dali, estava faminta e poderia achar algo comestível por lá, o silêncio da floresta a acalmava, pois mostrava-lhe que só havia ela naquele lugar, mesmo não sendo um lugar seguro era um bom lugar, já que não estava com aquelas coisas. Ouviu o som de algo caindo e viu seu pequeno gato branco no chão começar a caminhar ao seu lado, o seu fiel escudeiro o único que não a abandonou e não havia virado uma daquelas coisas.

Era estranho estar apenas com Mid novamente, sempre foi uma pessoa muito comunicativa, tinha muitos amigos, sempre estava cercada de pessoas, mesmos que lhe odiassem, mais desde que tudo aquilo começou, esteve muitas vezes sozinha, mais nunca por muito tempo, não que não soubesse sobreviver na nova realidade em que viva, mais sim porque sentia medo da perda, sempre que algo dava errado conseguia encontrar com seus companheiros pouco tempo depois, mas dessa vez era diferente, ela os viu morrer sabia que não se encontrariam nunca mais, dessa vez ela estava realmente sozinha.

E isso não era nada bom, o inverno estava chegando e com ele a escassez de frutas e de água, os bichos se escondiam e os poucos que se aventuravam eram capturado pelas aquelas coisas sem nenhuma chance de se aproveitar nada, junto com o inverno vinha o frio e a neve, ficaria cada vez mais difícil andar e a roupa que usava não seria suficiente para protege-la, precisava achar um abrigo e muita comida, mais como ia se instalar em um lugar por cerca de quatro meses, esse algum lugar devia estar muito bem protegido.

Foi tirada de seus pensamentos quando sentiu o pequeno gato subir por sua perna e se acomodar em cima de sua bolsa que estava em suas costas, aquele era o jeito dele mostrar que havia sentido algo, mais o que? Não conseguia ver nada, parou de andar e ficou em silêncio, se aquela coisa se move-se, ela escutaria, mais nada aconteceu, não ouviu nada a não ser um suave assobio que o vento fazia ao passar pelas árvores e balançar suas folhas, então por último tentou o olfato, aquelas coisas tinham um cheiro podre que fazia qualquer pessoa a longa distância sentir seu cheiro, mais não senti nada a não ser o cheiro de terra molhada que a fazia lembrar o tempo em que sua vida ainda existia.

E então começou a andar, mas agora com a guarda totalmente levantada, a arma antes presa em sua perna, por um coldre, agora estava em suas mãos, sabia que não seria muito inteligente usar uma arma de fogo que faz tanto barulho, mais era melhor estar viva para lutar contra os que viessem, do que morrer por não usar o que tem.

Ao longo do caminho avistou uma casa velha de madeira mal cuidada, com toda a certeza não havia ninguém ali, a casa estava numa clareira no meio da mata fechada, poderia haver aqueles seres, mas era um risco a se correr, olhou novamente a casa com mais atenção ao seu redor, pelo que percebeu havia um poço não muito longe dela, encostado em algumas arvores havia uma pilha de madeira, a casa pelo que parecia era bem forte, ou pelo menos nada que alguns reparos não resolvam.

Rodeando a casa percebeu que havia três janelas todas muito bem trancadas, espiou dentro de cada e pode ver um único cômodo com uma cama, mesa e algo que parecia um fogão a lenha, então finalmente chegou a porta, primeiramente a forçou, mas a porta nem se mexeu, estava trancada, então se abaixou colocou arco, que carregava como sua arma principal, no chão perto dela junto com sua aljava, que era onde leva as flechas, colocou sua arma de volta no coldre, Mid pulou e ficou no meio do arco apenas observando sua dona tirar um faca da pequena cintura, e se posicionar na frente da porta.

– Quero que você fique aqui e tome conta das minhas coisas – a voz saiu suaves e clara, fazia muito tempo que não falava cerca de três dias, e ao fazer novamente fez querer não parar mais, virou colocou a bolsa no chão junto ao arco e viu o pequeno Mid com cara emburrada – Você me entendeu –  Falou firme, pois sabia que o mesmo entraria lá e faria de tudo para se pôr em risco, o mesmo apenas rosnou mostrando que não gostou nada da ideia – Você é importante pra mim não posso ter perde – abaixada fazendo um pequeno cafuné na orelha esquerda do bichano – Por favor me espera aqui fora – foi o que disse dando fim aquela pequena “discussão” com o gatuno.

Se colocou à frente da porta, fez igualmente Caleb a ensinou e em poucos minutos a porta já estava aberta, em uma das mãos ela levava a faca e em outra a arma, abriu a porta com cuidado e passou para dentro, sempre se encostando nas parede, olhou agora melhor a casa, havia um fogão a lenha que seria muito útil, um armário que é onde deveria estar as comidas, uma mesa com alguns restos e uma cama, a casa era simples mais estava perfeitamente boa, seria um ótimo lugar para se passar o inverno, sem conta com a cidade que estava logo a diante, quando ela ia dar por aquela casa limpa viu ao lado do fogão um pequeno alçapão que levaria para um possível, porão?

Ela viu uma lanterna em cima do armário, não hesitou em pegar e guardar novamente a faca na cintura, ligou a lanterna e viu a mesma falhar um pouco antes de voltar a pegar normalmente, andou até o alçapão e desceu com todo o cuidado para qualquer som que fosse ouvido, mas o único som que ouvia era o do seus passos batendo contra os degraus, na parte de baixo não viu nada de mais até focar numa parede que estava escrito com grandes letras tingido com vermelho ¨cuidado eu estou vivo¨ sua atenção voltou a um embrulho que se jogou em cima da mesma, fazendo-a cair e deixar a arma ir ao chão fora do alcance das mãos.

O ser em cima dela com toda a certeza era um deles, a sua pela era cinza meio arroxeada e a fazia lembra do menino que havia matado mais cedo, mas esse era diferente, ele tentava a todo o custo a morde-la, ela estava com o braço esquerdo em sua garganta e com o direita tentava inutilmente alcançar a arma, mas assim que viu que não conseguiria e que a coisa estava se aproximado cada vez mais dela, porque mesmo que aquela coisa não fosse humano a força dele ainda era a de um homem e ela como uma mulher sabia que não aguentaria por muito tempo, olhou ao redor e tentou achar qualquer coisa que pode-se usar como arma.

E foi então sentiu um pequeno desconforto na cintura e lembrou que na mesma estava a faca, com um pouco de dificuldade pegou a mesma, enfiou com toda a força que conseguia na cabeça do morto, mais parecia que apenas isso não era o suficiente e foi então que ela começou a esfaqueá-lo inúmeras vezes.

Quando percebeu estava em cima da coisa com as mãos cheias de sangue, um sangue marrom quase preto, suas roupas estavam manchadas, o cheiro forte fez sua cabeça rodar, o nojo a invadiu e vomitou sangue, seu estômago estava vazio e essa foi a única coisa que seu cérebro identificou que podia regurgitar.

O gosto de ferrugem veio a sua boca e com ela o pavor de ter vomitado, nunca havia passado por aquilo, também nunca havia matado um zumbi tão de perto, sempre foi quem matava de longe e agora estava coberta do sangue marrom e por fim conseguiu compreender porque ninguém a deixava ir para o time da frente, ela não aguentaria, não teria estômago para aquilo. Mais agora era diferente estava sozinha e teria que aprender a conviver com aquilo.

O cheiro lhe embrulhou o estômago de novo, se levantou e decidiu pegar um ar talvez verificar o poço antes de tirar o cadáver da casa e fazer um enterro digno parra ele, sabia que Mid deveria estar se corroendo por dentro para estar lá com ela, e talvez se estive não teria passado por isso, ele teria pegado a arma para ela e tudo seria muito mais fácil. A partir de agora estava decidido Mid iria entrar sempre, como se fosse um reforço ou algo do tipo.

Assim que colocou os pés na parte de cima da casa sentiu algo metálico na lateral da sua cabeça e a frase saiu fria e calculista.

-Não se mexa ou eu te mato…

Continua…


Bem esse é o capitulo espero que vocês gostem.
Eu realmente gosto muitoooo dessa historia, espero que vocês também gostem.
Estou ansiosa pra saber o que vocês acham, é realmente muito importante pra mim.

Kiss de Cereja, até o próximo capítulo!

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Amor Próprio Não é Egoismo…

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Conto – Nem Tão Princesa – Parte 3 – Final

continua…

– Edgar fez o que? – ela explodiu de ódio – Ele me paga. Como ele pode fazer isso? Que direito ele tem? Ele não disse nada disso em sua última carta – ela andava de um lado para o outro tentando se acalmar, mas cada passo a deixava ainda mais indignada, ele então perguntou ainda muito surpreso:

– A senhorita sabe ler? – ela parou abruptamente, que tipo de pergunta era aquela? Ela então retruca:

– Você não?

– Apenas os nobres têm acesso a qualquer tipo de escolaridade, os empregados como eu, não sabem nada.

– Como meu pai pôde fazer isso com seu povo? – disse se sentando, o jovem abismado fala:

– Ele é seu pai. Mas o rei não teve filhos com a rainha. Como pode? – ela balança a cabeça e continua:

– Longa história, mas me conte, o que mais acontece no reino dele?

Ele começa a contar como o rei direciona mais riquezas para suprir seus luxos, contratar guerreiros, agradar outros nobres e como seu povo humilde vive em uma completa miséria, cada novo fato que ele lhe esclarece a enfurece e a deixa ainda mais revoltada. Ela se levanta brutalmente, vai para seu quarto e veste uma calça de couro e um colete igualmente de couro, feitos por ela, calça uma bota resistente e chama por Justine que aparece prontamente, ela lhe dá instruções para que cuide do jovem desconhecido e que voltaria para busca-los, ela chama por Caton que logo aparece, vão até o lado de fora, ela sobe em suas costas e ele levanta voo.

Eles sobrevoam a extensa floresta que circunda seu velho castelo, ainda é cedo quando eles partem, voam por horas a fio, fazem uma parada e logo retomam sua viagem, em dois dias e meio eles chegam à tardinha no reino de Edgar. Ela passa pelos muros, pelos guardas que desacreditam no que seus olhos veem, Caton desce e para em frente à porta principal, ela desce dele e de cabeça erguida ela abre as portas, todos ficam imóveis perante a situação, Caton estava pronto para qualquer reação dos mesmos, ela entra bufando e vê no final do corredor Edgar sentado em seu trono, ela se aproxima a passos largos para em frente a ele e fala:

– Vim receber meu prêmio – confuso ele pergunta:

– Que prêmio?

-Como que prêmio? Você colocou minha mão a prêmio e quem me trouxesse de volta, iria se tornar rei! Estou aqui para ser coroada. Eu mesma me trouxe aqui, exijo meu prêmio.

Perplexo ele nada fala, ele a conhece o suficiente para saber que não deve enfrenta-la, ele cede, sem escolha, ele sabia que não seria fácil leva-la de volta, mas não esperava que ela o enfrentaria, e sabia que se o fizesse ela seria um enorme problema. Antes do final da semana ela foi coroada, muitos revoltosos se formaram, mas assim que ela começou a mudar muitas coisas no reino, ela passou de odiada, à salvadora, ela espalhou escolas e direcionou as riquezas em outras áreas, os nobres insatisfeitos logo foram colocados em seu lugar, ela foi dura, justa, e amável, quando necessário. Justine se tornou a cozinheira real, e o jovem desconhecido, Leon, mais tarde virou seu conselheiro. Ela mudou o reino, expandiu seus limites, conquistou novas áreas, e em todas as guerras que foram travadas, ela estava na linha de frente, enfrentando todos que desafiavam e acolhia todos os necessitados. Anos depois, um homem maduro e tão rebelde quanto ela, apareceu em seu reino, eles se apaixonaram loucamente, mas demorariam muito para admitirem um ao outro, depois de algum tempo, eles se casaram, mas ela permaneceu no controle de seu reino, os filhos vieram um tempo depois, eles viveram muito tempo e seu reino prosperou, em anos nunca se teve uma rainha como ela, e sua filho, continuou seus passos um rei tão justo quanto ela.

~ fim ~