Fanfic: Vingadores – Filha do Tony Stark. (Part.11)

Eu sei, demoramos pra trazer a continuação, @giovannateodorico anda na correria e tivemos uns problemas de comunicação, mas aqui está continuação, espero que gostem e perdoa a demora!

Pra quem ainda não conhece a Fanfic é só acessar os links abaixo!

Part. 1: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 2: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark .
Part. 3: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 4: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 5: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 6: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 7: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 8: FANFIC: Vingadores – Filha de Tony Stark.
Part. 9: Fanfic: Vingadores – Filha do Tony Stark.
Part. 10: Fanfic: Vingadores – Filha do Tony Stark.

Eu espero que gostem da continuação de hoje.

Boa leitura!


Capítulo 11

Me remexo na cama novamente enquanto Gabriella dorme tranquilamente ao meu lado. Sua respiração tranquila e o fato de não ter se mexido nenhuma vez prova que estava em um sono profundo.  

Pensei que nós iríamos passar a noite acordada, mas Gabi deu uma trégua, alegando estar cansada por ter trabalhado na loja da mãe a tarde toda.  

Pelo menos ela está dormindo, mas eu continuo com os olhos bem abertos e sem nenhum sinal de que o sono viria. 

Já cansada de ficar deitada, levanto da cama tentando não acordar a minha melhor amiga e vejo as horas pela tela do meu novo celular. 04:16. Suspiro e saio do quarto sem saber o que fazer. 

Penso em ir para a cozinha, mas eu estava tão cheia que se comesse uma uva vomitaria. Então, vou para a sala encontrando um Ricardo acordado em frente à televisão ligada.  

Me aproximo deitando ao lado dele e encosto a cabeça no ombro do meu pai, enquanto fito a televisão. Um filme de comédia famoso passava, mas parecia que Ricardo não estava prestando muita atenção. 

— Sem sono? — pergunto por fim ainda olhando para a televisão. 

— Sim. — diz, e voltamos a ficar em silêncio novamente. Depois de alguns instantes com ambos encarando a tela da televisão, Rick suspira profundamente. 

— Você mudou. — Levanto a cabeça e observo o rosto de Ricardo.  

Ele parece cansado, e os seus olhos parecem mais escuros que o comum. Não escuros, mas sombrios. 

— Por que você não pega as suas piadinhas dos anos oitenta… — uma das protagonistas do filme diz em uma das suas frases mais conhecidas. A ignoro e presto atenção no meu pai. 

— O que você quer dizer com isso? — antes Ricardo estava olhando fixamente para a tela da televisão, agora ele me olha. 

Ele suspira antes de responder. 

— Você está mais reservada, omitindo coisas de mim, mais séria. — Me sinto um tanto irritada quando escuto isso. 

Sento me agarrando a uma almofada colorida, e olho o filme. De alguma forma ele está certo, de alguma forma Rick falou a verdade. Mas eu não queria escutar a verdade, ainda mais vindo dele.  

Eu sei que mudei, o luto transforma as pessoas, mas Ricardo também mudou, e eu não o estou acusando de tal coisa. 

— Sei o que você está pensando, mas é diferente.  

Volto a encarar o homem ao meu lado franzindo o cenho. 

— Diferente como? — sem querer, deixo algumas gotas ácidas saírem na minha pergunta. 

— Você não mentia para mim, agora mente. Eu não minto pra você.  

Quero dar risada. 

— Então o xis da questão é sobre eu ter mentido pra você?  

Ricardo suspira como se fosse óbvio qual era realmente o assunto e apenas eu não entendesse. Talvez seja verdade. 

— Como você adivinhou? Eu adoro essa música!  

O homem negro do filme diz soando extremamente alegre. Parece que mesmo tendo alguns problemas policiais no filme não chegam nada perto dos problemas que eu tenho que enfrentar agora. Problemas psicológicos, que só eu mesmo sou capaz de resolver. 

— Quando eu perguntei se você estava bem, mentiu. Eu sei quando você está mentindo. — E Ricardo diz a verdade, novamente. 

De alguma forma ele sabe quando eu estou mentindo desde sempre. Talvez Rick também tenha o sensor-de-mentiras que toda mãe tem.  

Me sinto mal. 

— Por quê mentiu? — ele não parece decepcionado, mas sim preocupado. Justamente o sentimento que eu estava tentando evitar. 

— Eu só não queria que você, não sei, se preocupasse comigo. — E surpreendentemente, meu pai dá um riso nasalado. 

Pensei que ele iria brigar, ou me dar um longo sermão, mas não, ele riu. 

Não sei se relaxo ou fico em alerta. 

— Você é minha filha. Se preocupar com você é algo tão natural quanto eu amar você. — Sinto um nó na minha garganta, e sei que estou prendendo o choro e é sufocante. Rick pega a minha mão e sorri gentilmente. — Mesmo estando longe eu penso em você, se está segura, alimentada, e outras coisas que sei que Tony já tratou de resolver. 

Concordo com a cabeça apertando suavemente a mão quente e grande de Rick. 

— Mas se mentir novamente para mim vamos ter uma longa conversa, mocinha. — Solto uma risada e Rick me acompanha. 

Volto a me deitar ao lado dele com a cabeça em seu peito, ainda está escuro lá fora, e sentindo a paz momentânea me deixo ser levada pelo sono. 

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 Antes mesmo de abrir os olhos sei que Ricardo já acordou. Sinto o vazio onde ele estava e o cheiro de café no ar.  

Me espreguiço e finalmente abro os olhos. Em algum momento Ricardo colocou um cobertor sobre mim, já que estou enrolada em um. O jogo para o lado e me levanto indo em direção a cozinha, encontrando uma Gabriella já acordada e animada e Ricardo dando risada de alguma piada ruim que ela contou. Me sinto reconfortada por ver uma cena tão familiar. 

— Olha só, a bela adormecida acordou. — Gabi diz quando finalmente me vê. 

Me encosto no vão de entrada da cozinha e cruzo os braços em frente ao corpo. 

Ignoro a pequena alfinetada da minha melhor amiga.  

— Onde Tony está?  

— Ele acordou cedo e saiu. Obviamente não entendi o que ele falou porquê estava sem o aparelhinho, só entendi situation. — Concordo com a cabeça e me sento ao lado de Ricardo. 

Gabriella não fala inglês. Foi engraçado ver ela tentando se comunicar com Tony ontem à tarde quando ela chegou. Foi mais engraçado ver quando ele entregou a Gabi um pequeno aparelho auditivo que Tony desenvolveu, onde traduzia automaticamente a língua estrangeira programada para a sua língua materna. Foi por isso que ele entendeu quando eu e Rick estávamos conversando em português. 

Me sirvo com um pouco de café, e pego uma torrada, sem antes perceber o olhar estranho que Gabriella e Ricardo me lançam. 

— Certo. O que aconteceu?  

Gabi abre um riso ladino e apoia os cotovelos em cima da mesa, inclinando o corpo para frente. Parecia animada, e curiosa.  

— Eu só quero saber algumas coisinhas. — Eu bem que estava esperando por isso. 

Ontem ela não havia dito nada, perguntado nada, como se eu não tivesse me mudado para o hemisfério norte repentinamente. 

— Tudo bem. — a única coisa que eu posso ter agora é paciência.  

— Como é morar com os heróis? Já viu o Hulk? Como é o Thor? Capitão América tem muitas rugas? — espero vir mais perguntas, mas percebo que essas são as iniciais. 

— Normal, eu acho. Não. Normal, como qualquer deus. Nada de rugas, pele lisa igual a um recém-nascido. — Gabi da risada assim como Rick com as minhas respostas. 

— Normal, como qualquer deus. — Rick afina a voz para se parecer com a minha, o que falha miseravelmente.  

— Qual deles você mais gosta? — a garota ruiva continua ignorando Ricardo ou qualquer coisa externa.  

Penso um pouco. Qual deles eu mais gosto? É difícil escolher.  

— De todos. Mas acho que mais do Hulk e do Capitão América. — é essencial que eu não fale nomes, mesmo que Rick e Gabi sejam de confiança, mas alguém que não é de confiança poderia escutar, e bom, sabendo a verdadeira identidade de um deles tentar algo contra o sortudo. 

— Como é a Viúva Negra? Sempre misteriosa e essas coisas? — tomo um gole de café antes de responder. 

— Ela é normal. — Não posso dar muitas informações. Alguém poderia usar elas contra os heróis. 

Tony me explicou isso quando estávamos no jato. Também disse que certa vez alguém falou demais de um agente da S.H.I.E.L.D., informações pessoais e nome. Essas informações quase levaram a ruína de uma missão importante e da S.H.I.E.L.D. Tiveram que mudar o nome do agente e ele se mudou para outro país, longe de conhecidos e familiares. 

Não sei se é verdade. — Talvez Anthony tenha contado aquilo apenas para me manter de boca calada — mas não desejo o mesmo destino para os Vingadores. 

— Normal? Todos eles são normais pra você? — Gabi parece estar indignada, e Ricardo apenas acha graça da nossa conversa. 

Dou de ombros enquanto como um pedaço da torrada. 

— Eles são gente como a gente, Gabi. Apenas fazem coisas sensacionais que nós nunca vamos fazer. — falo mas não acredito nas minhas próprias palavras. 

Há algum tempo eu estive pensando sobre isso, sobre ser um herói. Não sei o que eles passaram para ser o que são hoje, mas aposto que treinaram muito, que fizeram diversas coisas que pessoas normais poderiam fazer, como bombeiros e policiais. 

Com o treino adequado, sei que vou estar à altura dos mesmos homens que arriscam a vida todos os dias para salvar as pessoas. Talvez — bem provável — que eu não me torne uma heroína, mas talvez eu salve vidas e faça a diferença. 

— Tem razão, mas vamos falar de uma pessoa em específico agora. — Levanto uma sobrancelha, tentando adivinhar de quem ela quer falar agora. — Vamos falar sobre Tony Stark vulgo o seu pai. 

— Não acham errado falar dele quando ele não está aqui? — apenas falo para tentar mudar de assunto, mas Gabriella nem Ricardo caem nessa. 

— Você vai falar mal dele? — Ricardo finalmente se pronuncia, querendo participar da conversa. Gabi responde um “não” com um sorrisinho por ter o meu pai do lado dela. — Eu também não, então não é errado. Só se você falar, aí o problema não é nosso. 

Sei que não há como eu fugir da situação, então apenas me entrego e tento manter a calma. 

— O que vocês querem saber sobre ele? Sabe, podem perguntar pro Tony, ele não morde. — Tento fazer graça, mas os dois estão com as expressões sérias. 

Eu sabia que essa conversa iria acontecer, cedo ou tarde, mas eu preferiria ser mais tarde e de preferência sem ser logo de manhã. 

— Como ele é com você? E não venha responder “normal” porquê senão eu enfio essa torrada na sua boca. — Tomo a ameaça como uma brincadeira mesmo sabendo que Gabriella é capaz disso. 

Mordo a torrada e mastigo lentamente, tomando um gole de café quando engulo o alimento apenas para ganhar tempo. Os dois ficam em silêncio esperando a minha resposta.  

— Tony parece estar se esforçando, sabe, pra ser um pai. E ele está conseguindo, até me colocou de castigo. — Solto uma risadinha no final, mas nenhum dos dois me acompanham.  

— Emma, por que você ainda não o chama de pai? — a voz da minha melhor amiga sai baixa, cuidadosa e gentil. 

Gostaria que ela tivesse feito qualquer outra pergunta apenas para não precisar responder essa. 

Respiro fundo tentando criar coragem. 

— É complicado. — tomo um gole do café, já frio. 

— Por quê é complicado, bonequinha? — com as simples palavras de Ricardo sinto vontade de gritar tudo o que reprimi. 

Tenho que manter a calma. 

— Eu te chamei por toda a minha vida de pai, e é difícil chamar Tony de pai também mesmo que ele seja. Eu ainda não estou preparada pra chamar ele de pai, da mesma forma que Tony não está preparado pra me chamar de filha. — Falo tudo com apenas um fôlego. 

Mas ao mesmo tempo que falo tudo, eu não falo nada. Ocultei algumas coisas, algumas coisas essenciais para eu não chamar Tony de pai. Uma dessas coisas é o medo. 

Espero por mais perguntas, mais perguntas que sei que vão me quebrar, mas elas não vêm.  

Sou envolvida por braços, me apertando em um abraço e nesse momento sinto confortável de chorar. Papai e Gabi me abraçam, um de cada lado. Os braços finos da minha amiga parecem se encaixar perfeitamente no meu corpo e assim é a mesma coisa com os braços de Ricardo. 

Eu fui feita para estar neles, por isso me encaixo tão bem em cada um deles, como uma peça de quebra-cabeça. Mas também sei que pertenço aos braços de Anthony, e que ele pertence aos meus.

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  Estou sentada no sofá, observando Gabi tocar o seu violão e cantar uma música antiga e famosa. 

Ricardo acompanha a garota cantando da cozinha, enquanto corta uma cebola para fazer um outro prato famoso dele, uma lasanha que mais tem recheio do que massa. 

Tony chegou quando estávamos abraçados na cozinha. O dia inteiro ele parecia estar preocupado com algo, mas não fui perguntar o que o estava incomodando, talvez com medo dele me mandar cuidar das minhas próprias coisas. 

— Essa você conhece, diz que conhece! — Gabi chama a minha atenção tocando uma melodia no violão. 

Ela está sentada sobre um pé, e o outro bate com a ponta do pé no chão marcando o tempo. Sei disso porquê certa vez ela me explicou. 

Não sei nada sobre violão e essas coisas, não sei cantar também, e por ser uma leiga nessa área aprecio as músicas de vários estilos e cantores. Mas as últimas 4 músicas que ela cantou eu não fazia a mínima ideia que música era. 

— Sempre estar lá, e ver ele voltar… — a voz angelical de Gabi canta o refrão, e eu logo sei qual música é. 

— Essa eu sei. — falo animada quase pulando do sofá. 

— Aleluia! — a garota diz sem parar de tocar o violão. 

Escuto a risada de Rick, calorosa e um tanto nasalada. 

— Eu sei que você é gringa, mas é bom escutar algumas músicas nacionais, só pra não passar vergonha.  

Ricardo aparece com um avental florido. 

— O nacional dela é música em inglês. — falo um “muito engraçado” mas os dois não me ouviram porquê estão gargalhando alto. 

Mas logo pararam quando Anthony entrou na sala e encostou o ombro na parede com as duas mãos dentro dos bolsos. Tony sabe ter presença, sabe se destacar em qualquer lugar. Aposto que se ele fosse a um funeral as pessoas o abraçariam e diriam palavras de conforto ao invés de dizer a família.  

Não falo nada, apenas o encaro esperando ele dizer alguma coisa. O único som que se pode ouvir é da cebola fritando na panela. 

— Emma, precisamos conversar. 

Com as simples palavras de Anthony eu fico tensa. Será que eu fiz algo de errado? Falei algo de errado? Geralmente quando Rick falava que precisava conversar comigo era porquê eu tinha feito algo errado, mas pelo semblante de Anthony parece que é um assunto sério. 

Me levanto e olho pra Gabi, que segura fortemente o violão. Então ela também está sentindo a tensão? 

— Pai, nós vamos lá encima. — não espero a resposta de Ricardo, apenas abro a porta e saio, torcendo para que Tony esteja me seguindo. 

Quando escuto o som da porta se fechando, sei que ele está. 

Sigo reto pelo pequeno corredor até chegar a uma porta quase imperceptível ao olhar das outras pessoas. A abro com um puxão e subo apenas um lance de escadas, encontrando outra porta no final dela. A abro também e por fim, chego ao terraço. 

Esquecendo totalmente de Tony, olho em volta vendo que os meus pisca-piscas ainda estão ali enfeitando o pequeno muro que me impede de cair. Umas cadeiras e uma mesa estão próximas de nós, o guarda-sol está fechado. 

Me aproximo da beirada do terraço e olho para cima, encarando o céu escuro e com duas estrelas solitárias, ou melhor, os planetas Venus ou Marte. Não me lembro agora. 

— Nós vamos voltar para casa hoje. — me viro para ver Tony. 

E estranhamente ele parece confortável no meu mundo particular. Era isso o que o terraço representa pra mim. Meu mundo particular.  

— Por que? Era pra ser amanhã. — eu não estava preparando o meu psicológico para uma despedida. 

E lá está o Anthony desconfortável, aparentando ter mais idade do que realmente tem. 

— Você não gostou daqui? Do meu pai ou da Gabriella? — pode ser por isso que ele quer ir para casa tão cedo. 

Casa. É tão estranho eu pensar em casa e logo relacionando a mansão dos Vingadores. A minha casa também é aqui.  

— Não é nada disso, só precisamos voltar agora. — Tony parece cansado. 

— O que aconteceu? — o homem apenas me olha, os olhos escuros escondendo mil segredos. — Qual foi o real motivo dessa viagem? Aposto que não foi para conhecer a minha terra natal. 

Por um momento penso que ele não iria falar nada, apenas dizer novamente que precisamos ir embora hoje e sair me deixando sozinha com uma cara de tacho. Mas não, ele não faz isso. 

— Soubemos que iria ter um ataque próximo da mansão, então decidimos tirar você de lá. 

— Quem decidiu isso? — não sei o que estou sentindo, talvez seja um misto de sensações. Sim, talvez. Qual deles vai vencer? 

— Os Vingadores. — eu já sabia a resposta, era só pra confirmar se eu estava certa ou não. 

— Por que?  

Tony passa a grande mão na barba. Talvez ele esteja se perguntando se eu sou tapada. 

— Você não conseguiria se defender sozinha. — ele diz simplista, e sei que ele está certo. 

— Então me treine. Me ensine. — o desejo é quase palpável na minha voz.  

Anthony me olha como se eu estivesse louca. Talvez eu esteja. 

— Criança, não é tão simples assim… — o corto me aproximando mais dele. 

— Claro que é. Você ensina a me defender e assim não precisa ficar fazendo viagens só pra me tirar de cena. — olho para o seu rosto mas parece que ele colocou uma máscara que esconde as suas reações. 

Espero pelo que parece ser uma eternidade até Tony fazer um bico e parecer relaxado novamente. 

— Eu vou pensar a respeito. Agora vá arrumar a sua mala. Sairemos depois do jantar.

Continua….


Recadinho da @giovannateodorico

Olha quem está aqui depois de séculos sem aparecer. Isso mesmo, euzinha. 
Vou tentar ao máximo enviar os caps com frequência.

Ah, obrigada a todos vocês que não desistiram da Filha dos Tony Stark e da história dela.  
Segue aí embaixo as músicas que me inspiraram a escrever esse cap. 
• My eyes — The Lumineers. 
• Long Way From Home — The Lumineers. 
• Charlie Boy — The Lumineers. 
• Dead Sea — The Lumineers. 
• Slow it Down — The Lumineers. 
• Pusher — Alt-J 
• Nara — Alt-J 
• Warm Foothills — Alt-J 
• House of the Rising Sun — Alt-J 
• Eyes on Fire — Twilight soundtrack  
• Cherry Wine — Hozier 
 

Eu quero agradecer todo o carinho de vocês e por não desistirem dessa Fanfic!

Um beijão da Mila!
Gratidão!