Fanfic: Colega de Quarto. (Part.12)

Minhas Luas, como prometido um capitulo todas semana, eu espero que gostem do capitulo de hoje.

Pra quem ainda não leu o Capítulo 1 e os outros capítulos, vou deixar o link aqui em baixo:
Capítulo 1: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 2: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 3: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 4: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 5: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 6: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 7: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 8: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 9: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 10: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 11: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.

Boa Leitura!


Capítulo 12

23h30 PM

Nem consegui digerir a comida, estava com uma insegurança que nunca havia sentido. Após o jantar fui direto pro quarto e fiquei esperando ansiosamente dar o horário pra ir até o banheiro, precisava conversar com ela. Minha colega de quarto simplesmente sumiu, o bom da Chloe é que ela quase nunca fica aqui.
Amarrei o cabelo e fui até a porta, tentei ser o mais silenciosa possível, o corredor estava um breu. Estou ficando profissional em fugir de madrugada, sei até os horários que a inspeção e a luz que passa verificando. Fui andando rápido até o banheiro e ao entrar fui puxada bruscamente. Não consegui ao menos gritar, pois alguém fechou a minha boca com uma das mãos. Estava desesperada até ouvir um sussurro e uma voz que amaciava qualquer coração furioso. Cass acendeu uma pequena luminária e ficou rindo da minha cara. Ela estava de pijama, meias e chinelo.

-Você quase me matou. -Falei.

Cass riu e me beijou no impulso.

-Estou com saudades já. -Falou me enchendo de beijos.

Cass tinha um jeito que não me fazia sentir raiva dela, por mais que tivesse meus motivos, eu simplesmente sempre à perdoava antes mesmo dela me pedir perdão.

-Eu também estou… -Falei.

Cass arqueou a sobrancelha.

-Isso não foi convincente. Está tudo bem? -Perguntou.

Fiquei em silêncio.

-Eu fiz algo? -Perguntou.

Eu estava envergonhada em dizer que estava morrendo de ciúmes da Nancy… Talvez esteja exagerando de fato.

-Pelo jeito você fez novas amizades… -Falei.

Cass riu.

-Eu já entendi tudo… É sério? -Perguntou rindo.

Fiz que sim com a cabeça.

-A Nancy é só minha amiga. Fiquei feliz em dividir o quarto com ela, pelo menos não foi com alguém desconhecido. -Falou.

Estava começando a ficar confusa… Será que Cass não vai me contar que elas já ficaram?

-Pelo menos você teve sorte, a Chloe é um saco. -Falei.

Cass estava me encarando.

-O que foi? -Perguntei.

Cass fechou o semblante, se aproximou lentamente do meu rosto, pude sentir sua respiração.

-Do que você tem medo? -Perguntou com os lábios grudados nos meus.

Eu não tenho mais controle de mim, eu não sei ao certo o que ela me causava. De alguma forma ela tinha o total controle do meu ser. Me afastei, estava com o coração à mil.

-Você já ficou com ela, né? -Perguntei.

Cass ficou em silêncio.

-Por que você não ia me contar? -Perguntei.

Cass revirou os olhos.

-Não via necessidade, isso é passado e não vejo motivo pra voltar e criar algum tipo de discórdia entre nós. -Falou.

Eu realmente acho que estou exagerando e ela tem razão… Estou morrendo de vergonha.

-Eu sei… Eu só estou me sentindo insegura. -Falei.

Cass encarava o chão.

-Quem te contou? Foi o August? -Perguntou.

Fiquei em silêncio.

-De qualquer forma… Quem está no meu presente é você, não a Nancy. Já acabou e eu amo você, como nunca amei ninguém. -Falou acariciando meu rosto.

À beijei e por um momento havia esquecido de tudo.

-Bom… Você já foi mais sexy quando dormia comigo, ainda bem que deixou de ser. -Falei rindo.

Cass riu e me deu um tapinha no braço.

-É né! Se continuar reclamando eu visto aquela lingerie que você adorou no dia em que fomos pra casa da Carlie. -Falou me olhando com um olhar malicioso.

Fiquei pensativa.

-E a Carlie? Aquele caderninho era bizarro… -Falei.

-Realmente, ainda bem que não vi. -Falou.

Tinha me esquecido completamente dessa história.

-Ela é uma médica serial killer. -Falei.

Cass arregalou os olhos.
Estava tentada à pesquisar mais sobre, fiquei inquieta.

-Eu conheço essa expressão… Nada disso, deixa essa mulher pra lá. -Falou.

Dei risada.

-Só queria saber mais, fiquei curiosa. -Falei.

Ouvi passos e Cass me agarrou pela cintura. Tinha alguém vindo e eu comecei a me desesperar.

-Acho que é outro aluno. -Sussurrou.

Fiquei em silêncio.

Cass me soltou e abriu lentamente a porta, deixando apenas uma fresta para conseguir enxergar algo.

-É, realmente era uma aluna. Mas… acho que é melhor irmos. -Falou.

Fiz que sim com a cabeça. Cass fechou a porta e me beijou. Ficamos alguns segundo bem pertinho, uma olhando pra outra. Sai bem devagar, e fui sem pressa pro dormitório. Estava aliviada e feliz. Notei uma movimentação estranha dentro do quarto e abri rápido. Tinha um cara pelado em cima da minha cama.

-Que porra é essa? -Gritei.

Ele levantou ás pressas e pegou minha coberta para se cobrir.

-Larga isso. Que nojo… -Falei tapando os olhos.

Chloe estava apagada, nua, totalmente fora de si.

-Foi mal, esquisitinha. -Falou vestindo-se.

-Vaza daqui. -Gritei.

Ele saiu às pressas. E eu com medo de dar um beijinho na minha namorada… Estava totalmente desacreditada. Olhei ao redor e vi entorpecentes no chão. Chloe tentou levantar mas ela estava totalmente sem força. Tentei ajudá-la e ela vomitou tudo.

-Calma… -Falei segurando seu cabelo.

A cobri e levei ela até o banheiro.

-Me solta, sua idiota… -Falou desfalecendo nos meus braços.

A minha sorte é que não havia ninguém no banheiro e nem no corredor. Não acredito que estava me arriscando pra ajudar essa mal agradecida.
Esperei a água esquentar a coloquei ela dentro do chuveiro. Chloe sentou no box e começou a chorar muito. Confesso que fiquei sem reação, mas por um momento, senti pena e vontade de protege-la.

-Vai ficar tudo bem. -Falei.

Notei que havia sangue escorrendo de suas pernas, eu entrei em choque.

-Chloe? O que ele fez com você? -Perguntei desesperada.

Eu espero que não seja o que estou pensando que é.

Desliguei o chuveiro e a enrolei em uma toalha. Sentei ela em um dos bancos do banheiro e segurei uma de suas mãos.

-Vou te levar à enfermaria. -Falei.

Chloe segurou meu braço de maneira agressiva.

-Não… Eu não quero ir e você tem que prometer que isso nunca vai sair daqui. -Falou olhando no fundo dos meus olhos.

Eu juro que gostaria de entender o porquê, ela foi agredida e… simplesmente não quer justiça.

-Mas… Chloe isso realmente vale a pena? Se esconder da sua própria realidade… -Perguntei.

Chloe estava amolecida, quase dormindo no banco.

-A questão é que ele é meu namorado e eu estava usando droga e transando com ele. -Falou grogue. -Tem noção do tamanho do problema que isso vai resultar? Eu vou ser expulsa. -Falou.

Fiquei em silêncio.

Chloe começou a chorar desesperadamente e eu novamente não sabia como reagir. A levei de volta pro quarto e ela simplesmente apagou novamente. Organizei o quarto e quando finalmente me deitei, o alarme tocou.

                      06:15 AM

(Para uma melhor leitura, ouçam The Sweeplings- Hold Me.)

Respirei fundo e rezei pra tudo ser um sonho. Estava exausta. Olhei pro lado e o quarto ainda fedia, fiz o que pude pra limpar todo vômito e o cheiro de bebida. Sentei e cocei os olhos, precisava de um banho, a noite foi longa.
Fui verificar a temperatura da Chloe e ela estava pelando, comecei a ficar extremamente nervosa. As amiguinhas dela toda manhã vem busca-la, no mínimo vão falar que eu à fiz mal. Sei que precisava leva-la ao médico, mas ela não estava de acordo, essa ida pode definir se ela fica ou não aqui. Chloe começou a ficar ofegante. Ela abriu os olhos e gritou com as mãos na barriga, olhei pro lençol e tudo estava ensanguentado. Estava em choque, precisava leva-la pra enfermaria.

-Ei, me escuta… Eu estou aqui, certo? Eu preciso levar você, me perdoa. -Falei a puxando.

Não aguentei levanta-la… O pior era ter que chamar alguém e causar o maior alvoroço.

-Lari… Por favor, não chama. Eu não, não posso… -Falou aos prantos.

Limpei seu rosto com uma pequena toalha e tirei os lençóis de cima dela.

-Chloe… Me perdoa. -Falei levantando rápido e indo em direção a porta.

Chloe gemia de dor. Seus gritos ecoavam por todo quarto e corredor.

-Ninguém pode saber que estou grávida. -Falou com o tom de voz abafado pelo travesseiro.

Meu corpo congelou, tudo fazia sentido. Isso não foi um estupro, Chloe estava abortando.
Voltei pra cama e segurei seu rosto.

-Eu não queria ter que dizer isso… Mas há possibilidade de você estar abortando e quanto mais rápido nós formos, mais chances você e seu bebê tem de ficar bem. -Falei olhando no fundo dos seus olhos.

Chloe desmaiou e foi minha chance de ir sem culpa chamar alguém. Minhas mãos estavam ensangüentadas. Abri a porta e sai correndo e gritando por ajuda. Todo internato acordou, ninguém estava entendo absolutamente nada. Um monte de gente se reuniu na porta do nosso quarto. Minha visão estava turva, meu coração estava prestes a sair pela boca. Logo uns enfermeiros saíram em direção ao quarto com uma maca.

-SAIAM DA FRENTE! RESPEITEM! -Gritei.

Ouvi alguém gritar o meu nome, olhei pro final do corredor e era Cass. Consegui ler seus lábios, ela me perguntou intermináveis vezes o que estava acontecendo e eu não consegui responder. As amigas da Chloe logo chegaram e a Nancy chorava desesperadamente no ombro da Cass.
Espero que não tenha sido tarde demais.
Sentei no corredor e tudo desabou, minhas pernas tremiam. Os enfermeiros me chamaram para explicar tudo o que havia acontecido.

00

Passou-se algum tempo e eles me dispensaram, Chloe estava melhor, e sobre o bebê… Ainda não tinha informações sobre ele.
Fui direto pro banheiro e pude tomar um banho que lavou minha alma. Não conseguia pensar em muita coisa, mas a imagem da Nancy encostada em Cass só se repetia inúmeras vezes.
Saí do banho e Nancy estava na sentada me esperando.

-O que aconteceu com ela? O que você fez? -Gritou.

Fiquei imóvel.

-Vocês realmente são muito próximas, né? -Perguntei.

Nancy andava de um lado para o outro.

-Somos melhores amigas, Lariesce! -Gritou.

Apenas fiquei tentando digerir que tipo de melhor amiga não sabe que a outra está grávida.

-Então você sabia que ela estava grávida? -Perguntei.

Nancy arregalou os olhos e começou a chorar.

-Imaginei… -Falei saindo.

Nancy puxou meu braço.

-Espera… Tudo faz sentido, ela estava passando muito mal, mas eu nunca imaginei, ela vive fazendo dietas malucas… Meu Deus… Os pais dela vão mata-la. -Falou num fôlego só.

Fiquei em silêncio.

-Olha… Não tenho nada a ver com a história de vocês. Sua melhor amiga quase morreu, espero que fique atenta a partir de agora. -Falei.

Nancy ficou em silêncio.

Estava furiosa, esgotada… Só preciso deitar.
Todos me encaravam pelos corredores. Entrei no quarto e tudo estava limpo.
Me atirei na cama e fiquei torcendo pra mais nada acontecer.

00
16:18 PM

Apaguei o resto do dia. Meu corpo estava completamente doído. Decidi ir pra atividade extracurricular de Biologia e precisava me apressar pois começava às 16h30.
Coloquei o uniforme, escovei meu cabelo e fui correndo pra lá. Fazia tempo que não frequentava absolutamente nada, mal ia para as aulas. Meu boletim nunca esteve tão caído.
Entrei e senti todos os olhares sobre mim.

-Pode se sentar, Lariesce. -Falou. -Quanto tempo! -Falou rindo.

00

Fui dar uma volta após a aula, precisava espairecer. Fui até o jardim e o cheiro dos canteiros de flor me faziam sentir falta do meu quarto… Da minha casa.
Estava me sentindo sozinha, de alguma forma parecia que só tinha a Cass e isso não estava me preenchendo totalmente.
Fui até a área esportiva e procurei por ela. Foi um constrangimento ter que passar por uma multidão de garotos. Vi August com um dos amigos do James. Fiz contato visual e ele se aproximou.

-E aí, Lari! -Falou ofegante.

August estava totalmente suado.

-Você por aqui? Isso é um milagre! -Falou rindo.

-E aí… Pois é. -Falei. -Você sabe onde a Cass está? -Perguntei.

August revirou os olhos.

-Pensei que tinha vindo me ver. -Falou rindo. -As meninas treinam na penúltima quadra, é só seguir reto. -Falou.

August tinha um senso de humor incrível, eu sem dúvida amava a sua amizade. Um garoto se aproximou e nos deu um pequeno papelzinho.

-Vai rolar uma festa na sexta, aparece por lá. -Falou. -Tudo no sigilo. -Falou rindo.

August riu e cumprimentou o garoto.

-Vamos? Vai ser legal, você precisa se divertir um pouco. -Falou.

Eu realmente estava disposta a ir… Apesar de não ter tido boas experiências em festas nesse lugar.

-Vou pensar. -Falei rindo.

Senti que August queria perguntar alguma coisa… Já estava supondo tudo.

-Lari… O que aconteceu? Há boatos de que a patricinha da Chloe está grávida. -Falou.

Como todo mundo ficou sabendo disso de repente? Estou me sentindo uma fofoqueira sem ao menos ter espalhado algo.

-Quem te disse isso? -Perguntei.

August ficou em silêncio.

-Que seja… Não espalhe nada sem saber realmente da verdade, ok? Eu preciso ir. -Falei saindo.

Estava de saco cheio, não consigo confiar nem no August mais. Cheguei na penúltima quadra e o jogo tinha acabado. Fui ao vestiário e procurei por Cass. As meninas estavam enfurecidas.

-Menina, você não pode entrar aqui se não participar do treino. -Falou.

-Você viu a Cassie? -Perguntei.

A garota deu um grito.

-CASSIE! Tem uma garota te procurando. -Gritou.

Todas me encararam.

Cass saiu de um dos banheiros de toalha.

-Lariesce?! O que tá fazendo aqui? -Perguntou me levando pro canto.

-Eu só queria te ver e explicar a situação. -Falei.

Cass ficou inquieta e olhando pros lados.

-Isso não pode acontecer de novo, ok? Se o treinador te pega aqui vai dar o maior problemão. -Falou.

Estava estressada demais pra qualquer coisa.

-Cara… Me desculpa. Estou indo. -Falei.

Cass ficou em silêncio, me olhando com um semblante de frustração. Estava muito nervosa e confusa.

-Me encontra no mesmo lugar de ontem, por favor. -Sussurrou.

Vi Nancy sair de toalha do outro banheiro. Ela me olhou de cima em baixo e fechou a cara.

-Ué? Virou bagunça? -Gritou.

Cass me olhou assustada. Nancy se aproximou e perguntou com um olhar malicioso para Cass:

-Não sabia que estava curtindo gente desequilibrada. -Falou. -Você não era assim… -Falou.

Estava quase explodindo, metade do vapor daquele banheiro saía de mim.

-Nancy, me deixa em paz, valeu?! -Falou furiosa.

Sai ás pressas do vestiário, estava em prantos. Parece que o mundo estava nas minhas costas, eu odeio esse lugar, com todas as minhas forças.

-Lari, espera… Por favor. -Falou me seguindo.

Continuei à andar e tentei ignorar Cass. Logo o treinador chegou e mandou ela voltar pro vestiário. Estava me sentindo um lixo, insegura e imatura. Espero que as coisas melhorem, estou a ponto de pedir pra voltar pra casa.

Continua…


Meus amores, eu espero que tenham gostado do capitulo de hoje, semana que vem tem mais!

Beijinhos da Mila!
Gratidão!

EM BUSCA DA CONSCIÊNCIA

A vida não é um fluxo retilíneo, onde sempre há a constância da energia vital no sentido de baixas e altas vibrações. Na realidade esse fluxo é caótico, mas porque depende da humanidade do ser vivo.

Às vezes nos sentimos desconexos de nós mesmos, como se vivêssemos mesmo sem um propósito, quando perdemos a nossa essência, quando nos deixamos perder de nós mesmos e após isso um sentimento de vazio e tristeza parece cobrir a gente e retirar de nós o brilho do olhar.

Talvez você não esteja olhando pra você do jeito que deveria olhar. Talvez você olha tanto para os outros que esquece de se voltar pra você. Quando na verdade esse é o ato mais cruel que pode fazer consigo mesmo: autodesprezo.

Quando desviamos o olhar de nós mesmos, perdemos tudo aquilo que nos faz sentir vivo. Perdemos nossos sonhos e planos. E cada vez mais um sentimento de vazio vai nos rodeando e começando a fazer a gente se sentir cada vez mais pequenininho e insuficiente.

E o que eu quero com tudo isso? De fato eu não sei o que vocês passam, mas eu espero que com minha escrita eu possa de alguma forma curar vocês. Então eu quero que com isso vocês consigam refletir sobre vocês mesmos, sobre o que de verdade vocês gostam e te tocam na essência.

Com a globalização à flor da pele como se apresenta hoje em dia, muitas informações são difundidas e ideais também, seja de beleza, conduta, vivência… E muitas vezes isso se cristaliza em nós mesmos. Por exemplo, o padrão corporal. Eu sei que isso enraiza nas pessoas, homens e mulheres, e o quanto isso machuca. Às vezes nos comparamos com tantas pessoas que consideramos “perfeitas” quando isso nos consome por dentro. Isso nos tira nosso brilho. Querer ser outra pessoa tira nossa essência. Nos desmerecer por considerar os outros superior adoece nossa alma. Enfim, quaisquer que seja o que você se compara ou que te faz algo destruir. Mas será mesmo que isso no fim da vida tem relevância? No fim das constas, tudo o que você carrega é somente sua história. Essa sim deveria ter grande peso na nossa vida. O que de fatos vamos deixar nesse plano.

Com carinho, Laks.