História das Leitoras: Aprontar na adolescência, quem nunca não é?

Gente, hoje eu recebi uma historia de uma leitora, ela se chama Luana; tem 15 anos.
Luana, é a uma adolescente, que mora em uma cidade, na região de São Paulo. Ela conta uma historia bem curtinha, falando algumas coisas que aconteceram com ela. Histórias de adolescentes, quem nunca, não é?

Acompanhe a história contada por ela mesma.

Olá, tudo bem com vocês?
Então nem sei como começar, então vou fazer uma apresentação, (kkkkkk).
Meu me chamo Luana, tenho 15 anos, queria falar um pouco sobre minha experiência como adolescente, (kkkkkk).
Certamente os adolescentes são conhecidos como “seres rebeldes que só aprontam, que ainda não sabem o que é a vida”, pode até ser verdade em alguns casos, mais isso depende muito da cabeça de cada um.
Eu acho, que independente das conversas, sermões, em alguns casos até surras dos pais, não vai mudar nossa cabeça, certo (bom, pelo menos comigo).
Pra mim, falar, falar e falar não muda muito, (kkkkkk), claro que em algumas circunstâncias pode até fazer você ver que errou e mudar, mais isso raramente acontece (pelo menos pra mim).
Eu vou contar um exemplo que aconteceu comigo.
Eu sai de casa 16:30 pra ver o crush e voltei 17:50, mas como meu pai não estava, eu sai sem avisar, só quando eu estava na rua eu avisei ele, disse que eu estava com uma amiga porque né, mas bem no fim ele descobriu toda a verdade, (kkkkkk), ele me deu um sermão, obvio que ele ia fazer isso, tirou meu celular por 1 DIA , disse pra eu nunca mais repetir o erro, mas o que eu fiz?
No dia seguinte tava planejando outra fuga, (fazer o que kkkkkk).
Podem falar que eu estou errada, porque eu sei que estou errada, mais por algum motivo, eu ainda persisto no erro mesmo sabendo que pode dar ruim (kkkkkk).
Em fim foi isso, só queria compartilhar um pensamento meu com vocês todos, esse blog que me motivou a isso. Obrigada bjss

Olha, adolescente é fogo, não é mesmo! Não posso nem dar um puxão de orelha, eu teria feito o mesmo, alias já fiz coisas parecidas.
Eu espero, que muitos pais leiam isso, adolescentes também, nós sabemos que vamos pela nossas vontades, os pais sabem que proibir não vai adiantar, não adianta ignorar certas coisas, as vezes, quanto mais você impedir, eles vão persistir, já foram adolescentes, sabem como é, eu seu muito bem como é, nunca deixei de lembrar disso.
O certo é que ele sempre sejam orientados sempre devemos mostrar confiança, dizendo que estamos aqui com eles. Ser pais está além de apenas broncas, chamar atenção, colocar de castigo, ser pais também é ouvir o que seu filho tem a dizer, escute o que eles tem a dizer, aprenda um pouco com eles. Não é porque somos adultos, que deixamos de aprender.

Mande seus originais também, textos, poemas, frases, vamos adorar mostrar sua escrita!
Só mandar em nosso e-mail: adolescenciadelua@gmail.com.
Não esqueça de deixar seu Instagram, seu perfil do Facebook ou E-mail pra contato.
Não são obrigados a divulgar a sua identidade.

Beijos da Mila!

Fanfic: Colega de Quarto – Rommate.

Olá meus amores, hoje eu recebi uma fanfic de uma leitora aqui do blog, ela também é uma amiga próxima minha. Eu li essa Fanfic dela inteira, gostei muito, então decidimos compartilhar um capítulo por semana com vocês, vamos revezar entre o Conto Erótico e o Livro Adolescência de Lua, assim fica mais variado pra vocês!

Eu espero que gostem da Fanfic.


Colega de Quarto – Rommate

Internato – Capítulo 1
(07:23 AM)

Acordei bem cedo, como de costume, tomei um banho e me arrumei pra escola. Estava tudo muito silencioso, até que ouvi passos, eram meus pais. Eles cochicharam e logo em seguida abriram a porta. Minha mãe sorriu e meu pai ficou de canto, encostado na porta. Por um momento, imaginei que eles viriam me dizer que alguém da família morreu, só que foi bem pior que isso.

-Bom dia! Viemos conversar um pouco sobre algumas coisas, e preciso que tenha um pouco de paciência com as decisões que iremos tomar. -Disse cautelosa.

Decisões?! Estava começando a ficar nervosa.

-Ah, pode mandar. -Falei erguendo as sobrancelhas.

Minha mãe se aproximou, e sentou na poltrona ao lado da minha cama.

-Lariesce, seu pai conseguiu uma nova promoção, e vamos ficar totalmente sem tempo pra você. -Disse olhando fixamente em meus olhos.

Meu pai continuava apenas observando, uma das manias que eu mais odiava nele.

-Pode ser mais direta, mãe. -Falei.

Ela me olhou surpresa e fechou o sorriso.

-Então decidimos te colocar em uma escola interna, á cada dois finais de semana você vem pra casa nos ver. Estávamos procurando o lugar perfeito, que tenha tudo de melhor qualidade pra você, e achamos um que você vai adorar. -Falou com o tom de voz mais alto.

Eu sinceramente não estava acreditando. Um internato?! Eu queria morrer!

Olhei pra ela surpresa e soltei o verbo.

-Um internato? Isso é sério? Quando eu finalmente me adapto ao colégio, vocês decidem mudar novamente?! -Falei com o tom de voz alterado.

Meu pai se aproximou e decidiu dar a voz.

-Lariesce! Nós queremos o melhor pra você, demoramos dois meses pra conseguir achar o lugar perfeito. Você vai se adaptar novamente, o ensino de lá é um dos melhores. -Falou.

Olhei fixamente para o chão e senti meus olhos encherem de lágrimas. Vou ter que aceitar novamente algo que não estou de acordo.

-Você começa semana que vem… Você vai adorar, eu prometo. Já está tudo resolvido na sua escola. -Falou acariciando meus cabelos.

Levantei a cabeça e me controlei para não chorar.

-Vocês ao menos deveriam ter me comunicado… Mas do que adianta? Nunca tenho escolha mesmo. -Falei nervosa.

Meus pais olharam assustados e minha mãe logo fechou a cara.

-Lariesce… O recado está dado. -Falou levantando e andando em direção á porta.

Estava cabisbaixa, prestes á desabar em lágrimas, quando senti um olhar sobre mim.

-Espero que não complique as coisas, é pior pra todo mundo, meu amor. -Disse fechando a porta.

Me joguei na cama, que ainda estava bagunçada e chorei por horas. Não chorei porque iria mudar de escola mais uma vez, chorei porque meus pais parecem não se importar com o que penso. Eles esquecem que a vida também é minha, e que também tenho minhas opiniões.
Chorei tanto até que dormi. Simplesmente apaguei. Acordei com 50 mensagens da minha melhor amiga Angel, e provavelmente ela já sabia que eu iria mudar de escola. Retornei as ligações e fiquei pensando em como disfarçar a voz de choro.

Ligação On

-Angel? Oi. -Falei.

-Lari! Onde você se meteu? Seu nome não está mais na lista da senhora Bonnie. -Falou preocupada.

-É uma longa história… Meus pais me mudaram de escola, e me matricularam em um internato em Houston. -Falei sendo direta.

-O QUE?! Não pode ser verdade. Eles ao menos te falaram que iam fazer isso? Houston é longe demais. Eu quero matar seus pais! -Falou gritando.

-Eles não me comunicaram, até porque, eles já tinham idéia de que eu nunca iria aceitar. -Falei.

-Um internato! Você já pesquisou tudo sobre ele, né? -Perguntou.

-Ainda não… as únicas coisas que fiz até agora foram chorar e chorar. -Falei.

-Xô! Sem chorar, por favor. Amanhã vou até ai, temos o final de semana inteiro. -Falou.

-Vou nessa, Angel. Beijo. -Falei desligando.

Ligação Off

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Quatro dias depois…

Angel dormiu comigo o final de semana inteiro, e acredite, já estava morrendo de saudades dela. Não sei o que vai ser de mim sem ter as teorias sem nexo que ela inventa o tempo inteiro. Ás 08:00 minhas malas já estavam prontas, e Angel já estava desesperada e mais ansiosa que eu.
Ela andava de um lado pro outro, roendo as unhas e mexendo no celular.

-Lariesce! Vai ser tudo diferente… meu Deus… Você já sabe tudo do Houston Internship, certo?! -Perguntou.

-Sim, Angel! É um internato de meninas e meninos, tem dois blocos… Enfim! -Falei.

-Eu quero ir com você… -Falou.

Minha mãe gritou nos interrompendo… E finalmente, era hora de partir. Meu coração apertou e logo eu abracei a Angel.

-Vamos! Estamos atrasados. -Gritou.

Angel me olhou com os olhos cheios de lágrimas, e me deu um pequeno embrulho cor de rosa.

-O que é? -Perguntei.

-Abre quando chegar lá. Vamos, sua mãe só falta me matar. -Falou rindo.

Desci as escadas com a Angel, e na porta de casa á abracei. Os olhares apressados dos meus pais não permitiam muito contato. Entrei no carro e me despedi de uma das melhores pessoas que conheci neste lugar. Acenei enquanto o carro andava, e ao mesmo tempo balbuciamos um: “eu te amo.”

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Após uma hora e meia, chegamos a Houston. Meus pais sorriam e logo anunciaram: É ali o internato.
Não fiquei nem um pouco surpresa ou interessada, porém, ao olhar pela janela me surpreendi com o tamanho dele. Eu já havia visto em fotos, mas pessoalmente é totalmente diferente. Havia um portal imenso, e um caminho cercado por um jardim repleto de flores. O internato era cercado por árvores, e a organização era admirável.
Meu pai estacionou e ao sair do carro, senti uma brisa fresca bater em meu rosto, fazendo meu cabelo balançar. E por um momento, me conformei com o que estava acontecendo.
Meus pais me acompanharam, e tocamos a campainha do lugar. Logo uma menina, provavelmente aluna, veio nos atender.

-Olá! Sejam muito bem vindos! Venham, por aqui. -Falou indicando o caminho.

Ao entrar, fiquei encantada com o lugar. Meus pais realmente procuraram bem. Havia uma escadaria enorme logo na entrada, um lustre e umas bancadas ao lado esquerdo. Vi uns alunos passando, e já estava detestando o uniforme.
Logo uma mulher muito bem vestida veio conversar com meus pais, e a menina me puxou para conhecer o lugar.

-Oi! Lariesce, né? -Perguntou.

Como ela sabe meu nome?!

-Ei! Isso. -Confirmei.

-Bom, eu sou a Lisa! Vou te mostrar aqui aos poucos, com o tempo você vai saber onde é tudo! -Falou risonha.

Fiquei quieta e apenas fui acompanhando tudo.

-Aqui é a parte central! Onde ficam os escritórios, salas de aula e biblioteca. Logo em seguida, temos o refeitório e a sala de televisão, que ficam a direita da parte central. Após esses dois locais, temos o bloco um, que é o bloco dos dormitórios femininos, já já te mostro seu quarto. As pessoas aqui são bem sociáveis, fica tranquila. -Falou.

Fiquei quieta.

-No bloco dois, ficam os dormitórios masculinos, a sala de música e salão de festas. No meio dos dois, tem um jardim, que é livre pra todo mundo. As pessoas costumam ficar por lá nos intervalos. Falando nisso… tudo tem horário por aqui, e atrasos não são permitidos.

Voltamos para parte central e meus pais estavam na porta me esperando para irem embora. Estava apreensiva, com vergonha e insegurança de tudo. Os abracei e logo a Lisa me entregou uma chave com uma numeração.
Fiquei dispersa, apenas observando meus pais saírem.

-Lariesce? Aqui esta sua chave.

Peguei e meu quarto era o número 324B1. Ao lado leste do bloco um.

-Vamos? Eu te acompanho. Logo você vai ter a lista de normas, seu uniforme já está em cima da sua cama. As meninas aqui dividem os quartos, sua colega de quarto é… -Falou olhando uns papéis.

Fiquei perplexa.

-Cassie Migdton… Boa sorte! -Falou abrindo a porta.


Gostaram? Quem será essa Cassie Migdton? Agora, só semana que vem!

A autora dessa Fanfic se chama Lucília Gomes, vocês podem encontrar ela no seu Instagram: luh.young

Beijos da Mila!

LGBT: Tags: Historias das Leitoras!

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OOOOI! HOJE É DIA DE PARADA GAY!

VOCÊ É LIVRE PRA AMAR QUEM VOCÊ QUISER! HOJE É DIA DE HOMENAGEAR

Hoje é o domingo LGBT, em homenagem a Parada Gay.

Uma leitora mandou sua história de vida, desde do dia que percebeu que era bissexual. Não vamos revelar seu nome, pra preservar sua identidade.

Então, acompanhe a história dela.

Minha bissexualidade foi descoberta em meados de 2015. Eu era uma adolescente repleta de hormônios, e decidi ir à fundo no ponto de: Porque garotas são tão tentadoras? E foi nesse ponto que eu me vi beijando bocas de todas as cores e sabores. O ponto em que eu amei garotas, desde os seios ao sorriso, o olhar.

Certo, mas em Agosto de 2016, conheci Natália… oh, Natália. Ela era uma morena sensacional, nada desproporcional, um sorriso encantador, e era irmã do melhor amigo do meu irmão, um ótimo motivo para me aproximar dela, não acha? E foi o que fiz, lançando meus métodos de conquista sempre que íamos levar e buscar nossos irmãos na escola.

Em uma semana, estava em sua casa.
Em duas, na sua cama.

O problema? Natália tinha um namorado. Então era batata: nós ficávamos, ela se sentia “mal“, e então repetiamos a dose, em um ciclo vicioso. Até o dia em que ele a gritou no meio da transa.
Eu quase tive um ataque, me vestindo de forma automática, e descendo acompanhada por ela em passos rápidos, vendo o garoto parado no portão enquanto eu sorria um tanto cara de pau.

Meu estado? Cabelo bagunçado, calças largas, uma camisa masculina da Adidas e uma boca extremamente vermelha. Sem contar que eu estava suando em bicas enquanto orava pra qualquer santo que pudesse me tirar dessa. E o garoto? Ele só me encarava com um ódio mortal.

Mas, para sua infelicidade, eu sai viva dessa. Já que o garoto apenas me empurrou e entrou, furioso, enquanto eu metia o pé para a casa da minha avó.

Resultado: Eu jurei de pé junto que nunca mais iria ficar com garota comprometida… e que nunca mais veria a Natália.

Conto da Leitora: Editado pela Jujuba, Mila e Bynd.

Desenho destacado: Byanka G. Nunes

Meus amores, eu espero que tenham gostado da história dessa leitora.

Um ótimo domingo e uma ótima parada gay! Ame muito, viva a vida, seja feliz, seja você!

Um beijo e um cheiro da Mila ❤️

Um beijinho da Jujuba ❤️

Um beijão da Bynd ❤️

Nada é por acaso!

Olá minhas gostosas, sentiram minha falta, e falta do Conto das Leitoras?
Bom, uma Leitora, mandou uma história que aconteceu com ela e uma menina, super legal, bem LGBT, quem não gosta de histórias LGBT? Eu gosto, a Mila mais gosta mais ainda!
Antes, de contar a história, quero pedir, você que não apoia o movimento LGBT, por favor, sem comentários maldosos, com preconceitos, isso não será tolerado aqui no blog.
Não vamos revelar a identidade das pessoas, os nomes foram trocados, pra preservar a intimidade da Leitora! Espero que gostem, porque eu amei!

Olá, me chamo Gabriela, eu tenho 20 anos.
Eu sempre me senti diferente das minhas amigas, pois quando, elas falavam de namoradinho ou discutiam sobre qualquer assunto, que envolvesse meninos, tipo qual “Boy era mais bonito”, eu não me sentia atração, a vontade de discutir sobre assunto, aquele tipo de conversa não me chama atenção
Quando, eu estava com 16 anos, eu comecei a me descobrir, a me aceitar como homossexual (como lésbica) Me vi apaixonada por uma colega de classe, no começo achei que seria só isso, uma paixão, mas aquilo foi crescendo, eu não assumia isso, afinal era minha amiga, nada poderia interferir nessa amizade. Ela tinha seus “rolos” e isso me incomodava, porque eu queria estar no lugar dessas pessoas, deveria ser o meu lugar.
Eu pensava: “Espera, tem alguma coisa errada”, toda vez que ouvia ela falar sobre relacionamentos, eu sentia algo errado. Seria ela meu primeiro amor?
Bom, algum tempo depois conheci uma menina em uma rede social, fomos nos aproximando, ela se chamava Fran, 6 meses depois, começamos a namorar.
Eu sentia que não ia muito longe, afinal, todas as vezes que íamos fazer algo juntas, vinha na minha mente aquela “paixãozinha” da escola.
Foi aí que tive certeza que não era uma simples paixão. Eu mantive meu relacionamento, tinha que camuflar de alguma forma o que eu sentia pela minha amiga de escola.
Tinha algo errado, eu sentia e não sabia lidar com isso.
Eu era feliz na relação, bom, ela fazia o possível pra me fazer feliz, mas eu não conseguia retribuir por completo tudo o que ela fazia. Até que durou, 1 ano e 8 meses e acabamos terminando o nosso namoro.
Então, eu achei que deveria conversar com aquela amiga de escola, mas já era tarde demais.  Acabei descobrindo que ela também sentia algo diferente por mim, descobri que me ver em uma relação com outra menina, machucava ela também, poxa, como assim?
Por medo, por talvez não saber lidar com as consequências, perdemos a chance de viver aquilo que sentíamos, de viver o momento. Não foi o tempo que não foi justo com a gente, nós é que não fomos com ele. Mas, a nossa amizade prevaleceu, ela ainda está aqui. Hoje, ela namora, é super feliz!
E eu? Ah.. eu encontrei alguém pra amar. E hoje pra mim, o tempo não é aquele que cura tudo, que leva embora o que não nos faz bem, mas ensina a conviver com as consequências do que fazemos, nos faz forte pra seguir independente do que carregamos dentro de nós. As vezes o que achamos que vai passar, e não passa, simplesmente não passa, continua de alguma forma dentro de nós, mas esse “tempo” vai abrindo espaço para novas pessoas, novas aventuras, novos amores, novas histórias.
Sim, novos amores… Mas aquele primeiro… Ah, o primeiro amor… é sempre é lembrado!

Meninas, que achou a história linda, levanta a mão agora!
Eu amei, da pra perceber, que ela superou, mas carrega com ela a lembranças do seu primeiro amor, da primeira vez que assumiu que gostava de uma menina, do seu primeiro relacionamento, que ela tinha tudo pra ser feliz, mas não era amor o suficiente!
Hoje, ela tem um novo relacionamento, é super feliz e ainda é amiga da garota que fez ela se descobrir! Isso é lindo, percebemos a evolução dela, o tempo é maravilhoso, ele abre espaços pra coisas novas, mas só se a gente se permitir!
Não esqueçam de se permitir, as coisas podem estar difícil, mas não fecha as portas, nem ás janelas, deixe abertas, pra entrar novos ares ou melhor dizendo, novas histórias, novos amores e novas lembranças!

Esse foi o post de hoje minhas gostosas, espero que tenham gostado!
Não esqueça de mandar a sua história: adolescenciadelua@gmail.com, estamos aguardando a histórias de vocês!

Beijinhos da sua Jujuba!

Nunca deixe pra fazer amanhã, aquilo que pode ser feito hoje ou agora.

Boa Tarde, minhas meninas, que dia lindo hoje não é mesmo?

Tenho duas perguntas para vocês.

  • Já deixou de fazer alguma coisa que queria muito e depois arrependeu?
  • Já fez algo que nunca queria ter feito?
  • Já se arrependeu de ter transado com aquele menino?
  • Já se arrependeu de ter deixado de transar com um menino desconhecido?

Tenho certeza, que algumas dessas opções já aconteceu com vocês, pelo menos duas dessas, situação difícil, não é?

Hoje, uma leitora chamada Aidil, me mandou a história dela, super maluca, super divertida, que me inspirou em escrever uma coisa super especial pra voces, mas primeiro, vocês tem que conhecer a história dela, eu ri muito e adorei, haha!

Olá amorzinho, vou contar um pouco das minhas loucuras, os assuntos mais polêmicos, eu deixo para outro dia.
Então, não fazia muito tempo, que meu namoro de alguns anos tinha acabado, fiquei muito triste pelo ocorrido.

Até que um dia, uma das minhas minhas, disse que não aguentava mais, me ver sofrendo, me chamou para ir na festa da amiga dela, eu resolvo aceitar o convite, porque eu realmente estava precisado me distrair.

( O meu distrair, se resume em muita putaria, eu adoro kkkk)

Faltando mais ou menos uma semana para a festa, eu mandei mensagem para um menino que estava no grupo da festa, porque eu fiquei interessada nele, ou seja, eu estava querendo transar com ele.

( Sou dessas e ponto final!KKK)

Começamos a conversar, trocamos várias idéias, ate que começamos a falar de sexo, que acabou resultando, em um encontro, marcamos de fazer sexo na festa mesmo.

( Ou podia ser em qualquer lugar, desde que a gente conseguisse transar)

Ficamos conversando a semana toda, aquele chegar no dia da festa.

Finalmente, chegou o dia da festa, eu estava super afim de transar e beijar, quem eu encontra-se na minha frente, eu com certeza ia beijar muito. Eu comecei a bebe e beber muito, nisso ele chegou na festa e eu já tava como “taradona”

Como eu sou uma pessoa super tímida, (sqn) eu beijei ele e depois eu beijei umas duas meninas, que ele também queria ficar, eu beijei tanta gente que nem lembro direito quantos foi.

Eu estava tão bêbada, que eu comecei a tirar a roupa dele no meio da festa, e colocar a minha mãe dentro da calça dele, eu não estava mais me aguentando.

Resolvemos sair da festa e ir parar uma praça que tinha do lado da festa, e aí o que aconteceu? Transamos na pracinha ao ar livre, como se não tivesse amanhã, transamos muito, e depois fomos para a festa como se nada tivesse acontecido rs, eu comecei a curtir muito mais ( curtir até demais) e a mãe da aniversariante não estava gostando do meu jeito de curtir, então ela resolveu me expulsar da festa da filha dela, (kkkkkk, isso é sério gente) Isso mesmo, eu fui expulsa da festa, mas para mim festa não tinha acabado ali, o menino que eu conheci me levou pra casa e transamos na minha casa, até o pau dele dizer chega.

(Desculpa a palavra, mas não precisa de cerimônia/ E ele acabou dormiu na minha casa)

No outro dia, ele foi embora, mas a gente, se reencontrou algumas vezes para matar a saudade das nossas fodas.

Resumindo, o meu conselho de hoje, é deixe para amanhã a foda que você pode dar hoje kkkkk, beijos, meninas, adoro esse blog, valeu, por contar uma da minha história.

Fui a única, que ficou, sem fôlego com essa história? Incrível, você acham que ela se arrependeu? Eu acho que não em! Como ela é segura de si mesma !

Muitas vezes, ficamos com medo de se arriscar assim nas festas, queremos muito, mas não fazemos por medo de se arrepender ou por não sentirmos segura!

Mas, eu me atrevo a dizer a vocês, que as vezes, mas só as vezes, se você não tiver muita coragem, se atreva uma única vez na sua vida a se arriscar, a sair da sua zona de conforto, para se permitir viver e se conhecer como mulher, se amar muito e apenas viver e fazer aquilo com vontade, sem medo se arrepender é a melhor sensação da vida, te faz se sentir segura de si mesma.

Não estou dizendo, pra sair pegando o primeiro garoto que aparecer, mas de fazer tudo aquilo que sentir vontade!
Não deixei para amanhã, aquela aventura que pode viver hoje!

A próxima história pode ser a sua, pode ser anônima se quiser, a partir de hoje, vocês podem mandar suas dúvidas, pedir conselhos, contar suas histórias, etc, no próprio e-mail do blog – adolescenciadelua@gmail.com

Um beijão, da sua Mila e até o próximo post ❤️

Amor não correspondido, quem nunca?

Olá meninas, hoje eu estou com uma publicação bem diferente, essa semana, eu pedi para que várias meninas mandassem suas histórias de vida, sobre namoro, amizades, sonhos, decepções e por aí vai.

Lembrando, que se a sua história não foi escolhida hoje, não significa que não será a próxima, fazemos postar todas as histórias que receberemos.

Essa é a história da Nicole, só tem 14 anos, muito novinha, mas já passou por aquele famoso: “Primeiro amor, não correspondido.” Quem aqui, nunca passou por isso? Que atire primeira pedra não é mesmo?

Espero que gostem da história, que está sendo contada por ela mesma!

Estou aqui para contar, uma história muito longa, com muitas confusões, enfim, vamos lá!

Em 2012, minhas primas moravam em uma Chácara em Ibiúna, onde eu ia quase todos os fim de semana com meus avós, então nesse meio tempo acabei conhecendo um primo delas, que no caso não tem parentesco comigo, ele é 3 anos mais velho que eu, eu acabei ficando com as minhas primas na casa dele, no começo eu não sentia nada por ele, mas conforme foi passando o tempo, fomos se vendo em vários finais de semana, comecei a ter um sentimento por ele, apesar de nunca ter conversado muito com ele.

Eu resolvi, contar para as minhas primas e uma amiga que dormiu na minha casa, porque ela iria com a gente para a chácara ver minha família.

Então, nesse dia a gente foi dormir na casa dele e eu fiquei indignada, a minha amiga acabou dormindo com ele, eu chorei demais por causa disso. No dia seguinte, eles ficaram de novo, eu fiquei muito chateada.

Essa fase passou, então fomos de novo para a chácara, só que sem essa “amiga”, nesse final de semana, meus primos estavam brincando, daquele famoso “Jogo da garrafa”, como todos sabiam com quem eu queria ficar, me desafiaram a ficar com ele.

Depois de beijar ele, eu fiquei com nojo, porque eu lembrei dele ter beijado a minha “tal amiga”, aquele dia eu perdi meu BV, eu só tinha 8 anos de idade.
Bom o tempo foi passando e fomos crescendo, eu acabei diminuindo o amor que eu tinha por ele, mas ainda sentia alguma coisa.

Minhas primas, acabaram mudando de casa, em Ibiúna mesmo, só que dessa vez era do lado da casa dele, aí eu pensei né “Pronto, agora vai!”, mas infelizmente pra mim, não foi.

Minhas primas, morou lá durante 4 anos, eu continuei visitando como sempre, mas não aconteceu nada, ele começou a namorar e eu acabei esquecendo essa história, até nem lembra muito.

Antes do começo, do ano passado, eu não gostava dele, mas confesso que de vez em quando eu olhava o Facebook dele.

No ano passado, meu avô acabou falecendo, então minhas primas vieram morar na minha cidade, perto da minha casa e por ironia do destino, ele veio junto, por uns motivos pessoais dele.

Mesmo com ele morando perto de mim, eu tratava ele como se fosse meu “primo”, na terceira semana, que ele estava morando aqui, fomos passar um final de semana na praia e lá acabou acontecendo nosso primeiro selinho, que só aconteceu, porque a minha prima empurrou, só que acabou acontecendo tudo de novo, a minha inocente ilusão, de que ia acontecer algo.

Começamos a conversar, aos poucos fomos criando mais intimidade, nas festas que teve, eu sempre ficava do lado dele, mas sempre escondido, pois a minha família não tirava o olho, mas acabamos ficando um com o outro, ele me tratou super bem, só no dia que ficamos.

Depois disso, ele acabou pegando a vizinha, que eu também tinha feito amizade, mas isso eu relevei, faz pouco tempo que aconteceu, faz uns quatro dias que ele voltou pra cidade dele, acabei percebendo que era só um amor platônico de infância, que ele não era o amor da minha vida, que eu merecia alguém melhor, eu sei que sou nova, pra fica pensando nessas coisas, mas sei que vou encontrar alguém melhor.

Mas ele nunca será esquecido, toda vez, que eu vejo ele ou ver ele meu coração, vai dar aquela acelerada.

Mas quem sabe um dia isso passa ou eu ele não acaba dando certo, nunca se sabe, não é ?

Obrigada pela oportunidade de deixar eu contar a minha pequena história, do meu primeiro amor platônico.

O que acharam, da história da Nicole? Ela só tem 14 anos meninas, muito novinha, mas já descobriu que primeiro amor não é tão fácil assim, mas e você, que leu essa história até aqui, quer contar a sua história de amor também?

Então, manda pra mim, vou adorar ler e divulgar aqui no blog, lembrando que pode ser anônimo também.

Pra encerrar o post de hoje, como o tá foi “Primeiro Amor” “Amor não correspondido”

Quem nunca assistiu o filme Meu Primeiro Amor? Deixo essa dica de filme pra vocês ❤️ Esse filme marcou a minha infância!

Meninas, muito obrigado, até a próxima e boa noite, Beijão da Mila!