O Dia do Amanhã – Capitulo 8

Ola Bom Dia, Boa Tarde, Noite ou Madrugada
Sejam todos muito bem vindos ao Capitulo de hoje.
Esse é um capitulo bem importante eu eu espero muito que vocês gostem.
Quero agradecer a todos que estão gostando da historias ❤❤❤

Lembrando que toda a critica construtiva é muito bem vinda e que temos capitulo toda a Sexta.

Aqui esta o link dos capítulos que já foram postados!

LINK 1: O Dia do Amanhã – (Capitulo 1)
LINK 2: O Dia do Amanhã – (Capitulo 2)
LINK 3: O Dia do Amanhã – (Capítulo 3)
LINK 4: O Dia do Amanhã – (Capítulo 4)
LINK 5: O Dia do Amanhã – (Capítulo 5)
LINK 6: O Dia do Amanhã – (Capítulo 6)
LINK 7: O Dia do Amanhã – (Capítulo 7)

Espero que gostem, tenham todos uma boa leitura.


O Dia do Amanhã

Capitulo VIII


Culpa

O barulho que vinham da parte de cima da casa tinha piorado, Brian havia feito muito barulho quando acordou e o final da horda do dia anterior ainda não havia sumido, havia vários desgarrados em volta da casa e alguns que permaneciam dentro da mesma, isso complicaria a vida deles.

Brian parecia estar normal novamente e olhava diretamente para Trevor esperando uma ordem ou talvez um plano sair pela boca do moreno, que devolvia o intenso olhar em busca de algo que mostrasse que havia algo de errado com o loiro.

Eles iam precisar de um ótimo plano para conseguirem sair vivos de lá, até porque seus suprimentos não durariam tempo o suficiente para esperar boa parte dos desgarrados se espalharem.

Ela sempre gostou de observar os Zumbis, perceber como eles se movem e como agem, já havia visto muitas hordas grandes passarem, se escondeu de todas, para sobreviver, mas sempre precisava matar os desgarrados, por algum motivo dessa vez havia muitos desgarrados, o barulho era alto, feito por no mínimo uns dez zumbis, provavelmente a maioria deles do lado de fora.

– Nós vamos fazer uma emboscada – Trevor disse isso enquanto virava rumo onde estavam as bolsa e pegava sua katana – Brian, eu e você vamos fazer uma barreira e deixar apenas um passar – Subindo as escadas rumo a tampa do alçapão – E você Cherry vai matar os que a gente deixar passar e os que ficarem na barreira.

– E vocês vão conseguir segurar eles? – Enquanto Cherry pegava sua melhor flecha, Brian subia a pequena escada junto com Trevor – Porque assim deve ter uns dez zumbis lá fora e a gravidade ‘ta a favor deles.

– Só confia na gente pequena – A frase saiu calma e aconchegante, Brian abriu um sorriso no final da frase virando pra ela.

Ele parecia normal, se não tivesse presenciado o acontecimento de pouco tempo atrás nunca diria que ele faria algo do tipo, o rosto ainda tinha vestígios do choro, mas o pequeno sorriso que ele tinha fazia um contraste gritante.

Não sabia se ele estava atuando ou se realmente estava mais aliviado, mas preferia velo assim, calmo e sorridente, a ajudava a superar todo o vazio que sentia, era um ‘puta pensamento egoísta, ela sabia, mas queria vê-lo bem, por mais que isso fosse uma mentira.

– Ok segura isso Brian – Cherry jogou um pedaço de pano que usava para limpar suas flechas – Não quero que você corte a mão.

– Brian você empurra o baú e depois segura a ponta da katana – Trevor falava enquanto aponta para ele –  Vamos deixar a parte cortante pro lado deles, e você – olhou para Cherry que era a única que permanecia na parte de baixo do alçapão – Enfia essa merda na cabeça deles.

– Deixa comigo capitão – Ela respondeu com um belo e singelo sorriso no rosto, que resultou num de canto do moreno e deixou ainda maior o que já existia em Brian.

Era estranho como ela sentia que conhecia eles a décadas, como se fosse os três desde sempre, como se finalmente ela estivesse onde deveria estar desde o começo, isso a assustava e ao mesmo tempo a trazia um conforto e uma paz que ela não tinha nem antes do mundo virar de cabeça pra baixo.

– Prontos? – Brian olhou para Trevor e logo depois para Cherry recebendo um aceno de cabeça positivo de ambos, com um dos braços ele empurrou o baú para o lado deixando então a entrada aberta.

Ela estava de frente pra entrada quando uma grande luz acendeu o quarto, fazendo seus olhos arderem, mas ela não tirou os olhos da onde poderia vir um zumbi, a dor de um arder de olhos era muito menor de que de falhar.

O som de algo desabando escada abaixo fez seus sentidos ficarem ainda mais aguçados, então vi um zumbi no final da escada caído, com passos apressados rosada se aproximou do corpo no chão.

O zumbi era um homem que parecia ter pouco mais de vinte anos, ele não focou em Cherry que estava um pouco centímetros atrás de si, mas sim no Brian que tinha a mão enfaixada enquanto segurava a katana, onde havia mais dois zumbis forçando a katana para entrar.

Com a flecha em mãos a rosada enfio na parte traseira da cabeça do homem, enquanto ele tenta subir as escadas rumo ao loiro.

Pulando por cima do corpo já desfalecido ela rumou a entrada da do alçapão, por onde já não entrava mais luz pois estava lotada de zumbis, conseguiu contabilizar cinco, que jogavam as mãos pela pequena entrada tentando alcançar algum deles.

– Cherry – O chamado sofrido veio de Brian que tinha a mão de um zumbi arranhando seu ombro quase alcançando seu rosto.

Com os olhos focado na mão, ela subiu encontrando o dono do membro, ou melhor a dona, era uma mulher com cabelo loiros e várias joias, claramente era uma dessas dondocas ricas que antes do apocalipse, não sabia pelo que aquela pessoa havia passado antes de chegar ali, mas sentia pena dela.

Com os olhos focados nos azuis da mulher tão apagados e cinzentos, ela cravou a flecha em sua testa, não viu a vida sair pois já não estava naquele corpo a muito tempo, ela fez aquilo mais rápido possível, matar aquelas coisas mexia com ela, eram pessoas doentes, ninguém merecia passar por aqui.

– Acho que acabei – Retirando a flecha do último corpo que ainda resmungava ela se afastou, o silencio reinou mostrando que eles finalmente estão sozinhos.

– Se afasta – O moreno mais mandava do que pedia, ela prontamente desceu as escadas pulando por cima do corpo do primeiro zumbi que havia matado, antes de escutar o estronde de seis corpos caindo. Ela havia errado não eram cinco eram seis.

Virando para trás ela encontrou os corpos no chão e os meninos pulando por cima dos monte de zumbi, os corpos jogados no chão como se a vida deles não valesse nada fazia seu estomago embrulhar, eram oito vidas perdidas.

– Vamos sair daqui antes que eu vomite – A voz de Brian veio junto com a mão que ele colocou em seu ombro, ela estava a muito tempo olhando para a pilha de corpos.

Se virou rumo a sua bolsa a colocando nas costas, enquanto pegava Mid que estava encolhido num canto tremendo, ele estava com medo, nunca ficou tão perto de tantos zumbis.

– Tá tudo bem meu amor – Sussurrou da forma mais carinhosa que podia para Mid que se encolhia seu colo, quando começou a fazer um cafune em sua orelha direita exatamente como sabia que ele gostava, ele relaxou e ronronou em resposta.

Com Mid em mãos ela passou por cima dos mortos no chão e subiu as escadas vendo o loiro se espreguiçando e Trevor procurando pela janela algum desgarrado perdido.

– Achou alguma coisa aí fora – Ela colocou Mid em cima da cama, para só então se aproximar de Trevor, ela poderia acertar de longe aquelas coisa, o que pouparia esforço.

– Não, todos que estavam na região entraram quando os zumbis começaram fazer barulho – Ele virou o rosto para ela e levou a mão a sua bochecha, o movimento repentino do moreno a assustou, num movimento automático ela segurou seu pulso o fazendo para, o olhar de interrogação foi o necessário para ele responder – Sua bochecha ta suja de sangue.

Eles se encaravam como se o mundo não importasse mais, ela queria o toque dele, estranhamente queria muito o toque dele, então soltou sua mão e viu com as costas do dedo indicador dele passar em sua bochecha, em nenhuma hora os olhos esmeraldinhas saíram dos ônix.

– Prontinho – A voz de Trevor estava mais baixa, mas ele continuava com a mão próxima de seu rosto como se ele também não quisesse de afasta.

– Pra onde nós vamos agora – A voz de Brian fez os dois se afastarem, eles haviam esquecido totalmente do loiro.

Na cabeça de Cherry apenas uma coisa se passa “Que merda eu estava fazendo?” Não fazia nem seis meses que havia se perdido de Caleb, ela o amava, não amava? As sensações de estar com ambos os meninos estava a deixando confusa, eles eram bonitos e traziam segurança, a faziam querer viver, mas ela precisava começar a separar esses sentimentos antes que desse merda.

– Nós vamos pra oeste – A resposta veio do seu lado, Trevor saiu e andou para perto da mesa colocando sua mochila no chão e de lá tirando um mapa e estendendo sobre a superfície – Nós estamos aqui – Ela se aproximou para perto vendo ele apontar para uma parte menos densa no meio da floresta – A gente tem que chegar aqui.

Ele havia apontado para um descampado onde não havia nenhuma cidade muito perto nem uma casa, nada, era apenas certado por arvores com um pequeno riacho no fundo.

– Mas não tem nada aí – Se afastando do mapa ela, encostando na parece onde ela e o moreno estavam antes.

– Tem algo pequena – Brian que também olhava para o mapa se virou e começou a mexer em sua bolsa – A gente tem que te contar algumas coisas.

Ela tirou os olhos de Brian e focou em Trevor que a encrava, foi então que sentiu uma grande pressão no lado do peito, virou a cabeça rapidamente e um grito alto escapou por sua garganta.

Um enorme zumbi tinha a mão enfincada em seu ombro enquanto sua boca ia de encontro a qualquer parte que pudesse morder, ela o viu abrir a boca, seus dentes podres virem de encontro com seu ombro, foi quando uma mão passou entre ela o zumbi levando a mordida em seu lugar.

Trevor havia sido mordido por sua causa, os olhos esmeraldinos estavam arregalados, viu ele enfincar a faca na cabeça do zumbi que ainda mordida sua pele, então o aperto em seu peito diminui e a boca do zumbi largou a o braço do moreno.

– Da pra você parar de tenta se matar – Ele rosnou com raiva, Trevor iria se transformar por sua causa, a culpa a atingiu em cheio fazendo seus olhos encherem de água e finas lagrimas descerem pelos seus olhos.

Continua …


Esse é o capitulo de hoje com grandes surpresas.
Será que vamos perde nosso primeiro personagem da historia?

Kiss de Cereja, até o próximo ❤❤

Somos Como Lindas Borboletas…

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Art’s por @byankagnunes

Já percebeu em que um instante pode mudar toda uma história?

Que somos incapazes de destruir o que mais se tem de belo por alguma divergência besta que pode ter?

Somos como lindas borboletas, pintadas por mãos divinas, com cores e padrões único que tentam em vão e misturar com outras borboletas mais simplesmente não dá, por que temos algo tão especial que mesmo sem querer chamamos atenção.

Esse teu brilho que ilumina até uma cidade se deixares, e que vives a esconder.

Mais por vezes sem fim, decidimos pousar em flores mortas e moribundas que apenas nos contaminam e engolimos aquilo que nos fazem mal e ainda assim você disse:

  •  É só essa vez.

E quantas vezes foram depois dessa frase? Perdeu a conta no dez, quinze ou nem se lembra mais ? Temos a tendência de ficar onde estamos mal por medo de arriscar, comodismo não é bom.

Assim como essa borboleta que pousou em um lugar ruim, temos pousado em lugares ruins, deixando pessoas que só nos trazem o mal permanecer em nossas vidas e plantas flores e árvores ruins que florescem e dão mais frutos, engolimos palavras más com medo de magoar que nos mago, a pergunta é : Tal pessoa merece?.

Você está dando o direito desse ser te esmagar nas mãos, destruir suas asas tão belas e te jogar em qualquer flor mucha pelo caminho.

Precisamos está em jardins floridos, com belas flores (pessoas), que nos prendem pela sua essência e não por aparências, que nos fazem pousar em grandes campos e flores magestosas, que mesmo em dias frios e sem sol, ainda tenhamos um bom lugar para descansar.

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Beijos de Uma Bailarina Florida

 

Eu não sei você, mas eu não vou negar.

Eu não sei você, mas eu não vou negar, eu ainda me importo com você. 
Eu não sei você, mas eu não vou negar que eu ainda sinto a sua falta. 
Eu também não irei negar que sempre penso em você. 

Eu não sei porque, mas ainda me importo com você. 
Eu ainda sinto a gente tão próximas e ao mesmo tempo tão distantes. 
As vezes sinto, como se você fosse inalcançável para mim. 
Tão distante como uma estrela cadente caindo do céu. 

Eu sinto tanto, mas tanto. 
E você, sente o que? Sente muito? 
Fico tentado decifrar o seu silêncio, me pergunto o porquê de tudo isso. 

Eu não sei você, mas acho toda essa situação idiota.
Garota, chega de twitter e de toda essa lorota… 
Nesse rolo todo, somos duas idiotas, vivendo nessa vida bandida, somos duas perdidas, tentando se reencontrar consigo todos os dias. 

Eu não sei quem é mais louca… 
Se sou eu que sinto e não me escondo. 
Ou se é você… Que sente e finge que não sente, 
que sempre vive fugindo da verdade, 
sempre se escondendo das pessoas, escondendo tudo sente. 

Eu já disse pra você, somos duas idiotas. 
Estamos loucas e perdidas dentro desse triângulo das bermudas. 

Sim, mesmo depois desse tempo todo eu ainda me importo com você. 
Sim, mesmo depois desse tempo todo, eu ainda sinto falta. 
Essa situação resolvida e mal resolvida ainda me doí, mas assim como você, eu também segui, só que sem deixar de sentir. 

Eu te disse, eu sou uma guerreira, posso até ser uma Viking. 
Eu sempre estou de pé, em prontidão,
com a minha armadura na mão. 
Pronta pra lutar.

Meu amor, sou descendente Lagertha. 
Estou pronta pra lutar por mim, lutar pelo mundo, lutar pela minha família, lutar pelos meus amigos, exatamente como lutei por você. 

Eu sei, assim como eu, você também venceu grandes batalhas.
Mas ainda estamos aqui, lutando pra vencer uma guerra. 
E no final, não importa quem ganha, sabe porquê? 
Porque eu já disse, eu não tenho tempo pra competição de quem se importa ou não. 
Sem tempo, irmão. 

Eu estou cansada das minhas amigas me dizendo o que devo ou não fazer. 
Cansada dessas mensagens de autoajuda, que dizem o que eu faço ou não.
Cansada dessas mensagens, querendo dizer o que eu devo sentir ou não. 

Eu sinto milhões de sentimentos e sensações dentro de mim, como se existisse duas metades de mim: a que quer estar contigo e a que sabe que você foi embora. 

Às vezes, eu me sinto despedaçada em milhões de pedaços, no chão. 
Dentro de mim existe pedaços que não te esquece. 
Existe metades que ficam remoendo mensagens e lembranças. 
Metade de mim que te ama, se importa, te adora e sente a sua falta. 
Pedaços de mim que sabe que eu preciso ir embora. 
Pedaços de mim que doem, por sentir a saudade. 

Eu não vou negar, sabe porquê? 
Porque eu não estou fingindo como você. 

Eu não finjo que eu não me importo. 
Porque sim, eu me importo. 
Eu não finjo que não sinto saudades. 
Porque sim, eu sinto a sua falta. 
Eu não finjo que esqueci, porque eu não esqueci, mas e você, esqueceu? 

Pode negar, diga tudo que quiser, me ataque, mande indiretas, pense o que quiser, mas ficar negando me deixa sobrecarregada, você não?
Eu não mereço me sentir assim, muito menos você. 

Porra, não adianta debater, você se esqueceu que eu sou escritora? 
Mas se quiser, debata à vontade, até se cansar, o que não me falta é criatividade pra escrever o que eu estou sentindo. 

Eu sou a capitã do meu navio, já percorri mares, 
eu nasci pra navegar, não pra me afundar no fundo do mar, por mas que a neblina cubra o céu e eu ainda veja você partir.

Eu nasci pra voar com as gaivotas, bater as minhas asas e tocar no céu. 
Eu sei que posso voar bem alto, tentar te esquecer nas nuvens, 
mas quando o vento dos céus me tocar, sempre irá trazer lembranças que eu nunca poderei esquecer. 

Me diga, até quando o que acabou, vai continuar durando dentro de mim? Dentro de nós? Não adianta fingir, eu sei que você sente, tanto quanto eu.
Eu sei que sente, o seu cérebro é tão inquieto, quanto o seu coração. 

Eu não a culpo. Eu a desculpo. 
Digo obrigada. 
Digo até logo, quem sabe você esteja em casa, com som ligado escutando Tyga. 

Estamos presos dentro do triângulo das bermudas. 
Ao som de Racionais e Djonga, ele termina de bolar o baseado, continuamos sem você e fazendo fumaça pra todo lado. 
Mesmo assim, obrigado, você me lembrou a ter paciência pra lidar com a dor, mesmo que tenha me relembrado da pior maneira. 

Eu não a culpo, foi eu que criei expectativas demais, mesmo deixando claro que eu não esperava nada de você. 
Mentira… Eu lhe disse a única coisa que eu esperava, você se lembra? 
Eu esperava que você permanecesse na minha vida, que nunca deixasse de ser a minha melhor amiga. 

Eu não a culpo. 
Aliás, me desculpe se pedi muito pra você. 
Se tudo isso era o que você queria, então, eu estou feliz por você. 

Eu achava que as suas desculpas, poderiam me curar.
Mas agora, é tarde demais pra se desculpar,  
a dor já não é a mesma, do dia que você se foi. 
Agora só o tempo pode nos curar. 

Você era unicórnio mais raro, você sagitariana, eu capricorniana, tínhamos o nosso ascendente em aries, juntas explodíamos tudo pelos ares. 
Parecíamos duas personagens estouradas e confusas, presas dentro de uma comédia romântica, ou seria uma novela? 

Você foi a pessoa mais difícil de ver ir embora. 
Você foi o meu pior e o meu melhor.  
Você foi meu pior e melhor exemplo de amor.
Você foi meu mais difícil exemplo de Eu, tu e Ela. 
Eu achava que você era Ela, do nosso Eu, tu e Ela, mas parece que eu me enganei, não é?
Eu sei, essa resposta só quem pode me dar é você.

Autora: Milena Alves (Mila)


Eu disse pra vocês, que iria trazer mais textinhos, o que eu quero dizer com todas essas palavras e sentimentos? É que tudo depende do tempo, ao mesmo tempo ele passa depressa e ele também passa tão devagar, é exatamente por isso que nunca podemos deixar de amar, nunca negue os seus sentimentos, diga que ama. Sim, amores podem te decepcionar, mas tem amores que podem te surpreender, não deixa o medo, deixar você perder de ser surpreendido pelo amor.

Obrigada por todo o carinho, todas as visualizações e curtidas nas publicações, sou muito grata por ter vocês aqui comigo.

Beijinhos da Mila!
Gratidão!

Conto – Sentada no Banco da Praça – Parte 2

Continua…

Começa a se perguntar onde ela teria ido, olha ao e redor e avista um carrinho de lanche não muito distante no mesmo instante sente sua barriga ronca, já estava próxima a hora do almoço e ela não havia comido nada, pega então sua carteira e tira uma nota, sua última, fora algumas economias, se levanta e anda em direção ao carrinho e compra um lanche, volta para o mesmo banco se sentando e começa a comer totalmente inerte, um cachorro pula em seu colo e abocanha seu lanche, da então um grito com o que restou do lanche em sua boca, tentando se recuperar do susto, ela acaricia as orelhas do cão sorri, o dono do animal se apressa e fala:

– Ah! Minha nossa, perdoe-me. Me distrai por um minuto, ele comeu seu lanche, eu te pago outro, com ketchup, mostarda, maionese? O que prefere? – ela ficou pasma com toda a situação, gaguejando ela diz:

– Só ketchup – ele se apressa e logo traz um exatamente igual ao que foi comido, ele s senta ao seu lado e briga com o animal dizendo:

– Não é para comer o lanche da – ele olha para ela esperando que diga seu nome e ela fala:

– Ania…

– Da Ania, você veio para brincar, eu te dou comida quando chegarmos em casa. Sinto muito Ania, meu nome é Chris – ele estende sua mão a ela que o cumprimenta – é um prazer – ela sorri com a boca cheia, ele começa a observa-la e nota seus olhos vermelhos, ele olha para o chão e vê sua caixa, ele pergunta:

– Você foi demitida? – ela limpa sua boca terminando de comer e joga o papel amassado dentro de sua caixa e fala com a voz um pouco grave:

– Acabaram de me demitir, e bem, não faço ideia do que vou fazer agora.

– O que você fazia?

– Sou uma tecnóloga em alimentos e por um erro do gerente eu acabei sendo culpada e demitida, sem nenhum direito.

– De qual empresa?

– Na Healthy Food, o gerente autorizou a venda de algumas amostras e eu avisei que precisava de mais alguns testes, e ainda assim ele liberou a venda e eu sai como culpada – ela fungava e olha para ele que ouve com atenção, ele fala:

– Sinto muito por você, a quanto tempo trabalhava na empresa?

– Quatro anos.

– Então foi você que fez a empresa subir daquela maneira – ela olha um pouco surpresa, como ele poderia saber que ela praticamente reergueu a empresa quase falida, ela então pensa um pouco e pergunta:

– Chris do que?

Continua…

Não tem jeito…

 Não tem jeito…

Não tem jeito, quando a gente gosta, a gente se importa muito, mesmo que pessoa tenha ido embora, a gente ainda quer por perto, quando está longe, queremos que volte, junto com todos os desentendimentos, mesmo assim queremos reconciliação depois das brigas, e tentamos, tentamos, tentamos, até parecer que não sobrou mais tentativas. 

Quando a gente ama, apostamos alto, como qualquer jogador de poker viciado, você não tem certeza que vai ganhar, mas ainda sabe que pode apostar, tem esperanças que dessa vez você pode acabar ganhando, você aposta como se não tivesse nada a perder, porque você sabe que perder, você já perdeu muitas vezes, isso não é nenhuma novidade na sua vida, não apostar não lhe impede de perder, é algo inevitável e cheio de possibilidades pra você, porque você também sabe que pode ganhar, você sente a adrenalina pura e aquela luz, com brilho e lhe dizendo: tenta mais um vez, só mais uma vez… 

E você já está desnorteada, confusa, dizendo pra si mesma que não pode criar expectativas, mas você é sonhadora, cria expectativas até com o sol e a chuva que cai do céu, tudo pra você tem significado, tem valor, tem o famoso porque, algo por trás, você é aquela que cria expectativas até pra não criar expectativas, entende? 

No amor você é tipo uma personagem de uma série de mistério, a cada episódio, você se empolga mais ainda, se empolga em decifrar esse mistério, chamado reciprocidade. Você vive em um mundo de reviravoltas e quanto mais você investiga, mais perdida você fica, se sente presa dentro de um labirinto. 

Você falha e acaba perdendo, se sente como aquele ditado, sorte no amor, azar no jogo, azar no jogo, sorte no amor e no seu caso você não está nem com sorte e muito menos com azar, só que assim como uma criança que joga videogame, você também não sabe perder.

Autora: Milena Alves (Mila)
Fotografia por: Axl Nascimento. Instagram: @axlgrafia.


Minhas Luas, eu espero que tenham gostado do meu textinho de hoje, estava sentindo falta de fazer textinhos curtos pra vocês, estou cheias dos textos, vão me acompanhando.
Sou muito grata por todo reconhecimento de vocês e por todo o arco-iris que esse blog traz pra minha vida!

Beijinhos da Mila!
Gratidão!

O Dia do Amanhã – Capitulo 7

Ola Bom Dia, Boa Tarde, Noite ou Madrugada.
Sejam todos muito bem vindos ao capitulo da semana ❤
Obrigado a todos que curtiram, e que estão lendo a historias, vocês moram no meu coração cara ❤❤❤

Lembrando que toda a critica construtiva é muito bem vinda e que temos capitulo toda a Sexta.

Antes de começarem a leitura, eu vou deixar o link com a capa do livro e a sinopse, pra quem quiser da uma olhadinha antes de começar ler o livro.

LINK: O novo Livro do Blog – O Dia do Amanhã.

Eu também vou deixar o link dos capítulos que já foram postados!

LINK 1: O Dia do Amanhã – (Capitulo 1)
LINK 2: O Dia do Amanhã – (Capitulo 2)
LINK 3: O Dia do Amanhã – (Capítulo 3)
LINK 4: O Dia do Amanhã – (Capítulo 4)
LINK 5: O Dia do Amanhã – (Capítulo 5)
LINK 6: O Dia de Amanhã – (Capítulo 6)

Espero que gostem, tenham todos uma boa leitura.


O Dia do Amanhã

Capitulo VII


Desequilíbrio

Mais nenhuma palavra foi dita, estavam todos perdido em seus próprios pensamentos, e foi assim que pela estreita janela de vinte centímetros os afiados olhos esmeraldas viram a noite estrelada passar.

Alguns pequenos raios de sol, que passavam pela mísera janela, iam de encontro ao seu rosto trazendo um leve incômodo e fazendo assim abrir seus olhos, sua cabeça estava em sua mochila enquanto seu corpo era coberto por uma grande jaqueta, que com toda a certeza não a pertencia. Forçando seus braços levantou o corpo sentando-se de lado.

– Você estava tremendo de frio – A voz grossa vinha de seu lado, levantou o olhar e viu o moreno sentado a poucos sentimentos da mochila que antes servia de travesseiro – Então achei que ficaria mais aquecida assim – Os ônix se encontravam focado na micro janela que estava bem a sua frente e em hora nenhuma se encontrou com os seus.

– Obrigada – Sua voz saiu falha devido a secura de sua garganta, sentiu seu corpo fraco e logo tudo rodou e a fraqueza lhe dominou.

A mesma ia de encontro ao chão se a mão de Trevor não tivesse a impedido antes. Parando pra pensa fazia tempos que a mesma não se alimentava era totalmente compreensivo seu corpo pedir por algo. Só não precisava ser exatamente naquele momento.

– Você tá fraca – A frase não foi uma pergunta e sim uma conclusão, de olhos fechados sentiu o moreno lhe deitar novamente com muito cuidado como se achasse que ela fosse quebrar – Quanto tempo não come? – A voz de Trevor foi ficando cada vez mais baixa, provavelmente ele estava indo a algum lugar.

– Eu não sei – Sua voz era fraca e quebradiça, seu corpo e sua mente estavam da mesma forma – Acho que uns dois ou três dias – Ouviu algo bater e naquele momento percebeu seu real estado já que nem os olhos a mesma conseguia abrir.

– Porra Cherry você tinha que ter contado pra gente – Sentiu uma grande mão ir de encontro a sua cintura enquanto a outra se encontrava em sua nuca.

Seu corpo parecia de uma boneca de pano, já que mesmo se ela quisesse lutar contra, não teria força, Trevor com muita delicadeza, mais até do que ela poderia imaginar, a pôs sentada com as costas encostada na parede para lhe dar firmeza.

– Abra a boca – Ele estava irritado isso era visível, até para ela que estava de olhos fechados.

Abriu a boca o tanto que conseguiu sentindo algo úmido tocar sua boca, a dor na garganta que sentia logo melhorou, mas a fraqueza continuava presente no seu corpo. Com muito custo conseguiu abrir os olhos e viu os ônix focados em si, ele estava mais perto que o normal com seu corpo ao lado e uma de suas mãos ainda permanecia em sua cintura, o silêncio reinou no recinto trazendo um grande constrangimento.

– Quer mais? – Sua voz estava ainda mais rouca que o normal seus olhos não saíam dos esmeraldinos, mais a necessidade de beber algo era maior que a tensão.

– Por favor – A dificuldade era presente em sua voz, a garganta já não doía tanto mais nem de perto estava boa, a garrafa veio de encontro a boca, a água descia trazendo um grande alívio e depois de beber tudo que havia na garrafa sentia um leve alívio.

– Melhor? – A voz dele ecoou por sua mente e naquele momento ela queria se sentir melhor, mais não estava, se sentia muito fraca e doía pensar que se não fosse por eles provavelmente morreria.

– Tem umas comidas na minha na minha mochila – Sua barriga doía e ela sentia um grande vazio no estomago, havia vomitado no dia anterior e alimentação na nova realidade deles não era lá muito nutritiva.

– Tem bastante comida aqui – Com a mão que não estava segurando Cherry o moreno abriu a bolsa encontrou vários enlatados e algumas barras de proteínas – Porque não se alimentou antes?

– A maioria eu achei na casa um pouco antes de entrarmos aqui – Ela inclinou um pouco a cabeça para o lado no qual a bolsa estava – Me dá uma barra por favor – Ela odiava barras de proteínas, mas era o mais fácil de se comer no momento.

Trevor abriu a barra com apenas uma das mãos enquanto a outra ainda permanecia na cintura de Cherry, aproximou a barra dos carnudos lábios rosados enquanto esperava ela dar a primeira mordida, depois de comer quadro barras ele a deitou novamente.

– Descansa um pouco – Com as mão grandes e calejadas das situações que já havia passado pra chegar até ali, ele pegou sua jaqueta que estava embolada nas pernas dela e a cobriu novamente.

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– Você tem certeza que já ta bem? – A frase de Trevor ecoou por toda a pequena sala, a fazendo então levantar o olhar e encarar o moreno de perfil, ele não havia saído de seu lado desde o acontecimento de mais cedo.

– Tenho – A fraqueza ainda estava presente em seu corpo, mas estava bem melhor do que quando acordou – Mas você tem certeza que o Brian ta vivo?

O loiro estava jogado no chão de forma espalhafatosa desde antes dela acorda e não havia se mexido desde então e nem sabia se havia se mexido antes, a única coisa que definia que ele estava vivo era sua respiração calma e compassada.

– Tenho – A voz grossa dele atingiu seus tímpanos – Ele só está exausto – Um suspiro alto saiu de seus lábios – Ele não quis te acordar ontem disse que você parecia muito cansada – A culpa a atingiu, ele estava daquela forma por sua culpa.

– Eu não acredito que ele fez isso – As palavras dela sairão, mas como um resmungo.

– Não só isso, mas eu ainda não confiava em você – A seriedade misturada com tranquilidade que saía da sua voz era extremamente confortante – Ele ficou acordado pra que nós pudéssemos dormir.

Ela conseguia entender seu lado também, todos já havíamos passado por algum tipo de traição fazendo assim ficarem cada vez mais frios e duros com seus novos relacionamentos.

– Eu entendo você – A frase saiu mais baixa do que imaginava – Mas eu nunca iria deixar nada acontecer com vocês – Sentiu os olhos frios de Trevor sobre si, mas preferiu focar seu olhar no loiro jogado na outra parte do cômodo – Vocês são as únicas pessoas que eu tenho.

O silêncio se instalou durante um bom tempo, Trevor estava perdido em seus próprios pensamentos, enquanto ela tentava se manter acordada, a cada piscada era uma luta diferente.

– Você pode dormir novamente se quiser – O moreno soou repentino a fazendo tomar um susto, automaticamente abrir os olhos que só então percebeu estarem fechados a tempo de mais.

– Eu ‘tô bem – A frase saiu irritada, pode ouvir a risada anasalada de Trevor e podia imaginar o sorriso de lado sarcástico em seus lábios.

– A gente não vai sair daqui até o Brian acorda – A sentença foi dita, mas ela concordava não era justo com o loiro que havia passado boa parte da noite acordado por causa deles, que eles o acordassem agora, precisavam deixar ele descansa – Então se eu fosse você aproveitaria, pois não é sempre que se pode dormir o tempo que quiser.

Assim que o final da frase foi dita ela viu Brian se virar, era seu primeiro sinal de vida em um bom tempo, foi então que começaram a ouvir murmúrios, no começo eles eram baixos e desconectados, porem depois de quase uma hora os múrmuros ficaram cada vez mais autos.

A curiosidade atingiu Cherry que automaticamente olhou para Trevor que tinha as sobrancelhas franzidas, Brian começou a se mover como se estivesse em desespero, fazendo o moreno se aproximar e a rosada se sentar.

– AAAAAAAAAAA – Um grito alto e estridente que saiu da garganta de Brian enquanto o mesmo jogava seu corpo para frente, sentando, com os olhos azuis arregalados.

O peito do loiro subia e descia extremamente rápido, o coração batia tão forte que podia ela jurar conseguir escutar, Brian virou o rosto de vagar passando o olhar por toda a sala, como se tivesse caçando algo, passou por Trevor e o ignorou, como se ele nem estivesse ali e então olhou para ela e finas lagrimas caíram de seus olhos.

Seu olhar era de pura dor, como se lembrasse de algo, ele chorava em silencio apenas a encarando, e então depois de alguns minutos se jogou em cima dela, como se ela fosse uma boia no meu do oceano.

E o choro silencioso se tornou auditivo e coberto de soluços, ele estava agarrado na cintura dela e murmurava coisas no meio dos soluços, coisas inaudíveis, os olhos esmeraldinos se levantaram em busca do moreno numa clara busca de ajuda, por algum motivo ela sentia como se ele pudesse a ajudar.

Era horrível ver Brian chorando como se fosse uma criança em desespero lhe doía o peito, o moreno estava tão confuso quanto ela e ali pelo olhar ambos tentavam entender o que estava acontecendo.

– Eu não vou deixa nada acontecer com você – A frase sou alta e legível era como se ele quisesse falar aquilo mais pra ele mesmo do que pra ela – Nada, nada, nada, nada – Ele estava em choque assombrado pelas próprias memórias.

Não tinha a mínima ideia do que fazer ou porque estava acontecendo, mas quando começou a sentir a blusa molhar pelas lagrimas grossas do loiro, o motivo já não era mais tão importante, ela passou os finos braços em volta dele o apertando ainda mais contra meu peito.

– Ei ta tudo bem – Com a voz baixa tentava trazer a tranquilidade que ele havia perdido, suas mãos foram de encontro os fios loiros acariciando, aos poucos sentiu os fortes braços do loiro afrouxarem – Calma.

Sua frase foi morta pelos barulhos do andar de cima, por mais que os três estivessem “fora de perigo”, lá fora ainda tinha aquelas coisas se rastejando pelos cantos, loucos para comer seus miolos.

– Eu não vou deixa nada te machucar – Ele repetiu a frase dessa vez mais baixa e rouca, ele parecia perdido num mundo diferente do que realmente estava.

E aquilo a assustava, a forma como ele dizia era completamente desesperador, mas com toda certeza o que a deixava intrigada era a forma dolorosa que ele dizia, era como uma ferida aberta que doía cada vez mais.

– Cherry – A voz grave do moreno a trouxe a realidade, seus olhos saíram da cabeleira loura e focaram nos ônix que olhava fixamente para a entrada do alçapão – Você precisa tirar ele dessa merda

– Você tem que se acalmar – Sua voz saiu branda e calma, o loiro ainda sussurrava palavras desconectadas da realidade – Olha pra mim – Suas pequenas mãos seguram o rosto do loiro o fazendo focar seus olhos nos dela – Eu preciso que você volte por favor.

Os azuis piscina a olhavam como se não soubesse a língua que os lábios da rosada falavam, o barulho ficava cada vez mais ensurdecedor, as batidas aumentavam e não demoraria muito para um buraco ser feito e todos os sem miolos caírem em seus colos loucos pra comer seus miolos.

Antes que ela pode-se tentar mais uma vez fazer o loiro voltar a órbita, viu o moreno, que até agora só observava a situação, puxar com certa brutalidade o loiro de seus braços.

PAH

A palma da mão do moreno estava um pouco à frente do rosto do loiro enquanto o mesmo tinha o rosto virado e vermelho, a grande mão do moreno agarrou a mandíbula do loiro sem a menor delicadeza fazendo-o olhar em seu rosto

– Eu não tenho a mínima ideia do que diabos está acontecendo mais eu preciso que você volte – A voz do moreno era forte mais no fundo ela conseguia sentir uma ponta de desespero misturada com… raiva?

Os olhos antes desfocados do loiro aos poucos focarem na profundidade dos ônix, viu o rosto ganhar expressão forte e finalmente voltar a realidade.

– Qual é o plano?

Continua…

Fanfic: Vingadores – Filha do Tony Stark. (Part.11)

Eu sei, demoramos pra trazer a continuação, @giovannateodorico anda na correria e tivemos uns problemas de comunicação, mas aqui está continuação, espero que gostem e perdoa a demora!

Pra quem ainda não conhece a Fanfic é só acessar os links abaixo!

Part. 1: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 2: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark .
Part. 3: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 4: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 5: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 6: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 7: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 8: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 9: Fanfic: Vingadores – Filha do Tony Stark.
Part. 10: Fanfic: Vingadores – Filha do Tony Stark.

Eu espero que gostem da continuação de hoje.

Boa leitura!


Capítulo 11

Me remexo na cama novamente enquanto Gabriella dorme tranquilamente ao meu lado. Sua respiração tranquila e o fato de não ter se mexido nenhuma vez prova que estava em um sono profundo.  

Pensei que nós iríamos passar a noite acordada, mas Gabi deu uma trégua, alegando estar cansada por ter trabalhado na loja da mãe a tarde toda.  

Pelo menos ela está dormindo, mas eu continuo com os olhos bem abertos e sem nenhum sinal de que o sono viria. 

Já cansada de ficar deitada, levanto da cama tentando não acordar a minha melhor amiga e vejo as horas pela tela do meu novo celular. 04:16. Suspiro e saio do quarto sem saber o que fazer. 

Penso em ir para a cozinha, mas eu estava tão cheia que se comesse uma uva vomitaria. Então, vou para a sala encontrando um Ricardo acordado em frente à televisão ligada.  

Me aproximo deitando ao lado dele e encosto a cabeça no ombro do meu pai, enquanto fito a televisão. Um filme de comédia famoso passava, mas parecia que Ricardo não estava prestando muita atenção. 

— Sem sono? — pergunto por fim ainda olhando para a televisão. 

— Sim. — diz, e voltamos a ficar em silêncio novamente. Depois de alguns instantes com ambos encarando a tela da televisão, Rick suspira profundamente. 

— Você mudou. — Levanto a cabeça e observo o rosto de Ricardo.  

Ele parece cansado, e os seus olhos parecem mais escuros que o comum. Não escuros, mas sombrios. 

— Por que você não pega as suas piadinhas dos anos oitenta… — uma das protagonistas do filme diz em uma das suas frases mais conhecidas. A ignoro e presto atenção no meu pai. 

— O que você quer dizer com isso? — antes Ricardo estava olhando fixamente para a tela da televisão, agora ele me olha. 

Ele suspira antes de responder. 

— Você está mais reservada, omitindo coisas de mim, mais séria. — Me sinto um tanto irritada quando escuto isso. 

Sento me agarrando a uma almofada colorida, e olho o filme. De alguma forma ele está certo, de alguma forma Rick falou a verdade. Mas eu não queria escutar a verdade, ainda mais vindo dele.  

Eu sei que mudei, o luto transforma as pessoas, mas Ricardo também mudou, e eu não o estou acusando de tal coisa. 

— Sei o que você está pensando, mas é diferente.  

Volto a encarar o homem ao meu lado franzindo o cenho. 

— Diferente como? — sem querer, deixo algumas gotas ácidas saírem na minha pergunta. 

— Você não mentia para mim, agora mente. Eu não minto pra você.  

Quero dar risada. 

— Então o xis da questão é sobre eu ter mentido pra você?  

Ricardo suspira como se fosse óbvio qual era realmente o assunto e apenas eu não entendesse. Talvez seja verdade. 

— Como você adivinhou? Eu adoro essa música!  

O homem negro do filme diz soando extremamente alegre. Parece que mesmo tendo alguns problemas policiais no filme não chegam nada perto dos problemas que eu tenho que enfrentar agora. Problemas psicológicos, que só eu mesmo sou capaz de resolver. 

— Quando eu perguntei se você estava bem, mentiu. Eu sei quando você está mentindo. — E Ricardo diz a verdade, novamente. 

De alguma forma ele sabe quando eu estou mentindo desde sempre. Talvez Rick também tenha o sensor-de-mentiras que toda mãe tem.  

Me sinto mal. 

— Por quê mentiu? — ele não parece decepcionado, mas sim preocupado. Justamente o sentimento que eu estava tentando evitar. 

— Eu só não queria que você, não sei, se preocupasse comigo. — E surpreendentemente, meu pai dá um riso nasalado. 

Pensei que ele iria brigar, ou me dar um longo sermão, mas não, ele riu. 

Não sei se relaxo ou fico em alerta. 

— Você é minha filha. Se preocupar com você é algo tão natural quanto eu amar você. — Sinto um nó na minha garganta, e sei que estou prendendo o choro e é sufocante. Rick pega a minha mão e sorri gentilmente. — Mesmo estando longe eu penso em você, se está segura, alimentada, e outras coisas que sei que Tony já tratou de resolver. 

Concordo com a cabeça apertando suavemente a mão quente e grande de Rick. 

— Mas se mentir novamente para mim vamos ter uma longa conversa, mocinha. — Solto uma risada e Rick me acompanha. 

Volto a me deitar ao lado dele com a cabeça em seu peito, ainda está escuro lá fora, e sentindo a paz momentânea me deixo ser levada pelo sono. 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 Antes mesmo de abrir os olhos sei que Ricardo já acordou. Sinto o vazio onde ele estava e o cheiro de café no ar.  

Me espreguiço e finalmente abro os olhos. Em algum momento Ricardo colocou um cobertor sobre mim, já que estou enrolada em um. O jogo para o lado e me levanto indo em direção a cozinha, encontrando uma Gabriella já acordada e animada e Ricardo dando risada de alguma piada ruim que ela contou. Me sinto reconfortada por ver uma cena tão familiar. 

— Olha só, a bela adormecida acordou. — Gabi diz quando finalmente me vê. 

Me encosto no vão de entrada da cozinha e cruzo os braços em frente ao corpo. 

Ignoro a pequena alfinetada da minha melhor amiga.  

— Onde Tony está?  

— Ele acordou cedo e saiu. Obviamente não entendi o que ele falou porquê estava sem o aparelhinho, só entendi situation. — Concordo com a cabeça e me sento ao lado de Ricardo. 

Gabriella não fala inglês. Foi engraçado ver ela tentando se comunicar com Tony ontem à tarde quando ela chegou. Foi mais engraçado ver quando ele entregou a Gabi um pequeno aparelho auditivo que Tony desenvolveu, onde traduzia automaticamente a língua estrangeira programada para a sua língua materna. Foi por isso que ele entendeu quando eu e Rick estávamos conversando em português. 

Me sirvo com um pouco de café, e pego uma torrada, sem antes perceber o olhar estranho que Gabriella e Ricardo me lançam. 

— Certo. O que aconteceu?  

Gabi abre um riso ladino e apoia os cotovelos em cima da mesa, inclinando o corpo para frente. Parecia animada, e curiosa.  

— Eu só quero saber algumas coisinhas. — Eu bem que estava esperando por isso. 

Ontem ela não havia dito nada, perguntado nada, como se eu não tivesse me mudado para o hemisfério norte repentinamente. 

— Tudo bem. — a única coisa que eu posso ter agora é paciência.  

— Como é morar com os heróis? Já viu o Hulk? Como é o Thor? Capitão América tem muitas rugas? — espero vir mais perguntas, mas percebo que essas são as iniciais. 

— Normal, eu acho. Não. Normal, como qualquer deus. Nada de rugas, pele lisa igual a um recém-nascido. — Gabi da risada assim como Rick com as minhas respostas. 

— Normal, como qualquer deus. — Rick afina a voz para se parecer com a minha, o que falha miseravelmente.  

— Qual deles você mais gosta? — a garota ruiva continua ignorando Ricardo ou qualquer coisa externa.  

Penso um pouco. Qual deles eu mais gosto? É difícil escolher.  

— De todos. Mas acho que mais do Hulk e do Capitão América. — é essencial que eu não fale nomes, mesmo que Rick e Gabi sejam de confiança, mas alguém que não é de confiança poderia escutar, e bom, sabendo a verdadeira identidade de um deles tentar algo contra o sortudo. 

— Como é a Viúva Negra? Sempre misteriosa e essas coisas? — tomo um gole de café antes de responder. 

— Ela é normal. — Não posso dar muitas informações. Alguém poderia usar elas contra os heróis. 

Tony me explicou isso quando estávamos no jato. Também disse que certa vez alguém falou demais de um agente da S.H.I.E.L.D., informações pessoais e nome. Essas informações quase levaram a ruína de uma missão importante e da S.H.I.E.L.D. Tiveram que mudar o nome do agente e ele se mudou para outro país, longe de conhecidos e familiares. 

Não sei se é verdade. — Talvez Anthony tenha contado aquilo apenas para me manter de boca calada — mas não desejo o mesmo destino para os Vingadores. 

— Normal? Todos eles são normais pra você? — Gabi parece estar indignada, e Ricardo apenas acha graça da nossa conversa. 

Dou de ombros enquanto como um pedaço da torrada. 

— Eles são gente como a gente, Gabi. Apenas fazem coisas sensacionais que nós nunca vamos fazer. — falo mas não acredito nas minhas próprias palavras. 

Há algum tempo eu estive pensando sobre isso, sobre ser um herói. Não sei o que eles passaram para ser o que são hoje, mas aposto que treinaram muito, que fizeram diversas coisas que pessoas normais poderiam fazer, como bombeiros e policiais. 

Com o treino adequado, sei que vou estar à altura dos mesmos homens que arriscam a vida todos os dias para salvar as pessoas. Talvez — bem provável — que eu não me torne uma heroína, mas talvez eu salve vidas e faça a diferença. 

— Tem razão, mas vamos falar de uma pessoa em específico agora. — Levanto uma sobrancelha, tentando adivinhar de quem ela quer falar agora. — Vamos falar sobre Tony Stark vulgo o seu pai. 

— Não acham errado falar dele quando ele não está aqui? — apenas falo para tentar mudar de assunto, mas Gabriella nem Ricardo caem nessa. 

— Você vai falar mal dele? — Ricardo finalmente se pronuncia, querendo participar da conversa. Gabi responde um “não” com um sorrisinho por ter o meu pai do lado dela. — Eu também não, então não é errado. Só se você falar, aí o problema não é nosso. 

Sei que não há como eu fugir da situação, então apenas me entrego e tento manter a calma. 

— O que vocês querem saber sobre ele? Sabe, podem perguntar pro Tony, ele não morde. — Tento fazer graça, mas os dois estão com as expressões sérias. 

Eu sabia que essa conversa iria acontecer, cedo ou tarde, mas eu preferiria ser mais tarde e de preferência sem ser logo de manhã. 

— Como ele é com você? E não venha responder “normal” porquê senão eu enfio essa torrada na sua boca. — Tomo a ameaça como uma brincadeira mesmo sabendo que Gabriella é capaz disso. 

Mordo a torrada e mastigo lentamente, tomando um gole de café quando engulo o alimento apenas para ganhar tempo. Os dois ficam em silêncio esperando a minha resposta.  

— Tony parece estar se esforçando, sabe, pra ser um pai. E ele está conseguindo, até me colocou de castigo. — Solto uma risadinha no final, mas nenhum dos dois me acompanham.  

— Emma, por que você ainda não o chama de pai? — a voz da minha melhor amiga sai baixa, cuidadosa e gentil. 

Gostaria que ela tivesse feito qualquer outra pergunta apenas para não precisar responder essa. 

Respiro fundo tentando criar coragem. 

— É complicado. — tomo um gole do café, já frio. 

— Por quê é complicado, bonequinha? — com as simples palavras de Ricardo sinto vontade de gritar tudo o que reprimi. 

Tenho que manter a calma. 

— Eu te chamei por toda a minha vida de pai, e é difícil chamar Tony de pai também mesmo que ele seja. Eu ainda não estou preparada pra chamar ele de pai, da mesma forma que Tony não está preparado pra me chamar de filha. — Falo tudo com apenas um fôlego. 

Mas ao mesmo tempo que falo tudo, eu não falo nada. Ocultei algumas coisas, algumas coisas essenciais para eu não chamar Tony de pai. Uma dessas coisas é o medo. 

Espero por mais perguntas, mais perguntas que sei que vão me quebrar, mas elas não vêm.  

Sou envolvida por braços, me apertando em um abraço e nesse momento sinto confortável de chorar. Papai e Gabi me abraçam, um de cada lado. Os braços finos da minha amiga parecem se encaixar perfeitamente no meu corpo e assim é a mesma coisa com os braços de Ricardo. 

Eu fui feita para estar neles, por isso me encaixo tão bem em cada um deles, como uma peça de quebra-cabeça. Mas também sei que pertenço aos braços de Anthony, e que ele pertence aos meus.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

  Estou sentada no sofá, observando Gabi tocar o seu violão e cantar uma música antiga e famosa. 

Ricardo acompanha a garota cantando da cozinha, enquanto corta uma cebola para fazer um outro prato famoso dele, uma lasanha que mais tem recheio do que massa. 

Tony chegou quando estávamos abraçados na cozinha. O dia inteiro ele parecia estar preocupado com algo, mas não fui perguntar o que o estava incomodando, talvez com medo dele me mandar cuidar das minhas próprias coisas. 

— Essa você conhece, diz que conhece! — Gabi chama a minha atenção tocando uma melodia no violão. 

Ela está sentada sobre um pé, e o outro bate com a ponta do pé no chão marcando o tempo. Sei disso porquê certa vez ela me explicou. 

Não sei nada sobre violão e essas coisas, não sei cantar também, e por ser uma leiga nessa área aprecio as músicas de vários estilos e cantores. Mas as últimas 4 músicas que ela cantou eu não fazia a mínima ideia que música era. 

— Sempre estar lá, e ver ele voltar… — a voz angelical de Gabi canta o refrão, e eu logo sei qual música é. 

— Essa eu sei. — falo animada quase pulando do sofá. 

— Aleluia! — a garota diz sem parar de tocar o violão. 

Escuto a risada de Rick, calorosa e um tanto nasalada. 

— Eu sei que você é gringa, mas é bom escutar algumas músicas nacionais, só pra não passar vergonha.  

Ricardo aparece com um avental florido. 

— O nacional dela é música em inglês. — falo um “muito engraçado” mas os dois não me ouviram porquê estão gargalhando alto. 

Mas logo pararam quando Anthony entrou na sala e encostou o ombro na parede com as duas mãos dentro dos bolsos. Tony sabe ter presença, sabe se destacar em qualquer lugar. Aposto que se ele fosse a um funeral as pessoas o abraçariam e diriam palavras de conforto ao invés de dizer a família.  

Não falo nada, apenas o encaro esperando ele dizer alguma coisa. O único som que se pode ouvir é da cebola fritando na panela. 

— Emma, precisamos conversar. 

Com as simples palavras de Anthony eu fico tensa. Será que eu fiz algo de errado? Falei algo de errado? Geralmente quando Rick falava que precisava conversar comigo era porquê eu tinha feito algo errado, mas pelo semblante de Anthony parece que é um assunto sério. 

Me levanto e olho pra Gabi, que segura fortemente o violão. Então ela também está sentindo a tensão? 

— Pai, nós vamos lá encima. — não espero a resposta de Ricardo, apenas abro a porta e saio, torcendo para que Tony esteja me seguindo. 

Quando escuto o som da porta se fechando, sei que ele está. 

Sigo reto pelo pequeno corredor até chegar a uma porta quase imperceptível ao olhar das outras pessoas. A abro com um puxão e subo apenas um lance de escadas, encontrando outra porta no final dela. A abro também e por fim, chego ao terraço. 

Esquecendo totalmente de Tony, olho em volta vendo que os meus pisca-piscas ainda estão ali enfeitando o pequeno muro que me impede de cair. Umas cadeiras e uma mesa estão próximas de nós, o guarda-sol está fechado. 

Me aproximo da beirada do terraço e olho para cima, encarando o céu escuro e com duas estrelas solitárias, ou melhor, os planetas Venus ou Marte. Não me lembro agora. 

— Nós vamos voltar para casa hoje. — me viro para ver Tony. 

E estranhamente ele parece confortável no meu mundo particular. Era isso o que o terraço representa pra mim. Meu mundo particular.  

— Por que? Era pra ser amanhã. — eu não estava preparando o meu psicológico para uma despedida. 

E lá está o Anthony desconfortável, aparentando ter mais idade do que realmente tem. 

— Você não gostou daqui? Do meu pai ou da Gabriella? — pode ser por isso que ele quer ir para casa tão cedo. 

Casa. É tão estranho eu pensar em casa e logo relacionando a mansão dos Vingadores. A minha casa também é aqui.  

— Não é nada disso, só precisamos voltar agora. — Tony parece cansado. 

— O que aconteceu? — o homem apenas me olha, os olhos escuros escondendo mil segredos. — Qual foi o real motivo dessa viagem? Aposto que não foi para conhecer a minha terra natal. 

Por um momento penso que ele não iria falar nada, apenas dizer novamente que precisamos ir embora hoje e sair me deixando sozinha com uma cara de tacho. Mas não, ele não faz isso. 

— Soubemos que iria ter um ataque próximo da mansão, então decidimos tirar você de lá. 

— Quem decidiu isso? — não sei o que estou sentindo, talvez seja um misto de sensações. Sim, talvez. Qual deles vai vencer? 

— Os Vingadores. — eu já sabia a resposta, era só pra confirmar se eu estava certa ou não. 

— Por que?  

Tony passa a grande mão na barba. Talvez ele esteja se perguntando se eu sou tapada. 

— Você não conseguiria se defender sozinha. — ele diz simplista, e sei que ele está certo. 

— Então me treine. Me ensine. — o desejo é quase palpável na minha voz.  

Anthony me olha como se eu estivesse louca. Talvez eu esteja. 

— Criança, não é tão simples assim… — o corto me aproximando mais dele. 

— Claro que é. Você ensina a me defender e assim não precisa ficar fazendo viagens só pra me tirar de cena. — olho para o seu rosto mas parece que ele colocou uma máscara que esconde as suas reações. 

Espero pelo que parece ser uma eternidade até Tony fazer um bico e parecer relaxado novamente. 

— Eu vou pensar a respeito. Agora vá arrumar a sua mala. Sairemos depois do jantar.

Continua….


Recadinho da @giovannateodorico

Olha quem está aqui depois de séculos sem aparecer. Isso mesmo, euzinha. 
Vou tentar ao máximo enviar os caps com frequência.

Ah, obrigada a todos vocês que não desistiram da Filha dos Tony Stark e da história dela.  
Segue aí embaixo as músicas que me inspiraram a escrever esse cap. 
• My eyes — The Lumineers. 
• Long Way From Home — The Lumineers. 
• Charlie Boy — The Lumineers. 
• Dead Sea — The Lumineers. 
• Slow it Down — The Lumineers. 
• Pusher — Alt-J 
• Nara — Alt-J 
• Warm Foothills — Alt-J 
• House of the Rising Sun — Alt-J 
• Eyes on Fire — Twilight soundtrack  
• Cherry Wine — Hozier 
 

Eu quero agradecer todo o carinho de vocês e por não desistirem dessa Fanfic!

Um beijão da Mila!
Gratidão!

Conto – Sentada no Banco da Praça – Parte 1

Ela caminha desolada até o banco mais próximo, coloca com pesar a caixa que leva suas coisas no chão ao lado do banco e se senta, olha para seus pés e depois para a praça a sua frente, lágrimas saltam de seus olhos escorrendo por suas bochechas rosadas, como uma enxurrada de desespero ela não consegue parar, ela observa as crianças correndo pelo parquinho e cachorros correndo pela praça, todos muito felizes e ela em um completo caos. Por um segundo pensa se vale a pena continuar, as coisas já estavam complicadas e agora, ficaram piores.

– As coisas devem estar difíceis – é despertada de seus devaneios pela voz doce de uma senhora negra com cabelos grisalhos e um lenço branco em sua cabeça, que havia sentado ao seu lado sem que percebesse, a senhora não a olhava, seus olhos estão presos ao horizonte ela continua – se quiser falar sobre o que lhe aflige, essa velha mulher estará aqui para lhe ouvir, criança.

Ela respira fundo e começa pesadamente:

– Sim, achei que iria conseguir, mas já não tenho forças… – mais uma lágrima escorre e ela continua – acabei de ser demitida por um erro que outro cometeu, e nem pude me explicar. Ainda descobri que estou esperando um bebe, o que farei agora com uma criança? O pai não quer assumir e não irá ajudar em absolutamente nada, estou tão perdida, eu só queria morrer…

– Deus nos dá uma batalha, para nos mostrar o quão forte podemos ser, não se desespere criança, ele está contigo. Sei que pode parecer apenas mais um clichê de uma mulher velha, mas acredite em mim, logo sentirá a graça do senhor, ele já fez um milagre em ti, por mais que o pai desse bebe não o queira, você irá querer, sinta o amor que transborda de Deus para ti, e agradeça pela vida. Sei que as coisas estão difíceis mas saiba que ele está lá te olhando e cuidando de ti, seja firme na fé. As coisas vão se ajeitar, e tudo será belo em sua vida, creia que ele está contigo, ele crê em ti e eu também – a senhora ainda olhava para o horizonte, foi quando percebeu sua bengala ao seu lado e viu que a senhora era cega, algo nela a fazia se sentir acolhida, ela então fala:

– Posso lhe dar um abraço? – a senhora não se moveu, a jovem então a abraça e se sente segura, como a muito não sentia, seus pais já falecidos e sua irmã distante fazia tanta falta, a senhora a abraçou firme e ao mesmo tempo delicada, a senhora então fala:

– Deus tem grandes planos para ti, criança, tenha fé – elas se desvencilham do abraço, Ania, a jovem, seguiu os olhos perdidos da velha senhora ao seu lado, ela se perde em seus pensamentos mais uma vez, seus olhos e nariz vermelhos, mostravam o quanto havia chorado, ela se volta novamente a senhora para lhe perguntar seu nome e a mesma havia sumido da mesma forma que aparecera, não ouviu seus passos ou qualquer outro ruído.

continua…

FELICIDADE

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Alguns trechos foram tiradas de um livro.

Sig. Felicidade é o estado de quem é feliz, uma sensação de bem estar e contentamento, que pode ocorrer por diversos motivos.


Felicidade é tudo aquilo que definimos como algo que nos faz bem, que traz uma sensação de contentamento e nos tira o desconforto.- Iasmym Chaves


O inimigo da felicidade

Os psicólogos chamam este mecanismo de adaptação hedonista. O prazer é acompanhado por secreções neuro-transmissores, tais como as endorfinas no cérebro. Ora com o tempo os receptores destas substâncias acabam saturando. É como quando uma pessoa se acostuma com algo, com os efeitos.

Acabamos nos adaptando, e o efeito de euforia das novas situações acaba sempre se atenuando.

– Uma pessoa que tenha ganhado uma enorme quantia na loteria exulta e pensa que a sua vida vai se transformar. Alguns meses depois, ela terá incorporado estas mudanças e não se considerará mais tão feliz assim.

– Antes de comprar um carro, uma pessoa a pé imagina a que ponto sua vida será mais feliz assim que estiver motorizada. Uma vez automobilista, passados os primeiros momentos de descoberta, ela se depara com os engarrafamentos, os custos da gasolina e manutenção…

– Um solteiro sonha em encontrar o verdadeiro amor. Depois dos primeiros meses de paixão, as preocupações cotidianos voltam a ser o centro das atenções.

Acolher o que acontece na nossa vida com um olhar novo, assim como um recém-nascido descobre o mundo.

A felicidade não chega automaticamente […]:

ela depende de nós mesmos.

Ninguém se torna feliz do dia para a noite,

mais sim procedendo  a um trabalho paciente.

Levado adiante a cada dia.

A felicidade se constrói,

e que exige empenho e tempo.

– Luca e Francesco Cavalli- Sforza.

Pense Positivo

A felicidade está obviamente ligada ao sentimento de ser feliz. Ora, não podemos escolher tudo o que sentimos, da mesma forma que não podemos escolher nosso temperamento (predisposição ou tendência a sentir tal ou tal emoção). No máximo conseguimos modulá-lo parcialmente.

Porém, a felicidade é uma maneira de ver as coisas, ou seja, o resultado dos nossos pensamentos. Portanto, devemos nos lembrar da nossa capacidade de escolher conscientemente a nossa forma de pensar e avalia os acontecimentos.

               Risque do seu vocabulário as palavras pessimistas e troque-as por termos mais otimistas.

Mude sua forma de pensar:

cultive o otimismo!

Existem quatro tipos de felicidade:

– O prazer dos sentidos e as alegrias que vivenciamos.

– O envolvimento numa atividade que dá sentido à vida.

– O contentamento devido à satisfação do que já realizamos.

– A  paz de espírito e a distância com relação aos acontecimentos.

A nossa visão da felicidade varia com a idade.

Encha o tanque de felicidade,

por favor!


FRASES QUE ACHEI IMPORTANTE:

” Felicidade é ter alguém  a perder.” – Phillipe Delerm

” A felicidade não se encontra pronta, mas se constrói pouco a pouco. Ela não depende daquilo que nos falta, mas sim da maneira como usamos aquilo que possuímos. “

” A verdadeira felicidade consiste em fazer os outros felizes. “- Provérbio hindu

” A felicidade não se encontra pronta, mas se constrói pouco a pouco. Ela não depende daquilo que nos falta, mas sim da maneira como usamos aquilo que possuímos. “

” Se quiser ser feliz, pratique compaixão. “


 


 ”  Dê o melhor de si, sem se preocupar com o que os outros estão fazendo ou pensando. E, se o diabinho da comparação s intrometer nas suas reflexões,  expulse-o imediatamente! “


PS: NÃO CONSEGUIR ENCONTRAR O LINK DO LIVRO
NOME DO LIVRO: CADERNO DE EXERCÍCIOS PARA APRENDER A SER FELIZ.
AUTOR: YVES- ALEXANDRE THALMAN.

Se está desanimada, leia isso!

Hoje eu queria falar com você e faz um certo tempo que isso não acontece por aqui, não é mesmo? Já tivemos várias escritoras novas e outras que saíram, como um ciclo de vida.

E a rotina pode nos deixar distante de quem gostamos e até mesmo de nos mesmos, não nos reconhecendo como pessoa, como personalidade e como amor. Sinto que minha vida esta se alinhando completamente mas tem sempre aquela questão que nos puxa para baixo, eu não sei qual é a sua…

Mas com meu desabafo espero ajudar e te motivar a continuar lutando como a guerreira que quer ser e sempre foi. Você é forte e essa mensagem que te escrevo tu não pode esquecer jamais! Um concelho que quero te dar é básico mas complexo, então vamos la:

Amiga, se perdoe. Entenda que todos nos erramos e que com você não vai ser diferente.

Não se cobre tanto e nem seja tão dura com você, porque você ainda esta aprendendo tantas coisas, até a lidar com seus sentimentos que habitam seu peito. Você esta dando seu melhor e acredite nisso pois te garanto que logo logo, vai colher os frutos e hamburguenses de todo seu esforço kkk.

Portanto seja mais carinhosa, gentil, com essa pessoa que você esta se tornando, nem mesmo ela sabe como sera o futuro! Quem dirá o seu medo

Vamos combinar isso?

Eu sei que você quer abraçar o mundo e tem um coração maior ainda, essa é a coisa mais linda que existe em você! Não deixe que nada, nem ninguém estrague isso contido no seu corpo e espirito, anule essas possibilidades que te trazem mal, não tenha medo de arriscar tudo e de muito menos ter uma nova vida.

Eu sei também que você acredita naquelas historias de amor. Não se sinta boba, nem ridícula por acreditar nelas. Elas podem ser reais e mudarem a sua história para sem ao menos esperar, então não deixe que te digam que é besteira e que não vai durar.

Acreditar no amor é desafiador e não é para amadores, podendo até ser doloroso também esse ato. E não estou dizendo só de relacionamentos de casais e sim sobre absolutamente tudo.

Desde a sua família que você escolheu para viver, até a sua biológica.

Desde a sua profissão que te sustenta até o do seus sonhos.

Desde seu sonho de ter uma habilidade até o acesso a ela

Desde a sua condição financeira a um respiro no final do mês.

E enfim o alivio…

Não quero te ver chorando pelos contos, não mais.

Não quero te ver lamentando por problemas que nem foi você que gerou.

Não quero ver você desistindo da sua própria vida, como eu quase fiz…

Pense sempre no amor e no alivio.

Pois você é você e suas circunstâncias!

Fazia um tempinho que não voltava ativa aqui no blog né? Hueheu pois é migxs, aconteceu tanta coisa nesse caminho, mas quem não me conhece eu sou a Bynd, ilustradora e um tanto quanto nerd kkkk, venha se tornar parte da família, tenho Instagram, Canal no You Tube e Página no Facebook é só clicar nos nomes que já vai direto:

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Esse texto foi inspirado em algumas escritas da @acarolinamonsi e acontecimento íntimos meus.