O Dia do Amanhã – Capitulo 5

Ola Bom Dia, Boa Tarde, Noite ou Madrugada.
Sejam todos muito bem vindos ao capitulo da semana ❤
É o nosso primeiro capitulo de ação e eu espero muito mesmo que vocês gostem.
Obrigado a todos que curtiram, e que estão lendo a historias, vocês moram no meu coração cara ❤❤❤

Lembrando que toda a critica construtiva é muito bem vinda e que temos capitulo toda a Sexta.

Antes de começarem a leitura, eu vou deixar o link com a capa do livro e a sinopse, pra quem quiser da uma olhadinha antes de começar ler o livro.

LINK: O novo Livro do Blog – O Dia do Amanhã.

Eu também vou deixar o link dos capítulos que já foram postados!

LINK 1: O Dia do Amanhã – (Capitulo 1)
LINK 2: O Dia do Amanhã – (Capitulo 2)
LINK 3: O Dia do Amanhã – (Capítulo 3)
LINK 4: O Dia do Amanhã – (Capítulo 4)

Espero que gostem, tenham todos uma boa leitura.


O Dia do Amanhã

Capitulo V


Seja bem-vinda

O sangue corria rapidamente pelas veias, o som forte dos batimentos cardíacos era auditivo, o suor escorria pela lateral do rosto, o nervosismo era palpável, suas pernas corriam tão rapidamente que sabia que se não fosse pela adrenalina que estava sentido jamais conseguiria correr tão rápido, outro disparo foi escutado, mas dessa vez estava mais longe, ele estava correndo, para o lado contrário do deles e isso não era bom.

Focou seus olhos em Trevor e viu a determinação do moreno, o maxilar estava trancado, seus olhos focados no caminho que fazia, a mão segurava fortemente a katana que a poucos segundos atrás estava sendo afiada, por mais que corre-se o mais rápido que podia e conseguia, a distância entre os dois cada vez aumentava mais.

Assim que avistou o primeiro ser, viu o mesmo virar e focar nos dois e antes mesmo que conseguisse empunhar sua flecha, a cabeça do homem estava no chão longe de seu corpo e a katana suja de sangue, mas nada fez o moreno parar de olhar para frente, onde pode ver cerca de quinze zumbi correndo atrás de Brian que agora estava virado atirando nos mesmo.

A precisão do loiro era assustadora, o viu atirar sem antes mirar e ainda assim todas as balas iam na cabeça, no ponto mais fraco de um zumbi, desperdiçar balas não era algo que estava no vocabulário de Brian, quando olhou para o Trevor o mesmo já estava quase chegando no meio do confronto. Eles estavam muito expostos havia muitas arvores e muito barulho uma combinação fatal… para eles.

Viu uma árvore não muito perto do confronto e que era possível de se subir, diferente das demais que seus galhos eram muito altos para ela que tinha pouco mais de um metro e sessenta, subiu às pressas no galho mais baixo, com se seus pés já firmes na árvore, colou o arco na lateral da cabeça e mirou para a direção dos meninos.

  Passou o olhar pelo local e consegui contabilizar treze daquelas coisas mortas, viu o moreno matando na retaguarda e Brian os que estavam em seu alcance com uma faca, sua primeira flecha foi na cabeça de uma mulher que estava presta a acerta o Trevor com um mordida no braço esquerdo, enquanto o mesmo decapitava um senhor que aparentava ter uns sessenta anos.

Assim que a mulher caiu em seus pés o moreno virou e a olhou com um misto de confusão e espanto para a mesma, seus olhos se encontraram e por ali tentou passar toda a confiança que tinha e em resposta recebeu um aceno de cabeça.

Não tinha ideia de quanto tempo se olharam mais foi tempo o suficiente para ver Brian  ser encurralado por três daquelas coisas, seu coração disparou mais do que antes, puxou a flecha o mais rápido que podia e acertou na nuca da mulher fazendo a cair no mesmo instante, o loiro que estava com muito custo tentando acerta a cabeça do homem que devia ser uns 20 cm a mais que ele, só então prestou atenção nos que chegava em suas costas.

Enquanto puxava a flecha, Brian pegou o homem que estava em sua frente, que a todo o custo tentava lhe comer, e virou para o que estava em suas costas fazendo assim o homem como um escudo para que o outro não tivesse alcance, isso foi tempo mais que o suficiente para ela acerta a flecha na cabeça de mesmo e o loiro conseguir finalmente empunhar a faca na cabeça daquele homem.

Virou-se para ver se estava tudo bem com o Trevor e o viu cercado por cinco corpos decapitados, passou seu olho por todo o terreno e havia apenas mais dois, que logo foram mortos pelas mãos que seguravam fortemente a katana, fazendo passar apenas uma vez e decapitar o corpo já sem vida.

  A frieza que Trevor matava aquelas coisas era até assustador, seus olhos estavam opacos e havia um pequeno sorriso de canto, não o conhecia mais dava para ver e sentir o prazer que ele tinha em matar aquelas coisas, toda a aura mortífera que estava em volta dele era excitante a fazia sentir protegida, como se ele fosse um super-herói, que tudo daria certo no final.

Ta bom ele estava mais para vilão com aquela cara de mal sempre fechada e com a aura de superior matador de zumbis, mas ela preferia pensar que ele era um anti-herói só calado e traumatizado pelo o que a vida dura que eles tinham agora, a nova realidade não era lá muito feliz e nem fácil, não sabia quantas pessoas ele tinha perdido, mas ele tinha. Todos que estavam vivos haviam perdido muitas coisas importantes.

– Cherry – Estava tão perdida em seus próprios pensamentos que nem percebeu o loiro em baixo da arvore que ela estava, o sorriso estampado em seu rosto a fez se sentir mais leve, o moreno se aproximou com a cara séria de sempre mais havia algo diferente em seus olhos, não sabia ao certo  o que era – Adorei a flechada.

Era incrível como estar com Brian a fazia querer sorrir, se sentia muito mais leve de ver que ele estava bem, seguro e sem nenhum zumbi querendo lhe comer. Estava sentada no galho da arvore preste a descer quando algo no seu campo de visão a fez tremer.

O medo bateu, seus olhos se arregalaram fazendo os dois homens estranharem sua reação. Em menos de dois segundos ela já estava no chão segurando fortemente os pulsos dos dois dando impulso nos pés para a direção da cabana, onde de manhã estavam.

O ato repentino fez o moreno se assustar e puxar com força seu braço fazendo assim a mesma o soltar, a cara de indignação e confusão de Trevor fez só então sua ficha cair, no mundo onde eles estavam confiar em alguém era extremamente difícil.

– A uma horda vindo pra cá, fizemos muito barulho – Assim que sua frase acabou ela sentiu seu braço ser agarrado por uma mão grande e ela ser puxada fortemente para frente.

Brian já não estava mais ao seu lado e sim corria mais a frente, focou na figura morena que a puxava fortemente a fazendo correr num ritmo que não conseguiria se não fosse o mesmo, ele estava com o rosto ainda mais sério, se é que isso era possível.

  A casa não estava muito longe por isso já conseguia ver o loiro abrindo a porta e de lá saindo um Mid totalmente confuso.

– O que vamos fazer – Disse Brian assim que o moreno a arrastou pra dentro da cabana – Esse lugar não vai aguenta muito tempo – Ele estava correto a casa não era muito resistente a madeira das paredes eram podres em certos lugares o lugar não aguentaria muito se eles soubessem que ali tinha algo para comerem.

Mas sair correndo também não era uma opção, não conseguiria ir tão longe já que diferente daquelas coisas eles cansavam, foi quando lembrou do pequeno alçapão onde havia matado um zumbi, moveu rapidamente para lá e o abriu, o cheiro do defunto subiu rapidamente. O corpo do zumbi que havia matado no dia anterior ainda estava ali e a decomposição estava fazendo seu trabalho.

– Peguem tudo que possa ser útil – Trevor rosnou já virado de costas indo em direção ao alçapão.

Ela pegou Mid que se encolheu no seu pescoço ronronando e foi rumo ao pequeno e único armário que havia na casa, vasculhando o mais rápido que é podia, encontrou alguns enlatados e três barras de cereais que prontamente enfiou na mochila que carregava.

– Precisamos dar um jeito de tampar isso –O moreno voltou a falar enquanto arrancava com facilidade a tampa do alçapão que parecia realmente frágil – Cherry fique de olho, enquanto nós levamos as coisas lá pra dentro e tiramos aquele defunto de lá  – Disse pegando a bolsa que ela havia pego, ele mais ordenava do que pedia.

Foi até a janela que tinha ao lado da porta e ali ficou observando o que conseguia ver através daqueles vidros extremante sujo, eles tinham pouco tempo, por mais que ela havia os visto longe e eles eram rápidos, não demorariam muito mais que cinco minutos, coisa que ela rezava para ser o suficiente, de onde estava pode ver um baú embaixo da cama que estava em sua frente um pouco a esquerda, e seria perfeito pra tampa o alçapão.

– Meninos tem um baú em baixo da cama – Assim que disse viu os dois saírem de dentro do lugar trazendo o corpo daquele ser, junto com eles fazendo assim a mesma virar a cara pelo nojo, virou seu rosto para a janela vendo um zumbi no meio das árvores, um desgarrado – Eu espero que vocês tenham acabado porque o tempo acabou – Foi o que disse vendo o Brian arregalar os olhos e o moreno fechar ainda mais a cara, se isso fosse possível, ambos saíram pegando algumas coisas que faltavam.

Ela foi até a cama e de lá puxou um baú que não era grande nem pequeno, mais estava extremamente pesado, continuou puxando até perto do seu destino. Assim que conseguir levá-lo deu de cara com Trevor, o mesmo focou seus olhos nos seus, uma guerra era travada ali onde não teria ganhador. Quando ele iria abrir a boca para dizer algo o barulho daquelas coisas batendo na casa o fez ficar quieto, ambos se olharam novamente mais dessa vez rápido.

Desceu primeiro e olhou o espaço lá dentro não era nada muito grande, mas o suficiente pra eles se acomodarem e passarem a noite, o cheiro era horrível fazia eu estomago ansiar, seria um dos piores dias da sua vida isso sem dúvida.

Achou Brian no canto da sala e o viu fazendo carinho em Mid, que estava deitado de barriga para cima em suas pernas enquanto levava o carinho, não sabia ao certo que horas Mid tinha descido de seu pescoço, mas aquela com toda a certeza era uma linda imagem, uma que não via a tempos, se fosse antigamente ela já teria puxado sua inseparável Polaroid e registrado o momento e por fim gritaria o quanto eles era fofos.

Sentiu uma mão no seu ombro e olhou para o moreno que olhava com a mesma intensidade que lá em cima, antes que uma nova guerra entre ônix e esmeraldas fossem travadas Trevor separou os lábios sempre tão sérios e com a saída das palavras, saía o peso de suas costas.

– Você é bem-vinda pra ficar com a gente se quiser.

Continua…


Espero que vocês tenham gostado.
Escrever ação é sempre um grande desafio, mas eu amo ksksk

Kiss de Cereja, vejo vocês na próxima.

Não é nenhum conto de fadas!

Era um dia qualquer quando você resolveu voltar para a minha vida, eu não esperava, nunca achei que voltaria e nunca pensei que ia querer que ficasse nela, não que eu esteja pensando agora.

Lá estava eu de novo, me convencendo que seria só mais aquela noite, que não ia voltar a te ver sempre que dava, eu tentei, no começo eu neguei, eu fugi, a meu bem, no fundo eu sabia que isso não ia acabar bem.

Mas eu continuei, eu me vi presa olhando nos seus olhos enquanto você passava os dedos no meu cabelo, queria eternizar aquele momento, ao mesmo tempo estava sem entender tudo isso, estava tudo quieto, só tinha nós dois ali, de corpo e alma, todos os problemas sumiram em segundos, então eu soube naquele momento que eu nunca tinha te esquecido, que os sentimentos estavam escondidos em algum lugar, e eu acho que tu também sentiu isso.

Então aqui estou eu, não deixando de viver minha vida, mas te procurando em outras pessoas, tentando me convencer que não vou me machucar, muito menos me apaixonar, a questão é que você não pode ser o amor da minha vida, ainda mais agora que eu preciso voar para longe.

Mas a gente se dá tão bem, eu te quero bem, essa sintonia que a gente tem ninguém nunca vai ter, é difícil achar alguém que te aceite completamente pelo o que é, você sabe meus defeitos, também sabe minhas qualidades, a gente sabe o que o outro gosta, sabemos como fazer, nós somos amigos, também somos amantes e por isso sabemos a hora de parar, de se distanciar.

É incrível como a gente consegue ficar dias sem se falar e depois lá estamos nós, enrolados em algum lugar, se olhando como se existisse história de amor, eu até penso na possibilidade quando me deito no seu peito, ou quando eu te olho e você sorri, me fazendo sentir única, mas no dia seguinte quando vai embora eu me lembro de toda a nossa trajetória, de como a gente dá certo por estar errados.

O problema é que somos do mundo, não nos levamos a sério mesmo com algumas declarações, nos escondemos isso, é o nosso lance, a gente sai por aí buscando outros amores, para no final voltar para a nossa bagunça, e que bagunça, quem a gente quer enganar? Acho que a nós mesmo.

Eu tinha mania de pensar que entre nós não tem joguinhos, quando na verdade tem, a gente joga um com o outro para ver quem vai atrás de quem, não falamos sobre o que sentimos, só as vezes e de maneiras disfarçada, já ficamos semanas se ignorando, e tudo isso sempre acaba com você aqui, me falando sobre como eu sumi e sem saber que qualquer dia desses, nem vou mais estar aqui.

A meu bem, de alguma maneira você me prendeu e eu não consigo mais fugir, vai me levar para perto de ti logo agora? Eu realmente vou ter que partir, não agora, mas para que adiar o nosso fim? Não posso continuar, isso pode nos destruir.

Tivemos tanto tempo para fazer isso acontecer, mas você não quis, eu também não, mas parte minha sempre pensou, meu bem, o seu sorriso me passa a segurança de que nosso amor seria calmo, mas que também seria intenso, os seus olhos me fazem sentir o quanto a nossa sintonia é única, eu consigo ver sua alma e você a minha, a maneira como seu corpo encaixa no meu, tem a sensação de lar, mas nunca vai ser, mesmo com o fato de que não somos só físico, temos toda a conexão.

Você, com seus olhos castanhos cheio de confusões, com seu jeito errado de viver, me arrastam para um mundo completamente diferente da realidade, eu posso quase acreditar que toda essa intensidade é amor, a meu bem, você joga comigo e com nossos sentimentos, e eu que não sou tão diferente faço o mesmo.

É isso que nos envolve, é brincar com o outro sabendo que por mais que eu tenha que partir, a gente e tudo isso que temos, não vai sumir e nem vai acabar, eu não sei quem eu quero enganar falando de por um fim, se o que temos é tão único, tão nosso e tão sem igual, por quê parar por aqui? Vamos deixar fluir.

A questão é que eu me sinto tranquila com você, seja aqui ou por perto, o seu jeito de me fazer sorrir com pequenas coisas, a segurança de poder ser quem eu sou, o conforto do silêncio entre a gente e a forma como a gente se entende, se aceita me fascina.

Mas eu nunca sei se você realmente vai voltar, então não tem como eu ficar, não posso te esperar, você é imprevisível e eu nem ao menos sei o que sinto por você, amor não é, amor é sobre quem a gente quer duas da tarde e não duas da madrugada, temos coisas que se parecem com o amor, mas não é o que nos matem ligados.

Talvez seja o fato de que não sabemos o que queremos e podemos ficar nessa, e se a gente tentar algo, pode acabar dando merda, então para que arriscar perder isso que temos? Prefiro a gente assim, meio perdidos e errados, sem aquela obrigação de ser sérios, sem cobranças, podendo fazer o que quiser, mas sabendo que se precisar estaremos ali um para o outro.

Tão clichê, parece até uma história inventada, eu nunca me imaginei escrevendo coisas do tipo e olha só agora, sentimento é uma coisa louca que nem sempre dá para entender, mas tudo bem, as vezes é melhor nem saber.

Com amor, Abibi ❤️