Acidente de Amor – Capítulo 10 – Série Os Freitas – Volume 2

Capítulo 10

Leticia

Depois de uma semana nesse lugar, finalmente marcam o julgamento, é para amanhã, estou nervosa e ansiosa, nem sequer dormi direito a semana toda esperando ser marcado o dia. O guarda, Ramirez, que de tanto conversar comigo virou meu amigo, veio me chamar e disse que eu tenho visitas, tomara que não seja a Helena, mãe de Philip, ela nunca gostou de mim, e agora com o ocorrido ela tem ainda mais motivos para não gostar de mim. Chego na sala de visita e a vontade de dar meia volta e me trancar novamente naquela cela foi tão grande que eu só não fui, porque Ramirez estava atrás de mim, me aproximo da mesa séria e com tom irônico pergunto:

– Veio fazer o que aqui? Rir da minha desgraça? – Ela olha para mim com superioridade e arrogância, e fala sínica:

– Ah minha filhinha, não fale assim com a mamãe – Puxo a cadeira a sua frente com certa brutalidade e me sento distante da mesa e principalmente dela.

– Pare de me enrolar, Soraya. O que você quer? – Falo já sem paciência, ela respira e fala mais séria:

– Muito bem, eu vim oferecer minha ajuda e a de Bruno, sabemos da morte de Philip, e querendo ou não, você é minha filha – Levanto subitamente derrubando a cadeira, e grito muito alterada:

– EU NÃO QUERO A SUA AJUDA, MUITO MENOS DAQUELE VERME DO BRUNO, DEPOIS DE QUATRO ANOS VOCÊ APARECE SE ACHANDO A FILANTROPA E VEM OFERECER AJUDA? EU QUERO QUE VOCÊ ENFIE ESSA SUA AJUDA NO BUEIRO.

Saio da sala de visitas batendo o pé, como ela ousa vir aqui depois de seis anos e achar que eu iria aceitar a ajuda dela e daquele energúmeno? Depois de tudo que aconteceu? Eu prefiro mofar na cadeia do que aceitar a ajuda dela, e também eu ainda tenho a apartamento que era de Philip, era eu que estava pagando o aluguel, ele é tão meu quanto era dele. Chego na cela com Ramirez logo atrás de mim, assim que entro ele tranca a porta da mesma e pergunta:

– Quer falar sobre, González? – Estou muito alterada para conversar agora, eu nego com a cabeça e ele então se retira. Não sei quanto tempo se passa, eu estou apenas sentada na pequena cama, inerte ao mundo, Ramirez aparece e me oferece um chá de cidreira, para me acalmar um pouco mais, ele puxa uma cadeira do lado de fora da cela, se senta e espera que eu comece a falar, após alguns goles do chá morno, eu respiro fundo e ele pergunta:

– O que aconteceu entre você e sua mãe? – Eu não queria falar sobre isso, mas eu começo:

– Ela me traiu, traiu minha confiança, depois da morte do meu pai tudo virou um caos – Foi tudo que eu disse, não gosto de falar sobre isso, ele apenas ouviu, logo depois ele se retirou. O resto do dia foi tedioso, anoiteceu rápido e logo depois fui dormir, o julgamento será bem cedo, eles virão me buscar logo.

Fanfic: Colega de Quarto. (Part.17)

Olá, minhas Luas, eu sei que andei sumida, com as Fanfics, a minha vida está uma loucura, estou bem desorganizada e cuidando da minhas saúde mental, mas sempre vou dar um sinal de vida pra vocês! Mas como prometido, trouxe a continuação de hoje!

Pra quem ainda não leu o Capítulo 1 e os outros capítulos, vou deixar o link aqui em baixo:
Capítulo 1: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 2: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 3: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 4: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 5: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 6: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 7: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 8: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 9: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 10: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capítulo 11: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 12: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 13: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 14: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 15: Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.
Capitulo 16: Fanfic: Colega de Quarto. Rommate

Idas. (Capítulo 17)

CASSIE MIGDTON

Um dia depois…

Após fugir da “minha” casa, decidi ir até a casa de um amigo. Conheço o Steven desde que me entendo por gente.
Estava desnorteada, os gritos da minha mãe ecoavam pela minha cabeça.
Cheguei até a casa dele e gritei inúmeras vezes, até que uma menina abriu a porta. Ela parecia furiosa. Era só a irmã dele, estava mais alta e robusta… Eu quase não reconheci.

-Cassie?! -Falou vindo na minha direção.

Dei um sorriso e a abracei. Vi Lindsay nascer, ela é a garota mais doce que eu já conheci. Seu cabelo era loiro e todo cacheado, sempre implicamos com ela, dizíamos que ele parecia um macarrão.
Tentei não chorar, pois não queria rever o Steven assim.

-O que houve com o seu rosto? -Perguntou.

Fiquei em silêncio. Logo ouvi passos e um grito vindo da cozinha.
“Lind, quem era?! Vem comer!”

Meu coração estava saindo pela boca. Lindsay me puxou e eu a segui, morrendo de vergonha por estar daquela maneira.

-Cass? -Falou derrubando um copo.

Sorri e cocei a cabeça. Ele veio correndo em minha direção e me abraçou. Seu abraço me fez sair do chão. Por um momento meu coração estava mais confortado… E eu, me senti em casa.

-Você cortou o cabelo… Uau. -Falou.

Ele sempre amou o meu cabelão…

-Pois é… Quis mudar. -Falei.

Ele pegou uma vassoura e começou a varrer os caquinhos.

-Como conseguiu? -Perguntou.

-Fui cortando por partes… Nem foi tão difícil. -Falei.

Lindsay nos interrompeu trazendo uma bandeja com alguns curativos.

-Aqui, usa no seu rosto. -Falou me entregando.

Steven me olhou assustado. Pelo jeito ele nem havia reparado.

-Não precisava, Lind… Relaxa. -Falei.

Ela insistiu.

-O que rolou? -Perguntou assustado.

Respirei fundo e me sentei.

Steve se aproximou e pegou uma gaze com soro fisiológico. Aquilo fez minha testa queimar.

-Uma longa história… -Falei.

Steven estava realmente preocupado, ele quase não diz nada quando está.

-Foi o John? -Perguntou.

Fiquei em silêncio. Lind sentou do meu lado e segurou a minha mão.

-Lind… Preciso conversar com a Cass… Pode nos dar licença? -Perguntou.

Olhei pra ela e tentei dizer pra ela relutar e ficar… Não queria dizer nada.

-Eu já tenho sete anos, Steven! -Gritou.

Steven riu.

-Um bebezinho… Agora vaza! -Falou.

Lind ficou muito brava e saiu às pressas batendo os pés.
Não tinha jeito… Eu precisava contar tudo.

00
22:40 PM

Após algum tempo, fomos pro quarto dele. Tudo estava uma bagunça.

-Precisamos denunciar esse cara. -Falou.

Fiz que sim com a cabeça e sentei em um puf que estava no canto do quarto.

-Cara… Sempre foi assim. -Falou abrindo um freezer e pegando duas cervejas.

Steven ama beber. Ele bebe se está feliz, se está triste, se está entediado e se não está feliz nem triste. Eu nunca consegui o acompanhar.

-Posso passar essa noite aqui? -Perguntei.

Steve me olhou com uma cara esquisita.

-Claro que sim, Cass. -Falou. -Quantas forem preciso. -Completou.

Estava aliviada, mas não queria ficar aqui muito tempo. Sabia que eles iriam me procurar e poderia dar um problemão pra eles.
Peguei meu celular e mandei uma sequência de mensagens pra Lariesce… Eu precisava consertar as coisas.
Estava ficando tonta e nem tinha acabado de tomar a garrafa.

-Estou cansada, acho que vou dormir um pouco. -Falei.

Steven levantou e arrumou o lado da cama que eu iria dormir.

-Pronto, tudo certinho. -Falou.

Deitei e tentei dormir. Tudo estava rodando, as cenas vinham a todo momento na minha cabeça. Estava ficando desesperada. Comecei a chorar sem parar. Steven deitou do meu lado e me abraçou por trás. Eu só queria que as coisas se resolvessem.

00

07:32 AM

Acordei com Steven dormindo abraçado comigo. Minha cabeça estava explodindo.
Fui direto pro banho, estava com alguns hematomas no corpo por conta da queda.
Tudo doía.
Tentei não acordar ninguém. Ao entrar no banheiro notei que os pais dele já estavam acordados. Confesso que fiquei um pouco receosa… Tomei um banho rápido e sai. Precisava ir embora ou sei lá. Eu tinha que encontrar a Lariesce.
Acordei o Steven e disse que precisava ir.

-Onde? -Perguntou sonolento.

Fiquei em silêncio. Ele levantou e vestiu uma camisa.

-Encontrar com uma amiga. -Falei.

Steven me olhou desconfiado.

-Pode me contar… Quem tu tá comendo, Cass? -Perguntou.

Dei uma gargalhada. Antes estivesse comendo…

-Não estou mais comendo não, quem dera. -Falei.

Steven riu.

-A patricinha da Nancy ainda?! -Perguntou. -Pode dizer, não vou te zoar. -Falou.

A Nancy foi o único rolo que contei pro Steven. Ele à odiava, dizia que ela era a lésbica mais hétero que ele já conheceu… Se é que isso é possível.

-Pra sua surpresa não é a Nancy. -Falei me vestindo.

Ele franziu a testa e ficou esperando minha resposta.

-Estraguei tudo por causa da Nancy… -Falei.

Steven riu.

-Sempre estraga, Cass. -Falou. -Mas… Quem é? -Perguntou.

-Lariesce. -Falei. -E preciso ir pra consertar as coisas, além de sair desse bairro, vai que eu sou presa por algo que nem fiz. -Completei.

Steven riu.

-Eu não concordo… Mas eu levo você. -Falou. -Tudo por uma buceta. -Completou rindo.

Steven era muito charmoso, confesso que ele era bem esquisito quando criança, mas agora… Juro que se não gostasse tanto de mulher eu pegaria. Eu e ele pegávamos muitas garotas quando eu morava aqui. Era quase uma disputa.

-Vamos. -Falei.

Steven pegou a chave do carro e fomos. Fui até o quarto da Lind e dei um beijo no rostinho dela. Deixei um pequeno papelzinho escrito: “Não te acho um bebezinho. Beijos, tia Cass.”
Descemos a escada e nos deparamos com os pais do Steven. Eles me olharam surpresos e logo perguntaram onde ele ia.

-Bom dia, senhor Thomas. -Falei.

-Oi, Cassie… Quanto tempo. -Falou.

A mãe dele me abraçou e elogiou meu cabelo diversas vezes. Ela era totalmente o oposto do marido que tinha.

-Vou leva-la na casa de uma amiga. -Falou saindo.

Acenei e sai atrás do Steven. Estava ansiosa e com medo de estar equivocada… Não sei se isso é o certo a se fazer… Preciso resolver minha vida. Entrei no carro e logo Steven acendeu um cigarro… Era tudo o que eu precisava.

-Cara, você leu meus pensamentos… -Falei dando um trago.

Steven riu e acelerou. Lembrava vagamente onde a Lariesce morava… Lembro dela ter me dito uma vez. Mandei mais um série de mensagens… Ela de fato não queria me ver nem pintada de ouro.

00

Após algumas horas, Steven disse que precisava voltar, o carro era do pai dele e podia dar merda pra ele se algo acontecesse.

-Acho que não deve estar tão longe, né? -Falei.

O problema é que não fazia idéia da distância… Mas… eu precisava ir. Sai do carro e abracei Steven. Aquele abraço me deu forças pra continuar.

-Obrigada. -Balbuciei.

Steven sorriu.

-Você pode me ligar sempre que quiser. Eu me viro, mas não vou te deixar sozinha, Cass. -Falou.

Sequei meus olhos e fui. Vi o carro se afastar e notei que Steven estava chorando.
Tudo é tão complexo… Do céu até a vida de cada pessoa. A única coisa que posso afirmar é: ninguém sai ileso disso aqui.

00

               LARIESCE GRACE 
                                 -

Fechei os olhos e esperei o pior acontecer… Cassie ser presa e minha mãe acabar com a minha raça.

-Que merda… Eu não fiz nada. -Falou chorando.

Difícil é provar… Estava realmente apavorada.
Minha mãe gritou chamando nossa atenção. Cass estava perplexa.

-O QUE ESTÁ ACONTECENDO!? -Gritou.

Cass olhou no fundo dos meus olhos e começou a jogar todas as coisas dela dentro da mochila.

-O que você tá pensando em fazer? -Perguntei segurando seu braço.

Minha mãe revirou os olhos e bateu as mãos tentando chamar nossa atenção.

-A polícia está esperando… -Gritou.

Cass ficou desnorteada.

-Eu vou embora, Lari… Eu preciso… -Falou chorando.

Minha mãe se aproximou e pegou no rosto de Cass.
Fiquei sem reação alguma.

-Meu amor… Foca aqui. -Falou olhando nos fundo dos olhos da Cass. -Você precisa depor… Isso só vai te ajudar, certo?! -Afirmou.

Estava me controlando pra não chorar.

-Eu te ajudo a sair dessa… Mas eu preciso que tente resolver isso. -Falou.

Cass suspirou e secou os olhos com uma das mãos.
Minha mãe estendeu a mão e a convenceu… felizmente.
Eu não estava acreditando… Minha mãe tinha me surpreendido totalmente.

00

                      Horas depois...

Cass foi depor. Ficou tensa o caminho inteiro e pedindo a Deus pro padrasto não ter morrido. Ela dizia o tempo inteiro que a mãe dela precisa de certos cuidados e não podia se aborrecer. Minha mãe ficou fazendo várias perguntas durante todo caminho.

-Você já sabe o que fazer, né?! -Perguntou.

Cass balançou a cabeça.

-Bom, lembre-se de dizer sempre a verdade e tomar cuidado com o que diz, qualquer alteração de humor pode te atrapalhar. -Completou.

Cass apertava as mãos na blusa de frio. Peguei a mão dela e a apertei. Cass olhou pra mim e sorriu. Seus olhos estavam vagos e estranhamente com uma coloração mais escura.
Chegamos no local e logo entramos. Ao entrar vi a mãe da Cass… confesso que ela estava muito diferente. Seu cabelo estava ressecado, ela estava sem aquela maquiagem toda e com uma blusa de frio enorme.

-Ei, Samantha. -Acenei.

Ela levantou correndo e foi abraçar a Cass.
Cass desabou no choro. A mãe dela só dizia que aquela situação toda ia acabar e que ela estava se sentindo muito culpada.
Se ela realmente acha que é uma boa hora pra dizer tudo isso… Ela se enganou drasticamente.
Cass relutou e entrou. Algo me dizia que a mãe dela queria limpar a barra do marido e tentar de alguma forma reatar a relação dos três.

00
Duas horas depois…

Estava morrendo de dor nas costas… O banco já tinha virado parte de mim.
Cass saiu, sem esboçar nenhuma expressão. Ela estava acabada.

-Ei… -Falei.

Cass me abraçou e desabou novamente no meu ombro. A levei pro banheiro e induzi ela a lavar o rosto e beber uma água. Não queria perguntar nada sobre… Mas a curiosidade estava me matando.

-Está se sentindo um pouco melhor? -Perguntei.

Cass encarava o chão.

-Minha mãe vai ter um filho daquele homem. -Falou secando o rosto.

Fiquei em choque… Tudo se encaixou direitinho.

-Meu quarto estava todo azul… Minhas coisas em uma caixa… -Falou. -Eles me substituíram… E sabe o que mais dói? Aquela criança não vai ter um pai decente. -Gritou socando a parede.

-Calma… -Falei. -Foi muito errado tudo que fizeram… Como sua mãe pôde permitir?! -Afirmei.

Cass estava me encarando. Me aproximei e segurei suas mãos.

-Você não pode simplesmente culpa-la… Ela vive em um relacionamento abusivo, sofre agressões… Estar grávida só torna tudo mais vulnerável. -Falei.

Cass se afastou de mim e ficou dando voltas pelo banheiro.

-Ela está naquela situação porque quer… Ela parece que ignora tudo… Principalmente eu, a FILHA dela. -Falou alterada.

Fiquei em silêncio.

-Eu não tenho ninguém, Lariesce… Ninguém. -Falou chorando. -Aliás… eu tenho o Steven… -Falou secando o rosto.

-Cassie! Para de se vitimizar desse jeito… Você sabe que não é verdade. -Falei.

Cass riu.

-Engraçado… Quem vive reclamando dos pais não darem atenção é você… -Gritou.

Fiquei furiosa.

-Não estamos aqui pra comparar nossas vidas. -Falei.

Cassie riu.

-Não estamos sintonizando nem no relacionamento, quem dirá nisso. -Falou.

Meu coração estava saindo pela boca. Uma vontade incontrolável de sair daquele banheiro e deixar tudo pra trás.

-Estávamos na mesma sintonia até a sua ex-namorada chegar e você ficar confusa. -Falei saindo.

Cass puxou meu braço e me olhou fixamente.

-Eu não posso controlar o que sinto, Lariesce! -Gritou. -Eu fui sincera com você o tempo inteiro… Eu só precisava me resolver, eu só estava confusa… -Gritou.

Estava em prantos, não conseguia me mover. Queria desaparecer… Cass me soltou e sentou no chão do banheiro, ela estava desnorteada.

-E quanto á mim?! Sou obrigada a aceitar suas confusões e não me sentir mal?! -Perguntei. -Já se colocou no meu lugar, Cassie?! -Perguntei logo em seguida.

Logo minha mãe entrou no banheiro desesperada. Cassie levantou e eu tentei disfarçar o clima horrendo que nos cercava.

-Estava procurando vocês. -Falou. -O que houve? -Perguntou.

Ficamos em silêncio.

-Bom… No carro vocês me explicam. -Falou saindo. -Vamos! -Gritou.

Cass não tinha saído do lugar.

-Não vai vir? -Perguntei.

Cass ficou uns segundos pensando e decidiu vir. Eu agradeci muito… Só ia causar mais alvoroço pra tudo.

00

Chegamos em casa e fui direto pro banho. Estava exausta… O resultado só sai amanhã.
Minha mãe estava inquieta.

-Agora que estão aqui… Podem me explicar o que houve naquele banheiro. -Falou.

Fingi não ouvir e me tranquei no banheiro.

-Eu só estava muito mal por conta da minha situação… Desabafei com ela e ela acabou se emocionando. -Falou.

Minha mãe sabia que o motivo não era esse. Espero que ela aceite… nunca vou contar.

-Soube do bebê… -Falou puxando conversa.

Sai do banheiro e fui até a sala interromper esse péssimo assunto.

-Mãe… A Cassie está exausta. -Falei. -Vamos, vou te dar outra toalha e você toma banho no outro banheiro. -Falei.

00

(21:54 PM)

CASSIE MIGDTON

Não conseguia parar de pensar no meu depoimento… Saber que o desgraçado do John não tinha morrido me deu um alívio curiosamente esquisito. Eu só quero que as coisas voltem ao normal e eu volte pra minha vidinha sem graça e vazia.
Queria voltar pra casa do Steven, tudo era melhor do que estar na casa da Lariesce… Não pela mãe dela… Por ela.
Entrei na banheira e decidi me desligar de tudo.
Eu sei que a magoei… E não me orgulho disso… Tudo estava uma confusão dentro de mim, mas no fundo… Eu sabia que todas as respostas me levariam a ela.

00

Após algum tempo sai do banho e fui me vestir no quarto. Coloquei um blusa grande, tinha que economizar minhas roupas se quisesse ter algo limpo pra vestir.
Ouvi uns barulhos e logo ela entrou.

-Desculpa. -Falou tapando os olhos.

É incrível como as pessoas se desconhecem… Parece que a intimidade e tudo o que demorou pra ser construído retorna ao zero.

-Até parece que nunca viu. -Falei.

Tudo ficou em silêncio.

-Desce pra comer depois que se arrumar. -Falou fechando a porta.

Me vesti rapidamente e fui logo em seguida. A casa dela era enorme, haviam várias fotos que acompanhavam a escada.
Ao chegar notei que os pais dela estavam na mesa me aguardando pra começarem a comer.

-Desculpa a demora. -Falei me sentando.

-Tudo bem, querida. -Falou.

O pai da Lariesce lembrava muito ela. Era um homem bonito e aparentava estar sempre cansado.

-Bom… Acredito que amanhã tudo esteja resolvido. -Falou.

Fiquei em silêncio.

-É o que todos nós almejamos. -Falou.

Fiz que sim com a cabeça.
Estava morrendo de vergonha… nunca pensei que estaria na mesma mesa que os pais da Lariesce. Tudo ficou em silêncio e logo fomos pro quarto.
Comecei a organizar minhas coisas e a contar o pouco que tinha pra voltar pra casa do Steven.
Senti uma presença e notei a Lari havia deitado. Peguei uma almofada e deitei no canto do quarto. Ela ficou se revirando durante uns vinte minutos… Fechei os olhos e tentei dormir, minha mente não desligava de jeito nenhum.
Ouvi a porta abrir e era a Margareth… Eu sabia que ela iria perguntar porque não quis dormir na cama.

-Cassie! No chão não… -Falou.

Bingo!

-Não tem problema… Eu nem ligo pra isso, sabe?! -Falei.

Fechei os olhos e tentei ignora-la.

-Por favor… Não gosto disso. -Falou.

Levantei e fui pra cama. Quando ela virar as costas eu volto. A cama estava muito confortável, o cheiro dos lençóis se misturaram com o cheiro do cabelo dela.

-Durante a noite eu volto… Ai de você se estiver naquele chão. -Falou fechando a porta.

Tudo ficou em silêncio. Esperei algum tempo e levantei novamente.

-Ei. -Falou.

O frio na barriga tomou conta de mim.

-Não precisa dormir no chão, tá tudo certo… -Falou.

Fiquei parada no meio do quarto com o travesseiro na mão… Que decisão terrível.
Deitei na cama novamente e tentei dormir o mais rápido possível…

-Cara… Nós precisamos nos resolver. -Falou encarando o teto.

Suspirei.

-O que você acha melhor? -Perguntei.

-Se for pra continuar assim… É melhor que cada uma siga um rumo. -Falou.

Aquilo acabou com o restinho de emocional que eu tinha.

-Não tiro sua razão. -Falei. -Vamos continuar assim? -Perguntei.

Ela virou bruscamente pra mim e me encarou com um olhar que me deixa mole.

-Estamos magoadas… Isso é fato. -Falou. -Mas o que eu faço com o que sinto por você?! Eu não paro de pensar em você… Eu não consigo me desatar de você. -Falou chorando.

Meu corpo paralisou. Eu só queria beija-la e pedir encarecidamente pra que tudo se resolvesse. Eu a amava demais.

-Eu te magoei demais… Mas não me arrependo de ter sido sincera com você. Eu seria de novo se precisasse, mesmo que doesse. Eu precisava por um fim. -Falei.

Limpei seu rosto com uma das mãos e fiquei alguns segundos me questionando… Como ela ainda pensa em consertar tudo?!

-Mas eu preciso seguir… Eu preciso que você siga também. Se não nunca iremos conseguir nos resolver. -Falei chorando.

Tudo ficou em silêncio.

-Eu te amo, Lariesce. Eu sempre soube que te amava… Me perdoa. -Falei chorando.

Seus olhos estavam pequeninos de tanto chorar e seu nariz estava levemente rosado. Senti seu corpo se aproximar lentamente do meu, pude sentir sua respiração cada vez mais perto, até que… Nos beijamos. Um beijo intenso que me fez sair de órbita… Que me fez lembrar ainda mais que ela era a razão pela qual eu não havia desistido de tudo.

00


Minhas Luas, eu espero que tenham gostado do capitulo de hoje, semana que vem tem mais!

Beijos da Mila!
Gratidão!

Acidente de Amor – Capítulo 9 – Série Os Fritas – Volume 2

Capítulo 9

Arthur

Uma semana depois, o julgamento da Leticia foi marcado para segunda, meu pai conseguiu um bom advogado amigo dele. Hoje é a entrega do projeto que Raphael havia me passado na segunda, foi meio difícil fazer o projeto e ainda ter que ir para a faculdade, mas eu fui me acostumando. Saio do taxi após pagar e entro no trabalho, Raphael então comenta:

– Sr. Smith ficou satisfeito com seu trabalho, ele quer que você faça outro projeto, dessa vez ele quer investir em um prédio – Ele falou calmo e eu arregalei os olhos, um prédio? Seria o meu primeiro, eu me acalmo e concordo com a cabeça, ele então continua – É para daqui três semanas, não enrole – Eu concordo de novo e continuo fazendo algumas coisas, apesar do braço machucado, eu posso fazer todo o projeto no notebook, facilitou a minha vida muito. Horas depois pego um taxi e vou embora para casa, descansar e dormir cedo, quero ver o julgamento da Leticia, o advogado dela, Hector, me disse que ajudaria ela, ele também disse que era um favor e que eu não precisava paga-lo, pois ele devia um favor a meu pai. Cheguei em casa e vejo Emmy aos beijos com uma moça, eu pigarreio e elas levam um susto e se afastam subitamente, eu falo:

– Boa noite – Elas se acalmam e respondem:

– Boa noite, é Arth, essa é a Vanellope – Ela sorri e eu digo:

-Olá, Emmy, você pode vir comigo um momento? – Levo ela até meu quarto, para ter mais privacidade e digo – Emmy, já pedi para não trazer ninguém aqui, você se lembra do nosso acordo? Eu não trago ninguém e você também não, o que aconteceu? – Ela sorri meio boba e responde:

– Desculpa Arth, mas não pude resistir ao sorriso dela, ela é linda de mais, mas ok, não vou mais traze-la aqui, feliz? – Eu sorrio irônico e falo:

– Muito – Respiro fundo e continuo – Vou tomar um banho e dormir, estou muito cansado. Boa noite, vai lá – Ela me dá um beijo no rosto e sai, vou para o banho e demoro um pouco mais, tirando todo o cansaço com a água quente, saio do banho, colo um short largo e me deito, logo em seguida eu durmo. Acordo na segunda com o som do despertador do celular, levanto meio zonzo e vou em direção ao banheiro, passo por um vulto e ouso alguém dizer:

– Bom dia – Olho e vejo uma moça ruiva e me recordo de ontem, a moça que estava com a Emmy, ela estava desarrumada e com um copo de água na mão, eu falo com a voz ainda meio rouca:

– Você dormiu aqui? – Ela ruboriza e concorda com a cabeça, eu continuo – Ah sim, bom, com licença – Continuo indo para o banheiro, faço todas as minhas higienes com um pouco de dificuldade, por causa do braço, quando estou voltando para o quarto vejo que Emmy já está fazendo o café, cumprimento ela e volto para o quarto, me arrumo para ir ao julgamento. Saio do quarto e vou em direção a cozinha, tomo um café calmamente, enquanto elas me olham como se eu estivesse bravo ou iria brigar com elas, mas eu fiquei na minha, não é da minha conta, só não quero que fiquem se agarrando pela casa, descrição é essencial; dou tchau a ambas e saio, pego um taxi em direção ao fórum.

Acidente de Amor – Capítulo 8 – Série Os Freitas – Volume 2

Capítulo 8

Leticia

Acordo um pouco depois da batida, zonza e com a vista ainda embasada, olho ao redor e vejo muitas pessoas em volta do carro, logo depois olho para o lado, mas não vejo Philip, olho mais à frente e vejo um corpo estirado ao chão com sangue ao seu redor, entro em desespero, tento abrir a porta, mas parece estar emperrada, tiro o sinto e então empurro a porta do carro com o ombro, ela se abre, desvencilho-me das ferragens e então eu saio do carro correndo, meio mancando, ajoelho a sua frente e falo:

– Philip, acorda, Philip – Ele não se move e então duas ambulâncias aparecem, duas viaturas e um carro do IML. Os paramédicos então vêm em minha direção e verificam se está tudo certo comigo, logo depois os policiais me levam para a delegacia, tudo que vi antes de me colocarem na viatura, foi colocarem o corpo de Philip em um saco preto do IML. Chegando na delegacia, o delegado disse que eu seria julgada pela morte de Philip e que deveria arcar com os prejuízos do Jeep e do carro que eu bati, que não era meu, e sim do Philip, e tudo que eu conseguia fazer era soluçar e chorar baixinho; o que vai ser de mim agora? Philip era a única pessoa que eu considerava minha família, de forma alguma vou volta para casa da Soraya. Sou levada para a cela e o guarda diz que permanecerei lá até o julgamento, que ainda será marcado, a cela tem apenas uma cama pequena, uma privada atrás de uma pequena parede e uma pia. As horas passam e a cada segundo que se passa ainda não consigo acreditar que ele morreu, não dormi a noite e quando eu cochilava eu acordava em seguida assustada, no dia seguinte eu estava sentada de costas para as grades, então ouso me chamarem, quando me viro, vejo Arthur, o moço bonito dono daquele Jeep, olho mais abaixo e vejo seu braço engessado, foi no carro dele que eu bati, fico espantada por um momento. O guarda então se retira nos deixando sós, ele parece sem jeito, e eu estou um caco, ele então começa:

– Oi Leticia, como você está? – Eu estou tão abalada, que não estava pronta para responder aquela pergunta seriamente, então eu falei carregada de ironia:

– Estou ótima, bati um carro que não era meu em um carro caríssimo, e ah, matei o meu namorado –Ele parece um pouco espantado com minha reação, ele inspira fundo e fala:

– Não se preocupe com meu carro, e sobre o julgamento da morte do seu namorado, vou te conseguir um bom advogado – Aquilo me subiu à cabeça, ele pensa que eu preciso de esmola? Sem pensar retruco irada, já gritando com ele:

– EU NÃO ESTOU PEDINDO A SUA AJUDA RIQUINHO, EU SEI ME VIRAR SOZINHA – Eu estava muito alterada, ele estava calmo, seus olhos neutros, um curativo em sua testa se destacava em seu rosto cheio de pequenos outros arranhões, ele continua:

– Eu sei, mas não custa nada, você me ajudou, agora eu vou te ajudar – Depois disso ele sai, me deixando só com meus pensamentos, é difícil para mim acreditar nas pessoas, quem muito é traído, nunca confia de verdade.

Acidente de Amor – Capítulo 7 – Série Os Freitas – Volume 2

Capítulo 7

Arthur

Acordo no hospital com minha mãe ao meu lado, com uma cara muito preocupada, ela olha para mim e fala já se levantando:

– Filho, como você está? Sente dor em algum lugar? Está com tontura? – Ela me ataca com tantas perguntas que fico zonzo, respiro e ergo um pouco a mão dizendo:

– Mãe, respira de vagar, se acalma. Eu estou bem, pelo que vejo, eu só quebrei o braço, fora isso estou bem mãe – Ela respira fundo, e continua mais calma:

– Filho, eu só fiquei preocupada. Uma mulher louca estava apostando racha de rua e bateu o carro no seu, o passageiro que estava com ela morreu, ele estava sem o sinto, ela foi encaminhada para a delegacia. Bom para ela, ela quase te matou, irresponsável – Ela realmente ficou furiosa com essa mulher, mas bem, foi irresponsabilidade mesmo. Eu pergunto:

– Como ficou o carro? – Ela olha para mim descrente da minha pergunta, ela responde:

– É sério? Você acabou de sofrer um acidente e você está preocupado com o carro? – Eu olho para os lados e depois para ela e balanço a cabeça positivamente, ela coloca a mão sobre a testa e continua – O carro já era, Arthur, o concerto vai ficar muito caro, ou seja, você vai ficar a pé, não vou deixar seu pai comprar outro carro para você, você vai pagar o concerto sozinho. Sua irresponsabilidade foi tão grande quanto a moça ao atender o celular dirigindo, agora se vire – Ela termina olhando séria para mim.

– Nossa mãe, ok, eu admito, foi desatenção minha.

Ficamos conversando, o médico veio e me levou para alguns exames, porque eu havia batido a cabeça no vidro, logo após as radiografias recebi alta e fui para ir para casa. Antes de ir para casa, decidi passar na delegacia e ver a tal mulher que bateu no meu carro, chegando lá de taxi, me aproximo do balcão e pergunto sobre ela e disse que quero vê-la, o homem respondeu que iria chamar o delegado e que ele me explicaria tudo sobre as burocracias do acidente. Meia hora depois o delegado chega e me fala o que eu preciso fazer e que a motorista do outro carro foi a culpa, ela também será julgada pela morte do passageiro que estava com ela, mas pelo que ele me fala, ele estava sem o sinto de segurança e com o impacto da batida, ele foi lançado para fora do carro. Então eu comento com o delegado:

– Eu quero vê-la, senhor, conversar com ela – Ele então responde meio relutante:

– Tudo bem, mas não demore – Ele então se levanta e pede para um guarda me levar.

Me aproximo de uma cela, e vejo uma moça, de costas e o cabelo desgrenhado, o guarda então fala:

– González, visita – A moça então se vira e então vejo a minha frente, atrás das grades, Leticia, a garçonete que havia me ajudado com o projeto do senhor Smith. Então foi ela que bateu o carro no meu, ela ficou pasma, ela parecia não acreditar, ela estava com os olhos fundo e vermelhos, ela havia chorado muito. O guarda sai e nos deixa sós, eu começo meio sem jeito:

– Oi Leticia, como você está? – Uma dor enorme tomou conta dos olhos dela e ela respondeu com ironia:

– Estou ótima, bati um carro que não era meu em um carro caríssimo, e ah, matei o meu namorado – Nesse ponto ela já estava chorando, gritando e se sentando no chão escorando na parede e a mão no cabelo, o que eu poderia dizer? Ela teve culpa, mas está arrasada, tudo que eu consegui dizer foi:

– Não se preocupe com meu carro, e sobre o julgamento da morte do seu namorado, vou te conseguir um bom advogado – Ela olha para cima, nos meus olhos e grita se levantando e vindo até as grades:

-EU NÃO ESTOU PEDINDO A SUA AJUDA RIQUINHO, EU SEI ME VIRAR SOZINHA.

– Eu sei, mas não custa nada, você me ajudou, agora eu vou retribuir – Eu retruco e me retiro em seguida. Chego em casa e ligo para meu pai, não demora ele adente:

– Oi pai, preciso de um favor – Falo calmamente, ele responde:

– Hmmm, que favor? – Fala com a boca cheia de alguma coisa, então eu respondo:

– Preciso de um advogado para defender a moça que bateu em meu carro noite passada – Ouso ele engasgar um pouco e pergunta:

– Mas por que filho? – Ele pergunta com uma curiosidade na voz.

– Ela não pode pagar um e apesar dela estar errada, vi que ela amava o homem que morreu no acidente, eu a conheço do café que vou toda manhã e ela já me ajudou uma vez – respondo calmo, meu pai dá um pequeno suspiro do outro lado e responde:

– Tudo bem filho, eu ajudo.

– Agradeço pai – Respondo um pouco aliviado.

8 séries de animação pra inspirar nossas meninas.

Olá minhas adolescentes de lua, tudo bem com vocês! Uma saudades imensa de vocês e de postar listas de filmes, séries.

Eu ando um pouco ausente, porque recentemente eu perdi o meu celular, ai tive uns problemas pra atualizar as coisas do blog, mas já estou de volta e fazendo o possível pra organizar os posts do blog. Esse ano eu não consegui realizar o mês Halloween, então, pra relembrar vocês eu dou deixar o link da categoria aqui em baixo, pra vocês reler e pra que está começando nos acompanhar agora e conhecer o nossos conteúdos de outras categorias nossas!

LINK: Outubro Halloween (2018)

Pra lista de hoje eu separei 8 series, com personagens femininas, pra inspirar as nossas garotas a realizar seus sonhos a serem fortes e lutar pelo seus direitos!

Então, chega de enrolação e vamos pra lista!


Regal Academy

Regal Academy

Sinopse:
Rose (voz de Jessica Paquet) é uma adolescente que vê sua vida mudar ao encontrar uma chave mágica, que a leva à Terra do conto de fadas. Lá, ela descobre que é neta da Cinderella, a diretora da Regal Academy, uma escola de prestígio. Disposta a aprender tudo sobre esse mundo encantador, Rose decide ingressar nesse colégio, onde fará amigos e irá encarar diversas aventuras.

Regal Academy

Eu tenho amor por essa animação, conta a história de Rose, ela é a neta da Cinderela, o desenho é bem animado, recheados de personagens de contos de fadas, com super poderes, dragões, ensina o valor da amizade, é divertido e vale a pena.

Ever After High

Ever After High

Sinopse:
Bem-vindo ao Ever After High, a escola frequentada pelos filhos adolescentes de príncipes, princesas e vilões dos contos de fadas. Além de aprenderem a reviver as histórias clássicas dos seus antecessores, os alunos têm uma importante decisão a tomar: seguir os passos dos pais ou reescrever seu próprio destino.

Outra animação clássica dos contos de fadas, eu amo esse universo de fazer os os filhos dos príncipes e princesas e dos violões. Uma animação cheia de aventuras, divertido.

World of Winx

World of Winx

Sinopse:
Spin-off da série “O Clube das Winx”.
Nesta temporada as winx deverão se infiltrar na terra e encontrar o ladrão de talentos: um homem misterioso que está sequestrando pessoas.

World of Winx

Nessa nova versão da Netflix, as Winx vistam a terra, pra um show de talentos, conforme elas vão procurando pelo mundo as crianças mais talentosas, no meio do caminho, elas precisam lidar com os Ladrões de Talentos. Eu adorei cada episodio, as cenas são divertidas, as personagens continuam fieis a primeira versão, que deixa muito mais incrível!

Barbie Life in the Dreamhouse

Barbie Life in the Dreamhouse

Sinopse:
No mundo mágico das Barbies, “Barbieland”, uma das bonecas começa a perceber que não se encaixa como as outras. Depois de ser expulsa, ela parte para uma aventura no “mundo real”, onde descobre que a beleza está no interior de cada um.

Barbie Life in the Dreamhouse

Quem não conhece a famosa casa dos sonhos da Barbie? Eu amo, amo pra caralho essa animação da Barbie. O meu sonho de princesa, é ter a magica da Barbie de ter a comida pronta sem precisar ter que fazer, só apertar os botões e lá está a comida.

Star vs. As Forças do Mal

Star vs. As Forças do Mal

Sinopse:
Star Butterfly, uma princesa de 14 anos de idade, acaba de ganhar de seus pais uma varinha mágica muito valiosa para sua família. No entanto, sem conseguir controlar esse item poderoso, a adolescente é enviada à Terra para poder treinar e aperfeiçoar suas técnicas de magia, onde acaba conhecendo o simpático Marco e sua família. Ao lado deles, ela utiliza seus poderes para combater perigosas criaturas.

Star vs. As Forças do Mal

Eu não sei vocês, mas eu tenho um amor por personagens femininas cheias de personalidade, inquietas, divertidas, que levam todo o enredo da história, sou viciada em desenhos assim! Star, é uma personagens incrível, cheia de animação e bem sapeca e o Marco entra em todas as suas aventuras!

Barbie Dreamhouse Adventures

Barbie Dreamhouse Adventures

Sinopse:
Conheça Barbie e seus melhores amigos, incluindo o vizinho Ken, neste vlog animado de aventuras filmadas dentro da nova casa da família.
Barbie, suas amigas e seu vizinho Ken compartilham vlogs filmados em sua Dreamhouse.

Barbie Dreamhouse Adventures

A Netflix não se aguentou, e fez uma nova versão da casa dos sonhos da Barbie, ainda continuo desejando os botões de ter tudo que quer, na hora.
Essa animação ficou linda, cheia de personalidade e com o blog/canal da Barbie que aparece em todos os episódios.

12 anos para sempre

12 anos para sempre

Sinopse:
Reggie é uma garota de 12 anos cujo desejo de continuar criança é tão poderoso, que cria um mundo de fantasia em que ela nunca precisará crescer. Transportando-se para o mundo através de seu colar, Reggie e seus amigos Todd e Esther se tornam super-heróis da fantasia, escapando das responsabilidades da maioridade.

12 anos para sempre

Gente, eu amei esse desenho, assisti tudo em dois dias, eu sou louca por animação, deu pra perceber né? Reggie é uma personagem foda pra caralho, cheia de animação, com a imaginação incrivel, aprendendo sobre a amizade, primeiro amor, primeiro sutiã e por ai vai. Todd e Esther acompanham ela em todas as suas aventuras!

She – Ra e as Princesas do Poder

She – Ra e as Princesas do Poder

Sinopse:
Antes princesa, a corajosa Adora agora leva a vida como a superpoderosa She-Ra. Após se juntar à Rebelião, ela assume a difícil missão de proteger toda a humanidade do mal. O único problema é que sua melhor amiga ficou do lado da Horda do Mal.

She – Ra e as Princesas do Poder

A Netflix, não deixa uma escapar, com essa nova versão de She-ra.
Eu ainda estou na segunda temporada dessa série, que eu adorei muito, cheio de guardas, princesas, vilões, fadas, super poderes e por ai vai.
Uma história bem original, com personagens femininas cheia de personalidades e com três temporadas com muita história e animação.


Minhas Luas, esse foi o post do mês do dia das crianças, vou fazer de tudo pra fazer uma segunda de lista com filmes de animação para o mês das crianças. Não esqueci do outubro Halloween, estou me organizando com os conteúdos!

Obrigada por todo carinho, pelas curtidas, pelos comentários, vocês são incríveis!

Beijos da Mila!
Até logo.
Gratidão
!